Etiqueta: Inglês

Lápis azul nas redes anti-sociais [5]

«Porque nós temos a oposição, a nível global, de uma conspiração monolítica e impiedosa que se apoia em meios obscuros para expandir as suas esferas de influência, com infiltração em vez de invasão, com subversão em vez de eleições, com intimidação em vez de livre escolha, com guerrilha a coberto da noite em vez de exércitos à luz do dia. É um sistema que congrega vastos recursos humanos e materiais que resultam numa máquina eficiente e afinada, que combina operações militares, diplomáticas, de espionagem, económicas, científicas e políticas. As suas actuações são feitas em segredo, não reveladas ao público. Os seus erros são enterrados, não mencionados. Os que discordam são silenciados, não apreciados. Nenhuma despesa é questionada, nenhum rumor sai na imprensa, nenhum segredo é revelado.» [John Fitzgerald Kennedy, Presidente dos Estados Unidos da América, New York City, 27 April 1961]

Nesta altura, ainda o vídeo de JFK não tinha sido bloqueado por “copyright infringement” (queixa de 1 agente auto-alcunhado como “Zé Pawns“). O tema então mais activo na minha conta YT era o “processo Casa Pia”.

Não há coincidências

Para compreender a diferença entre o lápis azul virtual, geral e casuístico, e aquilo que é de facto censura por delito de opinião, cirúrgico e objectivo, com motivações políticas e ad hominem, não basta simplesmente enumerar uma cadeia de episódios, ainda que a anormal recorrência desses episódios indicie per se a existência — ou, no mínimo, a suspeita — de um padrão subjacente. Pode “não ser nada”, como se costuma dizer, mas nunca fiando.

Vinte anos “disto” é bem capaz de chegar e sobrar para algo bem mais “pesado” do que apenas desconfiar. Não é de ontem nem de anteontem, que as “coincidências” se vão acumulando. Ora, se ao menos assumirmos que na vida em geral muito raramente e na política em particular absolutamente nunca alguma coisa é mera coincidência…

A finalidade única desta série de conteúdos sobre “lápis azul”, contando também com todos os antecedentes (como por exemplo, os dois “posts” sobre A Internot), é alertar para os perigos que correm e a que tipo de retaliações podem sujeitar-se todos aqueles que julgam, por ingenuidade ou mera “distracção”, que o Artigo 37.º da Constituição vale mesmo o que lá está solenemente garantido. Trata-se, portanto e em suma, de deixar a quaisquer presentes ou futuras vítimas de censura ou represália por delito de opinião algumas pistas, caso ainda acreditem que também existe disso em Portugal, para que exerçam a sua prerrogativa mais básica e inalienável — o direito de legítima defesa.

Os sucessivos episódios de censura no Fakebook — alguns dos quais são de facto hilariantes mas outros nem por isso, ou rigorosamente nada — podem não ser ainda indícios suficientes. Com tudo isso, a que se juntam os sucessivos ataques técnicos — quanto aos pessoais, de “anónimos”, identificados e infiltrados, nem vale a pena bater mais no ceguinho –, bem, o mais natural é que por fim ainda ressurja a rapsódia da “vitimização”; até porque esta é uma palavrinha que está na moda, por um lado, e por outro há quem não reconheça a vitimização — uma táctica política, não um insulto canalha — nem que esbarre nela e parta o nariz.

A plataforma YouTube não é geralmente considerada como sendo uma “rede social”, mas na verdade funciona como tal: os utilizadores publicam “posts” com vídeos, estes são comentados e/ou partilhados, qualquer pessoa pode subscrever as contas que entender, existem “likes” e “unlikes” etc.

Ora, também no YouTube, e já desde antes do #AO90, quando ocorreram outros “fenómenos” (Maddie Mccann, diploma de Sócrates, processo Casa Pia) mas principalmente desde que o (meu) assunto principal passou a ser a aldrabice brasileirista, choveram os apagamentos, as limitações, as suspensões da (minha) conta de utilizador. Cá está de novo o padrão, tanto no Fakebook como no “TuEntubas”.

Uma das ocorrências de censura ali ocorridas está retratada, a traços largos, nas imagens que se seguem e nas respectivas legendas.

O “post” em que o vídeo aparecia ficou assim.

O “aviso” da plataforma You Tube sobre o vídeo refere “direitos de autor” (copyright infringement) como motivo para o apagamento.


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Lápis azul nas redes anti-sociais [2]

Facebook Standards

O “Código Penal” do Fakebook

Esta é a reprodução do dicionário terminológico do Facebookês, a língua em uso naquela rede anti-social, tipificando onomasticamente tudo o que a casa gasta e também — principalmente — aquilo que à casa rende. “Fala” por si mesma a rigidez terminológica assim determinada, não prevendo qualquer espécie de concessão ou elasticidade, sinónimos ou alternativas.

O que se segue, em bloco de citação, contém o que a “legislação” interna estipula como sendo “Hate Speech” (“discurso de ódio”, na tradução vulgarizada). Escusado será dizer que absolutamente ninguém lê uma só linha de qualquer dos enormes manuais de “Direito” facebookiano, as suas diversas Policies, o “código de conduta” — interna, mas que é aplicada externamente –, os volumes dispersos e os escondidos, os inúmeros documentos de “orientação” e as orientações propriamente ditas, as de pé-de-orelha, tudo muito bem protegido, que de calhamaços também se fazem muros e com sussurros se rosnam ameaças.

Facebook Community Standards

Hate Speech

Do not post:

Content targeting a person or group of people (including all groups except those who are considered non-protected groups described as having carried out violent crimes or sexual offenses or representing less than half of a group) on the basis of their aforementioned protected characteristic(s) or immigration status with:

  • Violent speech or support in written or visual form
  • Dehumanizing speech or imagery in the form of comparisons, generalizations, or unqualified behavioral statements (in written or visual form) to or about:
    • Insects.
    • Animals that are culturally perceived as intellectually or physically inferior.
    • Filth, bacteria, disease and feces.
    • Sexual predator.
    • Subhumanity.
    • Violent and sexual criminals
    • Other criminals (including but not limited to “thieves,” “bank robbers,” or saying “All [protected characteristic or quasi-protected characteristic] are ‘criminals’”).
    • Statements denying existence.
  • Mocking the concept, events or victims of hate crimes even if no real person is depicted in an image.
  • Designated dehumanizing comparisons, generalizations, or behavioral statements (in written or visual form) that include:
    • Black people and apes or ape-like creatures.
    • Black people and farm equipment.
    • Caricatures of Black people in the form of blackface.
    • Jewish people and rats.
    • Jewish people running the world or controlling major institutions such as media networks, the economy or the government.
    • Denying or distorting information about the Holocaust.
    • Muslim people and pigs.
    • Muslim person and sexual relations with goats or pigs.
    • Mexican people and worm-like creatures.
    • Women as household objects or referring to women as property or “objects”.
    • Transgender or non-binary people referred to as “it”.
    • Dalits, scheduled caste or ‘lower caste’ people as menial laborers.

Content targeting a person or group of people on the basis of their protected characteristic(s) with:

  • Generalizations that state inferiority (in written or visual form) in the following ways:
    • Physical deficiencies are defined as those about:
      • Hygiene, including but not limited to: filthy, dirty, smelly.
      • Physical appearance, including but not limited to: ugly, hideous.
    • Mental deficiencies are defined as those about:
      • Intellectual capacity, including but not limited to: dumb, stupid, idiots.
      • Education, including but not limited to: illiterate, uneducated.
      • Mental health, including but not limited to: mentally ill, retarded, crazy, insane.
    • Moral deficiencies are defined as those about:
      • Character traits culturally perceived as negative, including but not limited to: coward, liar, arrogant, ignorant.
      • Derogatory terms related to sexual activity, including but not limited to: whore, slut, perverts.
  • Other statements of inferiority, which we define as:
    • Expressions about being less than adequate, including but not limited to: worthless, useless.
    • Expressions about being better/worse than another protected characteristic, including but not limited to: “I believe that males are superior to females.”
    • Expressions about deviating from the norm, including but not limited to: freaks, abnormal.
  • Expressions of contempt (in written or visual form), which we define as:
    • Self-admission to intolerance on the basis of a protected characteristics, including but not limited to: homophobic, islamophobic, racist.
    • Expressions that a protected characteristic shouldn’t exist.
    • Expressions of hate, including but not limited to: despise, hate.
  • Expressions of dismissal, including but not limited to: don´t respect, don’t like, don´t care for
  • Expressions of disgust (in written or visual form), which we define as:
    • Expressions that suggest the target causes sickness, including but not limited to: vomit, throw up.
    • Expressions of repulsion or distaste, including but not limited to: vile, disgusting, yuck.
  • Cursing, except certain gender-based cursing in a romantic break-up context, defined as:
    • Referring to the target as genitalia or anus, including but not limited to: cunt, dick, asshole.
    • Profane terms or phrases with the intent to insult, including but not limited to: fuck, bitch, motherfucker.
    • Terms or phrases calling for engagement in sexual activity, or contact with genitalia, anus, feces or urine, including but not limited to: suck my dick, kiss my ass, eat shit.

Content targeting a person or group of people on the basis of their protected characteristic(s) with any of the following:

  • Segregation in the form of calls for action, statements of intent, aspirational or conditional statements, or statements advocating or supporting segregation.
  • Exclusion in the form of calls for action, statements of intent, aspirational or conditional statements, or statements advocating or supporting, defined as
    • Explicit exclusion, which means things like expelling certain groups or saying they are not allowed.
    • Political exclusion, which means denying the right to right to political participation.
    • Economic exclusion, which means denying access to economic entitlements and limiting participation in the labour market.
    • Social exclusion, which means things like denying access to spaces (physical and online)and social services, except for gender-based exclusion in health and positive support Groups.

Content that describes or negatively targets people with slurs, where slurs are defined as words that are inherently offensive and used as insulting labels for the above characteristics.

Para que se não misturem conceitos, contaminando uns com os outros, é melhor evitar — pelo menos, para já — quaisquer analogias entre o Fakebook e aquilo que se passa no Twitter. Os princípios basilares são os mesmos, a repressão pura e simples do livre pensamento, a liquidação sumária da liberdade de opinião e expressão, mas os métodos pidescos diferem em diversos aspectos, numa rede e na outra. Atenhamo-nos, por conseguinte, àquilo que é cada vez mais (descaradamente) notório no recreio do puto Mark, esse insuportável fanfarrão, e dedicando particular atenção ao que estão por cá a fazer agentes portugueses com a sua particular maestria na arte da estupidificação em massa. Portanto, de momento, “basta-nos” o Fakebook (incluindo as demais “redes” que o dito puto já devorou, como o Instagram) e quais os métodos pidescos mais utilizados na delegação tuga da chafarica markiana.

Não misturemos também aquilo que vamos vendo e lendo, as figuras públicas (talvez) banidas pela sede de Menlo Park, California — são principalmente americanos, mas há também canadianos, franceses e ingleses, entre outros — e as controvérsias que esses episódios mediáticos geram, com o que se vai passando entre as imensas manadas de gado que pastam na paisagem, as reses pastoreadas pelos portadores da flauta ideológica.
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A vitimização como arma política – 2

Gerundiando o estando ensinando

Como prevê expressamente o acordo cacográfico da língua brasileira, «há que procurar uma versão de unificação ortográfica que acautele mais o futuro do que o passado e que não receie sacrificar a simplificação também pretendida em 1986, em favor da máxima unidade possível.» Evidentemente, a expressão “unificação ortográfica” não passa de uma falácia repugnante, dado que as intenções subjacentes a essa “unificação” vão muito para além de tão impossível quanto absurda “minudência”.

As verdadeiras finalidades do plano estabelecido por meia dúzia são de carácter exclusivamente político-económico e geoestratégico: a anexação de Portugal — a sua soberania enquanto Estado, a identidade nacional, as suas Língua e Cultura — a um putativo potentado brasileiro de implantação mundial, através da criação da porta dos fundos para a União Europeia e à custa das outras sete ex-colónias portuguesas. O “acordo” de 1986 foi o ponto de partida negocial, sendo a oferta gratuita (a Língua Portuguesa e demais “facilidades”) oficializada através do AO90; a isto seguiu-se a invenção ad hoc da CPLB, em 1996, servindo esta “comunidade” (paga pelos contribuintes “tugas”) como cobertura política para os avanços da novel potência colonial e a referida versão final do “acordo” de 1990 funcionando como uma espécie de pretexto ideológico para atabalhoadamente “justificar” o golpe inicial por precaução e os subsequentes por antecipação.

Tem de facto costas largas, este “acordo” dito “ortográfico”. Largura essa que se resume ao ditame único “serve para tudo”. A pretensa “língua unificada” (a brasileira, claro) que teoricamente o justificaria serve como a camuflagem perfeita para a imposição selvática a Portugal (e PALOP) de uma língua alienígena — em todas as suas partes constituintes, não apenas numa única categoria gramatical — e para o esmagamento sumário, por arrastamento ou inerência, de todo e qualquer resquício da identidade nacional… portuguesa.

Os acontecimentos mais recentes envolvendo diversos episódios de supostos “racismo, preconceito e xenofobia”, dos quais vão resultando cada vez mais “queixas” que os media exploram até à náusea, servem na perfeição os fins em vista, ou seja, a cada vez mais descarada discriminação selectiva (dita “positiva”, em jargão politiqueiro), privilegiando com prerrogativas exclusivas os imigrantes de uma única proveniência em detrimento de todos os outros e das suas origens geográficas, culturais e identitárias — a começar pelos próprios portugueses, aos quais tais privilégios estão também vedados. Claro que, aliás na senda da narrativa habitual, a governamental hipocrisia e o proverbial mercenarismo dos órgãos de propaganda tratam imediatamente, munidos das suas pinças “ideológicas” de respeitinho a “eles, que são 230 milhões e nós somos só 10 milhões”, de produzir o máximo de ruído possível e de “tomar medidas” — sempre com os mesmos fins, os mesmos pretextos, os mesmos destinatários.

Em Portugal, de entre todas as comunidades de imigrantes (anglófonos ou francófonos e os provenientes de Ucrânia, Rússia, Roménia ou Moldávia, por exemplo) apenas os brasileiros se recusam sistematicamente a falar e ainda mais a escrever usando a Língua nacional; pelo contrário, aliás, os brasileiros fazem absoluta questão de impor aos nacionais a sua própria linguagem e não se coíbem sequer de manifestar irritação quando algum português se “atreve” a não entender o que dizem; fazem absoluta questão de jamais tentar sequer adaptar o seu linguajar às regras gramaticais mais básicas ou de usar um vocabulário inteligível ou as expressões idiomáticas mais comuns em Portugal. Nem quando eles próprios não entendem o que diz um português usam qualquer das formulações normais e usuais (como?, desculpe?, não entendi, como diz? etc.) ; em qualquer caso utilizam por sistema a interjeição que pelos vistos no seu país é a única: “oi”?

Este aparente pormenor é apenas mais um indício do bizarro fenómeno de “preconceito linguístico” ao contrário, ou seja, a imposição a quem está do “falar” de quem chega. Do “falar” e do “escrever”, bem entendido. Neocolonialismo de sentido inverso, portanto, uma horrorosa perversão politicamente motivada que vai muito para além do mero paradoxo semântico ou idiossincrático.

Estribado na pretensa língua “universau” brasileira (via AO90), o plano de erradicação da Língua e da Cultura portuguesas compreende a táctica de vitimização sistemática como forma de pressão acrescida para “agilizar” e “simplificar” — ou seja, abreviar — o esmagamento da soberania nacional. Esta táctica vai apresentando torções e contorções cada mais imaginativas e chocantemente óbvias, incluindo a vitimização por proxy e sempre contando com o precioso auxílio do chamado coitadismo militante: brasileiros queixam-se imenso de “racismo e xenofobia” e alguns portugueses correm a “solidarizar-se” com eles, coitadinhos, que são tão perseguidos, coitadinhos, e que até não são eles mesmos racistas e xenófobos nem nada, que ideia.

E depois, como seria mais do que previsível ainda nos anos 90 do século passado, a imposição ditatorial do AO90 tem vindo a revelar-se bem mais catastrófico do que aquilo que na altura foram capazes de prever alguns especialistas em linguística, História e pedagogia. Com o tempo, fomos verificando que afinal qualquer parecer seria redundante e frívolo, mero exercício de entretenimento político (todos eram contra, todos foram arquivados, nenhum produziu qualquer efeito); aliás, nem dez vezes mais pareceres e nem mesmo caso incluíssem áreas tão imprescindíveis como a sociologia e, principalmente, a psiquiatria (o “acordo” foi o alucinado resultado de uma obsessão esquizofrénica), pois nem assim serviriam para alguma coisa os estudos de ainda mais prestigiadas autoridades intelectuais. A decisão é política, foi tomada politicamente (mas nunca assumida como tal) e “portanto” a “legitimidade” conferida por uma minoria da população “autorizou” alguns políticos a cozinhar a sua abominável negociata e a impô-la sumária e abusivamente a todos os portugueses.

Algumas das consequências do desastre cacográfico e da submissão canina a uma potência estrangeira têm-se revelado das mais variadas e igualmente imaginativas formas, principalmente aquelas que se revestem de especial ridículo.

É miserável mas não deixa de ser caricato o que vai sucedendo, por exemplo paradigmático, no assim dito “sistema de Ensino” indígena: evidentemente, visto que “eles são 230 milhões e nós somos só 10 milhões”, então há que — além de escrever como “eles” falam — “facilitar” e “agilizar” também o percurso académico “deles” (e só deles, para os alunos portugueses fica tudo na mesma), aceitando que escrevam como falam (ou como de resto lhes der na real gana). Este aparente conflito resultante da aculturação selvagem deixará de o ser de imediato, como que por milagre, com o estalar de dedos do costume — ou seja, via “orientações” internas da tutela, na secretaria da 24 de Julho, e de seguida com a consagração legal na respectiva linha de montagem, a São Bento.

Professores querem regra clara do Iave sobre variante brasileira em exames de Português para evitar desigualdades

Associação de professores vai levar tema a reunião ao conselho científico do Iave. A variante brasileira deve ser aceite em exames? Há professores que dizem que “a língua é a mesma” e quem defenda que alunos se devem adaptar, outros falam em “xenofobia linguística”. Alunos comentam: “Pode ser muito frustrante escrever na sua própria língua e ser penalizado, quando no seu país não era errado”.

 

João Rodrigues, professor na Escola Secundária Rainha Dona Amélia, em Lisboa, não corrigia exames de Português do 12.º ano havia alguns anos. Mas este ano teve que penalizar respostas escritas na variante brasileira de Português que não iam ao encontro da norma do padrão do português europeu. “É revoltante quando a expressão sintáctica está correcta [na variante brasileira] e tenho que penalizar. Revolta-me bastante porque sinto que estou a prejudicar e a discriminar os alunos”, afirma ao PÚBLICO.

Foi o que aconteceu com os estudantes cujos exames classificou, um deles poderia ter uma nota superior aos 12 valores que atribuiu: “Se não tivesse a penalização”, poderia ter chegado aos 14 ou 15, afirma. “Um falante da variante brasileira dificilmente consegue esquecer aquilo que é a sua norma, pelo que me parece muito injusto a aplicação deste critério.”

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A Internot – 2

A Internot – 1

… “na sombra”. “Uma maquinação de indivíduos que operam na sombra.”

Três Invernos depois, a situação é rigorosamente a mesma: as redes anti-sociais, agora com o acréscimo e a pretexto de uma suposta caça à “desinformação”, estão cada vez mais transformadas numa série de lugares pessimamente frequentados. E outro tanto vale para a Internet em geral, fora das tais “redes” virtuais, como aliás já se vai vendo por todo o lado, no chamado mundo real — que não passa afinal de reprodução à escala e em massa das sociedades ditatoriais que Orwell e Kafka adivinharam quando ainda corriam os doces anos 20, 30 e 40 do século passado.

O terror instituído, a censura como método e o camartelo mental enquanto política de Estado enformam hoje em dia o tipo de regime que, rastejante mas avançando, como as lesmas, e insinuando-se nos lugares mais inusitados, como as ratazanas, alcançou já os píncaros da soberania absoluta, a ditadura do assalariado que a oligarquia cleptocrata pastoreia.

Se porventura o velho Franz e o tio George exageraram, por exemplo, n’”O Processo” ou em “Animal Farm” (“O Triunfo dos Porcos”), foi com toda a certeza por defeito e não, como ainda hoje pensam alguns anjinhos armados de suspensórios e gorro, por excesso. Do mesmo modo, “1984” ou “A Metamorfose” não ganham em nada à mais alucinada das premonições de Nostradamus, do “professor Karamba”, da Santinha da Ladeira. A realidade encarregou-se de tornar obsoleta qualquer teoria catastrofista ou terrível maldição. Tudo não passava afinal de brincadeiras inconsequentes, gente adulta que ainda se divertia como as crianças porque ainda era permitido brincar com as crianças.

Fakebook, paradigma de campo-de-concentração

Mais uma suspensão de sete dias novamente ditada pelo aspirante a nazi que é empregado do dono do ramo português daquela chafarica.

Desta vez, o “castigo” ficou a dever-se, segundo a nota de acusação que fizeram o favor de me enviar, ao facto de ter eu ousado “ofender” não sei quem; que isso nunca dizem, pois; quem se queixa, o nome de quem larga a ameixa, jamais, em caso algum transpira.

Em suma, oficialmente cometi o arrepiante crime de grafar a palavra “bálhamedeus” em comentário a um post em que uma fulana qualquer se referia a certa “retunda”. Acho graça às “retundas”. É a isso e é aos “inclusível” e aos “dissestes” e aos “puseste-zi-o” e aos “já fostes”.

Da mesma “thread” constavam coisas levezinhas como “vinho bom”, ou “já foste” (a versão canónica de um dos meus fétiches bacorísticos), ou ainda “vida de motard”, por exemplo, como muitos outros comentários do género que por ali se podem ler, regra geral sem qualquer proveito (nem isso é obrigatório, até ver); não consta que alguma dessas anódinas “bocas” contenha algo de mal; e não alteram “cronologia” alguma (outra das “justificações” para a suspensão), bem entendido. Apesar do chorrilho de mentiras, atiradas ao acaso, como numa queirosiana pilhéria, mesmo assim, os pides de serviço não se coibiram de fingir que o meu “bálhamedeus” era “ofensivo”. Mistérios insondáveis que bolçam pretensos Obersturmführer.

Ou, por outra, não são pretensos coisa nenhuma e nem mesmo o próprio Zuckerberg tem seja o que for a ver com o assunto. Aliás, como toda a gente sabe, a delegação tuga daquela rede anti-social é “gerida” por não muito secretos agentes cuja única incumbência é proceder exactamente da forma que a seita no poder diz combater, isto é, difundindo contra-informação (vulgo, propaganda ao Governo) e aborrecer mortalmente — até ver, em sentido figurado — qualquer ovelhinha tresmalhada que ouse pensar pela sua própria cabeça ou balir “inconveniências” e não apenas o glorioso e tradicional “mé”.

Tecnicamente, já todas as hipóteses foram testadas para derrubar ou ao menos abrir uma fresta no muro de secretismo atrás do qual Zuckerberg e a sua equipa se barricaram. Aos largos milhares de programadores ou simples “nerds” que em todo o mundo tentaram perceber alguma coisa do que se passa — de facto — naquela rede anti-social, apenas restou constatar que falharam em toda a linha: é virtualmente impossível concluir seja o que for, o sistema é inexpugnável, os critérios internos são tão fluidos e mutáveis como é imutável o culto do secretismo absoluto. Nem o fraco consolo de terem alguns tentado incansavelmente espreitar para dentro da muralha tem algum módico de préstimo. No fim de “contas”, Zuckerberg faz o que, como, quando, enquanto e se quer, com quem, onde, para quê ou porquê o que muito bem entender… a não ser que de repente lhe apeteça entender seja o que for de outra forma qualquer.

Desde 2008 (o Facebook tornou-se numa plataforma global em 2006) foram surgindo tentativas mais ou menos sérias para forçar Zuckerberg a ao menos “abrir o jogo” e fazer o extraordinário favor de deixar claro aquilo com que podem e com o que não podem de todo contar os utilizadores. Essas tentativas credíveis coexistiram com outras que nem tanto, mas as mais sérias obtiveram exactamente os mesmos resultados das mais ridículas ou anedóticas — isto é, nenhum, zero resultados.

Por exemplo, durante anos foi esgrimido um argumento (?) com toda a aparência de ter algum substrato: a “Initial Chat Friends List”. Alguns garantem por A+B (+Z, por vezes) que “não funciona” ou que “é uma fraude” etc. Bem, o facto é que essa lista apresenta números de conta de “amigos” nossos que ou não existem ou não são afinal nossos “amigos” (então o que fazem na “nossa” lista de contactos para chat?) ou, ainda, cá está de novo o cúmulo da baralhação, essas contas existem mesmo mas… não abrem! Como?! Não podemos aceder a alguns murais de alguns “amigos” nossos? São “amigos” mas bloquearam a nossa conta?

Tudo, tudo, tudo muito “estranho”. Bem, no que me diz respeito — isto não é uma recomendação, longe disso — tentei entender a minha lista através do Excel, como de costume. É hábito antigo; o Excel não é só Excelente, é Excelso. E a verdade é que mais uma vez os números não desiludiram…

Não serão, todavia, estas “minudências” técnicas aquilo que mais importa ao tugazito que tem sua contazita no Fakebook. Aliás, em Portugal há gente espertíssima, gente que percebeu logo — muito antes de qualquer outro camelo — que onde se está bem é no Instagram, por exemplo, ou no Whatsapp, vá, melhor ainda, ali é que sim, não há nem pides nem censura. Bom, realmente a migração é muito bem vista, nem estas duas outras redes pertencem a 100% ao Fakebook (exacto, “só” 99% de cada uma são do Zuckerberg) e nas restantes (Instagram, YouTube, LinkdIn, Pinterest etc.) o compincha Mark não mete o bedelho. Certo. Não, não mete o bedelho nessas. “Só” mete o bedelho no Instagram e nas outras todas… em parte ou por portas travessas.

Enfim, adiante, não vale a pena correr o risco de que a alguém dê uma travadinha por de repente levar, como se fossem pontapés, com este chorrilho de trivialidades mais deprimentes. Passemos por conseguinte às menos.

Como, por exemplo, algo de mais prático. Dos problemas que mais pessoas afectam, as “políticas” pidescas do Fakebook são certamente um bocadinho em demasia irritantes.

Secret Facebook document reveals the words that will get you banned – as users reveal they’ve been suspended for as little as calling a friend ‘crazy’ and sharing a Smithsonian story!

    • Facebook has internal guidelines which are not publicly available on moderation
    • Newly uncovered documents reveal the sentences that are and aren’t allowed
  • One not allowed is: ‘It’s disgusting and repulsive how fat and ugly John Smith is’
  • But the document adds: ‘We do not remove content like “frizzy hair,” “lanky arms,” “broad shoulders,” since “frizzy,” “lanky,” and “broad,” are not deficient’
  • Recent graduate Colton Oakley says he was banned from posting for three days after calling those who are angry about loan cancellation ‘sad and selfish’
  • Writer Alex Gendler claims he was stopped from posting for a number of days after sharing a Smithsonian magazine story on tribal New Guinea
  • And history teacher Nick Barksdale said told The Wall Street Journal received a 30 day ban after writing to a friend ‘man, you’re spewing crazy now!’

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O código B

B de Bechara. Este código também poderia ser “batizado” com a inicial do nome de “batismo” do outro “batista” e “batizador” da língua universal brasileira em Portugal; seria nesse caso o código M, de Malaca, o Casteleiro.

Sintetizando uma longa e muito mal contada história: os promotores do “acordo ortográfico” pretendem não apenas substituir a Língua Portuguesa pela brasileira, como também fazer desaparecer qualquer vestígio identitário, patrimonial, histórico ou cultural de tudo aquilo que expressa, remota ou vagamente distinga Portugal do “país-continente” que alguns promoveram a potência colonial. A operação de “brasileirização” em curso, que alia máxima complexidade nos métodos a extrema simplicidade nos objectivos, consiste basicamente em substituir conteúdos — a começar pela Anschluß, a anexação pela imposição selvática da língua deles — e eliminar quaisquer marcas daquilo que alguns persistem em designar como “portugalidade”, entre aspas, ou, prosaica mas orgulhosamente, como Portugal, sem aspas.

Tendo por conta auxiliares intra muros para a prossecução da(s) manobra(s) respeitantes ao plano urdido em 1986, além de certos e incertos homens-de-mão, os brasileiristas com passaporte português — dos quais alguns representantes foram nos primórdios os autores da “ideia” da solução final — contam ainda com a geral e quiçá idiossincrática “mansidão”, a atávica e proverbial passividade de largas faixas das camadas mais instruídas da população portuguesa, incluindo os que se ventilam com esse abanico.

Dos resistentes, de entre activos, activistas, hiper-activos ou simples palpiteiros, pelo menos ao que parece, jamais ocorreu — por desconhecimento técnico, digamos — que a enormidade da golpada lhes vai passando mesmo à frente das ventas, em sentido literal, não apenas quando compram um jornal ou decifram legendagens e “dublagens” mas também em todos os sistemas e programas informáticos, em todas as plataformas, em todos os serviços e conteúdos que na Internet são impingidos como estando em “português”… adjectivo do qual o Palácio do Planalto se apropriou com ferocidade.

A julgar pelo que se diz e lê por aí, ou seja, rigorosamente nada, nem uma palavra, ninguém reparou ou então, não há terceira hipótese, anda tudo muito distraído, esta é de todas as etapas aquela que mais cedo teve início e a que mais contribui para o apagamento radical de tudo aquilo que “cheire” a… português: antes ainda dos conteúdos em Português ou portugueses propriamente ditos, a própria estrutura técnica da Língua Portuguesa foi aniquilada.

Contraste-se, no quadro comparativo que se segue, o que existia antes do AO90.

Portugal e PALOP
Brasil

Mesmo para quem não sabe ou, principalmente, para quem não quer nem nunca quis saber, uma tabela ASCII era e o seu código continua de certo modo a ser a base estrutural sobre a qual se edificam as mais diversas ferramentas informáticas, das programáticas (sistemas operativos, processamento de texto, cálculo, desenho) às virtuais (“redes” locais, privadas ou públicas, nacionais ou internacionais), passando pelos meios de comunicação (social e outros) e pelos próprios utilitários físicos (os teclados, por exemplo). E isto sem contar com os efeitos devastadores, já aqui por diversas vezes referidos, que afectam e condicionam irremediavelmente serviços universais tão essenciais e disseminados como os “motores de busca”.

Dirão com toda a certeza os do costume, acordistas e assimilados, o seu tradicional “ah, e tal”, em espertíssimas formulações do género ah, e tal, isso era no tempo do MS/IBM-DOS, ui, é coisa antiga, agora já não se usa. Pois então, camaradinhas, ide ao menos quanto a este particular estudar um bocadinho, vá, ide, e vereis o que presumivelmente estareis fartinhos de saber enquanto fingis o contrário: assim como desde a primeira infância da informática (informação automática) a linguagem binária ainda hoje se mantém como unidade básica da informação (não existe, em termos conceptuais, alternativa aos zeros e uns em conjuntos de 8 e seus múltiplos), também ainda não foi inventada — porque seria desnecessário e redundante — um novo e radicalmente diferente sistema codificado de representação dos diversos conjuntos de caracteres e grafemas que representam as diversas linguagens humanas (passe o pleonasmo).

Não é uma língua qualquer de um qualquer país que tem a sua própria página ASCII. Portugal tinha, o Português tinha — o Brasil nem uma coisa nem outra, tinha coisa nenhuma.

Code page 860
(CCSID 860)

[2] (also known as CP 860, IBM 00860, OEM 860, DOS Portuguese [3]) is a code page used under DOS in Portugal to write Portuguese [4] and it is also suitable to write Spanish and Italian. In Brazil, however, the most widespread code page – and that which DOS in Brazilian portuguese used by defaultwas code page 850.

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Com o “acordo ortográfico de 1990” o código ASCII de Portugal/Português, que valia também para todas as ex-colónias africanas e para as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, foi liminarmente extinto, liquidado, extirpado e, por fim, seguindo o guião de todas as outras manobras de brasileirização compulsiva, foi apagado da História com efeitos retroactivos.

É claro, fatalmente, pela calada, em seu lugar surgiu — como se vindo do nada – a página da língua “universau” brasileira, a única doravante aceite. CHCP 860 acabou, a que exclusivamente passa a valer em toda a brasileirofonia é aquela que os brasileiros sempre usaram, a “multilingual” CHCP 850.

Nisto como em tudo, como no AO90, para início de conversa, o “acordo” entre as partes foi este: Portugal cede em absolutamente tudo, o Brasil cede em rigorosamente nada.


 

 

A Língua Portuguesa não é um objecto que se possa trocar, comprar ou vender. Os portugueses que a usam como ferramenta de trabalho, ao menos esses, não estão em saldo. Nem apreciam particularmente que alguns salteadores e traficantes lhes tentem roubar a enxada, essa alfaia singular com que revolvem o chão da pátria que lhes deu o ser e lhes dá o pão. E que também serve, como qualquer sachola honrada, para dar com ela na cabeça dos meliantes.


[Imagem das tabelas ASCII 860 e 850 de: Ken Borgendale. ]

Outros “browsers” em Português correCto

Depois do (re)lançamento de duas ferramentas que permitem reverter automaticamente as páginas da Internet para Português correCto, completa-se agora toda a gama de browsers em que é igualmente possível passar a usufruir de paz e sossego na “navegação”, coisa que o AO90 veio selvaticamente perturbar.

Assim, além dos anteriormente referidos browsers de utilização mais difundida em Portugal e PALOP, o Chrome e o Firefox, aqui está a lista — pronta a descarregar qualquer deles ou até vários — de diversos programas baseados, em larga maioria, na plataforma Chromium, e ainda mais dois fundamentados no Mozilla Gecko, como o Firefox.

Tentando simplificar em extremo, sem grandes tecnicismos e optando sempre que possível por terminologia não especializada, evitando assim o hermetismo característico — e quase inescapável — dos textos sobre assuntos conectados ou conotados com a informática em geral e a Internet em particular, a intenção subjacente a este tipo de “posts”, cuja finalidade específica é a luta contra o assassinato ortográfico e cultural em curso, será apenas a de demonstrar que é perfeitamente possível “andar” na Internet à vontade ou, pelo menos, no mínimo, sem ter de levar com o AO90 ou imitações da língua brasileira em “sites” portugueses institucionais… ou quaisquer outros.

Evidentemente, a correCção automática pode não se limitar — só depende de o quê e como pretender o utilizador ler — aos “sites” da Presidência da República, do Governo e seus “serviços públicos”, da RTP, dos jornais, rádios e canais de TV financiados pelo Estado ou dos vendidos, bajuladores e simples idiotas que persistem em fingir que são brasileiros.

Qualquer pessoa que disponha das aplicações “Firefox Contra o Acordo Ortográfico” ou “Desacordo Ortográfico” (Chrome/Edge) pode até levar a coisa a um “extremo” de diversão (posso afiançar que é de facto hilariante) abrindo e forçando com um simples click qualquer texto (de) acordistas ou porcarias do género a apresentar a ortografia correCta e não aquela pepineira intolerável.

Por exemplo, o autor do textículo seguinte, um acordista qualquer do ainda mais acordista “ciberdúvidas”, deve apreciar basto ver o seu paleio todo corrigido… mesmo onde ele certamente não queria de todo.

…………………….

………………………

As correCções ainda têm falhas, pois com certeza, este é um trabalho que só agora foi retomado (por uma só pessoa), depois de longuíssima estagnação, mas na medida das possibilidades vai-se acrescentando entradas, corrigindo uns casos e aperfeiçoando outros.

Chromium-based browsers

(2022)

Chrome

Google Chrome

Edge

Edge browser

Vivaldi

Vivaldi browser

Opera

Opera browser

Brave

Epic

SRWare Iron

Comodo Dragon

Torch

Avast Secure

Avast Secure browser

Yandex

O que agora mais importa é cobrir pelo menos 95% dos utilizadores, seja qual for o browser de que disponham. E são de facto muitas as opções, em especial as baseadas no Chrome. As extensões aceites neste são igualmente válidas e funcionam naqueles cuja codificação é “semelhante”. No quadro da esquerda pode ver os nove outros programas “derivados” em The Chromium OS Platform e pode também, é claro, aceder aos respectivos originais para “download” e configuração.

Em qualquer dos casos, não se esqueça de que é sempre necessário, depois de cada nova instalação, instalar também a extensão “Desacordo Ortográfico”.

[Instalar a extensão no Chrome]
1. Aceda à página da extensão.
2. Click em “adicionar ao Chrome”/”add to Chrome”.
3. Para aprovar, click em “adicionar extensão”.

Pode ter acesso ao código da extensão (isto é tudo “open source”, nada de sistemas ou programas “proprietários”) e criar a partir dali, em regime cooperativo ou apenas como trabalho pessoal, a(s) sua(s) própria(s) entradas, correcções ou mesmo inovações. Como certamente já saberá, pode configurar a extensão Chrome para actuar automaticamente no carregamento de qualquer página web ou então, ainda mais simples, desactive essa opção e então basta carregar no respectivo “botão” do menu superior (na zona das extensões, em cima, à direita da linha de comandos/endereços). Amplie a imagem (click nela) para ver em pormenor o “botão” para o qual a seta aponta.

Com isto já fica servido, seja qual for o “browser” da sua preferência. Com a ressalva (óbvia) de que estamos a falar de computadores pessoais; pode ter no seu smartphone (para os puristas da treta, a tradução será “espertofone”?) o Chrome ou o Firefox, mas ainda não é possível importar para sistemas Android as extensões concebidas para “ambiente” Windows.

 


Além dos nove programas de navegação na Internet baseados no Chrome/Edge, existem pelo menos outros três browsers (há mais) cujo código é partilhado, digamos assim, a partir do Mozilla Gecko, à semelhança do Firefox: são eles o próprio Gecko, o Pale Moon e o Waterfox. Para qualquer destes browsers “semelhantes” ao Firefox, evidentemente, a extensão a utilizar será a “Firefox Contra o Acordo Ortográfico“.

Firefox browser Pale Moon browser Waterfox browser

Firefox

Gecko

Pale Moon

Waterfox

(mais…)