Dia: 17 de Dezembro, 2016

“Depois não venham dizer que não avisámos…”

In the 16th and 17th centuries, sailors on long voyages would get scurvy from lack of vitamin C. According to some accounts, Portuguese sailors who were ill were left at the island now known as Curaçao. When their ship returned, they had recovered, likely cured from scurvy, probably after eating fruit with vitamin C. From then on the Portuguese referred to this as Ilha da Curação (Island of Healing). “Another explanation is that it is derived from the Portuguese word for heart (coração), referring to the island as a centre in trade.” Unstressed o in Continental Portuguese are usually pronounced [u], so the Portuguese word for heart, coração, is actually pronounced [kurɐsãw]. Spanish traders took the name over as Curaçao, which was followed by the Dutch. [Texto: Wikipedia. Imagem: Free Flag Icons]

 

The Cape Verde archipelago was uninhabited until the 15th century, when Portuguese explorers discovered and colonized the islands, establishing the first European settlement in the tropics. Ideally located for the Atlantic slave trade, the islands grew prosperous throughout the 16th and 17th centuries, attracting merchants, privateers, and pirates. The end of slavery in the 19th century led to economic decline and emigration, although Cape Verde gradually recovered as an important commercial center and stopover for shipping routes. Incorporated as an overseas department of Portugal in 1951, the islands continued to agitate for independence, which was peacefully achieved in 1975. [Texto: Wikipedia. Imagem: Free Flag Icons]

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«E DEPOIS NÃO NOS VENHAM DIZER QUE NÃO VOS AVISÁMOS”
[Alguns anos atrás por inspiração demagógica o governo da Ilha Curaçao que é um departamento da Holanda mas com uma grande autonomia e governada pelos autóctones decidiu introduzir o Papiamento como língua oficial nas escolas publicas substituindo assim a língua holandesa considerada como uma língua de colonizadores e portanto menos válida.
Entretanto logo no inicio esses mesmos políticos que tudo fizeram para introduzir o Papiamento como língua oficial retiraram imediatamente os seus filhos das escolas publicas e colocaram os mesmos nas escolas privadas onde o ensino era ministrado em língua holandesa.
Passado 5 anos duma experiência que desde do início estava condenada ao falhanço chegaram à conclusão que a introdução do Papiamento como língua oficial em detrimento da língua holandesa foi um verdadeiro desastre pelo que não havia outra alternativa senão começar de novo com a “língua não amada”.
Nada de novo. Este desastroso resultado como é lógico já era de esperar. Os alunos das escolas públicas sofreram um atraso de 5 anos. O fosso entre os alunos filhos das elites que frequentaram as escolas privadas onde a língua oficial era a língua holandesa e os alunos das classes menos favorecidas que frequentaram as escolas publicas onde a língua oficial era o Papiamento foi enorme e estes últimos sofreram um retrocesso de 5 anos.
Marciano e comparsas que não são tão parvos e que sabem perfeitamente quais as nefastas consequências de oficializar o crioulo deviam ir ate Curaçao e inteirarem-se da sua experiência negativa em substituir a “língua não amada” mas de qualquer forma a mais funcional pelo Papiamento]
Fonte de informação:
ELSEVIER N0. 23 de 7 de Junho de 2008.pagina 34 capitulo KONINKRIIJK / NIET DE GELIEFEDE TAAL
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Andrea Fortes 17-12-2016 [comentário à notícia seguinte]

Ensino do Português: Medida do governo gera polémica

Escrito por 

Sábado, 17 Dezembro 2016 – 06:00

Anunciada que foi a decisão do governo de, a partir do próximo ano lectivo, passar a efectuar o ensino do português como língua segunda, estalou a polémica. Apesar das boas intenções do executivo – que justifica a medida como meio de fortalecer a língua portuguesa no país – não faltaram vozes a sentenciar a degradação da língua e a auto-exclusão dos cabo-verdianos da esfera da lusofonia, com prejuízos avultados para o país. Também não faltou quem, por outro lado, aplaudisse a medida por interpretá-la como valorização do crioulo que, sendo a língua materna, consideram ser marginalizado.

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