É muita tampa! Mas vale a pena.

Pelo facto de terem surgido dúvidas, posteriormente à publicação deste post, quanto à idoneidade ou mesmo à genuinidade desta iniciativa, pede-se encarecidamente a todos os visitantes do Apdeites que saibam qualquer coisa sobre a organização o favor de nos enviarem e-mail com as informações de que disponham: casos de material ortopédico efectivamente entregue, no âmbito da campanha; testemunhos reais de pessoas beneficiadas pelo projecto; contactos recentes, no terreno, com membros da organização e/ou empresas e entidades envolvidas; repercussões (recentes) nos meios de comunicação que possam atestar a efectividade dos objectivos propostos pela organização; quaisquer outros elementos informativos que possam esclarecer ou dissipar dúvidas sobre o assunto.
Adenda, 08.01.07 – 21:45 h
Verifiquei eu mesmo, através de contactos telefónicos, consulta de documentos on-line e cruzamento de informações, que se trata de iniciativa séria, idónea e de provas dadas. Recolhi também algumas indicações acessórias com bastante interesse para explicar o historial, as motivações, as finalidades e a organização do projecto. De tudo isso darei aqui devida conta, assim que possível, em novo “post” sobre as “Tampinhas”.
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[Sobre este assunto, ver sequência e conclusões em post subsequente]

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click para ampliar

Deitadas no lixo não valem nada, mas uns quantos milhares delas valem uma cadeira-de-rodas. É isso que faz a organização www.tampinhas.org/old/(*): promove a iniciativa, gere a recolha e entrega as tampas a uma empresa que paga uma cadeira de rodas (ou outros materiais ortopédicos) por cada tonelada daquele “material”.

Qualquer pessoa, empresa ou organização pode participar. Basta guardar todas as tampas plásticas de sumos, águas, refrigerantes ou iogurtes e entregá-las nos diversos postos de entrega ou nas entidades aderentes, em diversos pontos do país.

Um simples garrafão de água usado pode servir como contentor, em qualquer local; corte o gargalo pela base, para que as tampas maiores entrem facilmente e… não se esqueça da tampinha desse garrafão, para começar; uma caixa de cartão também serve para o efeito. Em cafés e restaurantes, nos bares e refeitórios das empresas, das fábricas e das escolas, ou em qualquer outro tipo de local público, será conveniente imprimir a imagem acima (ampliada) e colá-la no recipiente que utilizar para a recolha.

Se quiser promover a campanha no seu blog, pode utilizar a imagem reduzida(**) com link para o site www.tampinhas.org/old/.

1 tonelada de tampinhas = 1 cadeira-de-rodas!

Para copiar esta imagem, utilize o código seguinte:

(*) No momento em que este post foi redigido, o endereço http://www.tampinhas.org/ estava indisponível; por isso, optámos pelo endereço (subdomínio) activo.

(**) A imagem foi retirada, tratada e reduzida a partir do original em www.tampinhas.org/old/imagens/cartaz.jpg, e está alojada em Apdeites; somos totalmente alheios a esta iniciativa, pelo que nos limitámos a divulgá-la da forma que nos pareceu ser a mais adequada, e apenas na estrita medida das nossas possibilidades.

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MsgTag: recebido?

MsgTag

Uma das formas mais comuns de saber se uma mensagem de e-mail foi recebida pelo destinatário, é assinalar a opção “Pedir um recibo de leitura para todas as mensagens enviadas”: no Outlook Express, seleccione Ferramentas-Opções-Recibos e active aquela opção. Mas isso apresenta diversos inconvenientes, a começar pelo facto de o tal destinatário poder recusar (ou apagar) o recibo e, portanto, pode na mesma ficar sem saber se a mensagem foi lida ou não.

Com a versão gratuita do MsgTag para ambientes Windows, pode saber se aquele e-mail importante foi ou não aberto… e quando; funciona como uma espécie de recibo automático, com bastante fiabilidade. Pode acrescentar esta funcionalidade a algumas ou a todas as contas (POP3/SMTP) configuradas em qualquer dos sistemas de correio electrónico mais utilizados.

Com qualquer das duas versões não gratuitas deste programa, é possível controlar e personalizar com mais rigor, e com algumas opções acessórias, a gestão dos seus recibos de e-mail.

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Apelo

—– Original Message —–
Sent: Thursday, December 21, 2006 8:55 PM
Subject: Fw: SOS GRANDE REPORTAGEM

CarÍSSIMOS
 
Quem estiver interessado agradecemos o favor de contactar a Rarissimas.
 
Rarissimas – Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras
Rua Cidade de Rabat, 34, 3º Dtº
Alto dos Moinhos
1500-163 LISBOA
Tel: 217956205/969657445
web: www.rarissimas.pt
e-mail: info@rarissimas.pt
blog: rarissimas.blogs.sapo.pt
 


Exmos Senhores,
 
O meu nome é Alexandra Borges e sou jornalista da TVI.
Pertenço ao grupo de grande reportagem e investigação.
Gostaría de poder contar com a vossa ajuda para me colocarem em contacto com pais que, apesar de terem feito um diagnóstico pré-natal e de os médicos lhes terem colocado a hipotese do aborto, tenham optado por ter a criança.
O depoimento desses pais visará integrar uma grande reportagem para o Jornal Nacional da TVI que estou a preparar.
Obrigada e bem haja.
Alex

Nota: esta mensagem foi aqui transcrita exactamente como recebida por e-mail, proveniente do site Raríssimas.

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Mais uma corrida, mais uma viagem

1. Um dos autores do blog Blasfémias publicou um post no qual “cita” – referindo claramente que não se tratava de citação alguma mas de pura “gozação” – o relatório de certo jogo de futebol, na parte que incidia sobre um lance mais polémico.
2. Alguém transcreveu aquela “citação” em outro blog; não é possível determinar se, no post em que foi feita esta transcrição, no todo ou em parte, era referido ou não o carácter por assim dizer lúdico do trecho citado.
3. Um ou mais visitantes deste segundo blog, ou porque acharam graça à forma ou porque não viram piada nenhuma no conteúdo, achou ou acharam por bem transcrever a mesma “citação” no(s) seu(s) próprio(s) blog(s).
4. Alguns visitantes deste(s) blog(s), ou pelos mesmo motivos ou por quaisquer outros, acabaram por fazer o mesmo, ou seja, transcreveram também a mesmíssima “citação”.
5. Claro que os visitantes destes últimos blogs fizeram o mesmo, copiando cada qual para o seu próprio blog, na íntegra ou citando partes, o texto que tão interessante lhes parecia.
6. Evidentemente, em algum ponto do processo, desapareceu não apenas a referência ao blog onde aquele texto tinha sido publicado originalmente, como se perdeu completamente o rasto ao seu carácter declaradamente apócrifo.
7. Menos de um mês após a publicação do post contendo o texto original, o seu autor constata – com alguma estupefacção e com muita graça – que a sua “citação”, que o não era de forma alguma, havia sido replicada em inúmeros blogs.

Curioso fenómeno, sem dúvida, cuja dinâmica se poderá atribuir sem grandes rebuscamentos a uma relação de causa e efeito muito simples: a velocidade característica da circulação de informação no meio cibernético, e em especial naquilo que diz respeito aos blogs, implica uma espécie de voracidade (para não dizer ferocidade) e de competição pela sua posse; como consequência, quem procura informação detém a sua atenção mais na forma do que no conteúdo, eliminando no processo aquilo que à primeira (e apressada) vista não parece ser importante, como a origem, a genuinidade, a fidedignidade dessa informação.

Na chamada blogosfera, principalmente, e sendo esta um espelho das sociedades urbanas modernas, do nosso ritmo de vida quase alucinante, frenético, lê-se por definição “na diagonal”, superficial e levianamente; como se costuma dizer, é “só para ler as gordas”, quando não, ainda mais vulgarmente, “ver os bonecos, porque ler dá trabalho”. O mesmo espírito competitivo que nos obriga a andar permanentemente em passo de corrida, implica também que passemos uma simples “vista d’olhos” sobre qualquer notícia, em vez de a ler, e que cheguemos rapidamente a uma conclusão, ou que tomemos uma de empréstimo, em vez de reflectir antes de a tomar por certa. Vivemos numa espécie de carrossel (ou montanha-russa) do conhecimento, sofrendo cada vez mais da vertigem que a velocidade ocasiona e da força centrífuga que a aceleração provoca; quem anda às voltas neste carrocel, cada vez mais depressa e cada vez mais sem sair do mesmo sítio, acaba fatalmente por ficar com a visão desfocada e os outros sentidos embotados.

Vale tudo, desde que seja ou pareça interessante, ou intrigante, ou suspeito, ou engraçado, ou simplesmente “giro”. Aquilo que reúna mais do que uma das “qualidades” intrínsecas da novidade, por mais comezinha ou irrelevante que esta seja, adquire de imediato um magnetismo irresistível, uma espécie de atracção universal – por vezes fatal, já que é apenas um logro. E assim, alegre e levemente citando citações de citações, copiando cópias de cópias de cópias, o que era ab initio uma simples brincadeira adquire foros de absoluta veracidade, o que surgiu como mero exercício de estilo ganha forma e consistência de facto indesmentível e, ainda por cima, amplamente atestado por dezenas, centenas, milhares de reproduções. O número de “fontes” confere agora, facilmente, uma credibilidade absolutamente paradoxal – e espantosa – à mentira mais descabelada, sustentabilidade factual ao exercício lúdico mais inocente, plausibilidade ao boato mais rasteiro e canalha.

Trata-se de uma espécie de milagre da multiplicação dos pães, mas um estranho milagre: reparte-se infinitamente uma coisa que parece pão mas não é pão, e de cada um dos pedaços surge aquilo que parece ser um pão inteiro e que, portanto, se parece pão e está inteiro… é porque é pão.

Metáforas à parte, talvez tenha chegado a altura – e o episódio serve de ilustração e de indício – de parar para pensar: afinal, em que diabo se está a transformar isto dos blogs? Fonte de informação real ou fonte de mera confusão? Maior do que a antiga biblioteca de Alexandria ou do que a igualmente clássica torre de Babel? Estaremos de facto a fazer algo de positivo, produzindo, ajudando, contribuindo, esclarecendo e informando, ou não passaremos nós de trapezistas, malabaristas, domadores e palhaços de um gigantesco circo mundial, um imenso, confuso e barulhento arraial? Estamos em plena era da informação ou em Carnaval permanente?

Para que servem, ao certo e em concreto, as réplicas absolutamente acéfalas e desmemoriadas, os “conteúdos” integral e literalmente copiados, sem qualquer préstimo ou finalidade? De quantas partes se compõe a comunicação, emissor, meio e receptor, ou emissor, meio e emissor? Fará, em suma, algum sentido que milhões apenas reproduzam (e mal) aquilo que apenas alguns produzem (e bem)?

Talvez ainda não seja grave, mas é bem capaz de se aproximar a hora de a gente se apear do carrossel. Mesmo em andamento. E seguir em frente.

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Fotografar páginas web (2)

WinSnap: e não só…

Depois de termos visto como “tirar retratos” a páginas web com as ferramentas de sistema mais simples, vamos agora analisar aquele que é talvez o melhor programa gratuito e especializado nesta área: o WinSnap.

Esta extraordinária ferramenta permite obter “snapshots” de qualquer coisa que possa aparecer no écrã de um computador, em todo ou em parte. O WinSnap vem equipado com uma série de opções para filtragem e parametrização da captura e para manuseamento de efeitos gráficos, gerando imagens de boa qualidade… em ficheiros com tamanhos mínimos.

Com processos totalmente automatizados e intuitivos, este programa permite que virtualmente fotografemos páginas web.

Ou o nosso ambiente de trabalho.

Ou ainda um qualquer programa em que estejamos a trabalhar.

Poderá ter inúmeras aplicações, das quais talvez a mais interessante seja a ilustração de manuais do utilizador (ou páginas de ajuda à navegação); o WinSnap – um programa de apenas 100Kb – pode produzir terabytes de informação visual extremamente útil.

A versão grátis para download está sujeita a licença de aplicação não comercial, isto é, apenas para fins pessoais ou educativos.

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Fotografar páginas web (1)

A captura de “fotografias” de páginas web é uma prática simples e comum. Existe um procedimento básico, praticamente igual em qualquer programa de navegação (browser), que funciona como equipamento de série para o efeito; se nunca tirou o “retrato” de uma página, por exemplo com o Internet Explorer, experimente fazer o seguinte:

1. Mantenha pressionada a tecla Ctrl (Control) e click na tecla PrtSC (Print Screen).
2. Abra um programa qualquer que suporte edição de imagem, por exemplo o Paint (siga as opções de sistema Iniciar-Programas-Acessórios-Paint).
3. Seleccione as opções do programa Editar-Colar (ou a combinação de teclas Ctrl+V).
4. Guarde o ficheiro com a imagem; no caso, será a desta página que está a ler.

O procedimento é o mesmo, evidentemente, para qualquer endereço à sua escolha, e poderá – dependendo do programa de edição ou tramento de imagem que utilizar – redimensionar, retocar, rodar, inverter as cores, regulá-las ou pôr tudo a preto e branco, inserir efeitos especiais, etc.; depois, poderá também seleccionar o formato do ficheiro a guardar (jpg, gif ou bmp, por exemplo); do formato escolhido dependerão diversos factores, como definição, compatibilidade e tamanho físico da imagem.

Para obter uma fotografia “limpa” e abrangente, fazendo desaparecer as barras de navegação, menus e opções do “browser”, maximize primeiro (com a tecla F11) a página que pretende “fotografar”.

Pode utilizar o ou um dos programas de edição de imagem incluídos no seu sistema operativo, como o Paint, mas também servem os programas que constituem o Ms-Office básico (Word, Excel e Powerpoint) ou ainda qualquer software específico que possua, como o PaintShop, o PhotoShop ou qualquer outro do género, e isto entre muitas outras possibilidades.

Não são necessários grandes requisitos técnicos nem conhecimentos avançados de edição e tratamento de imagem. Nem sequer é preciso ter muita paciência, porque é coisa para uns minutos.


imagem editada com Paint e reduzida com Ms-Office Picture Manager

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Carta aberta a um bandido

O direito de autor abrange direitos de carácter patrimonial e direitos de natureza pessoal, denominados direitos morais. No exercício dos direitos de carácter patrimonial o autor tem o direito exclusivo de dispor da sua obra e de fruí-la e utilizá-la, ou autorizar a sua fruição ou utilização por terceiro (com as excepções referidas em Utilização livre), total ou parcialmente.Independentemente dos direitos patrimoniais, e mesmo depois da transmissão ou extinção destes, o autor goza de direitos morais sobre a sua obra, designadamente o direito de reivindicar a respectiva paternidade e assegurar a sua genuinidade e integridade.
Extracto transcrito de RepositóriUM, Copyright – glossário, descrição


Peopleware Plagiador Descarado
Primeiro o cara plagiou o MeioBit e agora o Peopleware, conhecido como o maior plagiador e cara de pau da internet resolveu copiar, sem tirar uma única linha (apenas traduziu pro portugues de portugal), o meu post sobre o Nokia 6600.
Tirei até um shot pra provar guardar de recordação:

plágio

O legal é que eu tentei deixar um comentário bem singelo do tipo:
Ei cara! Antes de ROUBAR O POST de alguém, tu devia pelo menos PEDIR ou então deixar um LINK PARA O ARTIGO ORIGINAL!!! TSC TSC TSC … depois quer ser reconhecido como site sério.
(ler post completo)
teoria glacial, 23.03.06

(Nota do Apdeites: a página aqui citada está guardada na Waybackmachine)


Re: Vejam se conseguem adivinhas as MUITAS semelhanças
23:47 / 15/03/2006
Convidado /
Toma atenção ao que está escrito no fim do texto. Fonte Peopleware. Para ser mais explicito: www.vitorm.webhs.org/blog/O Paulo Darcy que tenha juízinho porque há muito que anda a “pisar o risco”!

Re: Vejam se conseguem adivinhas as MUITAS semelhanças
19:21 / 15/03/2006
Convidado /
coisas de Paulinho Darcyana

Re: Vejam se conseguem adivinhas as MUITAS semelhanças
12:45 / 15/03/2006
Convidado /
PLÁGIO !!! Este texto foi copiado do fórum do site do paulodarcy.com !
(retirado de um fórum Terràvista)

(Nota do Apdeites: existem diversas cópias do site mencionado guardadas em Waybackmachine.)


Pesquisa Google: Peopleware+plágio


Data Google “fontes” possíveis
09.12.96 “o Serviço de Administração de Chaves (KMS “ 08.12.06
09.12.06 “Encopy é um utilitário desenhado para salvar dados de “ 22.11.06
08.12.06 “Resolve problemas teimosos e frustrantes “ 03.06.06
08.12.06 “O AnyDVD funciona como um controlador que “ 26.11.06
08.12.06 “ficheiro PDF, informações sobre o PDF, comprimir o PDF” 07.06.06
08.12.06 “Cyber University, a iniciativa é uma parceria “ 07.12.06
07.12.06 “camisinha em spray, que serve, confortavelmente, qualquer “ 05.12.06
06.12.06 “Burn4Free é um poderoso gravador (vídeo “ 21.03.06
06.12.06 “forma mais estável com ficheiros oriundos da web” 11.10.06

06.12.06 “e-mail, fazendo um ‘scanning’ aos anexos, verificando “ 19.10.06
06.12.06 “Key Logers (detecta os movimentos “ 24.11.06
05.12.06 “seu disco rígido, quer de partições em FAT32, quer “ 05.12.06
05.12.06 “programas comerciais como o Partition Magic ou o Norton “ 06.02.06
05.12.06 “conteúdo do disco rígido, mesmo com o que apagou” 15.03.06
04.12.06 “alternativas à partilha segura, sem infiltrações” 15.11.06
03.12.06 “a publicidade e praticamente todos os botões que “ 01.05.06

Ao criminoso que se intitula como responsável pelo blog “peopleware“:
Porque, entre outras coisas, me chateia ser insultado e ameaçado sem dar troco, aí vai o dito.

Utilizando contigo o mesmo tratamento que tiveste a desfaçatez de usar comigo, esse “tu” rasca e tão próprio dos marginais da tua espécie, fica desde já sabendo que esta mensagem serve apenas duas finalidades: por um lado, manifestar a repulsa, o asco, o nojo que me mereces e, por outro, dizer que estou às ordens, quanto à ameaça física que alguém, no teu site, ou quem sabe tu mesmo, igualmente de forma pública manifestou contra mim:

“Outra coisa, se quiseres, vamos marcar o dia, ir atrás deste safado, eu seguro ele e tu enches ele de porrada…. acabamos com esta anta.”

E também serve para te mostrar, seu biltre, que as tuas ameaças me assustam tanto como me incomodam as tuas mentiras. Ou seja, nada. Os factos falam por si: copiaste matéria minha, código incluído, coisas que eu não copiei ou “traduzi” de lado nenhum (como dizes, mentindo descaradamente como é costume dos aldrabões), e fingiste ou deste a entender que era coisa da tua lavra. Denunciada a situação, uma pessoa decente limitar-se-ia a retirar o post e nada mais; mas não; sua imbecil excelência ainda se acha no direito de me insultar, insinuando que eu deveria ficar muito agradecido pelo “favor” que me fez. Pensavas que isto ficava assim, camaradinha? Pensavas mal, mas enfim, isso é normal num mentecapto.

Quanto à ameaça, para tua informação, e também dos meliantes que frequentam o teu antro virtual, o meu nome está em dezenas de páginas, sabeis perfeitamente qual é ele, estou na lista telefónica, basta procurar (na letra G, mais precisamente) para ficarem a saber onde me encontrar. Fica tu sabendo também que este “rapazola”, que foi uma das coisas que me chamaste publicamente e o menor dos insultos que publicaste a meu respeito, tem 46 anos e sabe lidar razoavelmente com rufias como tu.

Como com pessoas da tua laia há que tomar algumas precauções, fica aqui registado que: se, nos tempos mais próximos ou ainda para além deles, alguma coisa suceder ao meu escritório, ao meu carro ou, esperemos que isso principalmente não suceda, alguém da minha família tiver o azar de sofrer um qualquer “acidente”, teremos então uma hipótese muito plausível para fornecer à Polícia, como autor moral ou material. Esperemos que não caias desse cavalo abaixo, chavalo, e que fiques para todo o sempre sem te tornares autor de coisa alguma, já que até agora nunca produziste nada de teu. Quanto ao que me possa suceder a mim, não há nada a dizer, a não ser isto: cá vos espero.

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É Copyware, toca a copyareeeee!

“Copyware” é um conceito que, em Portugal, foi adaptado… à portuguesa; o significado original desse conceito aparece agora muito portuguesmente lato, aliás de acordo com a tremenda lata que é característica insofismável do espírito luso: “copyware” significa, por estas bandas e em resumo, copyare à vontade, com o maior descaramento que imaginar se possa. Umas vezes transcrevendo literalmente, outras tendo o cuidado de alterar ligeiramente o arrazoado, tudo é alarvemente, indecentemente, boçalmente copiado. Espera-se que algum “totó” descubra algo novo, um produto, um processo, e de preferência que estude, ou teste a coisa, esse tal “totó”, e depois é só copiar o produto, pespegar lá no boteco e aguardar calmamente pela próxima “novidade” inteiramente grátis; e, é claro, isso implica também esperar pelos elogios dos visitantes pelo extraordinário empreendedorismo, isso é certinho, e, já agora, ver o contador de visitas a disparar, os numerozinhos de “pageviews” a justificar cada vez mais o “ping-ping-ping” da publicidade nas páginas. Excelente arranjinho, como é sabido.

O blog Bitaites refere hoje mais um desses casos de cópia descarada. Dada a especial suculência da redacção, por sinal num Português impecável, transcreve-se seguidamente – na íntegra – o post de denúncia.

COPYWARE OU AS FLORIBELLAS DA INFORMÁTICA

Quinta, 07 de Dezembro , 11:03
Arquivado por Marco Santos em Pessoal, Bits & Bytes

Como tornar-se um caso de sucesso desta pobre e ignorante blogosfera informática? É muito simples. Basta acompanhar, traduzir e republicar o conteúdo dos seguintes sites: BetaNews, Neowin, Warp2Search, The Hotfix, Softpedia, Snapfiles, Opera Desktop Team, Foobar 2000 beta, Warez-BBOrg, Softex Mega Net, 9Down, Tucows e uns quantos sites brasileiros (o MeioBit ou a Teoria Glacial) que todos – menos o crédulo visitante – conhecem e já leram.

Eu sei do que estou a falar, porque o Bitaites também mantém uma secção de downloads – a diferença é que tem muito mais do que isso. Material original, para começar.

Quanto aos iluminados da informática de avental, não interessa que o português seja deplorável e as notícias mal copiadas. O povo quer é sacar e a papinha feita e colocada na mesa. E assim se fazem os gurus do copy-paste, que também passam por aqui para sacar umas quantas dicas e, assim, à custa do trabalho dos outros, vão mantendo o estatuto conquistado junto dos mal informados visitantes. A mediocridade, tal como o crime, compensa.

Merda de taça. Fiquem com ela.

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