Dia: 26 de Maio, 2016

«Salva de palmas contra o Acordo Ortográfico» [Maria do Céu Mota, “JN”]

 

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jn_default_imgSalva de palmas contra o Acordo Ortográfico

Dia 14 de Maio, estive na Biblioteca Florbela Espanca, em Matosinhos, na décima edição de Literatura em Viagem/ LeV […]. Ainda cheguei a tempo de ouvir Paulo Moura, Gonçalo Cadilhe e Francisco José Viegas. No lugar de Lídia Jorge, que o programa prometia, esteve a escritora Teolinda Gersão, na mesma mesa que Patrícia Reis, com diferenças bem evidentes para além da idade. A dada altura, o moderador perguntou a Teolinda se escreve segundo o novo ou o antigo Acordo Ortográfico. Teolinda declarou veementemente ser contra o novo AO. Talvez quem lhe fez a pergunta, João Barreto, desconhecesse que a escritora subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990. A sala cheia e quente, com gente de pé, saudou a escritora com uma salva de palmas bem convicta! E eu também.

[“Jornal de Notícias“, Cartas, e-mails e posts, 26.05.16. Conteúdo enviado por uma leitora do Apartado 53. Adicionei dois “links”.]

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Sábado todos os dias

sabado250516_aComeço com um agradecimento a todos os que nos ajudam a ser melhores. E, em particular, ao leitor e assinante Miguel Picão, que nos alertou para o facto de a SÁBADO não usar o novo Acordo Ortográfico e de isso levar a certos erros – e apontava um –, razão pela qual sugeria que a opção fosse alterada, “pois o carácter formativo da revista é tão importante como o teor informativo, principalmente nesta fase de transição em que tantos portugueses não sabem como escrever bem na nossa bela língua”. Para o caso de a sugestão não ser aceite, propunha “a inclusão permanente de uma pequena nota de rodapé (…), lembrando os leitores da opção assumida”. Depois de nova reflexão interna, a SÁBADO mantém a opção pela antiga ortografia, mas já a partir desta semana assinala, como proposto, esse facto na sua Ficha Técnica (pág. 10).

Revista “Sábado”, Bastidores – Vida, 25 de Maio de 2016

 

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«Os governos portugueses acharam que a melhor estratégia para impor o acordo ortográfico aos críticos era avançar a 200 km/hora, contra todos os obstáculos, contra todas as dúvidas e contra todos os avisos. Agora, quando se olha para trás, percebe-se que ninguém o seguiu.»

Revista Sábado, Editorial do dia 13 de Dezembro de 2012

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