Dia: 2 de Outubro, 2016

‘A Arte da Guerra’

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Transcrevo aqui esta entrevista apenas e só por dever de ofício, digamos assim, já que semelhante chorrilho de mentiras e enormidades não mereceria outra atitude do que a mais pura indiferença, ou seja, ser imediatamente atirado, num gesto de repugnância, para o balde do lixo mais próximo.

Porém, como dizia (parafraseando Sun Tzu) uma personagem célebre de não menos célebre filme, mantém os teus amigos por perto e os teus inimigos ainda mais perto. Convém ao menos saber que patranhas debitam, que veneno andam por aí a espalhar.

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“Será em África que teremos mais falantes de português”

Expresso, 1 de Outubro de 2016

Entrevista com Ana Paula Laborinho, presidente do Instituto Camões

A língua portuguesa é a quarta mais falada no mundo, e se “a língua é poder” não lhe basta ser, é preciso ser reconhecida como tal. A presidente do Instituto Camões aproveitou as comemorações dos 30 anos da presença de Portugal na União Europeia para discutir a importância da promoção da tradução do português nas organizações internacionais, transformando-o numa “grande língua de comunicação global”. E por isso, especialistas na área estiveram reunidos esta semana em Lisboa para falar de e em português.

Em 2050 cerca de 380 milhões de pessoas deverão falar português. O peso político da língua reflecte essa dimensão?

O português já é uma língua de trabalho em muitas organizações internacionais, mas não basta estar lá, é fundamental que haja tradutores e intérpretes nas instituições. É preciso promover a formação desses tradutores, o que requer meios e tempo, um trabalho que tem vindo a ser feito, apoiado nas novas tecnologias. Temos também tentado diversificar, porque se há muito tradutores para línguas mais comuns, é preciso trabalhar com línguas menos divulgadas, sobretudo em África, como o suaíli. E damos ainda grande importância ao chinês. A China é dos países com maior interesse pelo português. Em 2002 havia três universidades chinesas com licenciaturas em língua portuguesa, hoje são 28.

O português tem futuro?

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