Apartado 53

Um blog contra o AO90 e outros detritos

Etiqueta: Espanha

Em Português – 22

Spain.info

Sabe que pode fazer uma escapadela a Tenerife. Já há voos directos desde Lisboa? #visitspain

Publicado por Spain.info em Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2017

Sabe que pode fazer uma escapadela a Tenerife. Já há voos directos desde Lisboa? #visitspain

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Teatro Municipal Joaquim Benite

Passatempo "Nathan, o sábio"Temos cinco convites duplos para oferecer para a sessão desta noite, 15 de Dezembro, às…

Publicado por Teatro Municipal Joaquim Benite em Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

Temos cinco convites duplos para oferecer para a sessão desta noite, 15 de Dezembro, às 21h00. Para ganhar basta responder correctamente à seguinte questão: qual o nome do autor do texto “Nathan, o sábio”?

Teatro Municipal Joaquim Benite (Almada)
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HOMENS DA LUTA

Publicado por HOMENS DA LUTA em Sábado, 16 de Dezembro de 2017

Ver um comediante a queixar-se do politicamente correcto é como ver um forcado a queixar-se que o touro marra com força. A boa comédia é sempre politicamente incorrecta. #deixemdeserconas

HOMENS DA LUTA
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Em Português – 17

Editora Objectiva

É já hoje que Ana Bravo apresenta o seu mais recente livro, Sem Culpa, Com Sabor, um livro que tem o selo da campanha do SNS, Juntos contra o sal. Na Bertrand Amoreiras, às 18h30.

Publicado por Editora Objectiva em Terça-feira, 28 de Novembro de 2017

O livro, que está aprovado pela campanha Juntos Contra o Sal, do Ministério da Saúde, será apresentado pelo Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, pela actriz Rita Pereira e pela cantora Carolina Deslandes.

Editora Objectiva
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Olhares do Mediterrâneo – Projecto CRIA

A Drª Teresa Fragoso, Presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, e da Drª Carla Raposeira, Directora…

Publicado por Olhares do Mediterrâneo em Sexta-feira, 29 de Setembro de 2017

A Drª Teresa Fragoso, Presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, e da Drª Carla Raposeira, Directora de Divisão de Cultura da Fundação Inatel na abertura da 4ª Edição do Festival Olhares do Mediterrâneo.

Olhares do Mediterrâneo – Projecto CRIA
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Rodrigo Leão

2018 é o ano em que Rodrigo Leão comemora os 25 anos de uma bem sucedida carreira a solo e serão muitos e variados os…

Publicado por Rodrigo Leão em Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2017

2018 é o ano em que Rodrigo Leão comemora os 25 anos de uma bem sucedida carreira a solo e serão muitos e variados os eventos a assinalar esse acontecimento. As comemorações começam amanhã com uma exposição retrospectiva no espaço atmosfera m, na Rua Castilho, n.º 5 em Lisboa.
Em 2018 haverá discos novos e reedições e ainda 4 espectáculos diferentes que irão subir a palco em várias zonas do país. Fiquem atentos para mais informação.

Rodrigo Leão
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Em Português – 8

Zéfiro – Edições e Actividades Culturais

"Aquilo que considerais como uma extensão não é o espaço, mas sim o tempo. Toda a percepção é uma impressão do tempo. O…

Publicado por Zéfiro em Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017

“Aquilo que considerais como uma extensão não é o espaço, mas sim o tempo. Toda a percepção é uma impressão do tempo.”

Zéfiro – Edições e Actividades Culturais
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O Mirante

Publicado por O Mirante em Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017

Começou hoje o evento “Portugal Economia Social”, no Centro de Congressos de Lisboa. E como não podia deixar de ser, o Jornal da Região, para além de apoiar a divulgação desta iniciativa, marca também presença com uma acção de distribuição especial.

O Mirante (Semanário regional, Diário online, Editora, canal de TV)
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Teatro Tivoli BBVA

Até 5 de Novembro! Não percam #SimoneOMusical!Cliquem nas fotos e descubram Quem é Quem neste musical.

Publicado por Teatro Tivoli BBVA em Terça-feira, 24 de Outubro de 2017

10 actores sobem a palco para cantar a vida de Simone de Oliveira. Pelas suas próprias palavras e emoções, deixam aqui o seu papel neste musical biográfico que é e faz história na cultura nacional.
Em cena até 5 de Novembro no Teatro Tivoli BBVA. Dias 10 e 11 de Novembro no Coliseu Porto. Dias 17 e 18 de Novembro no CAE da Figueira da Foz.

Teatro Tivoli BBVA
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Em Português – 5

Edições Tinta-da-China

Na Tinta-da-china, o Natal são quatro semanas, e começa HOJE. As nossas colecções icónicas estarão com 30% de desconto,…

Publicado por Edições tinta-da-china em Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

Na Tinta-da-china, o Natal são quatro semanas, e começa HOJE. As nossas colecções icónicas estarão com 30% de desconto, uma por semana. A primeira é a de Literatura de Humor, dirigida por Ricardo Araújo Pereira.

Edições Tinta-da-China
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Rádio “Renascença”

Ana Galvão: "Aceitei o convite da Renascença quando estava na …

"Vamos encher a vida das pessoas com as histórias que devem levar para casa", promete Ana Galvão, a nova voz das tardes da #Renascença. Ana Galvão esteve com a Carla Rocha e levantou o véu do que vai fazer na sua rádio a partir de 27 de Novembro.

Publicado por Renascença em Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

“Vamos encher a vida das pessoas com as histórias que devem levar para casa”, promete Ana Galvão, a nova voz das tardes da #Renascença.
Ana Galvão esteve com a Carla Rocha e levantou o véu do que vai fazer na sua rádio a partir de 27 de Novembro.

Rádio “Renascença”
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Revista “Raia Diplomática”

Marraquexe – cidade que tudo funde #RaiaDiplomatica https://raiadiplomatica.info/2017/10/31/marraxeque-cidade-tudo-funde/

Publicado por Raia Diplomática em Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017

É a cidade velha com os seus palácios e os mercados. A mesquita Koutoubia do século XII sobressai. Está ao fundo da rua com o minarete que serviu de modelo à Giralda de Sevilha e também à Torre Hassan da actual capital do país, Rabat.

Revista “Raia Diplomática” (Portugal/Espanha)
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“A nossa língua ninguém pode comprar” [revista “Raia Diplomática”, 20.10.17]

“Ki Nobas”?

Pergunta um luso-descendente do Bairro Português de Malaca a querer saber novidades.

Esta é uma das expressões que oiço habitualmente. Um pouco do nosso Portugal longínquo e flutuante, herança portuguesa de uma outra geração.

Um dia, uma amiga chinesa visitou-me em Malaca e levei-a a conhecer a comunidade. Cruzámo-nos com o Senhor António, que caminhava com o seu carrinho de mão e as suas redes de pesca ao longo da rua Teixeira. Apresentei-o falando em inglês, dizendo que era o meu amigo António. A minha amiga disse “Hello Anthony”, ao qual ele respondeu “My name is António, Portuguese name” apertando a mão e sorrindo.

A identidade de um povo, assim como de uma comunidade, sente-se na alma das pessoas quando convivemos com elas no dia-a-dia, sente-se na sua vontade de querer ser, na forma como reagem e interpretam a sua história e como a projectam no futuro.

Na isti parti di mundo”, deparei-me com várias gerações de pessoas orgulhosas da nossa identidade. O senhor que canta o fado, a criança que joga ao berlinde, o jovem que dança folclore, a senhora que confecciona bolos tradicionais, o senhor da mercearia.

Conheço gente com verdadeira alma lusitana sem nunca terem visitado Portugal. Sentem-se portugueses, sem renegarem a sua nacionalidade Malasiana. Houve uma evolução diferente do Português na comunidade luso-descendente de Malaca, uma evolução que resultou da simples vontade e necessidade de querer comunicar na língua materna. Foi esta vontade, este sentir, esta necessidade de se identificarem com os seus antepassados que permitiu que ainda hoje se possa ouvir em Malaca: “Sou Português”.

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‘Enquanto isso, numa galáxia muito, muito distante…’

«La defensa de la identidad lingüística por parte de este grupo propició dos acontecimientos destacables. Por un lado, en octubre de 1843, Domingo Faustino Sarmiento propuso en la Facultad de Filosofía y Humanidades de Santiago de Chile un audaz proyecto de reforma ortográfica. Por otro, en enero de 1876, el poeta Juan María Gutiérrez devolvió el diploma de académico correspondiente que le había enviado la Real Academia Española. Todos ellos, pues, fueron tempranos promotores del autoctonismo idiomático, basados en el principio de que uno de los atributos esenciales de una nación libre es la posesión de una lengua propia.»

La lengua propia como ejercicio de la identidad

Oscar Conde

Clarin.comRevista Ñ

José Luis Moure propone una antología de textos que pone al día las discusiones acerca de un español argentino.

 

Más allá de que los intentos de acercamiento de la Real Academia hacia sus correspondientes americanas hayan comenzado a mediados del siglo pasado, ha sido recién en el actual cuando se inició por fin un proceso para el desmantelamiento de la subvaloración del español de América. No hace demasiado –un par de décadas, a lo sumo– que se le reconoce al español un estatus policéntrico. En otras palabras, ya no es defendible la posición que hace del habla de Madrid (o de cualquier otra ciudad de la península) un modelo único y “puro” para más de 560 millones de hispanohablantes. El policentrismo enseña que no existe un solo paradigma de la lengua española, y que las variedades utilizadas en Lima, Medellín, La Paz o Buenos Aires son igual de prestigiosas que las de Toledo o Salamanca.

Los departamentos de español y romanística de diversas universidades europeas y estadounidenses han comenzado ya a trabajar con la lengua sobre la base de este concepto que, lejos de resultar disruptivo o incómodo, parece haberse consensuado dentro de los estudios lingüísticos para poner en su lugar las cosas. La posición clásica del monocentrismo, prevalente no solo durante la época colonial sino al menos hasta mediados del siglo XX, conserva sin embargo muchos adeptos en el espacio simbólico de la enseñanza de español para extranjeros –ámbito en el cual, además de una disputa entre políticas lingüísticas de signo opuesto, está en juego un jugosísimo negocio–. Es que los profesores de español, cuando son españoles, normalmente combaten la tesis policéntrica, ya porque acuerdan con las posiciones político-económicas del Instituto Cervantes, ya por orgullosa convicción patriótica.

Nuestra expresión (EUDEBA), del filólogo José Luis Moure, actual presidente de la Academia Argentina de Letras, se inscribe en una larga tradición de escritos en torno al español de la Argentina, iniciada casi a comienzos del siglo XIX –pocos años después de la Revolución de Mayo– y, más puntualmente, se suma a dos antologías recientes que, como esta, ofrecen testimonios acerca de las distintas posiciones sostenidas a través del tiempo en los debates político-lingüísticos referidos a la existencia o no de una lengua nacional. Tales antecedentes son Voces y ecos (2012), de Mara Glozman y Daniela Lauría, y La querella de la lengua en la Argentina (2013), de Fernando Alfón.

La discusión acerca de un español americano y, más adelante, de un español argentino tuvo como protagonistas, en primera instancia, a los intelectuales nucleados en el Salón Literario, entre otros, Marcos Sastre, Esteban Echeverría y Juan Bautista Alberdi, quien en la sesión inaugural del 18 de junio de 1837 reclamaba ya una lengua nacional capaz de reflejar la nueva realidad de la América libre. La defensa de la identidad lingüística por parte de este grupo propició dos acontecimientos destacables. Por un lado, en octubre de 1843, Domingo Faustino Sarmiento propuso en la Facultad de Filosofía y Humanidades de Santiago de Chile un audaz proyecto de reforma ortográfica. Por otro, en enero de 1876, el poeta Juan María Gutiérrez devolvió el diploma de académico correspondiente que le había enviado la Real Academia Española. Todos ellos, pues, fueron tempranos promotores del autoctonismo idiomático, basados en el principio de que uno de los atributos esenciales de una nación libre es la posesión de una lengua propia.

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