«Sobre falsificações, fraudes intelectuais e outras vigarices» [por Octávio dos Santos]

Sobre falsificações, fraudes intelectuais e outras vigarices

Deixo uma sugestão ao Grupo Almedina e a outras editoras que revelaram não serem grandes adeptas do rigor.

Eu sou não apenas leitor mas também autor de obra(s) editadas pelo Grupo Almedina (GA). Mais concretamente, co-escrevi Os Novos Descobrimentos –​ Do Império à CPLP: Ensaios sobre História, Política, Economia e Cultura Lusófonas, publicado em 2006. E nessa dupla qualidade sinto-me ainda mais legitimado para exprimir a minha enorme desilusão, e mesmo repreensão, relativamente à decisão daquele grupo de editar em Portugal, neste ano de 2019 e pela chancela Actual, a versão “portuguesa” de Siege – Trump Under Fire, intitulada Trump Debaixo de Fogo, de Michael Wolff.

Tanto ou ainda mais do que a obra anterior daquele autor, Fire and Fury – Inside the Trump White House (Fogo e Fúria – Dentro da Casa Branca de Donald Trump), que o Grupo Almedina também publicou (no ano passado, e em relação ao qual então expressei igualmente o meu desagrado), trata-se de um trabalho com mínima ou nenhuma credibilidade, contendo asserções suportadas por reduzidas ou inexistentes provas e testemunhas confiáveis. As críticas e até as condenações não partiram exclusivamente de individualidades e de instituições ligadas ao Partido Republicano: na verdade, o Washington Post, insuspeito de simpatia para com o actual Presidente dos Estados Unidos da América, publicou uma recensão indubitavelmente negativa, além de que aquela que seria a principal “revelação” do segundo volume foi prontamente desmentida por quem em Washington tinha, e tem, a maior autoridade para o fazer.

Sim, Michael Wolff é um aldrabão profissional. Aliás, ele próprio o admitiu, pelo que o Grupo Almedina cobriu-se duplamente de vergonha ao editar em Portugal duas falsificações, dois trabalhos de ficção travestidos de não-ficção, para os quais terá despendido verbas avultadas em aquisição de direitos e em serviços de tradução; tradução essa que, sublinhe-se, foi feita em sujeição ao ilegítimo, ilegal, inútil, ridículo e prejudicial “acordo ortográfico de 1990”, o que tornou execrável algo que à partida já era pouco ou nada recomendável. Enfim, comportaram-se como “ovelhas” que aceitaram ser “tosquiadas”, e inclusivé “comidas”, pelo… “lobo” (mau). Entretanto, enquanto se disponibilizava para ser cúmplice de uma (repetida) fraude intelectual, de uma (renovada) vigarice, o GA recusava (em 2018) a publicação do meu livro sobre os dois mandatos de Barack Obama, baseado em textos – devidamente adaptados e actualizados, mas sempre baseados em factos – que escrevi e publiquei ao longo de quase dez anos no meu blogue Obamatório; este constitui(u) um projecto com o objectivo de (tentar) contrariar o evidente e prolongado (já vem de há muitos anos…) desequilíbrio noticioso e opinativo que se verifica em Portugal (e não só) quanto à política na grande nação do outro lado do Atlântico, em que, errada e sistematicamente, os democratas são apresentados como “bons” e os republicanos como “maus”.

Porém, no que se refere a obras sobre os EUA, há que esclarecer que a Almedina não foi a única editora que vendeu “gato por lebre” neste país e que rejeitou a minha muito mais “saudável” alternativa. A Tinta da China e a Prime Books editaram em 2016 – antes da eleição presidencial de Novembro daquele ano – livros que “pré-anunciavam” a vitória de Hillary Clinton! Nenhuma penalização terão sofrido os autores de ambos, que continuam a ser presenças regulares em vários órgãos de comunicação social portugueses (imprensa, rádio e televisão) como alegados “analistas/especialistas de política internacional”; um deles é, note-se, funcionário da Federação Portuguesa de Futebol. E até o marido da actual ministra da Justiça se permitiu mandar os seus (irrelevantes e risíveis) “bitaites” sobre o assunto, no que contou com o pressuroso apoio da Gradiva.

Em conclusão, deixo uma sugestão ao Grupo Almedina e a outras editoras que revelaram não serem grandes adeptas do rigor: a de localizar Artur Baptista da Silva e de o convidar a escrever um livro (se é que já não estará pronto), e depois publicá-lo, relatando a experiência daquele enquanto “consultor da ONU” e “professor” numa (inexistente) universidade norte-americana. Dificilmente não seria um sucesso! Que se convidasse Nicolau Santos para a primeira apresentação. E, a candidatá-lo a um prémio literário, que se assegurasse que no júri respectivo estariam Carlos Fiolhais e/ou Rui Vieira Nery.

Octávio dos Santos
Jornalista e escritor

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A mão invisível

Há cerca de um mês deparei com um aviso ao qual já estou habituado, de tão frequente, mas desta vez a coisa trazia na ponta da corda uma inovação.

O aviso era (e continua a ser) este.
E a inovação era (e continua a ser) a seguinte: todo o domínio https://cedilha.net foi banido do Fakebook.

Desta vez já não se trata “só” de algum “post” de um dos quatro “blogs” alojados no domínio — do qual eu sou o único proprietário, responsável e autor –, a erradicação é total e absoluta, abarcando qualquer conteúdo (texto, imagem, referência, ficheiro autónomo, endereço ou “link” interno) com origem em “cedilha.net”.

Isto poderá ter ocorrido por via de algum erro técnico do próprio Fakebook, cujos automatismos pidescos são não apenas cada vez mais elaborados como crescentemente radicais. Portanto, caso os protestos — meus e de outros — resultem na reposição dos conteúdos e da normalidade, isto é, se realmente este tiver sido apenas mais um dos casos de “lapso” (técnico ou de tipo equivalente), então cá estaremos para dar pública conta do restabelecimento da normalidade.

Porém, atendendo aos antecedentes — ataques diversos tanto ao domínio como, em especial, aos conteúdos referentes à luta contra o chamado “acordo ortográfico” — e considerando que nenhuma das reclamações que apresentei, por duas vias e meios diferentes, obteve qualquer espécie de resposta por parte do “staff” daquela rede anti-social, julgo ser meu dever, enquanto simples cidadão em geral e na qualidade de defensor da liberdade de pensamento e de informação em particular, alertar a comunidade cibernética portuguesa.

De forma não exaustiva mas apenas ilustrativa, passo a citar alguns dos antecedentes a que me refiro.

  1. Ataques DDoS: especialmente visando o derrube do “site” original da ILC-AO, alojado neste domínio entre 2010 e 2015, este tipo de ataques (apenas revelados em parte e ocasionalmente denunciados, tal era a recorrência) teve por principal consequência o facto de o dito “site” ter ficado por diversas vezes “inacessível”, com durações variáveis, entre apenas algumas horas e um a três dias. Este tipo de ataques pode afectar (ou paralisar) todos os demais domínios fisicamente alojados no mesmo “host”, o que permite a este, para proteger os seus legítimos interesses, rescindir unilateralmente o contrato de alojamento do “site” atacado, que portanto passa a ser na prática culpado pelo ataque.
  2. Vídeos públicos denunciados por “copyright infringement“: esta manobra de sabotagem implica a abertura de “buracos” em “posts”, verdadeiras crateras que retiram — por anulação do conteúdo — qualquer sentido ao texto que ilustrava, esvaziando assim o que se pretendia veicular. Na prática, é muito simples para qualquer biltre fazer esta patifaria: basta, sem se identificar ou inventando uma identidade ad-hoc, que denuncie a utilização de determinado vídeo em conteúdos de terceiros, alegando que o dito vídeo é de sua propriedade intelectual (ou outra). O serviço onde está alojado o vídeo (por exemplo, o YouTube) recebe a “queixa” do vigarista e, sem direito a qualquer contraditório ou defesa, pura e simplesmente anula/proíbe o vídeo na conta do utilizador, o criador do “post” onde a gravação estava… e avisa este de que mais umas quantas queixas do género e cancela-lhe não apenas aquele vídeo mas a utilização de qualquer outro, seu ou alheio, anulando-lhe radicalmente a conta na plataforma.
  3.  Facebook – 1: “bloqueio temporário” na rede anti-social por delito de opinião, utilizando imagens “banidas” (por exemplo, da revista americana “Time”) e texto “proibido” por ser politicamente incorrecto. Este tipo de censura implica tempos de “suspensão” crescentes (uma espécie de condenação ao ostracismo cuja duração vai crescendo consoante o número de “crimes” cometidos) e tem por principal finalidade — digo eu, que nada mais me ocorre para explicar semelhante estupidez — deixar o “prevaricador” fakebookiano permanentemente na dúvida e em guarda, ou seja, auto-censurando-se por reflexo pavloviano. Isto deixa mais tempo livre aos agentes das diversas polícias secretas que se alimentam (literalmente, que vivem à custa) das redes anti-sociais,
  4. Facebook – 2: bloqueio temporário por exposição de lascívia heterossexual (deve ser isto que os tipos chamam à coisa, salvo seja, porque ao que consta se a lascívia for homossexual já não há problema nenhum, tudo na boazinha). A modalidade de censura misógina que consiste basicamente em não admitir imagens de seios (se calhar era melhor dizer “mamas”), coxas, imagens frontais ou traseiras que incluam a zona púbica (não confundir com “pública”) e, por extensão, em sentido lato, tudo aquilo que, mesmo vagamente, cheire a mulher. Mesmo que se trate, como nos casos aqui ilustrados, de um vídeo de Barry White (esse tarado) ou de uma pintura célebre de Courbet (outro tarado, do piorio, ui ui).
  5. Facebook – 3: censura (com bloqueio, suspensão ou erradicação) por “denúncia” de um gajo que a bófia conhece ou em que é ele mesmo, em simultâneo, o “denunciante” e o bófia que toma nota da “ocorrência”. As modalidades de censura no Fakebook dependem absolutamente de que existam dois elementos envolvidos: um bufo, que denuncia uma invenção ou inventa uma denúncia, e um bófia (ou assimilado), que de imediato suspende o “prevaricador”, apaga a “prevaricação” ou, nos casos mais “graves” ou reiterados, liquida sumariamente a conta do “criminoso”. Em especial desde que a polícia política cibernética abriu em Portugal uma delegação, sob a égide e usando o logótipo do Fakebook, a quantidade (e a inerente, gigantesca, colossal estupidez) das denúncias, das suspensões e das eliminações de contas disparou para níveis estratosféricos. Como é hábito neste país, desde pelo menos os tempos do Intendente Pina Manique, as sucessivas polícias políticas recrutam os mais retardados dos atrasados mentais — coisa, que, de resto, não é difícil encontrar em Portugal — e esses perfeitos imbecis limitam-se a perpetuar, julgando proteger enquanto se babam alarvemente, o ancestral statu quo, a oligarquia do pensamento único, a cleptocracia dominante — canalha, violenta, execrável mas sempre triunfante.

Hoje notei que alguém abriu largas dezenas de páginas no meu blog "Apartado 53".Bem, ou é um erro técnico ou então já percebi o que esteve esse bufo/PIDE lá a fazer.

Publicado por João Pedro Graça em Sábado, 3 de agosto de 2019

Caso se confirme que desta vez foi denúncia e não erro técnico, então isto, que é só uma pequena amostra daquilo de que são capazes os capangas do regime, pode bem servir não só de alerta como também de exemplo: que cada qual tome as precauções que entender.

Tenho para mim que tais precauções são um paradoxo em democracia, contradição nos termos, antítese e negação de valores axiomáticos. O que excluiu liminarmente, portanto, a lógica do absurdo.

[Nota: se ainda puder, voltarei a este assunto no Apartado 53. “Palpita-me” que este banimento radical tem tudo a ver com o que ali vou publicando. Pois se é aquele o único dos “blogs” que mantenho permanentemente activo…][Feito (16.08.).]

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«A Velha Guarda Nunca Desapareceu» [por Paulo Guinote]

A Velha Guarda Nunca Desapareceu

Paulo Guinote

Se bem percebo, mais do que um post, foi bloqueada a minha ligação ao Fbook, impedindo a publicação de qualquer link do meu blogue, como se fosse pestífero ou fonte de fake news, quando sempre me bati pelo inverso.

Vou tentar esclarecer o que se passa, mas parece que fui inserido no caixote de spam da “rede social” com base em denúncias de utilizadores (basta digitar o endereço do blogue para me impedir a publicação de qualquer texto ou ligação), mas, não é nada que me espante numa aliança de bufos que tudo o que escape à formatação irrita. E como eu sou arraia-miúda, zeco do básico, acham que é assim que se mete “este fdp na ordem”, como eu sei que é dito em certos ambientes. Lembrem-se que mesmo entre vós há quem se desgoste do que coisa. De tudo isto, obviamente, o Zuckerberg é mais do que inocente. A existir “conspiração” até será de quem é “amig@”. Já pensaram se eu fosse reagir ao vosso nível e denunciar o nojo que muit@s publicam, incitando ao ódio pessoal e profissional?

Nem nos tempos complicados do engenheiro as coisas chegaram a este ponto. Mas é verdade que a geringonça tem três pés e não apenas um.

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Também no TuEntubas

O vídeo agora bloqueado pelo YouTube era uma das inúmeras cópias integrais ou com extractos do célebre discurso proferido por John F. Kennedy em 27 de Abril de 1961 sobre o tema “sociedades secretas”. Estão neste momento disponíveis cerca de 173.000 cópias desse discurso, das quais 122.000 estão alojadas — sem qualquer problema, evidentemente — no próprio YouTube.

Esta é só uma dessas cópias disponíveis, para ilustração.

Evidentemente, ao contrário do que diz a nota de bloqueamento, não existia qualquer música no registo áudio do vídeo; o único som que nele se pode ouvir é o da voz de JFK, o Presidente americano assassinado em 1963.

O que fiz com aquele vídeo, visto que apenas existiam versões legendadas automaticamente e outras com legendas em várias línguas (incluindo o Castelhano e o brasileiro, por exemplo), foi traduzir e legendar o discurso em Português-padrão. Depois, é claro, publiquei o vídeo legendado, como se pode ver, por exemplo, na transcrição textual que fiz AQUI, onde agora aparece um buraco à cabeça, no lugar anteriormente  ocupado pelo vídeo.

Mas vejamos os “detalhes da queixa”, a ver se entendemos alguma coisinha disto.

Repito: não existe qualquer música no vídeo.

Não adianta para nada reclamar. Pouca gente sabe disto mas a verdade é que o YouTube, à semelhança de outras “plataformas” electrónicas, não se mete a dirimir questões de direitos de autor; limitam-se a receber as queixas e a accionar mecanicamente qualquer sanção ou quaisquer penalidades correspondentes; não analisam a questão seja de que forma for.

What can I do about this claim?

If you get a Content ID claim, there are a few different things you can do, depending on the situation:

  • Do nothing: If you agree with the claim, you can just move on. You can always change your mind later if you disagree with the claim.
  • Remove the music: If you get a claim for a piece of music in your video, you can try to remove the song without having to edit and upload a new video. Learn more.
  • Swap the music: If music in your video is claimed, but you still want to have music in the background, you can swap out your audio track with one of our free-to-use songs. Learn more.
  • Share revenue: If you’re a member of our YouTube Partner Program, and you’ve included music in your video, you may be able to share revenue with the music’s rights owner(s). Learn more.
  • Dispute the claim: If you have the required rights to use the copyright-protected content in your video, or if you think the system has somehow misidentified your video, you can dispute the claim.

How to dispute a Content ID claim

  1. Sign in to YouTube.

  2. Go to Creator Studio > Video Manager > Copyright Notices.

  3. Click the link to the right of the video’s Edit menu. This will take you to a page with information about what’s been claimed in your video and who claimed it.

  4. You’ll see an option to dispute the claim.

If you dispute a claim without a valid reason, the content owner may choose to take down your video. If this happens, your account will get a copyright strike. [https://support.google.com/youtube/answer/6013276?hl=en]

“File a dispute”? Ah, bem, vamos a isso! Então como se processa e o que acontece a quem “file a dispute”?

File a dispute

What to know before you dispute: Make sure you understand how fair use and the public domain work before you choose to dispute for either of those reasons. YouTube can’t help you determine whether you should dispute a claim. You may want to seek your own legal advice if you’re not sure what to do.

Disputes are only intended for cases where you have all the necessary rights to the content in your video. Repeated or malicious abuse of the dispute process can result in penalties against your video or channel. [https://support.google.com/youtube/answer/2797454]

Ah, ok, então o YouTube não se mete no assunto, o queixoso é juiz em causa própria e pode continuar a queixar-se falsamente até que a conta de um tipo qualquer seja definitivamente encerrada.

Mas onde é que eu já vi isto?

Claro que a coisa não tem absolutamente nada a ver com coisíssima nenhuma, isto não sucede periódica e sistematicamente por nada de especial. É tudo perfeitamente “random”.

Ya, bro, tásaver, não há cá tugas, nem acordistas, nem patuscos, nem pides nem bufos nem nada.

Nadinha.

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Komitet Gosudarstvennoy Bezopasnosti

Sinopse

  1. A 4 de Agosto de 2010 publiquei no Fakebook um post, sem qualquer texto, com a imagem da capa da revista Time desse mesmo mês.
  2. Oito anos depois, automaticamente, o mesmo Fakebook sugeriu-me que publicasse de novo aquele post.
  3. O que fiz, de imediato, com um texto de opinião a acompanhar a republicação.
  4. O Fakebook suspendeu a minha conta de utilizador, de novo, pela terceira vez.

Nota: a última suspensão (de 24 horas) foi por ter publicado uma imagem deste quadro de Courbet.

Curiosamente, ou talvez não, dado que o culto do absurdo já se vai transformando em absoluta normalidade e até em supostamente virtuosa conduta, há quem designe este tipo de denúncia como sendo “vitimização”. Ou seja, quem expõe os cabrões politicamente correctos que tomaram o Poder (ou, de resto, qualquer outro tipo de cabrões), está a fazer-se de vítima, de “coitadinho”, e, portanto, deveria era estar muito caladinho e aguentar com estoicismo (ou lá o que é) qualquer filhadaputice de qualquer filho-da-puta, sem tugir nem mugir. “Ignorar”, dizem merdosos e medrosas, é o que se deve fazer — para alcançar uma espécie de santidade “tipo” Gandhi — quando algum canalha ou alguma organização mafiosa exercem o seu abjecto ofício.

Pois sim, temos pena, essas merdas cá para este lado não colam. Poltrão é poltrão, não é o masculino de poltrona.

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