Mês: Outubro 2016

16 anos depois… propaganda acordista

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RTPN_logoPortuguês em Timor-Leste é “estratégico” e “elemento da soberania nacional”

Lusa – 26 Out, 2016, 07:28

A aposta na língua portuguesa em Timor-Leste é “estratégica” e requer um esforço colectivo e uma política “acertada, clara e objectiva” que a consolide como elemento da soberania nacional, disse hoje o reitor da maior universidade timorense.

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“A aposta na língua portuguesa é estratégica. Não basta que o português seja determinado como língua oficial na lei. Só a vontade e o esforço colectivos permitirão uma política de língua acertada, clara e objectiva que permita defender e consolidar a soberania do nosso país”, disse Francisco Miguel Martins, reitor da Universidade Nacional de Timor Lorosa`e (UNTL).

Intervindo na abertura das primeiras Jornadas Pedagógicas da UNTL, o reitor considerou que os debates que decorrem esta semana representam “um marco na consolidação da UNTL enquanto instituição de ensino superior que aposta na produção e disseminação de conhecimento em língua portuguesa”.

“Analisar e debater experiências e saberes sobre o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa em Timor-Leste é um propósito que deve mobilizar o interesse não apenas da nossa comunidade académica, mas também o da comunidade em geral, considerando a pertinência desta temática para a consolidação da nossa identidade nacional e para o nosso próprio desenvolvimento enquanto Estado independente”, frisou.

Francisco Martins destacou o que disse ser o “papel fundamental” da língua portuguesa “na construção e posterior sobrevivência da (…) identidade nacional” timorense, tendo sido “língua de resistência” e posteriormente adoptada constitucionalmente como língua oficial.

“Continua a ser um dos elementos que nos diferencia dos países da região, que nos torna únicos e nos permite afirmar como tal”, disse.

“Mas a língua portuguesa não é uma língua só de passado e presente. É uma língua de futuro, uma língua que nos abre ao mundo”, sublinhou, recordando que a língua “não é um instrumento neutro” mas sim “uma construção social à qual se associa uma carga afectiva e cultural”.

O reitor explicou que as Jornadas Pedagógicas da UNTL se baseiam num dos pilares definidos pela UNESCO (agência das Nações Unidas para a Educação e Cultura) para a educação para o século XXI – “aprender a fazer” -, permitindo aos alunos desenvolver a sua capacidade de comunicar num “contexto real para o uso da língua portuguesa”.

As jornadas, destacou, nascem como um esforço conjunto dos alunos e das professoras portuguesas Clara Amorim e Susana Soares, do Centro de Língua Portuguesa da UNTL, e abrangem um leque amplo de temas de debate.

“Pretendem ser, simultaneamente, um espaço de aprendizagem prática para os alunos activamente envolvidos na sua realização, assim como de divulgação de trabalhos realizados no âmbito da licenciatura em Ensino de Língua Portuguesa”, sublinhou.

Linguística, literatura, política de língua e as dificuldades do ensino do português em Timor-Leste são alguns dos temas em debate nas Jornadas Pedagógicas, que decorrem na Faculdade de Educação, Artes e Humanidades da UNTL.

Estão ainda previstos debates sobre política de língua ou o papel da mulher timorense na educação.

[Lusa/RTP Notícias, 26.10.16. Corrigi a ortografia estropiada pela agência de propaganda acordista “Lusa”.]

Imagem de topo: entrega de manuais em Português a escola primária algures nas montanhas de Timor, Outubro 2000.

Sinistro: “as tarefas estão feitas”…

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logoRRBlueGuiné Equatorial ratificou estatutos da CPLP

19 Out, 2016 – 20:28

Embaixador garante que todos os pontos estarão cumpridos aquando da próxima cimeira.

O embaixador da Guiné Equatorial em Lisboa anuncia a ratificação dos estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e garante que “todas as tarefas” estarão cumpridas aquando da realização da cimeira da organização.

A Guiné Equatorial vai chegar à próxima cimeira da CPLP, no final do mês, em Brasília, “com todas as tarefas cumpridas, em relação àquilo com que se comprometeu” em Díli, em Julho de 2014, quando entrou para a organização como membro de pleno direito, disse à Lusa o diplomata equato-guineense, Tito Mba Ada.

“Anunciamos com satisfação a ratificação do nosso compromisso com os estatutos da CPLP pela Assembleia Nacional, a manutenção do compromisso em abolir a pena de morte, e também festejamos a promoção da língua portuguesa na Guiné Equatorial, cuja difusão está a ser feita por instituições de ensino e pela televisão nacional”, afirmou o embaixador equato-guineense, durante uma recepção, em Lisboa, para assinalar o dia da independência nacional da Guiné Equatorial, celebrado a 12 de Outubro.

“Hoje comemoramos não só a independência da Guiné Equatorial, mas também os dois anos da sua integração na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Hoje festejamos a nossa aproximação aos países da CPLP”, disse Tito Mba Ada.

Questionado pela Lusa se o Presidente equato-guineense, Teodoro Obiang Nguema, já ratificou a abolição da pena de morte, o embaixador apenas insistiu que “as tarefas estão feitas”.

O Presidente da Guiné Equatorial anunciou uma moratória sobre a pena de morte, mas está pendente a sua ratificação da decisão do Parlamento de abolir a pena capital.

Também estavam ainda por ratificar os estatutos da comunidade lusófona, mais de dois anos após a adesão da Guiné Equatorial.

A adesão da Guiné Equatorial à CPLP ocorreu após a definição de um roteiro de adesão, que previa a abolição da pena de morte e a introdução do ensino do português naquele país, o único de fala castelhana no continente africano.

Os cínicos dirão que foram interesses meramente económicos que ditaram a adesão da Guiné Equatorial à CPLP, mas a eles respondo: foi, também, uma questão de afectos”, referiu.

Tito Mba Ada, que é também representante da missão permanente da Guiné Equatorial junto da CPLP, apontou que o passado, “longínquo, decerto, de ligação a Portugal” fez a Guiné Equatorial “querer retornar ao convívio dos países que tiveram um passado comum e um laço de união através da língua portuguesa”.

O embaixador recordou que a Guiné Equatorial foi descoberta por um português – Fernando Pó – em 1471 e passou para a coroa espanhola em 1778, até ter conquistado a sua independência, em 1968.

“Se não fosse por um mero acaso histórico, e hoje a Guiné Equatorial seria uma ex-colónia portuguesa, um PALOP [País Africano de Língua Oficial Portuguesa] como Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe ou Guiné-Bissau”, sublinhou, sobre o seu país que, mencionou, “não aceita ingerências” de outros Estados.

Sobre as relações com Portugal – país que mais reservas manifestou à entrada da Guiné Equatorial na CPLP, principalmente por causa dos direitos humanos e da existência da pena de morte – o embaixador destacou que são “excelentes, cordiais, estáveis e positivas”.

“Assinámos vários acordos de cooperação e temos a perspectiva de reforçar a cooperação técnica em vários domínios de interesse público. Portanto, hoje festejamos igualmente o renovar das ligações de afecto entre Portugal e a Guiné Equatorial”, disse.

A XI conferência de chefes de Estado e de Governo da CPLP decorre nos dias 31 de Outubro e 1 de Novembro, em Brasília, no Brasil, país que assumirá então a presidência da organização nos próximos dois anos.

Na ocasião, os nove membros da CPLP deverão aprovar a nova visão estratégica da organização, que este ano comemora 20 anos.

O secretário executivo, o moçambicano Murade Murargy, terminará o seu segundo mandato de dois anos, devendo ser aprovada a indicação da são-tomense Maria do Carmo Silveira para lhe suceder.

[Transcrição de: Guiné Equatorial ratificou estatutos da CPLP – Renascença. Destaques e “links” meus.]

Imagem de topo (extraída da página Wiki “Corruption in Equatorial Guinea“: By Rodrigues Pozzebom/ABr – Agência Brasil, 1650FRP051.jpg, CC BY 3.0 br, Link

«Um acordo que nunca o foi» [revista “Caliban”]

revistacaliban

Um acordo que nunca o foi, um estulto alvoroço, escusado

Hugo Pinto Santos

«Ó meu coração torna para trás.
Donde vais a correr, desatinado?
Meus olhos incendidos que o pecado
Queimou… Voltai horas de paz.
Vergam da neve os olmos dos caminhos.
A cinza arrefeceu sobre o brasido.
Noites da serra, o casebre transido…
— Cismai meus olhos como dois velhinhos.
Extintas primaveras evocai-as:
— Já vai florir o pomar das macieiras,
Hemos de enfeitar os chapéus de maias —
Sossegai, esfriai, olhos febris.
— E hemos de ir cantar nas derradeiras
Ladainhas… Doces vozes senis…»

Camilo Pessanha, ‘Clepsydra’  —  Poemas de Camilo Pessanha, posfácio e fixação do texto de António Barahona

 

«Pára noite stop night disse alguém
para que eu pudesse pousar as mãos mais uma vez
sobre a máscara preferida: eu sou um egípcio triste
tomado por dois tons de azul
um rapaz tão ortodoxo — não não:
eu sou o rei Cophetua sentado sob o
vermelho
o negro
das catedrais de Rothko
mas pára noite pára
para que devagar leia o meu horóscopo»

(gémeos, 1974)
João Miguel Fernandes Jorge, ‘Alguns Círculos’

 

É sabido que Portugal tem sido pródigo em reformas e alegados acordos para normalizar, regular, ou (des)ordenar, a ortografia nacional. Os anos de 1911, 1945 e 1990 são os marcos decisivos (com datas intermédias a fornecerem acrescentos) nessas tentativas que acabaram por alcançar um estádio de derradeiro desserviço. É que, no caso da última data, é quase ocioso relembrar, tornou-se, hoje em dia, de um cinismo insuportável falar de «acordo». Nunca se tratou de qualquer concertação entre partes. Nunca — mais importante — esteve, realmente, em apreço o estudo demorado e desinteressado da realidade dinâmica da língua, a pertinência e validade das mudanças a aplicar, sem considerandos de ordem economicista, nem pressões advindas da órbita comercial. Esse ponto é, possivelmente, um do que mais se devem ter em conta.

Em 1911, o trabalho em grande medida centrado num admirável Aniceto dos Reis Gonçalves Viana — nome muito injustamente esquecido — pretendeu normalizar, organizar e estandardizar o que andava sem razão, método, nem ordem — «Nunca existiu ortografia uniforme em Portugal.», escrevia Gonçalves Viana em Ortografia Nacional — Simplificação e Uniformização Sistemática das Ortografias Portuguesas, de 1904. A grafia da língua portuguesa não passava de um amontoado de decisões pessoais, de erros persistentes e de hesitações desorientadoras. Foi graças à reforma de 1911 que se eliminaram as falsas etimologias, os apegos desnecessários à tradição, as formas ambíguas.

O labor de 1945 — o mais equilibrado dos três — eliminou caracteres persistentes, como sequências grafémicas de carácter histórico — por exemplo, «th», ou «mn» –, mas também extinguiu diacríticos que (na opinião muito pessoal, demasiado, porventura, do autor destas linhas) poderiam ser auxiliares preciosos, como o trema — além da supressão do acento circunflexo em formas homógrafas, como «cerca» e «cêrca»*, que alguns poetas, como Herberto Helder, ou António Barahona, ressuscitaram. A verdade é que, em comparação com o seu triste sucessor, o acordo de 45 fixou um sistema ortográfico que, por um lado, sem ser absolutamente etimológico (manutenção da queda do «y», que já vinha de 1911), preservava ainda alguma relação com as raízes principais que estão na origem da língua portuguesa: nomeadamente, o latim e o grego (sem esquecer outros veios dessa génese que não sofreram dano). O que não sucede com o designado Acordo Ortográfico de 1990. Cada vez mais o português se afasta, não se dirá das línguas cultas, para não incorrer na demagogia do politicamente incorrecto, mas, sem dúvida, de um paradigma da actualidade como é o idioma inglês.

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A estupidez em todo o seu esplendor

Seguir acordo ortográfico à risca não é prioridade, diz secretário da CPLP

“Não podemos ficar agarrados à nostalgia da língua”, disse Murade Murargy
O secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Murade Murargy, informou que a organização deve traçar, para a próxima década, políticas de cooperação entre os países nas áreas de educação, agricultura, energia e turismo. Na opinião do moçambicano, seguir à risca a aplicação do acordo ortográfico não é prioridade.

“A língua é muito importante, não há dúvida nenhuma, e é nossa obrigação difundi-la, promovê-la, internacionalizá-la. Mas não podemos ficar apenas agarrados à nostalgia da língua. A língua é um meio de transmissão de conhecimento, de negócios, do comércio, do investimento. Eu, por exemplo, não me preocupo se estou a aplicar [o acordo ortográfico] ou não. Se as pessoas me entendem, vamos em frente”, disse ontem (17) Murargy, em entrevista à Agência Brasil.

Para o secretário, que estará em Brasília no fim de outubro por ocasião da 11ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, a CPLP está cada vez mais visível no contexto internacional. Uma série de países, como a Índia e a Austrália, se candidataram, inclusive, para serem observadores da Comunidade.

“Nós, os países-membros, não nos olhamos ao espelho para ver quão interessantes somos. Os outros é que olham para nós e veem a importância que temos no cenário internacional. O potencial econômico, os recursos naturais que nós temos… Eles [os países observadores] querem ter acesso a nossas negociações sobre comércio e investimento. Todo mundo quer aprender português, sobretudo por causa dos países africanos. Hoje a Turquia está na África. A China e a Índia estão na África. Estão todos a correr para a África para desenvolver negócios”.

Segundo Murargy, que serviu como embaixador de Moçambique no Brasil por seis anos e meio, é preciso que os países-membros da CPLP redefinam os objetivos da organização, tendo em conta seu potencial econômico e seus recursos naturais.

“Todos os países da CPLP têm uma capacidade energética muito forte. É preciso traçar políticas para exploração desse recursos em benefício dos nossos próprios povos. Na agricultura é a mesma coisa. A larga experiência do Brasil, através dos conhecimentos que a Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária] possui, pode ser transmitida a outros países que também têm capacidade para produzir alimentos. A próxima guerra vai ser por alimentos. E nós temos a capacidade de minimizar os grandes deficits de alimentos no mundo”.

No entanto, para Murargy, o maior dos desafios que a Comunidade enfrenta é na área da educação e do desenvolvimento humano. “Os países, sobretudo da África, ainda têm um grande deficit na área de educação, inclusive na educação de base, e é preciso eliminar o analfabetismo para que não haja um cidadão que não saiba ler, escrever, fazer contas”.

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Uma ilha à deriva [por Diana Guerreiro]

dgr_swO acordo ortográfico é uma aberração que transforma o português numa ilha linguística à deriva. Temos que aprender com os montanheses helvéticos que a língua é para se preservar como ela é. Assim num jeito de labregada à taxista, a língua portuguesa é como uma mulher a quem um grunho quer obrigar a gostar dele, de repente já está a tratá-la como esposa sem a ter pedido em casamento.

Temos as crianças da diáspora portuguesa a aprender em francês durante o dia, para depois irem desaprender em português ao final do dia. Com a brincadeira do acordo, com a disrupção total da etimologia da língua portuguesa, cada vez se torna mais difícil fazer o paralelo e aprender a ortografia das duas línguas percebendo o porquê de se escrever assim. E se não há uma lógica, um fio condutor, o caminho é feito às apalpadelas e demora muito mais, além de que nem sempre se chega lá.

Pharmacie, photographie, farmácia, fotografia, etc e tal.

Para uma criança que aprenda a ler antes de ter entrado na escola é a coerência da fonética e o respeito pelas raízes das palavras que lhes traça o caminho. É assim como se fosse automático… Aquele “c” ou “p” têm um propósito, não é apenas um vestígio de tempos idos da dominação romana. É uma ponte que nos liga aos outros povos sul-europeus. É o que nos faz ir para fora e tão depressa aprender a falar e escrever as línguas latinas, assim como o inglês com a sua grande influência do francês e por isso tão próximo do português, tão fácil para nós, às vezes é só mudar *acção para *action.

Obscurantismo, o oximoro “cultura da ignorância”.

Sempre houve os engraçadinhos da turma, os espertinhos, inseguros porque sabiam que o saber não era o seu forte, que tentavam sempre parecer mais e melhor perante alguém que sabia a resposta. “ena, és buéda inteligente!” É isto que queremos cultivar? Naquela máxima que a narrativa tenta contar de que é bom manter o povo ignorante? É daquelas coisas, quando não se consegue fazer igual ou melhor tenta-se mudar as regras. Quando não se consegue produzir nada de construtivo, tenta-se destruir o que está feito. O que interessa é ir para a tumba com o nome conhecido, a bem ou a mal.

A Alemanha também tentou um acordo ortográfico e obviamente falhou. Os Suíços mandaram-nos passear. Na terra deles mandam eles, ora essa, e se querem dizer e escrever Chäs chüechli e não Käsekuchen, fazem-no mesmo. Estão-se bem a borrifar se mais não sei quantos milhões escrevem de outra maneira. A língua portuguesa é rica como outras não são devido ao esforço neoclassicista dos linguistas, dos cientistas e restantes eruditos. Por isso temos o vulgar rotura e o mais erudito ruptura. Mas NUNCA, NUNCA “rutura”. Aquela ortografia que nem é carne nem é peixe, é mesmo diarreia.

O francês, oralmente, é uma língua de mono e dissílabos, mas o escrito nem tanto. É isso que lhe dá algum encanto e ao mesmo tempo desencanto, para pessoas como eu, nativas de um português em que dizer “u” ou “ü” é uma questão de sotaque; são surdas às subtilezas da língua dos Gauleses. O latim de pronúncia celta, dizem alguns. E quer uma academia de meia dúzia de tachistas tornar-nos ainda mais surdos. Talvez assim não ousemos tanto fugir do cantinho atlântico tão mal frequentado e gerido desde quando ainda nem um cheirinho de latim por lá se tinha dado. Esta eterna inferioridade, regada a chico-espertismo, que eu cada vez mais temo que não seja apenas cultural e que já nos esteja a começar a ser impressa nos genes. Naturalmente ou à força, através de fantasias masturbatórias de iletrados, como o AO90 e outras coisas que tais.

Temos muito a aprender com os helvéticos. É com os casos de sucesso que se aprende, digo eu.

Diana Guerreiro (Suíça)

“Dois cavalheiros”

E a boa D. Maria tocou-lhe logo no braço para saber quem era aquele músico de cabeleira.- Um amigo meu, murmurou Ega….

Publicado por Eça de Queirós em Domingo, 16 de Outubro de 2016