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APEL…O

Abaixo-assinado para entregar à APEL: NÃO AO ABUSO DE "VOLUNTÁRIOS" NA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA Na sequência do post…

Publicado por Alexandra Lucas Coelho em Sexta-feira, 25 de Maio de 2018

 

NÃO AO ABUSO DE “VOLUNTÁRIOS” NA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

Nós, os abaixo-assinados, estamos contra o recrutamento de “voluntários” para trabalhar na Feira do Livro de Lisboa, feito pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).
A APEL recebe das editoras muitos milhares de euros pela presença na feira, além das quotas e de outras subvenções. A APEL tem dinheiro, ou devia ter, para remunerar quem recruta durante a feira.

Para aliciar estes “voluntários”, a APEL invoca o contacto com livros e autores. Estar em contacto com livros e autores não é remuneração de ninguém. Aqueles de entre nós que contribuem para que os livros sejam feitos e circulem recusam-se a ser usados como isco.

É bom poder dar tempo e trabalho a quem entendermos, e deles precisa. Não é o caso da APEL.

Este abuso sistemático tem de acabar já na feira de 2018. Quem foi recrutado deve ser remunerado.

Alexandra Lucas Coelho

 

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Feira do Livro de Lisboa 2018 — mapa de editoras em Português

Não foi fácil localizar os pavilhões e colocar os marcadores — o mais possível — nos sítios certos, mas enfim, só para dar uma ideia, aí está o mapa desacordista da Feira do Livro de Lisboa 2018. Mapa este que naturalmente carece ainda de ajustamentos e, em especial, de acrescentos.

Trata-se, portanto, de um roteiro visual, dinâmico e interactivo assinalando as editoras e/ou entidades que se apresentam no certame em Português são e escorreito.

A Feira do Livro de Lisboa está já, desde pelo menos 2013, altamente contaminada pela novilíngua malaquenha, mas continua a ser possível passar ali — ignorando simplesmente ou evitando com horror os estaminés acordistas — uma boa tarde de livros e leitura.

 

Editora/Entidade
pavilhão
contactos
Alêtheia Editores D72 Rua de S. Julião
1100-527 LISBOA
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Antígona A40-A42 Rua Silva Carvalho, 152 – 1.º B
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1069-152 LISBOA
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Edições Colibri A28 Alameda da Universidade
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Tel: 916524740
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1099-081 LISBOA
Tel: 938045034
snorton@ffms.pt
www.ffms.pt
Gradiva B62-B64-B66 Rua Almeida e Sousa, 21 R/c Esq.
1399-041 LISBOA
Tel: 213974067
vpatinha@gradiva.mail.pt
www.gradiva.pt
Livros Cotovia A56 Rua Nova da Trindade, 24
1200-303 LISBOA
Tel: 213471447
filipa.gaspar@livroscotovia.pt
www.livroscotovia.pt
Objectiva B29-B31-B33 Representado por PENGUIN RANDOM HOUSE
Av. Duque de Loulé, 123 – Sala 3.6
1069-152 LISBOA
Tel: 911749878
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Tinta-da-China C31-C33-C35-C37-C39 Rua Francisco Ferrer, 6 A
1500-461 LISBOA
Tel: 217269028
rdias@tintadachina.pt
www.tintadachina.pt
Zéfiro C24-C26 Rua da Quinta Nova, 46 B
Linhó
2710-344 SINTRA
Tel: 914844923
zefiro@zefiro.pt
www.zefiro.pt

(As 10 editoras da lista são as que anunciaram a sua participação na FdL através do Facebook e que foram aqui e aqui referidas.)

[Dados recolhidos no site da Feira. Imagem/cartaz da Feira: APEL.]

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Feira do Livro de Lisboa 2018 (bis)

 

(Mais) Algumas das editoras respeitáveis que estarão na

Feira do Livro de Lisboa

2018

 

 

 

https://www.facebook.com/www.aletheia.pt/posts/10155767472833732

A Fundação vai mais uma vez estar presente na Feira do Livro de Lisboa. Este ano, a Praça da Fundação vai ser palco de…

Publicado por Fundação Francisco Manuel dos Santos em Quinta-feira, 17 de Maio de 2018

Publicado por João Pedro Graça em Segunda-feira, 21 de Maio de 2018

Publicado por João Pedro Graça em Segunda-feira, 21 de Maio de 2018

Publicado por João Pedro Graça em Segunda-feira, 21 de Maio de 2018

 

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Feira do Livro de Lisboa 2018

 

Algumas das editoras respeitáveis que estarão na

Feira do Livro de Lisboa

2018

 

 

 

Daqui a uma semana começa a Feira do Livro de Lisboa 2018 :)Lá estaremos no Pavilhão A28, com muitas novidades, sessões…

Publicado por Edições Colibri em Sexta-feira, 18 de Maio de 2018

Publicado por João Pedro Graça em Domingo, 20 de Maio de 2018

A Feira do Livro de Lisboa abre já na próxima Sexta-feira às 12h30. Esperamos lá por si! 😉

Publicado por Zéfiro em Domingo, 20 de Maio de 2018

Este ano temos encontro marcado na Feira do Livro de Lisboa, entre 25 de Maio e 13 de Junho. Venham daí visitar a nossa caraça nos pavilhões mais refractários da feira (A40 e A42).

Publicado por Antígona – Editores Refractários em Segunda-feira, 7 de Maio de 2018

De 25 de Maio a 13 de Junho, vamos estar na Feira do Livro de Lisboa, com os nossos autores Afonso Cruz, Isabel Lucas,…

Publicado por Companhia das Letras Portugal em Quarta-feira, 9 de Maio de 2018

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FAQ AO90 — 1

1. O que é o “acordo ortográfico” de 1990?

Segundo alegam os que o inventaram, seria uma forma de “unificar” a Língua Portuguesa fundindo as duas variantes numa só — uma espécie de “Português universal”. Redonda mentira. O AO90, que ninguém pediu e que não serve para nada, é uma manobra política, com intuitos não apenas políticos mas também economicistas, impingida sob aparente cobertura técnica de “linguistas”, que consiste basicamente em impor a ortografia brasileira a todos os países da CPLP (outra invenção neo-imperialista brasileira).

2. Como surgiu o “acordo ortográfico” de 1990?

Surgiu do nada, sem qualquer necessidade ou justificação: nunca alguém pôs em causa a coexistência — até então pacífica — das duas variantes do Português. O “acordo ortográfico” foi assinado em 1990 mas já tinha havido tentativas de aniquilação da norma-padrão em 1975 e, de forma especialmente descarada, em 1986. Esta segunda versão de ensaio funcionou como chantagem: fingindo os “arquitetos” da fraude ceder em alguma coisa, pela eliminação de uma ou outra imbecilidade mais evidente ou escandalosa desse texto de 1986, criaram as condições para que, quatro anos depois, o AO90 parecesse um “mal menor”.

3. Porque foi feito o “acordo ortográfico” de 1990?

Para impor a “norma ortográfica” brasileira a Portugal e a todos os demais países (ex-colónias portuguesas) de Língua oficial portuguesa que sempre seguiram a norma-padrão.  Esta imposição, de indisfarçável cariz neo-colonialista, foi inventada por motivos políticos com finalidades políticas e para facilitar as ambições brasileiras, servindo-se de uma “justificação” tão absurda quanto estúpida: o Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes e é um país-continente, uma  “potência” mundial (de segunda ordem mas isso não interessa), portanto há que “dar a primazia ao Brasil“.

4. Quem foram os autores morais do “acordo ortográfico” de 1990?

O AO90 é uma invenção cuja autoria moral é geralmente atribuída, entre outros, aos brasileiros Antônio Houaiss e Evanildo Bechara e aos portugueses Malaca Casteleiro e Luís Filipe Lindley Cintra. Estes foram assessorados na elaboração e difusão daquela aberração por mais uns quantos linguistas escolhidos a dedo pelos dois cabecilhas e pelo patronato político (e financeiro) destes. Concebido e posteriormente promovido por académicos (e técnicos) pagos pelo erário público, todo o processo deverá ter tido — embora disto não existam provas materiais, evidentemente, já que tal seria facilmente desmascarável — a inerente supervisão política por parte de agentes dos mandantes.

5. Como, quando, onde e por quem foi feito o “acordo ortográfico” de 1990?

A parte do “como” é um mistério insondável. Ninguém faz a mais pequena ideia de “como” foi esgalhada semelhante porcaria. O poviléu, por regra, não tem nada que meter o bedelho nestas coisas das “grandes esferas” em que gravitam, quais querubins luminosos, uns tipos com asinhas nas costas que sabem o que é que convém às massas ignaras.

Segundo a versão oficial, o AO90 foi elaborado em apenas 6 dias, entre 6 e 12 de Outubro de 1990, na Academia das Ciências de Lisboa, pelos representantes de

  • Angola: Filipe Silvino de Pina Zau
  • Brasil: Antônio Houaiss e Nélida Piñon
  • Cabo Verde: Gabriel Moacyr Rodrigues e Manuel Veiga
  • Guiné-Bissau: António Soares Lopes Júnior e João Wilson Barbosa
  • Moçambique: João Pontífice e Maria Eugénia Cruz
  • Portugal: Américo da Costa Ramalho, Aníbal Pinto de Castro, Fernando Cristóvão, Fernando Roldão Dias Agudo, João Malaca Casteleiro, José Tiago de Oliveira, Luís Filipe Lindley Cintra, Manuel Jacinto Nunes, Maria Helena da Rocha Pereira e Vasconcelos Marques
  • São Tomé e Príncipe: Albertino dos Santos Bragança e João Hermínio Pontífice

Todos os países enviaram dois representantes, Portugal avançou com dez. Esta ridícula e pacóvia discrepância explica-se pela ânsia de fingir que era Portugal quem liderava o processo. Quando, é claro, nada disso, o golpe era brasileiro com a cobertura de mercenários nascidos em Portugal.

6. Quando, onde e por quem foi assinado o “acordo ortográfico” de 1990?

  • Pela República Popular de Angola: José Mateus de Adelino Peixoto, Secretário de Estado da Cultura.
  • Pela República Federativa do Brasil: Carlos Alberto Gomes Chiarelli, Ministro da Educação.
  •  Pela República de Cabo Verde: David Hopffer Almada, Ministro da Informação, Cultura e Desportos.
  • Pela República da Guiné-Bissau: Alexandre Brito Ribeiro Furtado, Secretário de Estado da Cultura.
  • Pela República de Moçambique: Luís Bernardo Honwana, Ministro da Cultura.
  • Pela República Democrática de São Tomé e Príncipe: Lígia Silva Graça do Espírito Santo Costa, Ministra da Educação e Cultura.

Santana Lopes, o mandarete de Cavaco Silva, desdobrou-se na altura em contactos e em viagens ao Brasil para tornar mais “expedito” o processo de extermínio do Português-padrão. O facto de a assinatura do AO90 “em nome de Portugal” ter ocorrido em Lisboa foi uma simples formalidade aborrecida (presumo), dada a conhecida apetência daquele “dandy” e “sportsman” por ambientes e climas mais solarengos do que, como foi o infeliz caso, o de Lisboa a tiritar em Dezembro.

imagem: Free images by pngtree.com

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Em Português – 58

Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP)

INFORMAÇÃO SINDICAL | 03 de Novembro de 2017Caros colegas: Nos meses de Setembro e Outubro, a Direcção do SMMP foi…

Publicado por Sindicato dos Magistrados do Ministério Público em Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017

Face ao decurso dos trabalhos é previsível que, no mês de Novembro, o Ministério da Justiça remeta o anteprojecto para emitirmos parecer.
Após esse momento, a Direcção do SMMP irá deslocar-se a várias comarcas do País para ouvir os colegas e esclarecer os mesmos.
Saudações sindicais.
A Direcção do SMMP

Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP)
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O Corvo – Sítio de Lisboa

Publicado por O Corvo – Sítio de Lisboa em Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2018

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) está a estudar a criação de um canal dedicado entre Benfica e o centro da cidade, parte do qual através da Estrada de Benfica, para uma utilização exclusiva como local de circulação de linhas de eléctricos rápidos ou de um novo sistema de autocarros-expresso, a explorar pela Carris. O projecto, em avaliação há alguns meses pelos técnicos do pelouro da mobilidade da autarquia, seria assim o primeiro de um conjunto de ligações do género a desenvolver, nos próximos anos, pela transportadora municipalizada em fevereiro de 2017. O seu objectivo será o de garantir o acesso mais rápido entre áreas da cidade consideradas periféricas e diversos pontos estratégicos – permitindo a conexão, por exemplo, com a rede do Metropolitano de Lisboa.

O Corvo – Sítio de Lisboa
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Magazine “LOUD!”

Steven Wilson, sobre o que esperar do espectáculo de amanhã, na Sala Tejo da Altice Arena, como é ser “o rei da música prog” e as reacções ao mais recente álbum a solo, «To The Bone».

Publicado por LOUD! em Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018

Steven Wilson, sobre o que esperar do espectáculo de amanhã, na Sala Tejo da Altice Arena, como é ser “o rei da música prog” e as reacções ao mais recente álbum a solo, «To The Bone».

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