A EMEL de fato conosco

 

«O ePARK conta já com 240.000 utilizadores, reflexo de um crescimento forte e sustentado. Estamos empenhados em fazer crescer ainda mais as vantagens e as funcionalidades da App para garantir que a experiência de utilização é cada vez mais simples, mas mais eficiente.

De forma contínua, a EMEL tem vindo a introduzir pequenas melhorias e novas soluções que são celebradas pelos utilizadores. A criação do ePARK Empresas ou a possibilidade de pagar apenas o tempo que de fato se consome, são disso bom exemplo.

Vamos por isso lançar em breve uma nova versão da App ePark que mantém – para já – as funcionalidades, imagem e usabilidade do seu ePARK atual, mas que prepara a plataforma para novas evoluções. Esta atualização é essencial para permitir uma evolução focada na segurança e numa – cada vez melhor – experiência de utilização.

Para os utilizadores do sistema Android e do sistema iOS 9.0 (ou superior), bastará atualizar a App e continuar a usar.

Os utilizadores com equipamentos mais antigos (iPhone 4 ou inferior), como resultado da descontinuação do apoio Apple para versões de sistemas operativos anteriores, deixarão de conseguir utilizar a App.

Aproveitando esta mudança, vai ser introduzida uma melhoria no processo de pagamento recorrente com PayPal, que agiliza a utilização da App após carregamento e diminuiu a probabilidade de duplicar a instrução de carregamento. Essa é a forma mais rápida de carregar a conta ePARK e com este ajuste conseguimos acelerar também a utilização da App após o carregamento.

Para qualquer dúvida ou apoio (nomeadamente nas dúvidas relacionadas com equipamentos mais antigos) pode falar conosco através do telefone 211 163 060, selecionando opção 6.

Continuamos a trabalhar para melhorar a sua mobilidade e a da cidade.

EMEL»


Aqui está verdadeira uma pérola ou, melhor dizendo, um colar de pérolas, já que são várias de enfiada. Foi-me enviado por email por um veterano da Causa anti-AO90, a quem agradeço a deferência.

E assim vai Portugal, uma nação em vias de extinção em que, à semelhança do que sucede no Carnaval (que aqui é todos os dias), ninguém leva nada a mal.

Nem que lhe espetem um obelisco no esfíncter o português (dito “médio”) não se apercebe de coisíssima nenhuma.


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