Safety first!

Um dos problemas mais comuns que sucedem aos bloggers é a perda – total ou parcial – do template. Uma pequena (ou grande) alteração no modelo, um erro ou uma falha no momento de actualizar, e pronto, desapareceu, perdeu-se, é necessário reconstruir ou começar tudo de novo.

Existem diversas formas de backup de um blog, e por regra nem tudo está perdido quando acontece uma “desgraça” do género. Porém, curiosamente, sendo extremamente fácil ter cópias sistemáticas do template (e dos posts), parece que ainda ninguém se lembrou de explicar isso às pessoas de uma forma simples e clara.

É de facto simples e pode resumir-se em três passos:

1. Seleccionar o código do template
2. Colar numa mensagem de e-mail
3. Enviar para si próprio(a)

Se fizer isto previamente, de cada vez que “mexer” no template, ao menos poderá ter a certeza de que repor a situação anterior será uma questão de minutos… ou segundos. Além do mais, ficará ainda com um histórico de todas as versões e alterações que efectuou no modelo do seu blog.

Para quem não está muito rotinado nestas coisas, expliquemos mais pormenorizadamente cada um dos três passos para a segurança (do blog), sendo estes passos válidos para qualquer plataforma ou sistema de edição:
1. Seleccione o código do template: depois de aceder à sua conta de utilizador, escolha a página/separador/opção que dá acesso ao código do modelo (template) do seu blog; a seguir, seleccione todo o código HTML com o botão direito do “rato”, e por fim as opções de menu Editar/Copiar ou o comando de atalho com a combinação de teclas Ctrl+C; se o código estiver dentro de uma caixa de texto, pode usar o botão direito do “rato” e as opções Seleccionar Tudo e Copiar.
2. Colar numa mensagem de e-mail: abra o programa de envio e recepção de correio electrónico, seja ele local (Outlook Express, Eudora, etc.) ou remoto (Hotmail, GMail, etc.); inicie uma nova mensagem e indique como destinatário um ou mais dos seus endereços de e-mail (pode ser o mesmo de onde está a enviar); no campo Assunto, escreva qualquer coisa como “Template do blog”; cole o conteúdo que está em memória no corpo de texto, utilizando as opções Editar/colar ou o comando de atalho com a combinação de teclas Ctrl+V; se tiver essa opção, cole preferencialmente em modo fonte/origem/código html, mas se isso não for possível… não se preocupe, não há-de perder nada.
3. Envie a mensagem com o código do template para uma ou várias das suas próprias “caixas de correio” (endereços de e-mail); em qualquer dos casos, ficará com duas cópias – uma nos “enviados” e outra nos “recebidos”. Se enviar uma cópia para uma das suas contas “locais” (POP3) e outra para um endereço de “provedor” de correio electrónico on-line, mesmo se houver algum problema numa terá sempre a outra como recurso.

E pronto. É tudo. Se fizer isto sempre que “mexer” no template ou, ao menos, uma vez por outra, nunca mais terá de passar horas a reconstruir o seu blog.

Quando quiser repor uma situação, basta seguir o processo inverso e colar o conteúdo da mensagem de e-mail que enviou para si próprio(a) por cima da versão errada (“engatada”, truncada, apagada) do modelo do seu blog.

Para cada um dos posts, o processo pode perfeitamente ser o mesmo, se bem que a maioria das plataformas tenha, no painel de controlo do utilizador, a opção “enviar cópia do post por e-mail”.

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Fecha-te Sésamo

Duas ferramentas muito simples para fechar, encerrar, terminar.

1. Para aquelas ocasiões em que nem mesmo o botão do browser (Parar/Stop) consegue bloquear o carregamento de páginas ou blogs intermináveis, daqueles que trazem música a tiracolo, dezenas ou mesmo centenas de imagens, animações e outras coisas estranhas ou “pesadas”:

Stop!

– com o botão direito do rato sobre o link, seleccione a opção “Adicionar aos Favoritos”; escolha o local para o link e “Ok”.
– abra a lista de favoritos, seleccione o link com o botão direito do rato e depois a sequência de opções “Propriedades”, “Alterar Ícone”; seleccione o botão que quiser, como, por exemplo, C:\WINDOWS\system32\dxdiag.exe (pode copiar a localização, em vez de “Procurar”); Ok (2 vezes).
– provavelmente, o seu sistema irá emitir um aviso sobre a (in)segurança do link; aceite, porque é apenas um “bookmarklet“.
– para copiar o atalho/botão para o seu “Ambiente de Trabalho”, seleccione “Enviar para” e “Ambiente de Trabalho (criar atalho)”.
– para copiar o atalho/botão para a sua barra de Hiperligações ou para a barra de atalhos/ícones (em rodapé), arraste o link com o botão direito do rato, largue onde pretender que fique, e depois indique “Criar atalho aqui”.

Sempre que premir este botão, o browser (programa de navegação) irá parar imediatamente o carregamento da página que estiver em curso. Se quiser tentar de novo ou completar o carregamento interrompido, pressione a tecla F5 (“refresh”).

2. Para simplesmente desligar o computador, de uma vez, premindo um único botão:

desligar
código: %windir%\System32\shutdown.exe -s -t 00

– seleccione e copie o código acima (exactamente o que está sublinhado) para memória (Ctrl+C).
– aceda à sua “Área de Trabalho” e, numa qualquer área livre, com o botão direito do rato seleccione a sequência de opções “Novo”, “Atalho”.
– cole o comando copiado no espaço de “Escreva a localização do item”.
– opções “Seguinte” e “Concluir”.
– com o botão direito do rato, edite as “Propriedades” do atalho; “Alterar ícone”; escolha o botão que quiser, de preferência o do sistema (vermelho com círculo e barra vertical a branco); Ok (2 vezes).
– para copiar o atalho/botão para a sua barra de atalhos/ícones (em rodapé), arraste o link com o botão direito do rato, largue onde pretender que fique, e depois indique “Criar atalho aqui”.
– para copiar o atalho/botão para a sua barra de Hiperligações, arraste o link na barra de atalhos/ícones (em rodapé) com o botão direito do rato, largue onde pretender que fique, e depois indique “Criar atalho aqui”.
– para copiar o atalho/botão para os seus Favoritos, arraste o link na barra de atalhos/ícones (em rodapé) com o botão direito do rato, largue onde pretender que fique, e depois indique “Criar atalho aqui”.

Sempre que carregar neste botão, o sistema vai fechar todas as janelas e programas abertos, acabando por desligar o aparelho.

Para criar um botão de “reboot” (re-iniciar), repita todo o procedimento do botão de desligar e substitua no comando, onde diz “shutdown.exe -s -t 00”, os caracteres “-s” por “-r”; depois, é conveniente mudar também a figura deste novo botão.

O aspecto final destes novos botões, na barra de atalhos (de ícones), poderá ficar assim:

shortcuts
1º botão: re-iniciar; 2º botão: desligar; 3º botão: parar

Nota: as acções desligar/shutdown ou re-iniciar/reboot são irreversíveis, uma vez premido o respectivo botão. Para evitar que estes comandos sejam executados por lapso, podendo implicar a perda de dados não gravados, aconselha-se a que – ao menos numa primeira fase – apenas se utilizem estes dois botões no espaço de “Ambiente de Trabalho” e nos Favoritos, mas não nas barras de Hiperligações ou de atalhos/ícones.

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WBloggar 4.0 – editor para blogs (o melhor)

Desde há algumas semanas, têm estado absolutamente inacessíveis todos os conteúdos relacionados com o W.Bloggar, o programa de edição e publicação de blogs que o Apdeites recomenda a todos os bloggers, para qualquer plataforma (Blogger, WordPress, MT, etc.).

Assim, é praticamente impossível o download do programa ou das respectivas actualizações. No entanto, há um local a partir do qual é ainda possível descarregar a versão mais recente do W.Bloggar: http://blog.w-bros.de/2006/05/31/133-blog-software-fuer-windows-linux-und-macos; seleccione a localização “mirror”.
Outra alternativa:http://www.suaraku.com/files/wb400.zip.

Caso aqueles endereços estejam indisponíveis, existe uma cópia aqui no Apdeites. É favor utilizar este link apenas como último recurso.

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Encontro sobre weblogs

Universidade do Porto

O 3º Encontro Nacional e 1º Encontro Luso-Galaico sobre Weblogs procura juntar investigadores, utilizadores e interessados em weblogs em Portugal. Este encontro tem como principal objectivo contribuir para a exploração deste tema e fomentar o desenvolvimento de uma comunidade de reflexão e investigação transdisciplinar nesta área.

http://shire.icicom.up.pt/3encontro/

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Apdeites’ updates

1. Foram acrescentados alguns comandos e acessos directos na barra de ferramentas:

  • sintonizador de radio (mais de 200 estações) abre em mini-janela
  • barra (ticker) com as últimas notícias actualizadas
  • botão para chat directo
  • informação das condições meteorológicas

2. A página de televisão em directo tem agora 7 canais portugueses, num total de 45, de 15 países; a visualização destes canais não requer a instalação de qualquer programa.

3. Os canais de TV Sopcast estão agora numa página autónoma. Para o caso de a homepage da Sopcast estar indisponível, bem como os locais alternativos para download do programa, este poderá ser feito (apenas como último recurso) a partir deste directório.

4. A lista geral apresenta os últimos 4.000 blogs actualizados, tendo este número já sido ultrapassado (4.055, neste momento), mesmo mantendo o período de “validade” de cerca de dois meses.

5. Existe agora um directório contendo os materiais relacionados com o recente ataque ao blog Abrupto; ali pode encontrar reproduções integrais de algumas das páginas “pirateadas” e uma pequena colectânea dos posts publicados pelo Apdeites sobre o assunto.

(Post actualizado em 22.08.06, 16:10 h.)

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Kanimambo

sos

Pedido aos bloguistas

Em entrada recente, anunciei que três equipas de alunos meus vão estudar a blogosfera em Moçambique. Todos os dados, nomes, referências que tiverdes sobre isso, serão bem-vindos. O JPT do http://www.ma-schamba.blogspot.com já nos deu o nome de um possível pai fundador do bloguismo moçambicano (ver seu comentário na minha entrada com o título “Blogosfera em Moçambique”). Espero contar com todos vós. Kanimambo desde já!
Carlos Serra
Location:Maputo, Mozambique
Investigador no Centro de Estudos Africanos da Universidade Eduardo Mondlane

transcrito do blog Diário de um Sociólogo

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CopyScape, ou copiar e escapar?



Uma coisa é um leitor de feeds como, por exemplo, o Farol do Apdeites, ou (salvas as devidas distâncias) o serviço Kinja ou ainda o Google Reader: os conteúdos são recolhidos automaticamente, mas a fonte é não apenas mencionada como realçada, com data, título, autor e outros elementos, se disponíveis. Também é perfeitamente legítimo transcrever, citar ou mesmo reproduzir conteúdos ou peças de produção alheia, desde que se mencione claramente a origem, por regra com link ao respectivo endereço.

Outra coisa bem diferente é editar o código de uma página que não é nossa, seleccionar o conteúdo no todo ou em parte e colá-lo simplesmente noutra página, assinando (ou não) por baixo. O serviço CopyScape permite detectar estes casos de transcrição literal, como se pode ver neste exemplo. O original resultou de algum trabalho de investigação, após selecção do tema (informação por e-mail), passando depois por selecção e inclusão dos endereços mais adequados, estruturação do conteúdo, revisão e correcção, enquanto que a cópia (integral) levou simplesmente tudo de arrasto, sem qualquer espécie de esforço e sem a mais ínfima pitada de incorporação própria; a nota de “desculpas” final (sem link, note-se) foi acrescentada posteriormente, depois de uma nota do autor ao “dono” do blog.

A diferença entre a transcrição técnica e a cópia singela reside no objectivo que se pretende atingir: pode ser, como em qualquer estudo, para suporte ou ilustração de um trabalho próprio, e nesse caso está muito bem, como pode ser para fingir que se trata de produção original, e nesse caso está muito mal; ou está decente e coerentemente inserido numa peça original, ou então constitui essa peça, assim, sem mais nada, quando muito com uma ou outra alteração, apenas para disfarçar a evidência do plágio; ou se nota perfeitamente que é citação ou, se não se nota nada disso, então estamos em presença de um roubo, puro e simples.

Roubo, porque se subtraiu algo a outrem; roubo, porque se copia em poucos segundos aquilo que levou horas, dias, meses de trabalho a produzir; roubo, porque a finalidade é obter créditos por um labor, uma investigação, uma concepção que não foram, de todo, de quem se limitou a copiar o que já estava feito; roubo, ainda mais grave, porque se assina não assinando mas dando a entender que sim, que aquilo é de quem publica, e por isso se assassina o trabalho alheio.

A grande dificuldade, nisto tudo, é que ainda não existe muita jurisprudência (será que existe alguma?) sobre direitos de autor – e direitos conexos – a nível cibernético, por assim dizer, ou no meio virtual que é a Internet. O chamado e-Direito (Direito electrónico/virtual) ainda está numa fase muito inicial; surpreendentemente, existem já diversos blogs que se dedicam em exclusivo a questões relacionadas com o Direito na área das novas tecnologias. E é óptimo que assim seja, que existam pessoas, e principalmente especialistas, que se dedicam ao estudo de casos, à compilação de dados, isto é, de alguma forma à defesa dos direitos da criação intelectual, artística, científica ou técnica, neste caso aplicada ao meio informático.

Há quem viva exclusivamente da parasitação, da canibalização do trabalho alheio e se divirta, ainda por cima, com alegações torpes sobre a “propriedade comum” do meio virtual ou sobre a “arrogância” de quem se atreve a reivindicar a “paternidade” de certo trabalho; se já é difícil, para não dizer impossível, proteger a autoria de um simples texto, muito mais será, seguramente, proteger a concepção de um projecto, de uma ideia, de um método, de uma simples inovação; não custa nada esperar que alguém se lembre de qualquer coisa nova, ou descubra um processo mais rápido e eficiente, e ir imediatamente copiar aquilo, apresentando rapidamente a coisa, ideia ou processo, como sendo de sua iniciativa; é facílimo, devemos presumir, estar calmamente sentado à espera de que alguma solução seja encontrada, como resultado de sabe-se lá quanto tempo de trabalho, de pesquisa, de investigação, de experimentação, e ir a correr apresentá-la como ideia própria ou, ainda mais cinicamente, alvitrando à partida “direitos” de domínio público e de “elasticidade” ou “plasticidade” das questões de autoria. A colocação de avisos ou “carimbos” de copyright, como é o caso do CopyScape ou da Numly Numbers, parece mesmo acicatar ainda mais o espírito predador dos cibercanibais; a denúncia pública das piratarias, do sequestro e do arresto de conteúdos, conduz quase sempre, frustrantemente, apenas a mais publicidade gratuita para o(s) prevaricador(es), que assim julgam triunfar em toda a linha com a sua tremenda “esperteza”.

Escrever é um acto criativo que já vai tendo alguma protecção. Criar é um acto solitário intermédio que pode ou não ser reconhecido, mas igualmente com um mínimo de direitos juridicamente estabelecidos. Pelo contrário, pensar é um acto profundamente estúpido, na medida em que nem sequer existe como figura legal, que terá de esperar até melhor oportunidade, isto é, muito provavelmente até à eternidade; ora, como é lógico não existe – até ver – criação sem raciocínio. Mas enfim, não se pode ter tudo. Conseguir alguma espécie de protecção legal, ao menos para aquilo que se redige, é bem melhor do que nada.

Pode bem suceder, por conseguinte, que tanto o blog e-Direito(*) como os outros da mesma área possam dar uma ajuda a todos os verdadeiros autores do espaço ciberlusófono.

(*) No momento em que este post foi publicado, o endereço está indisponível; se a situação se mantiver, consultar, por exemplo, os blogs Informática do Direito, Direito da Alta Tecnologia e Internacionalização, Informática Jurídica e Direito da Informática.


Adenda, 17.08.06 – 17:10 h

Além do caso de evidente “copy&paste” acima indicado, posteriormente surgiu outro, precisamente com o mesmo conteúdo mas, desta vez, de forma ainda mais irritante… para dizer o mínimo. Para variar, este “autor” de matéria alheia cita o Apdeites como “fonte”, com link, mas não apenas altera o título como, pelos vistos, se acha no direito de “corrigir” o Português da redacção original, colocando algumas formas verbais no plural; para tornar a cosmética e o disfarce um pouquinho ainda mais nojentos, elimina uma palavrita aqui, outra ali, e troca um link por outro; é uma cópia mas, por assim, dizer, “infiel”. É preciso ter lata, muita lata mesmo, como se costuma dizer. Trabalho, nenhum. É facílimo, portanto, escrever coisas “munta giras” e dar palpites “munta náice” sem mexer uma única palha.

Evidentemente, o “autor” da transcrição já recebeu as (in)devidas “bênçãos” pela “excelente dica” e já viu o “seu” texto copiado noutro blog (que cita o primeiro copista como “fonte”, ora, nem de propósito). Pelos vistos, e não sendo caso único mas apenas mero exemplo, aquele post do Apdeites arrisca-se a ser reproduzido ad infinitum em tudo quanto é blog.

Não há palavras nem, de resto, vale sequer a pena qualificar coisas deste género; algumas pessoas, provavelmente motivadas pelo espírito de matilha caracteristicamente (e infelizmente) português, consideram que o saque de conteúdos não passa de “preguiça” por parte dos copistas profissionais, sendo, por conseguinte, coisa de somenos importância.

Talvez. Ou talvez não. Trata-se, em última análise, apenas de ter (ou de não ter) a hombridade suficiente para denunciar e expor publicamente os actos de plágio, sejam eles pura provocação ou não, tenham ou não tenham implicações tais denúncias e, em resumo, dê isso por onde der.

Estas coisas não podem, não devem, passar em claro. É só. Gatuno é gatuno, aqui ou na China.

18.08.06, 13:00 h
E vai mais um.

E outro.

E outro ainda.

Três pombinhas a voar. Tão engraçado.

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Teste a largura de banda da sua ligação

Speedmeter

Um serviço da FCCN – Fundação para a Computação Científica Nacional, este Speedmeter (“velocímetro”) permite comparar resultados, verificando as reais capacidades da sua ligação à Internet.

Se souber, indique o tipo de ligação e a velocidade contratada; se desconhecer uma ou ambas as coisas, o sistema irá mesmo assim correr os testes e apresentará os resultados, comparando as características das suas largura de banda útil e velocidade em download com as dos outros tipos de ligação semelhantes.

Os resultados poderão, evidentemente, oscilar em conformidade com a hora do dia – volume de tráfego, carga de utilizadores ligados em simultâneo – e com outras condições sincrónicas do meio que utiliza para aceder à Internet.

De qualquer forma, umas quantas “medições”, de vez em quando, permitir-lhe-ão saber se está a usufruir daquilo que paga ou se… nem por isso. Na maioria dos casos, o “pacote” contratado com o fornecedor de acesso fica aquém daquilo que é anunciado na publicidade, ou seja, o que é oferecido corresponde ao máximo possível – nunca àquilo que sucede em condições normais e numa base regular.

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