Mês: Maio 2018

As variações da mentira – II

As primeiras cinco poderão ter sido um pouco incomodativas, com estas outras cinco o incómodo passará talvez à fase do enjoo. Suponho que no fim da tareia, completados uns 20 “assaltos” de 3 minutos (se não houver prolongamento), qualquer pessoa normal sentir-se-á completamente estonteada, nauseada, prestes a vomitar. Efectivamente, a imaginação delirante dos mentirosos compulsivos, quando “servida” assim, em “rounds” consecutivos e sistemáticos, deita qualquer um abaixo, põe-nos de rastos… por momentos.

Claro que já todos ouvimos e lemos inúmeras vezes todos estes violentíssimos insultos à nossa inteligência, equivalentes a murros no estômago e patadas na cabeça. mas uma coisa é levar com a agressividade doentia dos aldrabões acordistas de forma esparsa e esporádica e outra coisa bem diferente é seriar, enumerar, esquematizar-lhes as pancadas.

 

6. Não existe “brasileiro”, apenas existe “português do Brasil”. Mentirola.
«Há poucos dias, o provedor da Santa Casa da Misericórdia estava no emblemático Empire State Building, em Nova Iorque, quando viu algo que não lhe agradou. «Lá em baixo havia uma placa a dizer: ‘Vídeo disponível em alemão, inglês, italiano, espanhol, brasileiro’. Com a bandeira do Brasil. Confesso que fiquei transtornado» [“Sol”, 06.2016] Mentirola.

a) «Norma culta portuguesa contra o brasileiro: Para o linguista, as preocupações do governante estão relacionadas com as “questões da norma culta portuguesa contra o brasileiro“, que também estiveram na base de muitas das críticas nacionais à aplicação do acordo.» [Malaca Casteleiro, “DN”, 11.2016]
b) «A maioria dos brasileiros não tem qualquer relação com Portugal. Existe um certo desprezo. O que vai acontecer é que vamos cada vez mais distanciar-nos, o português de Portugal vai acabar por ser um mero dialecto da língua brasileira.» [Luiz Ruffato, jornal “Hoje Macau”, 03.2016]
c) «
O Brasil salvará o português? Infelizmente, não. Uma política errada de falta de cooperação separou já o português do Brasil do português de Portugal de forma irreversível. Em termos escritos, o português do Brasil é hoje uma língua estranha e estrangeira. Com os seus duzentos milhões de falantes, o português do Brasil sobreviverá, sem que com isso salve o nosso português.» [Jorge Fonseca de Almeida, “Jornal de Negócios”, 02.2018]

7. O AO90 extingue duas normas ortográficas, passando a haver uma única. Aldrabice.
«Em segundo lugar, a harmonização ortográfica nos países da CPLP é fundamental para que os cerca de 250 milhões de falantes, presentes em comunidades portuguesas no estrangeiro, nos países de língua oficial portuguesa ou, ainda, integrados no crescente número de pessoas que procuram a língua portuguesa por outras razões, possam comunicar utilizando uma grafia comum.» [RCM 8/2011] Aldrabice.

a) «A versão 3.6 do LanguageTool inclui também suporte ao Acordo Ortográfico de 90 e às variantes do português utilizadas em Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, Macau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.» [Revista PC Guia, 12.2016]
b) Não há “unificação” alguma, muito pelo contrário: o AO90 originou ainda mais diferenças entre as duas normas, novos casos de duplas grafias (e triplas e quádruplas). Neste momento (2018) existem não duas mas três “normas”: PT-BR (Brasil), “acordês” (organismos do Estado e algumas empresas em Portugal) e PT-PT (Angola e Moçambique). [Apartado 53, FAQ]
c) «De qualquer modo, mesmo em relação ao Brasil, não se trata de uma simples questão de ortografia, é o léxico e a sintaxe, que são muito diferentes. Um livro de Portugal, para os brasileiros, que inovam muito em termos linguísticos, soa sempre a arcaico. É muito difícil exportar para lá. » [Francisco Vale (editor), “Jornal de Leiria”, 02.2018]

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«Foi-se o “all aboard!”, ficou a “deceção”» [Nuno Pacheco, “Público”]

Foi-se o “all aboard!”, ficou a “deceção”

No chamado “vocabulário comum” confirma-se: não há unificação, é uma fraude e ainda por cima descarada.

Nuno Pacheco

Gastos os nossos melhores “welcome”, “hello”, “all aboard” e “goodbye”, ditados pela circunstância do primeiro Festival da Eurovisão em solo nacional, talvez seja altura de voltar à língua portuguesa. Até porque, tirando as manifestações de autocontentamento do costume (as celebrações, os saraus, as estatísticas que nos enchem os ouvidos com os muitos milhões de falantes e escreventes), a realidade é tão decepcionante quanto a classificação portuguesa no festival “comunicado” e falado em inglês.

Peguemos, por exemplo, no ensino. Seguindo as normas do acordo ortográfico de 1990 (AO90), o Dicionário Básico (Ilustrado) da Língua Portuguesa, da Porto Editora, explica isto aos petizes: “É possível escrever corretamente [sic] uma palavra de duas maneiras no caso em que essa palavra se pode pronunciar de duas maneiras.” E dá estes exemplos: “espectador (quando se pronuncia o c) e espetador (quando se não pronuncia o c)”; “carácter, característica, caracterização, caracterizar (quando se pronuncia o c) e caráter, caraterística, caraterizar (quando não se pronuncia o c).” Isto seria o primado da fonética no seu apogeu, ou seja, na sua máxima sublimação. Mas porque ficais por aí, senhores, porque sois tão tímidos? Seguindo os ditames da fala, cooperativa (há aí alguém que diga, mesmo, os dois “oo”?) devia poder escrever-se cuprativa ou mesmo comprativa (ouçam lá os falantes!); reestruturação devia poder escrever-se restruturação (quem pronuncia os dois “ee”?); dizer devia poder escrever-se dezer (e tantos assim o dizem!); ministro passaria a escrever-se menistro (porque assim correntemente se pronuncia); televisão ficava bem por tlevisão (não é invariavelmente mudo, na fala, o primeiro “e”?); formação podia escrever-se também fromação, porque muitos portugueses (até deputados!) assim o dizem, sem que os corrijam. Ah, isto sim, seria uma benesse para a língua portuguesa, para a sua simplificação, para uma real escrita fonética!

Não, isso não seria “welcome”. Melhor dizer já “goodbye”. A foneticização da escrita é um logro e o dito acordo ortográfico (o tal que ia uniformizar a ortografia portuguesa) é outro. Espreitemos, por um momento, o sítio do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), sediado em Cabo Verde, e onde é suposto estar o Graal do nosso idioma. Debaixo do título Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa (sublinhe-se o “Comum”) está esta frase: “Selecione [sic] a versão do VOC a usar.” E seguem-se oito bandeirinhas; ou seja, é comum mas cada país tem o seu! Em três bandeiras clica-se e não dá nada: Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe (pormenor curioso: os dois primeiros não ratificaram o AO90; São Tomé ratificou-o mas não tem vocabulário que se veja). Os nomes dos restantes vocabulários também são curiosos. Enquanto três têm os nomes dos países a que dizem respeito (Vocabulário Ortográfico Cabo-Verdiano da Língua Portuguesa, Vocabulário Ortográfico Moçambicano da Língua Portuguesa e Vocabulário Ortográfico de Timor-Leste), o de Portugal é descrito apenas como Vocabulário Ortográfico do Português, em 2.ª edição; e o do Brasil como Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, em 6.ª edição. Assim, sem mais nada. Agora experimentemos procurar a palavra decepção ou deceção, a sua variante inventada, nos vocabulários disponíveis. O Brasil só aceita decepção; Portugal, Timor e Moçambique só aceitam deceção (e aqui o logro é total, porque os vocabulários de Moçambique e Timor copiam o português); e Cabo Verde aceita ambas as formulações. O que se passa com decepção (do latim deceptione-) passa-se com milhares de palavras (experimentem): não há unificação, é uma fraude e ainda por cima descarada.

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As variações da mentira – I

 

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”
Joseph Goebbels Ministro da Propaganda de Adolf Hitler

 

«All this was inspired by the principle—which is quite true within itself—that in the big lie there is always a certain force of credibility; because the broad masses of a nation are always more easily corrupted in the deeper strata of their emotional nature than consciously or voluntarily; and thus in the primitive simplicity of their minds they more readily fall victims to the big lie than the small lie, since they themselves often tell small lies in little matters but would be ashamed to resort to large-scale falsehoods. It would never come into their heads to fabricate colossal untruths, and they would not believe that others could have the impudence to distort the truth so infamously. Even though the facts which prove this to be so may be brought clearly to their minds, they will still doubt and waver and will continue to think that there may be some other explanation. For the grossly impudent lie always leaves traces behind it, even after it has been nailed down, a fact which is known to all expert liars in this world and to all who conspire together in the art of lying
— Adolf Hitler, “Mein Kampf”, vol. I, ch. X [“Big Lie”, Wikipedia]

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Na perspectiva dos acordistas, tudo se resume a seguir a táctica preconizada por Goebbels, a qual consubstancia na prática o “pensamento” teórico do seu alucinado chefe: uns quantos agentes  papagueiam, sistematicamente e à vez, como servindo-se num rodízio com patranhas em vez de acepipes, sempre as mesmas aldrabices básicas.

A táctica é de facto viável: basta repetir infinita e invariavelmente as mesmas tretas. E a técnica parece ser mesmo infalível: quanto maior e mais simples é a mentira, mais gente acredita nela — até porque ninguém concebe que “outros possam distorcer a verdade tão abominavelmente“.

Neste caso concreto, quanto ao AO90, prato principal do alucinado repasto, com CPLP e “lusofonia” por acompanhamento e decoração, sequer existe “distorção da verdade” — isto ele é só mentiras mesmo.

Das quais aqui temos as primeiras 5, algumas das principais, mais requentadas, mais repetidas e mais conhecidas — cuja colecção ficará, qual expositor de vitualhas podres, na nova página “Pseudologia Fantastica“.

 

1. O AO90 facilita ensino/aprendizagem, é mais fácil para as crianças. Mentira.
«Não fazia sentido, e essa foi a principal razão para adoptarmos o princípio da pronunciação. Se não houvesse essa diferença, com certeza que as consoantes teriam ficado. Além disso, do ponto de vista pedagógico-didáctico, para as crianças que começam a aprender a ler e a escrever, era mais fácil.» [Malaca Casteleiro, Observador, 02.2017] Mentira.

a) «Então, por causa dos tais dois mil para quem o conhecimento desta língua é útil, noventa e oito mil foram torturados e em vão sacrificaram um tempo precioso. (…) Daí que seria essencialmente mais útil se ao jovem estudante fossem transmitidos apenas os contornos gerais da língua (…) Evitar-se-ia também o perigo de, de toda a sobrecarga de matéria, apenas ficarem uns fragmentos na memória, uma vez que o jovem só teria de aprender o essencial, sendo assim feita antecipadamente a selecção do que é útil e inútil. (…) Ganhar-se-ia assim no currículo o tempo necessário para a educação física, bem como para as crescentes exigências nas áreas já atrás referidas.» [“Mein Kampf”, Adolf Hitler]
b) «Uma avaliação internacional apurou que os alunos portugueses do 4.º ano [i.é, 4.ª classe] pioraram na leitura. Em cinco anos a média desceu onze pontos, colocando Portugal em 30.° lugar entre 50 países […] O problema está nos resultados aos testes sobre literacia e a leitura. E aqui as crianças portuguesas entre os 9 e 10 anos descem 11 pontos em relação ao estudo anterior realizado em 2011. Na prática estão pior na leitura. («Má nota na leitura», Jornal da Noite, S.I.C., 5/XII/17.) Ora bem, em 2011, começaram a ensinar aos meninos o acordo ortográfico para a aprendizagem do português ser mais fácil. E foi.”» [Blog “Bic Laranja”, 12.2017]
c) «Porque chumbam os alunos logo no 2.º ano de escolaridade? A principal razão apontada é esta: “por não lerem bem e não terem atingido os objectivos estabelecidos no programa no que respeita à leitura e escrita”. » [“Público”, 05.2017]

2. O AO90 permite “expansão da Língua Portuguesa no mundo”. Treta.
«Fundamentalmente porque havia duas ortografias oficiais para a língua portuguesa, a brasileira e a portuguesa. Do ponto de vista da promoção internacional da língua, era prejudicial. Numa universidade ou instituição estrangeira onde se ensine o português, qual era a ortografia que se ia ensinar? A de Portugal? A do Brasil?» [Malaca Casteleiro, Observador, 02.2017]. Treta.

a) «Fecharam muitos dos leitorados nas universidades e esse espaço foi ocupado pelos Brasileiros”. No entender de Filipa Melo, “hoje o ensino de português no estrangeiro é feito por brasileiros”.» [Rádio Renascença, 04.2018]
b) «O que se passa em alguns sectores importantes da Cúria Romana revela precisamente a perda da importância de Portugal e da língua portuguesa. Em Março, por exemplo, a Congregação para a Causa dos Santos anunciou que deixaria de ter o português como língua oficial.» [DN, 09.2016]
c) «De acordo com a governante, a promoção do ensino e uso das línguas nacionais e a elaboração de estudos sobre a variante da Língua Portuguesa em Angola constam das acções prioritárias do sector a par de criação de infraestruturas, com vista ao desenvolvimento de uma indústria cultural forte e eficiente.» [DN/Lusa, 06.2017]

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Mais uma fantochada

Debate “Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa”

 

Sessão no Anfiteatro da Parada (Pólo I), conta com a presença de docentes, escritores e jornalistas.

O ciclo de debates “Ensino Superior, Ciência e Sociedade” vai centrar-se no Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A sessão desta terça-feira, dia 29 de Maio, pretende discutir, sob diferentes pontos de vista, tópicos como a motivação do acordo, o estado de implementação em Portugal e nos restantes países de língua oficial portuguesa, caminhos e tendências futuras.

Com início às 15h00, no Anfiteatro da Parada, conta com a presença de Fernando Paulouro Neves (escritor e jornalista), Henrique Manso (Departamento de Letras da Faculdade de Artes e Letras da UBI), João Malaca Casteleiro (linguista) e Nuno Pacheco (Redactor principal do jornal “Público”).

O ciclo de debates “Ensino Superior, Ciência e Sociedade” visa contribuir para a reflexão de diversos temas de interesse e que promovam a participação e a discussão aberta na comunidade académica. É promovido por um grupo de docentes da UBI.

UBI

“Pretende discutir”? Treta.

“Sob diferentes pontos de vista”? Bullshit.

Aquilo não passa, evidentemente, de mais uma sessão de propaganda/intoxicação acordista. O que aliás os tipos nem se deram à maçada de disfarçar ou sequer amaciar enfeitando o paleio com as palermices do costume (“lusofonia”, “projecção da língua”, etc.); nada disso; desta vez entram logo a matar, salvo seja: “o estado de implementação em Portugal “.

Pim. Já está. Salta o anglicismo catita, a armar ao académico de borla e capelo (todo de borla, nada de capelo), e assim abrilhantam aquilo que lhes interessa fazer passar como mensagem subliminar: “estado de”. O que significará, em suas atrofiadas cabecinhas, que o poviléu, a gentinha, as massas ignaras assimilarão a coisa como um verdadeiro, estrito, inelutável facto consumado.

Pois então, vejamos (isto são lucubrações das tais atrofiadas cabecinhas), não se está mesmo a ver que apenas há a “discutir” o “estado da implementação“? Logo, isso significa que o AO90 está “implementado” e pronto, não se fala mais nisso.

Existe, porém, no citado paleio, além das já mencionadas pérolas de coltura, uma escorregadela quiçá freudiana que de uma só penada escangalha todas as pretensões mentalmente tóxicas do escriba que tal porcaria esgalhou mai-las intenções propagandísticas dos sobas locais: “a sessão”. Sim, “a sessão”. A sessão é que pretende discutir. É o que lá diz. Ninguém ali pretende discutir coisa nenhuma, portanto.

Ou seja, como comecei por dizer, a sessão pretende (na acepção de fingir) discutir mas afinal não passa de mais uma sessão de propaganda.

E os “diferentes pontos de vista”, para o efeito, não passarão de outra alegre tertúlia em que, não sendo previsível o massacre da oposição convenientemente ultra-minoritária, toda a gente ficará muito contentinha e dar-se-á mutuamente palmadinhas nas costas por constatar — em esconso UBÍquo na Covilhã e arredores — que a “implementação” do coiso está num “estado” coiso e tal.

 

[O texto estropiado no original transcrito foi automaticamente corrigido pela solução Firefox contra o AO90.]

Feira do Livro de Lisboa 2018 (mais)

Mais três entradas no mapa desacordista da FdL 2018, a acrescentar às anteriormente anunciadas aqui e aqui. No mapa há ainda outras, claro, porque nem todas as editoras anunciam o evento no Facebook.
 

É já esta sexta-feira, 25 de Maio, que começa a Feira do Livro de Lisboa. No espaço das Edições tinta-da-china será…

Publicado por Granta em Língua Portuguesa em Segunda-feira, 21 de Maio de 2018

 

Publicado por João Pedro Graça em Terça-feira, 22 de Maio de 2018

 

Em preparação para mais uma Feira do Livro de Lisboa.

Publicado por Lusodidacta – Livros técnicos de saúde em Quinta-feira, 10 de Maio de 2018

 


 

"click" para "download do esquema (original no "site" da FdL)

Feira do Livro de Lisboa 2018 — mapa de editoras em Português

Não foi fácil localizar os pavilhões e colocar os marcadores — o mais possível — nos sítios certos, mas enfim, só para dar uma ideia, aí está o mapa desacordista da Feira do Livro de Lisboa 2018. Mapa este que naturalmente carece ainda de ajustamentos e, em especial, de acrescentos.

Trata-se, portanto, de um roteiro visual, dinâmico e interactivo assinalando as editoras e/ou entidades que se apresentam no certame em Português são e escorreito.

A Feira do Livro de Lisboa está já, desde pelo menos 2013, altamente contaminada pela novilíngua malaquenha, mas continua a ser possível passar ali — ignorando simplesmente ou evitando com horror os estaminés acordistas — uma boa tarde de livros e leitura.

 

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(As 10 editoras da lista são as que anunciaram a sua participação na FdL através do Facebook e que foram aqui e aqui referidas.)

[Dados recolhidos no site da Feira. Imagem/cartaz da Feira: APEL.]