Mês: Setembro 2016

«Para o Rio só o Galo?» [Carlos Fragateiro, “Público]

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logo_sharePara o Rio de Janeiro só nos lembrámos do Galo de Barcelos

Carlos Fragateiro

20/09/2016 – 08:25

Assim não vamos mesmo a ser capazes de transmitir no Brasil a imagem de um Portugal moderno.

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António Costa tem vindo a colocar a questão da lusofonia no centro das prioridades políticas, aposta que há uns tempos enriqueceu com a proposta de um “Schengen Lusófono”, proposta que, a concretizar-se, pode vir a ser um instrumento fundamental para facilitar o contacto, a troca de ideias e o lançamento de projectos ponte que contribuam para reforçar as teias de cumplicidades entre as pessoas e parceiros dos diferentes países e comunidades de língua portuguesa. Uma prioridade que tem vindo a reafirmar noutras intervenções, nomeadamente quando, ainda na Câmara de Lisboa, mostrou um enorme orgulho na possibilidade dada à cidade de Lisboa de se associar à celebração dos 450 anos do Rio de Janeiro, e, mais recentemente, na visita ao Brasil, nomeadamente na visita ao Real Gabinete de Leitura, no Rio, e aos trabalhos preparativos da exposição de arte contemporânea portuguesa patente no Museu Afro-brasileiro de São Paulo e onde se felicitou pelo facto de estarmos “a transmitir no Brasil a imagem de um Portugal moderno”.

Mas se é um sinal positivo assumir a lusofonia como uma prioridade, ela tem que se traduzir em actos que sejam muito mais que declarações de intenções, tem que ser capaz de provocar dinâmicas novas, tal como fizeram todos aqueles que ao longo da história foram capazes de contribuir para que este ADN que a língua portuguesa espalhou por todo o mundo se reforce. Actos e dinâmicas que mostrem que há empenho e mobilização para superar a ausência total de pensamento e estratégia de Portugal no interior do universo da língua portuguesa e da lusofonia, ausência que nos fez, e ainda faz, andar sem rumo, navegar à vista e embarcar numa série de aventuras inconsequentes e desastrosas.

Lisboa participou nas comemorações dos 450 anos do Rio enviando um galo de Barcelos da Joana Vasconcelos para ocupar provisoriamente uma praça duma cidade que passou por um enorme processo de renovação, nomeadamente na zona ribeirinha onde pontua o museu do Amanhã, uma obra de Calatrava, com muitas semelhanças com o que em Lisboa se passou aquando da Expo. Quando a memória da origem do Rio é portuguesa, quando o projecto de renovação urbana reaviva e reforça essas memórias trazendo-as para a actualidade, os 450 anos do Rio teriam sido o momento para aprofundar estas novas pontes e pontos de contacto, poderia ter sido a grande oportunidade para que a beleza do Real Gabinete de Leitura pudesse levar a que se apostasse na renovação da sua envolvente, praça Alexandre Herculano e rua Luiz de Camões, que é o exemplo mais acabado de degradação urbana. Mas a nossa imaginação só deu para o galo de Barcelos, o que é, no mínimo, pobre, muito pobre.

Assim não vamos mesmo a ser capazes de transmitir no Brasil a imagem de um Portugal moderno, por muito que o discurso oficial nos queira convencer disso.

Carlos Fragateiro

Encenador e professor

[“Público”, 20.08.16. Acrescentei “link” e destaque. Imagem de “O Globo” (Brasil).]

«Dilema legendário» [Nuno Pacheco, “Público”]

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Nuno Pacheco

16/09/2016 – 00:10

Legendagem “comum”? Só existe em cabeças sem cérebro.

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Uma boa notícia pode esconder uma calamidade? Pode. A sempre atenta revista Áudio de Setembro anuncia que, finalmente, estão a ser editados filmes em 4K, o que é mesmo uma boa notícia para todos os que já terão televisores com ecrãs de ultra alta-definição (UHD), e que já começa a haver leitores de Blu-ray compatíveis com tal formato. Projectores já havia, e de boa qualidade, o que quer dizer que os portugueses cultores da imagem podem estar satisfeitos.

Ou podiam. Porque, até aqui, os novos filmes estão apenas legendados em português do Brasil. Jorge Gonçalves, o director da Áudio, indigna-se em editorial. “Até tenho medo de perguntar se o português vai fazer parte das línguas legendadas nos discos 4K.” Provavelmente, ancorados no chamado “acordo ortográfico”, vão achar que português só há um e que não vale a pena o esforço de duplicar legendagens. Enganam-se. Vejam-se alguns exemplos soltos de Blu-rays mais antigos, onde há dupla legendagem (“Português” e “Brasileiro” [sic]). Invictus, de Clint Eastwood, sobre Mandela: PT, “Nem um dia em funções e já o atacam”; BR, “Nem um dia no cargo e já estão no seu pé”; PT, “Brenda, arranjou o cabelo. Gosto dele assim”; BR, “Brenda, você fez o cabelo. Gostei.” Hitchcock, o biopic com Anthony Hopkins: PT, Então, diz-me lá, em que estás a trabalhar agora?” BR, “Me diga, em que está trabalhando ultimamente?”; PT, “Já vi rostos mais felizes num autocarro de escola a desmoronar-se”; BR, “Vi mais sorrisos em um ônibus escolar caindo de um precipício.” E este diálogo entre M e Bond no penúltimo 007, Skyfall? PT, “Onde raio tem estado?” “A desfrutar a morte”; BR, “Por onde andou, poxa?” “Curtindo a morte.” Ou então este diálogo no 2001 de Kubrick: PT, “Papá!” “Como estás, boneca, o que estavas a fazer?” “A brincar” “Onde está a mamã?” “Foi às compras”; BR, “Papai!” “Como vai, sapeca?” “Bem” “O que está fazendo?” “Brincando” “Onde está mamãe?” “Foi fazer compras.”

Exemplos haverá milhões. Legendagem “comum”? Só existe em cabeças sem cérebro. Portugueses e brasileiros têm direito às suas expressões. Respeitem-nos.

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«Da língua como instrumento» [Raul Ribeiro, “DN – Madeira”]

genesis_dnoticias_logoDiário de Notícias (Madeira)

Da língua como instrumento

Raul Ribeiro

No século XIX, o “vitorianismo” surgiu como repressão de tudo o que pudesse perturbar a ordem vigente. Pela primeira vez, o Homem passou a ser o polícia de si próprio e, enquanto unidade viva de pressão social, também do seu vizinho. O moralismo daí decorrente concentrou-se na sexualidade – o mais forte e básico dos instintos. Cerceou-se a libido ocultando o máximo possível de corpo e afastando os pensamentos perversos e pecaminosos. Foi a partir deste período que a mulher passou à condição de frágil e recatada “fada do lar”, etérea e sagrada, ignorante de algumas facetas relevantes da vida, por oposição ao rude macho, desprovido de emoções e em estado de excitação permanente.

Já o Politicamente Correcto (PC) despontou nos EUA, país tão generoso na defesa dos direitos humanos quanto atávico nos preconceitos. Começou por ser grito de revolta de grupos sociais marginalizados, após séculos de opressão e humilhação, veiculando também a intenção adicional de alterar o vocabulário, para evitar ofender ou desconsiderar os indivíduos pertencentes a esses grupos.

Ao que isto chegou, em pleno século XXI, é que nem a Rainha Vitória se lembraria…

Tudo se move em torno do PC: há ONGs que, na ânsia de produzir textos limpos de impurezas que firam susceptibilidades, adoptam um dialecto praticamente ininteligível; há universidades que publicam manuais de PC, para além de promoverem uma efectiva repressão ao “insulto”, nas suas várias vertentes: raciais, religiosas, sexuais, etc.; há discursos que se enrolam em “senhoras e senhores, amigas e amigos, portuguesas e portugueses”, arrastando-se de forma irrazoável; há um acordo ortográfico que, de tanto genuflectir aos critérios do PC, nos deixou pasmados a olhar para os “tetos”; há textos pejados de embirrentas arrob@s, que saltitam por tod@s as palavras às quais é possível dar um sentido duplo, despido de género. Ler um texto assim é um@ bo@ merd@…

Em termos de conceito filosófico, tornar a linguagem neutra em termos de discriminação irá inevitavelmente conduzir a uma sociedade mais igualitária e inclusiva.

Levando este “statement” ao limite, o humor será então uma manifestação politicamente incorrecta, por externalizar os preconceitos sociais, ridicularizando os oprimidos e ignorando os opressores. Há todo um legado – que vai de Platão a Hobbes – a sustentar a tese de que o riso advém da percepção de superioridade, por isso é agressivo e humilhante, de pouco valendo posições contrárias de ilustres como Kant, Schopenhauer e Tomás de Aquino. E assim se explica o motivo de haver tão bons humoristas de direita, e um tão rarefeito sentido de humor à esquerda (que não se pode dizer em italiano – sinistra – porque é pejorativo).

Construir a sociedade ideal através da língua, eis o supremo desiderato. A língua como instrumento de igualdade!

Cabe tudo e vale tudo, desde a penalização do piropo às questões fracturantes de género, como a Cidadania dos Cartões. Paulatinamente, todas as pessoas com algum tipo de característica diferenciadora, passaram a ser portadoras de algo: de deficiência auditiva, visual, motora, de desconformidade do aparelho fonético, sendo ainda apelidadas, de forma estupidamente lírica, de “pessoas especiais”.

É um suplício memorizar as opções de género, consoante a pilinha entra ou sai, fica ou vai, ou simplesmente não é para ali chamada: homo, bi, tra, trans, cis, poli, para além dos indivíduos portadores de preconceito na orientação sexual, também chamados hetero.

Em breve lidaremos com pérolas como o portador de enfermidade crónica associada ao consumo de álcool (bêbedo), portador de extremismo e explosivos (terrorista), portador de fadiga crónica com contrato vitalício (funcionário de repartição pública), e claro, o descendente de cidadã portadora de profissão liberal de disponibilização de actividade sexual através da utilização do próprio corpo e mediante retribuição financeira, o inevitável FdaP…

Entretanto, o jovem portador de subnutrição vai mesmo morrer de fome…

Deixem a língua em paz, ou melhor dêem-lhe melhor uso, seja em intercâmbio de cultura ou de saliva, como adorno de fellatio ou como instrumento dum competente cunilingus…

Se é assim tão complicado obter uma igualdade satisfatória, ao menos que os orgasmos o sejam…

[Texto da autoria de Raul Ribeiro publicado no  Diário de Notícias (Madeira) em 15.09.16.]

 

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«Que cache la réforme de l’orthographe ?» [“Le Figaro” (France)]

Mais uma notícia sobre a “reforma ortográfica” do Francês em que de novo ficamos estarrecidos com a incrível semelhança entre a gaulesa fantochada e a malaquenha imbecilidade: as mesmas golpadas de vaidosos patológicos, os mesmos golpes de Estado (e de estado), os mesmíssimos absurdos para justificar o injustificável, para enganar tolos com bolos, para insultar, em suma, a inteligência das pessoas normais.

Lá como cá alguns julgam que os demais são feitos da mesma massa esponjosa que enche seus crânios de alforreca.

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Que cache la réforme de l’orthographe ?

Par Alice Develey
Mis à jour le 30/08/2016 à 15:11
INTERVIEW – L’orthographe est en proie à de grands changements : disparition partielle de l’accent circonflexe, simplification graphique de 2400 mots… Pourquoi de telles modifications ? A-t-on raison de parler de nivellement par le bas ? L’écrivain et professeur de lettres classiques Julien Soulié répond au Figaro.

La réforme de l’orthographe prendra effet dans quelques jours. Le 1er septembre exactement. Tous les manuels scolaires sont concernés. Y compris leurs «apprenants».

Comme des milliers d’étudiants qui s’apprêtent à faire leur rentrée des classes, des millions de francophones vont voir leur quotidien changer avec l’apparition de 2400 nouveaux mots. Du moins 2400 simplifications. Parmi les principaux points, la réforme ne rendra plus obligatoire l’accent circonflexe sur le «u» et le «i», elle excusera le «f» de «nénufar» et permettra la suppression du trait d’union. Adieu donc les «extra-terrestres», les «porte-clés» et les «pique-niques».

Jugée irrecevable pour les puristes et les amoureux de la langue française, la nouvelle réforme de l’orthographe n’en reste pas moins adoptée. Que faut-il penser de cette simplification? Que cache-t-elle vraiment? A-t-on raison de s’en inquiéter? Julien Soulié, professeur de lettres classiques et auteur de La nouvelle orthographe, Les 2400 mots qui changent, analyse ce bouleversement linguistique.

LE FIGARO – Pourquoi cette réforme de l’orthographe intervient-elle maintenant, en 2016?

Julien Soulié – En réalité, cette réforme n’est pas nouvelle. Elle date d’il y a 25 ans. On l’a simplement ressortie des cartons. Alors pourquoi maintenant? On se demande bien pourquoi. D’autant plus qu’il y a des mots dont on propose la modification, qui ont déjà vu leur orthographe changer par l’usage, ou qui sont totalement obsolètes. Le mot «tagliatelle» par exemple s’écrit depuis des années avec un «g» et les réformateurs proposent de lui en enlever un…

En fait, je pense que cette réforme coïncide avec celle du collège, introduite par la ministre de l’éducation Mme. Vallaud-Belkacem. C’est une concomitance qui me paraît quelque peu hasardeuse… Je me demande si celle-ci n’aurait pas été pilotée par le ministère de l’éducation nationale. Est-ce qu’elle ne servirait pas à faire diversion, pour ne avoir à parler d’autre chose?

Qu’en pensent les élèves?

J’en avais parlé avec mes troisièmes en cours de latin. Je leur avais expliqué que certains mots allaient changer, dont «oignon» qui s’écrirait désormais sans son «i». Je peux vous assurer que s’ils ne sont pas forcément tous très bons en orthographe, tous se sont récriés. Et vous ne pouvez pas imaginer avec quelle violence et quelle passion! Je m’attendais à de l’indifférence ou au contraire à une acceptation plutôt franche, mais ce ne fut pas du tout pas le cas.

Pourquoi cette réaction selon vous?

Vous savez, on les ennuie tellement avec l’orthographe que lorsqu’ils l’ont acquise et qu’on leur dit finalement «non, il va falloir en changer», c’est un peu rayer d’un trait de plume tout ce pourquoi ils ont sué et fait des efforts. Vous annihilez des années de travail… Mais je suis réaliste, je pense que cette réforme cache aussi la déshérence de l’orthographe et de la grammaire chez les jeunes. En effet, j’ai lu dans une étude que les élèves de cinquième avaient aujourd’hui, en 2016, le même niveau scolaire que des élèves de CM2 dans les années 1980.

Il s’agirait donc d’un nivellement par le bas avec cette réforme?

Plutôt que d’essayer de faire progresser les élèves en orthographe, on change l’orthographe. On a effacé le problème au lieu de le prendre à bras-le-corps. C’est comme si pour l’histoire de France, on disait: «Comme il est trop difficile de retenir des dates, on va les supprimer». Ça n’a pas de sens.

En fait si l’on est contre la réforme, on considère que ce changement c’est déjà trop de changement. On a changé des mots qui n’avaient pas forcément besoin de l’être. En revanche, si l’on est pour la réforme on peut considérer que les réformateurs n’en ont pas fait assez. Ils ont modifié a minima, en introduisant parfois des anomalies. Par exemple, «porteclés», «portemonnaie» seront soudés, mais d’autres composants avec le mot «porte» resteront avec leur trait d’union. Sous couvert de simplifier, les réformateurs rendent en réalité l’orthographe encore plus compliquée. On en arrive à des constructions absurdes…

N’aurait-on pas finalement voulu adapter notre orthographe à toutes celles et ceux qui ne la maîtrisent pas?

Cette simplification pourrait en effet aider les francophones ou du moins les étrangers à apprendre le français. Mais il ne faut pas être dupe, toute langue a ses difficultés. L’anglais a une prononciation extrêmement difficile par exemple. Il y a plusieurs graphies pour un seul son et plusieurs sons pour une seule graphie. Mais les anglais n’ont pas réformé leur langue pour nous. Ni même les allemands. Ils n’ont pas supprimé leurs déclinaisons sous prétexte que c’était difficile à apprendre pour les étrangers.

Est-ce que cette réforme apportera un véritable changement?

Je ne pense pas que le changement puisse se faire en légiférant et que le pouvoir politique doive d’ailleurs avoir une influence sur la langue. La modification de la langue se fait naturellement, dans l’usage de tous les jours, dans la communication, par les écrivains, l’Académie… Lorsque l’usage a entériné une certaine forme, il est difficile de revenir en arrière.

Que symbolise cette volonté de toucher à la langue française?

La langue est notre plus grand dénominateur commun. C’est important de se retrouver là-dessus. C’est une valeur refuge. On est dans une société qui est un peu perdue, qui cherche ses repères et la langue française fait partie de notre identité. L’orthographe est aussi un code social. Bien écrire à quelqu’un, c’est le respecter et faire acte de bonne manière. En fait, l’orthographe dit beaucoup de choses de notre société, de notre culture…

Est-ce une façon de préparer les Français à de plus amples modifications à l’avenir?

Il y a un petit côté «cheval de Troie» avec cette réforme. C’est la partie émergée de l’iceberg. Je sais qu’il y aura à l’avenir des changements au niveau de la grammaire et plus particulièrement du participe passé. La règle du participe passé avec le COD placé devant, est une règle qui dans environ cinquante ans aura disparu. Et je suis optimiste! Mais ce qui peut-être intéressant dans ce débat, c’est de se demander: «Est-ce que l’on doit complètement laisser faire l’usage ou est-ce que l’on doit résister?» C’est là, toute la question.

Source: Que cache la réforme de l’orthographe ?

Destaques meus.

«Uma mixórdia do caneco» [Fernando Venâncio, Facebook]

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Fernando Venâncio to ACORDO ORTOGRÁFICO NÃO!

TUDO ISTO É PORTUGUÊS
TUDO ISTO É OFICIAL
TUDO ISTO É UMA MIXÓRDIA

Fernando Venâncio

Aquele tão ansiosa e impacientemente aguardado «VOCABULÁRIO ORTOGRÁFICO COMUM DA LÍNGUA PORTUGUESA», nascido do farto e promissor ventre do «AO90», põe em evidência o que já pudera supor-se, ou recear-se: a grafia do Português será, daqui em diante, uma mixórdia do caneco.

Eis uma pequenina amostra.

Como os dados estão dispersos, vai aqui uma lista obtida com os resultados das buscas por CONCEC, CONCEÇ, CONCEP e CONCET. Destaquei a letra P quando grafada.

Mas agora a boa notícia: não havendo, na versão TOTAL do «VOCABULÁRIO», nenhuma referência geográfica, é inviável determinar qual a grafia de cada país, e é portanto impossível IMPOR uma grafia a Portugal.

(mais…)