Apartado 53

Um blog contra o AO90 e outros detritos

Pèidéluó, Pútáoyá (1)

como se escreve Pedro em Mandarim: algo como Pèidéluó

 

Olá, o meu nome é Pèidéluó e vivo em Pútáoyá.

Parece que acabei de dizer dois palavrões mas não. Aquilo ali é a tradução de “Pedro” e de “Portugal” para Mandarim (Pinyin).

Toda a gente sabe, por experiência própria e até porque o fenómeno faz já parte do anedotário nacional, os chineses “comem” os RR (érres) porque… não conseguem pronunciá-los. Ou porque “têm preguiça” de articulá-los, como explica esta simpaticíssima chinesa do Brasil.

Quem nunca entrou numa “loja do chinês” à plócula de palafusos ou de blocas, pol exemplo? E quem nunca teve de conter o riso (convém não lile, sobletudo não lile, pala não ofendele) quando nos pelguntam se quelemos glandes ou pequenos?

Mas os chineses não são caso único. “Deficiência” semelhante na pronúncia dos RR têm também americanos, ingleses e todos os demais nativos de Língua inglesa. Os sons “aRRanhados” ou, de forma geral, aqueles que envolvam “érres”, são para eles algo de muito difícil articulação, quando não totalmente impossíveis de articular. A chinesinha do vídeo acima fala também deste problema que são os RR no Inglês e não apenas no Mandarim.

Ora, outro tanto sucede em sentido inverso, isto é, por regra os portugueses manifestam uma tremenda incapacidade para articular certos sons em qualquer Língua estrangeira, seja ela Mandarim, Inglês ou até Francês.

Mesmo que sejam, por paradoxal que isto possa parecer, fluentes em qualquer daquelas Línguas. Basta recordarmos, e igualmente tentando conter o riso, como na loja do chinês, os casos de Mário Soares em Francês ou de José Mourinho em Inglês, por exemplo.

Isto para não referir fenómenos verdadeiramente patológicos, digamos assim, como José Sócrates e o seu “castelhanês” ou “portuñol” totalmente inventado e “alternativo”.

Mas ultrapassemos esta nota de rodapé, simples ilustração da tese pela demonstração de uma situação-limite de incapacidade articulatória.

Incapacidade que, exceptuando patologias, verifica-se ser bem mais comum do que geralmente se admite.

Na Língua inglesa existe uma palavra, quiçá a mais básica de todas, que só à custa de muito treino (ou de uma tendência natural e congénita para “aprender línguas”) um português — e mais ainda um brasileiro — consegue articular correctamente: “THE” (artigo definido). E a coisa piora muitíssimo se o dito português tentar pronunciar qualquer um da gama de sons cuja grafia seja representada por este par de letras: TH. Como em “moth” (traça, borboleta nocturna), thirst/thirsty (sede/sedento) ou thread (vários significados).

É muito engraçado escutar as formas extremamente artísticas como os non-native English speakers  “resolvem” o “problema”. Se esse falante não nativo de Inglês for português (ou, pior, repito, se for brasileiro) então a maneira que ele arranja para “desenrascar” o TH já não é só hilariante — é de rebolar a rir.

(mais…)

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“E, se necessário, unhas”

Idadismo*

* Texto publicado hoje no Jornal do Centro

1. Edviges Antunes Ferreira, presidente da Associação de Professores de Português, acaba de ter os seus cinco minutos de fama, ao declarar à Lusa que aceitava uma “revisão ligeira” (sic) do Acordo Ortográfico.

A stora avisa logo que não quer o regresso das consoantes mudas porque, para os alunos, “é muito mais simples escrever conforme falamos do que estarem a perceber ou a decorar, principalmente depois de ter abolido e estar a escrever de uma determinada forma, estar a voltar atrás” (sic). Tentemos perceber esta ideia enrodilhada — a stora quer que os alunos espetem “espetadores” nas frases porque agora seria difícil a eles, que são novos, “voltar atrás”.

Logo a seguir, Edviges derrama: “o nível etário das pessoas é bastante elevado, em média, o que significa que há sempre aquelas vozes, que são os ‘Velhos do Restelo’, que tudo que seja mudança, não a vêem com bons olhos” (sic). Esta “sociologia” da stora tem também, infelizmente, problemas de gramática e de lógica. Tentemos desnevoar a coisa: a mulher acha que os velhadas são mais que muitos e uns imobilistas.

Conclusão: os novos “veem com bons olhos” o espetanço de “espetadores” ou o lúbrico “arquitetas” nas frases, porque foi assim que os acordistas os ensinaram, e eles não podem mudar; já os “velhos do Restelo” que “vÊem com bons olhos” espeCtadores e arquiteCtas nas frases, porque foi assim que lhes ensinaram, são uns atrasos de vida.

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Em Português – 15

Lusodidacta


Brincar é um direito da Criança reconhecido na Convenção Internacional dos direitos da Criança, nas Nações Unidas e consagrado na Carta da Criança Hospitalizada onde, no Artigo 7.º, se lê que “o Hospital deve oferecer às crianças um ambiente que corresponda às necessidades físicas, efectivas e educativas, quer no aspecto do equipamento, quer no do pessoal e da segurança”.

Lusodidacta – Livros técnicos de saúde
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El Corte Inglés Portugal


Excepto Serviços, Cartão Presente, Cabazes de Natal, Restauração, Espaço Saúde e Club Del Gourmet.

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Revista Descla


A floresta é ainda conhecida pelas mais de 500 espécies endémicas de invertebrados, entre moluscos, aracnídeos e insectos. Nestes últimos, o isolamento geográfico e as grandes diferenças de altitude fizeram com que aqui se desenvolvessem tipos com formas muito particulares, como a redução ou atrofiamento das asas e a alteração do tamanho corporal, bem visível nalguns coleópteros. A Laurissilva integra o Parque Natural da Madeira, conferindo-lhe a este um forte estatuto de protecção. Desde 1992 faz ainda parte da rede de Reservas Biogenéticas do Conselho da Europa e constitui Zona de Protecção Especial-ZPE, no âmbito da Directiva Aves.

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Em Português – 14

Editorial Divergência


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In-Libris


Atendendo à grande dimensão editorial deste projecto, disponibilizamos um protótipo que se encontra nas nossas instalações ao seu dispôr no sentido de lhe podermos mostrar o que irá ser esta edição de bibliófilo.
Atendendo ao reduzido número de exemplares, as reservas serão consideradas conforme a sua ordem de recepção.

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Jornal @Verdade (Moçambique)


A Polícia da República de Moçambique (PRM), no Niassa, colocou cinco supostos assaltantes à mão armada fora de acção e disse que os mesmos são perigosos cadastrados, que aterrorizavam os distritos de Ngauma, Mecanhelas, Cuamba e Mavago.

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Em Português – 13

Casa da Música


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Apeiron Edições


“Como portugueses cabe-nos o dever moral e nacional de transmitir as obras e os feitos das gerações que nos precederam – e que perpetuaram esta nação até aos dias de hoje –, e legá-los às gerações vindouras a fim de que, como país, possamos continuar a viver através da história futura. É como que uma seiva, um sopro mágico que vem desde o início dos tempos e ficou gravado nas nossas tradições, nos nossos costumes e nos determina como povo – com todos os particularismos individuais e colectivos –, com uma identidade própria e uma soberania sólida.” – Eduardo Amarante

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Jornal O Diabo


“Existem vários planos e projectos elaborados há mais de 50 anos e que nunca foram implementados, os quais só pecam por virem tarde de mais”. Para se ultrapassar uma calamidade cada vez mais frequente como a seca, o dirigente da Confederação dos Agricultores de Portugal adianta ser necessário flexibilizar “as exigências e a burocracia que a Agência Portuguesa do Ambiente impõe a todos aqueles que querem realizar alguma acção de captação de água, ignorando que estamos numa situação muito complicada que sai muito do parâmetro estabelecido. Não é aceitável este tipo de postura”

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Em Português – 12

UHF


O baixista do projecto é Nuno Espírito Santo, antigo baixista dos UHF e filho do baterista Luís Espírito Santo, também antigo elemento do grupo.

UHF (banda Rock)
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Editora Mar da Palavra


A sessão conta com a participação da especialista em literatura para a infância Maria da Natividade Pires (docente na Escola Superior de Educação de Castelo Branco), que fará a apresentação desta obra infanto-juvenil, complementada pela intervenção da actriz Carla Sofia Miguel (Ajidanha – Associação de Juventude de Idanha-a-Nova), além de uma «performance» musical, em viola beiroa, por Alísio Saraiva.

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Diário de Coimbra


Campanha válida para todos os estudantes do Ensino Superior disponível após envio de comprovativo de matrícula válido no ano lectivo 2017/2018.

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