Chiu

“I have long held the opinion that the amount of noise that anyone can bear undisturbed stands in inverse proportion to his mental capacity and therefore be regarded as a pretty fair measure of it.”
Arthur_Schopenhauer

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“Cartão de Cidadão” – renovação – locais

O “site” oficial é lento, pesado e “um bocadinho” confuso. É tudo à base de bonecada.

Por exemplo, precisava de uma simples lista nominal, com ordenação alfabética por localidade, indicando os serviços onde é possível renovar o CC: não há lá disso.

Bem, não há lá mas aqui fica.

Cartão de Cidadão – renovação

https://www.mapadocidadao.pt/Servicos/Detail/355 324
LOCAIS ONDE ESTÁ DISPONÍVEL Localidade
Conservatória do Registo Civil de Abrantes Abrantes
Conservatória do Registo Civil de Águeda Águeda
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Aguiar da Beira Aguiar da Beira
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Alandroal Alandroal
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Automóvel (Front – Office) de Albergaria-a-Velha Albergaria-a-Velha
Conservatória do Registo Civil de Albufeira Albufeira
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Alcácer do Sal Alcácer do Sal
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Alcanena Alcanena
Conservatória do Registo Predial e Comercial de Alcobaça Alcobaça
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Alcochete Alcochete
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Alcoutim Alcoutim
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Automóvel de Alenquer Alenquer
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Alfândega da Fé Alfândega da Fé
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Alijó Alijó
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Aljezur Aljezur
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Aljustrel Aljustrel
1.ª Conservatória do Registo Predial e Comercial de Almada Almada
Conservatória do Registo Civil de Almada Almada
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Almeida Almeida
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Almeirim Almeirim
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Almodôvar Almodôvar
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Alpiarça Alpiarça
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Alter do Chão Alter do Chão
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Alvaiázere Alvaiázere
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Alvito Alvito
1.ª Conservatória do Registo Predial e Comercial da Amadora Amadora
Conservatória do Registo Civil da Amadora Amadora
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Automóvel de Amarante Amarante
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Amares Amares
Loja do Cidadão Amares Amares
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Automóvel (Front-Office CRPCom) de Anadia Anadia
Conservatória do Registo Civil de Angra do Heroismo Angra do Heroismo (Açores)
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Ansião Ansião
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Automóvel de Arcos de Valdevez Arcos de Valdevez
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Arganil Arganil
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Armamar Armamar
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Arouca Arouca
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Arraiolos Arraiolos
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Arronches Arronches
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Arruda dos Vinhos Arruda dos Vinhos
Conservatória do Registo Civil de Aveiro Aveiro
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Avis Avis
Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Azambuja Azambuja
Conservatória dos Registo Civil, Predial, Comercial e Automóvel de Baião Baião
Conservatória do Registo Civil da Baixa da Banheira Baixa da Banheira
Conservatória do Registo Predial e Comercial de Barcelos Barcelos
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Cartório Notarial de Barrancos Barrancos
Conservatória do Registo Civil do Barreiro Barreiro
Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Automóvel da Batalha Batalha
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Lançamento do livro “Nautas”, de Octávio dos Santos

Convite

O MIL-Movimento Internacional Lusófono e o ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa têm a honra de a/o convidar para a apresentação da obra «Nautas – O início da Sociedade da Informação em Portugal», de Octávio dos Santos.

A cerimónia servirá também para assinalar os 20 anos da edição do «Livro Verde para a Sociedade da Informação», trabalho fundamental no processo de modernização tecnológica do nosso país, e homenagear o principal impulsionador daquele, José Mariano Gago.

Terá lugar na sala C 1.04 do Edifício II do ISCTE-IUL, no dia 2 de Junho de 2017, a partir das 18 horas.

Além do autor, farão a apresentação Renato Epifânio, Presidente da Direcção do MIL, e Vasco Matos Trigo, Coordenador do Gabinete de Comunicação e Multimédia do ISCTE-IUL.

ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa
Av.ª das Forças Armadas, 1649-026 Lisboa
www.iscte-iul.pt

Convite recebido por email, do autor, o que agradeço. 

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Celebrar a diversidade


Não sei, mas duvido muito, se porventura semelhante fenómeno aconteceu anteriormente com outra canção vencedora do “Festival Eurovisão”: o YouTube está literalmente inundado de “Amar Pelos Dois”.

Seleccionei “apenas” 30 (e tal) versões das 50 ou 60 (e tal) que fui ouvindo, e isto só para dar uma pequena ideia dos cerca de 325.000 “covers” desta excelente balada de Luísa e Salvador Sobral.

Trezentas e vinte e cinco mil “covers”, caramba, é obra! Somente no YouTube há neste momento mais de 95.000 vídeos nesta nova “categoria”.

Há lá de tudo, realmente, e mesmo em tão “pequena” amostra a variedade é imensa: versões cantadas e instrumentais, a solo, em dueto ou em coro, por gente de todas as idades, alguns deles profissionais mas também muitos amadores, das mais diversas partes do mundo (Ucrânia, Sérvia, Espanha, França, Brasil, Suécia, Dinamarca, Alemanha, etc.), uns com todos os recursos, técnicos ou outros, e outros sem recursos nenhuns…

Tentei seleccionar 30 (e tal) exemplos de qualidade segundo um critério único: acrescentam algo ao original. 

Afinal o mote do festival ucraniano fazia algum sentido…

 

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80% pela Pátria

No final de 2015 a justiça fiscal de primeira instância registava mais de 53 mil processos pendentes, parte significativa dos quais tinham dado entrada nos tribunais há mais de 13 anos. O avassalador cenário descrito neste trabalho, feito a pedido do Ministério da Justiça pelas investigadoras Conceição Gomes e Paula Fernando, surpreendeu até mesmo as suas autoras, que não contavam deparar-se com tamanhas pendências. Sucede que a esmagadora maioria dos processos que dão entrada nos tribunais tributários são desencadeados pelos contribuintes, numa tentativa de reagir àquilo que consideram ser os abusos do fisco. E em cerca de metade dos casos é-lhes dada razão.

“É opinião maioritária dos entrevistados que parte dos litigios que chegam a tribunal resultam de interpretação da lei às luz de um “direito circulatório” da própria administração tributária, com frequência contra jurisprudência consolidada dos tribunais”, escrevem as autoras do estudo, que ouviram dezenas de juízes, procuradores e funcionários judiciais. “A Autoridade Tributária podia ter evitado estes processos. Há litígios que não se justificam”, declarou um desses entrevistados, que antes de entrar no mundo das leis tinha trabalhado para as Finanças. Os depoimentos no mesmo sentido sucedem-se. “Por regra, não dão razão às reclamações do contribuinte e depois acaba por vir tudo para o tribunal”, refere outro depoimento. Um terceiro operador judiciário fala da pujança de uma máquina fiscal que “não respeita nada, nem a lei.

Estes são apenas os dois primeiros parágrafos do artigo do “Público” de hoje. Chegam e sobram para ilustrar este desarmante mistério: por vezes alguém atreve-se a falar do Fisco e das suas arbitrariedades mas nunca por nunca sequer se aflora o motivo ou as motivações subjacentes. Ou seja, afinal porquê, porque será que o Fisco actua desta forma, com tal selvajaria e sempre em total impunidade?

Bom, já lá vão quase dez anos desde que me atirei à empreitada, salvo seja, mas parece-me que os resultados da investigação que então aqui apresentei mantêm-se ainda hoje perfeitamente actuais. E por maioria de razões, aliás, porque na última década a sanha, a violência, a ganância dos agentes aumentou brutalmente.

Espírito de (co)missão

(…)

Não é bem à causa que se dedicam, os funcionários comissionistas, é mais à coisa, à massa, ao rico dinheirinho que percentualmente paga a sua dedicação; e, é claro, quanto mais voluntariosos e zelosos forem, mais cresce o pecúlio. O Estado agradece, porque também ele tem direito à sua fatia do bolo, por sinal a maior, e ainda restam uns pedacitos para as “outras entidades envolvidas”.

Ou seja, sendo o sector público o maior aparelho improdutivo do país, o mais gigantesco silo de organismos geneticamente acomodados, temos que a maioria dos portugueses estará com certeza muito satisfeita com este Estado… de coisas.

É uma fatalidade. À minoria pagante resta sempre aquilo que ainda não vence imposto nem está, até ver, sujeita a coima: a esperança. Haja, pois, esperança. Quanto mais não seja a de, quem sabe, um dia arranjar um lugarzinho de comissionista – 80% pela Pátria – numa repartição de finanças jeitosa ou, vá lá, numa das faixas laterais da avenida da Liberdade.
Apdeites, 06/09/2007

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