Não sabe o que é a lusofobia? Então veja os “bonecos”…

O tema não é assim tão novo quanto isso, ainda que possa soar vagamente familiar (salvo seja) e se bem que, paradoxalmente, a esmagadora maioria dos portugueses não tenha jamais ouvido falar em tal coisa. Não se trata, porém, de uma bizarria estranha ou de qualquer neologismo; muito pelo contrário. O termo poderia facilmente remeter para a esquizofasia ou para outra das particularidades que encerram patologias mentais (como, por exemplo, o fenómeno de “projecção” enquanto reflexo do vasto “campo” da esquizofrenia) mas, como veremos — para já, essencialmente através de registos “instantâneos” (imagens, “bonecos”), é esse mesmo fenómeno de projecção que em simultâneo explica o estupro da Língua Portuguesa e, como extra ou brinde, as recentes “queixas” de alguns imigrantes quanto a um putativo “preconceito anti-brasileiro” que, dizem, existe em Portugal.

Fica assim devida e plenamente explicado o referido fenómeno de projecção. Não são os portugueses os culpados e autores daquilo que imputam a outros — os que acusam de dizer e fazer o que eles fazem e dizem.

Existe lusofobia, o termo e de facto, mas não existe “brasileirofobia”, nem de facto nem o termo. A “xenofobia”, o “racismo” de que os brasileiros em Portugal tanto se queixam, tentando fazer-se passar por vítimas, é afinal a xenofobia brasileira, o racismo brasileiro, o preconceito anti-português dos brasileiros, a sua aversão atávica a tudo aquilo que lhes cheire a português, a sua raiva (nem sempre) surda à História de Portugal, o seu desprezo pela Cultura portuguesa, a sua determinação em enterrar para sempre um passado de que se envergonham.

Abre-se assim uma nova e imensa (“22 vezes maior”) área de estudo em Psiquiatria: a lusofobia. Ora, atendendo a que, por definição, qualquer fobia é, de entre todo o arsenal de distúrbios mentais, um dos sintomas mais dificilmente tratáveis — exceptuando talvez o uso de doses cavalares de psicotrópicos, anti-depressivos e benzodiazepinas –, poderemos porventura concluir que afinal os mais “perturbados” não são os próprios pacientes, são quem lhes dá crédito e atura as suas taras e manias. A começar pela fobia anti-lusitana.



[Pesquisa Google (imagens) em 03.07.22; critério de pesquisa: “lusofobia”]



[Reprodução da página da “Wikipédjia” brasileirófona sobre o desporto nacional (“ispórrtchi nációnau”) do Brasil.]


[A Infopédia é uma empresa privada brasileirófila. Neste como em qualquer caso similar a cacografia brasileira é revertida automaticamente para a ortografia do Português.]



«Em psicologia, projecção é um mecanismo de defesa no qual os atributos pessoais de determinado indivíduo, sejam pensamentos inaceitáveis ou indesejados, sejam emoções de qualquer espécie, são atribuídos a outra(s) pessoa(s). De acordo com Tavris Wade, a projecção psicológica ocorre quando os sentimentos ameaçados ou inaceitáveis de determinada pessoa são reprimidos e, então, projectados em alguém ou algo.[1]»
[da Wikipédia brasileirófona, excerto traduzido automaticamente para Português. Ver versão em Inglês.]


Lusofobia: causa(s) e efeito(s) – 4 — “Os brasileirófilos”
Lusofobia: causa(s) e efeito(s) — 3 — “Dar a outra face?”
Lusofobia: causa(s) e efeito(s) — 2 — “O rasgão”
Lusofobia: causa(s) e efeito(s) — 1 — “Morder a Língua”
Não sabe o que é a lusofobia? Então veja os “bonecos”…

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