Dia: 30 de Dezembro, 2023

Um charco “infeto”

Filho de Marcelo envolvido no negócio ruinoso da Santa Casa no Brasil

«O filho do Presidente da República, Nuno Rebelo de Sousa, aparece ligado a um negócio controverso da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa no Brasil, depois das suspeitas de “cunha” no caso das gémeas luso-brasileiras.»

«Nuno Rebelo de Sousa terá tentado marcar uma reunião entre a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, e o presidente do Banco de Brasília no âmbito da iniciativa de internacionalização da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) para o Brasil.»

«A SCML investiu 20 milhões de euros para expandir os jogos sociais a Brasília, capital do Brasil, numa parceria com o Banco de Brasília, mas não teve quaisquer receitas.»

(…)

“ZAP”, 16.12.23

“O investimento no Brasil é que permite que a TAP ainda exista. Foi o melhor investimento que a TAP fez em 50 anos”: Lacerda Machado

«Em causa está o negócio de manutenção no Brasil, que tem sido muitas vezes apontado como um negócio ruinoso»

«Diogo Lacerda Machado defendeu que foi o investimento da TAP no negócio da manutenção da Varig/VEM no Brasil que “viabilizou a sobrevivência” da companhia aérea. A posição foi assumida na audição do antigo administrador na comissão parlamentar de Economia.»

«“Aquilo que viabilizou a sobrevivência durante 15 anos foi o Brasil. E o que permitiu que a TAP se tornasse a maior operadora estrangeira no Brasil foi a VEM. Não havia TAP se não tivesse havido investimento no Brasil”, afirmou.»

(…)

“CNN Portugal”, 09.05.23

A Operação Marquês e os negócios (ruinosos) da PT no Brasil

«O negócio da compra da Oi pela PT é uma das chaves da Operação Marquês. Estes são os bastidores e os detalhes de uma história que cruza Salgado, Sócrates e aquela que foi a maior empresa portuguesa.»

(…)

«Se em 2010, na véspera de um acordo com a PT, a Oi era considerada por Salgado como uma empresa de “grandíssimo potencial” que permitiria atingir o objectivo crucial de a empresa portuguesa permanecer no Brasil depois da venda da participação na Vivo à Telefónica, hoje Salgado considera ruinoso o negócio que tanto apoiou e que foi igualmente apadrinhado e promovido por José Sócrates e Lula Silva.»

(…)

“Observador”, 19.01.17

Fundo de Pensões para negócio ruinoso no Brasil

«90 milhões das pensões da Portugal Telecom foram perdidos no Brasil. A investigação acredita que Ricardo Salgado inspirou a operação, na qual tinha um interesse escondido. »

«A Portugal Telecom usou irregularmente 90 milhões de euros do seu Fundo de Pensões para se envolver, em 2010, num negócio ruinoso no Brasil.»

«O ‘cérebro’ do esquema terá sido Ricardo Salgado, com a ajuda do então primeiro-ministro José Sócrates.»
«Esta é a conclusão para que apontam os responsáveis judiciais da Operação Marquês.»
«O negócio começou na venda da participação da PT numa próspera empresa brasileira de comunicações telefónicas móveis, a Vivo, e acabou na aplicação de parte dessas mais-valias na compra da Telemar/Oi, especializada numa rede de telefones fixos – uma actividade em vias de se tornar residual devido à mudança de hábitos dos utentes.»

(…)

“Sol”, 10.07.17

Estas são quatro amostras, apenas alguns dos “negócios da China que — invariavelmente à custa dos contribuintes portugueses e sempre em benefício de interesses brasileiros — têm sido cozinhados à sombra da “língua universau” desde a imposição manu militari do #AO90 a Portugal e aos PALOP.

Muitos outros roubos e vigarices avulsas pode qualquer um verificar, bastando para o efeito algum trabalho de pesquisa através de qualquer “motor de busca”, desde que inclua critérios de pesquisa tão edificantes como, por exemplo, “negócio ruinoso”, falência, fraude, investimento ou “tráfico de influências”; isto, bem entendido, desde que as constantes sejam sempre “Brasil” (ou brasileiro/s) e “Portugal” (ou português/portugueses); para maior especificidade na obtenção de resultados, a busca poderá envolver ainda instâncias do poder político tuga (Governo, Presidência da República, Parlamento, instituições várias) e também os do lado de lá (Presidência, Senado, empresas privadas etc.).

Os resultados, pela profusão e diversidade das golpadas e dos golpistas envolvidos, com ramificações em áreas tão diversas como as editoras ou a indústria da defesa (militar), poderão surpreender aqueles que, talvez por serem muitíssimo “distraídos”, ainda não entenderam bem o que de facto é a tal “língua universau” e para que serve o “acordo cacográfico”, bem como os acordos subsequentes.