Apartado 53

Um blog contra o AO90 e outros detritos

Etiqueta: Lisboa

Em Português – 58

Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP)

INFORMAÇÃO SINDICAL | 03 de Novembro de 2017Caros colegas: Nos meses de Setembro e Outubro, a Direcção do SMMP foi…

Publicado por Sindicato dos Magistrados do Ministério Público em Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017

Face ao decurso dos trabalhos é previsível que, no mês de Novembro, o Ministério da Justiça remeta o anteprojecto para emitirmos parecer.
Após esse momento, a Direcção do SMMP irá deslocar-se a várias comarcas do País para ouvir os colegas e esclarecer os mesmos.
Saudações sindicais.
A Direcção do SMMP

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O Corvo – Sítio de Lisboa

Publicado por O Corvo – Sítio de Lisboa em Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2018

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) está a estudar a criação de um canal dedicado entre Benfica e o centro da cidade, parte do qual através da Estrada de Benfica, para uma utilização exclusiva como local de circulação de linhas de eléctricos rápidos ou de um novo sistema de autocarros-expresso, a explorar pela Carris. O projecto, em avaliação há alguns meses pelos técnicos do pelouro da mobilidade da autarquia, seria assim o primeiro de um conjunto de ligações do género a desenvolver, nos próximos anos, pela transportadora municipalizada em fevereiro de 2017. O seu objectivo será o de garantir o acesso mais rápido entre áreas da cidade consideradas periféricas e diversos pontos estratégicos – permitindo a conexão, por exemplo, com a rede do Metropolitano de Lisboa.

O Corvo – Sítio de Lisboa
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Magazine “LOUD!”

Steven Wilson, sobre o que esperar do espectáculo de amanhã, na Sala Tejo da Altice Arena, como é ser “o rei da música prog” e as reacções ao mais recente álbum a solo, «To The Bone».

Publicado por LOUD! em Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018

Steven Wilson, sobre o que esperar do espectáculo de amanhã, na Sala Tejo da Altice Arena, como é ser “o rei da música prog” e as reacções ao mais recente álbum a solo, «To The Bone».

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Alvíssaras! Diz que a “Academia” já chegou à letra B, 200 anos depois…

«Em Lisboa há uma Academia Real das Ciências, grande título que por si se impõe, deduzindo-se que Lisboa possui sábios e se encontra dotada com um lugar onde se honra e cultiva as ciências… Risum teneatis amici, porque esta Academia não passa de um madeiro que, ao flutuar na água, por vezes pode aparentar um grande barco.»

«Esta Academia é uma monstruosa agremiação de pessoas, umas que não sabem nem têm nada a fazer, outras que não sabem nem querem fazer nada, e ainda de alguns sujeitos que se mexem muito para fingirem que andam muito ocupados e que, no entanto, não produzem mais que aqueles que nada fazem.»

«Está dividida em seis classes: a primeira é formada por dezasseis sócios honorários, prelados, ministros do Estado, grandes senhores que se exibem orgulhosamente nas suas cadeiras académicas, julgando que o nome pode substituir os talentos que não possuem e os trabalhos que não fazem. A segunda é a dos sócios estrangeiros, em número de oito. Ali se encontram inscritos os nomes de famosos sábios europeus, que a Academia elegeu sem os consultar e que certamente ficariam muito surpreendidos de encontrarem os seus nomes figurando à frente de uma academia desconhecida em toda a parte e quase ignorada dentro dos limites da cidade onde está estabelecida. A terceira classe é composta pelos sócios fundadores, em número de oito. Estes sócios transitaram da classe dos sócios efectivos, onde permaneceram pouco tempo, não fazendo nada, para ingressarem nesta, destinada ao seu repouso. A quarta compreende vinte e um sócios efectivos, a única, nesta Academia, onde os sócios trabalham e dos quais trataremos particularmente. A quinta é a dos sócios livres, trinta e três em número; estes usufruem, em toda a plenitude, a liberdade de não fazerem nada, o que está adstrito a tal categoria. A última é a dos correspondentes, cujo número é ilimitado e conta presentemente cento e quatro sócios. Residem em diversos lugares de Portugal, outros são sábios estrangeiros, cujos nomes a Academia cobiçou para ornamento do seu elenco e que, exactamente como os sócios da segunda classe, ignoram a existência desta Academia.»

«A Academia dividiu os seus trabalhos em três classes: a das ciências naturais, que tem seis sócios efectivos; a das ciências exactas, com oito sócios, e a de literatura portuguesa, que conta sete sócios. Assim, os sócios que trabalham encontram-se reduzidos ao número de vinte e um, dos quais catorze destinados ao cultivo das ciências.»

«Esta Academia suou as estopinhas para publicar algumas produções. O público português prestou-lhes pouca atenção, certamente por não ter bastante boa opinião dos sábios da sua Academia — o público das outras nações ainda menos, pois não as conhece, nem nunca delas ouviu falar.»

«A maior aplicação do engenho desta Academia, o seu mais penoso trabalho, o mais glorioso para ela, o mais inútil, o mais fastidioso, o que ao público se afigura mais cansativo, é o seu Dicionário da Língua Portuguesa, de que até agora só está publicado o primeiro volume, um enorme tomo in-fólio de mil páginas. Versa apenas sobre a letra A. Será obra para não menos de vinte volumes, se alguma vez chegar ao fim.»

“Panorama de Lisboa no ano de 1796”, J.B.F. Carrère, B.N., 1989
Tradução, prefácio e notas de Castelo Branco Chaves.
Capa de António Pedro.

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Em Português – 46

Fundação Oriente

OBJECTIVOSA Fundação Oriente concede bolsas de estudo a candidatos nacionais de países do Extremo Oriente para a frequê…

Publicado por João Pedro Graça em Sábado, 20 de Janeiro de 2018

RECEPÇÃO DE CANDIDATURAS | 2 a 31 Janeiro 2018

Fundação Oriente
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Jornal “O Comércio de Alcântara”

Publicado por O Comércio de Alcântara em Quarta-feira, 9 de Setembro de 2015

Jornal “O Comércio de Alcântara”
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Revista “Intro”

Mistura electrizante de comédia de erros e retrato do artista, "A glória e seu cortejo de horrores" é o retrato de toda…

Publicado por Revista Intro em Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018

Mistura electrizante de comédia de erros e retrato do artista, “A glória e seu cortejo de horrores” é o retrato de toda uma geração: na pele de Mario, vemos a derrocada das ilusões de tantos outros, num mundo cada vez mais rendido às fúteis aparências.

Revista “Intro”
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Em Português – 45

FERLAP – Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais

A Luta da FERLAP, das Associações de Pais e de Pais isolados e principalmente dos Alunos começou a dar os seus frutos. N…

Publicado por FERLAP – Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais em Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

Não podemos deixar de agradecer o empenhamento de todos os outros envolvidos, onde se encontram jornalistas, professores, auxiliares de acção educativa, figuras públicas, políticos e profissionais anónimos dos órgãos de comunicação social em quem nunca ninguém repara, mas que a FERLAP tem o prazer de conhecer e não poderia aqui deixar de referir, sem eles seria muito mais difícil.

FERLAP – Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais
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Fort’aplauso Escola de Música

Entrega de bens na Ajuda de Berço

Entrega de bens recolhidos no concerto de Reis de dia 6 de Janeiro de 2018 na Ajuda de Berço!

Publicado por Fort'aplauso Escola de Música em Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2018

(…) projecto contou com a participação dos grupos (…)

Fort’aplauso Escola de Música
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Lisbon Walker

Domingo 28 de Janeiro, às 14:30 – passeio em PortuguêsA PRESENÇA AFRICANA EM LISBOAAs especiarias foram sem dúvida a…

Publicado por Lisbon Walker em Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018

As especiarias foram sem dúvida a razão impulsionadora da empresa dos Descobrimentos portugueses e, à medida que a exploração da costa Africana avançava, a Escravatura tornou-se numa actividade comercial ainda mais rentável que as próprias especiarias.

Lisbon Walker
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“Pitografia” é algo “pitográfico”. E “pitogramas”?

 

«vieram os pitogramas que tinham como base a representação por meio de símbolos. A escrita é resultado de uma evolução contínua da pitografia para formas mais ou menos convencionais»

«A primeira etapa do seu desenvolvimento ficou conhecida como género pitográfico’.»

 

Universidade de Lisboa – Faculdade de Letras

‘O Erro, uma análise necessária: sua implicação no ensino da Língua Portuguesa em Cabo Verde’
Mestrado em Língua e Cultura Portuguesa (PLE/PL2)
Área de especialização: Língua e Cultura Portuguesa (PLE/PL2)
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Imagem de topo de: UFBA (Brasil)
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“O AO90 facilita a aprendizagem”, dizem eles

«É indiscutível que a supressão deste tipo de consoantes vem facilitar a aprendizagem da grafia das palavras em que elas ocorriam.

De facto como é que uma criança de 6-7 anos pode compreender que em palavras como concepção, excepção, recepção, a consoante não articulada é um p, ao passo que em vocábulos como correcção, direcção, objecção, tal consoante é um c?

Só à custa de um enorme esforço de memorização que poderá ser vantajosamente canalizado para outras áreas da aprendizagem da língua.» (Acordo Ortográfico – Nota Explicativa)

 

Neste momento, não há nenhum aluno do 1.º ano ao 12.º que aprenda e escreva de acordo com a antiga grafia. Todos os manuais escolares estão feitos com as regras do AO. Todos os documentos oficiais foram adaptados. Foram gastos milhares de euros a montar este sistema.

Edviges Ferreira, presidente da Associação de Professores de Português, 2 de Maio 2016

Estudo. Há 541 “escolas do insucesso” em Portugal

Rádio Renascença, 22.05.17

Estudo da EPIS revela que défice de competências de leitura é a primeira causa de repetência no 2.º ano.

Um total de 541 escolas públicas do 1.º ciclo, de um total de 3.886, têm níveis de repetência superiores à média nacional, em todos os anos de escolaridade. É o que conclui o estudo “Aprender a ler e escrever em Portugal”, da associação Empresário pela Inclusão Social (EPIS).

O insucesso escolar no 1.º ciclo do ensino básico atinge cerca de dois terços (61,5%) dos concelhos portugueses e 14% das 3.886 escolas públicas deste nível, revela a investigação desenvolvida por Maria de Lurdes Rodrigues (coordenação), Isabel Alçada, João Mata e Teresa Calçada.

(mais…)

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