Apartado 53

Um blog contra o AO90 e outros detritos

Etiqueta: literatura

Em Português – 61

Chapitô

A ESCOLA DE CIRCO DO CHAPITÔLIDERA O RANKING DAS ESCOLAS PROFISSIONAIS DO DISTRITO DE LISBOAE OCUPA, NO PAÍS, O 8º…

Publicado por Chapitô em Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2018

Mas o Chapitô, única escola de circo em Portugal, é muito mais do que uma escola: o projecto Chapitô é um compromisso social, cultural e educativo com os princípios de equidade, justiça e inclusão social – os jovens que entram na nossa escola são formados neste amplexo de valores e práticas e, portanto, são artistas que combinam alta qualidade e técnica artística com uma consciência cívica desperta e activa.

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Revista “Mais Alentejo”

A próxima Mais Alentejo é publicada Terça-feira, 30 de Janeiro. Datada de Fevereiro-Março (como é sabido, desde há já…

Publicado por Revista Mais Alentejo em Domingo, 28 de Janeiro de 2018

Somos um projecto jornalístico independente, para quem a venda na “banca” assume crucial importância.

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Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço

"Ladrar à Lua" é o título do último livro de Jorge Carvalheira, que vai ser apresentado, por António José Dias de…

Publicado por Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço em Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2018

Este Ladrar à Lua vem ao encontro de um objectivo que o autor persegue há muito tempo. Tendo por base o blogue com o mesmo título, os textos seleccionados para esta heterodoxa colectânea constituem verdadeiramente Práticas de tiro tenso, certeiro subtítulo da obra.

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“Arranha-nos a mente” [Francisco Vale, director da editora “Relógio d’Água”]

O responsável pela Relógio d’Água, considerado um dos mais destacados editores nacionais, fala da sua relação com os livros, do sector livreiro e dos desafios que se colocam hoje aos jornalistas.

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Números recentes do sector livreiro mostram que há chancelas que, em Portugal, publicam 20 ou 30 livros por mês. Publica-se demasiado?

Isso é subjectivo. Globalmente, não há leitores para tanta edição. Por dia, em Portugal, e considerando todo o género de títulos, publicam-se 30 livros. É excessivo tendo em conta a capacidade da rede livreira, de exposição, divulgação e número de leitores disponíveis. Mesmo que só se editem dez livros de literatura e ensaios, por dia, já é excessivo. Por outro lado, como as tiragens médias baixaram, também se percebe que se esteja a publicar mais. Além disso, a edição tem particularidades que não se verificam noutros sectores. Por exemplo, quase 80% das nossas exportações são para a União Europeia, mas uma editora não pode exportar para a UE. Podemos fazê-lo para os países de língua oficial portuguesa, mas todos eles atravessam problemas graves. Em Angola há umas quatro livrarias. Na Guiné, existe uma pequena livraria, dentro de um hotel. O Brasil, que tem uma rede livreira grande, atravessa dificuldades e é um país continental, o que impossibilita colocar livros em certos locais. Além disso, há a dificuldade da língua.

Mas as editoras nacionais esperavam que o Acordo Ortográfico abrisse as portas desse mercado.

Essa foi uma das razões invocadas para se avançar com ele. Mas, nem todos os países aderiram, em especial, os maiores países africanos. O que se verifica é que o Brasil aderiu, mas Angola e Moçambique continuam a usar a versão europeia anterior da ortografia. De qualquer modo, mesmo em relação ao Brasil, não se trata de uma simples questão de ortografia, é o léxico e a sintaxe, que são muito diferentes. Um livro de Portugal, para os brasileiros, que inovam muito em termos linguísticos, soa sempre a arcaico. É muito difícil exportar para lá. E quando um livro em português do Brasil aparece em Portugal, escrito por um autor mais idiossincrático, parece mais estranho do que ler em francês ou inglês. Arranha-nos a mente. O Acordo Ortográfico não facilitou o intercâmbio cultural e não teve qualquer papel positivo nas exportações.

[Excerto de entrevista publicada pelo “Jornal de Leiria” em 07.02.18. Ver no original e na íntegra:  Francisco Vale: “Só um editor que não lê se pode dar ao luxo de publicar maus livros”]

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“Um prémio para uma acção cívica”

Ainda a propósito do Prémio de Jornalismo Cultural 2018, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) ao jornalista do “Público” Nuno Pacheco, aqui fica uma recolha de alguns conteúdos alusivos ao acontecimento já disponibilizados na Internet: entrevista áudio ao premiado, gravação vídeo da cerimónia de entrega do prémio e sequência de depoimentos de alguns dos presentes no evento.

“A solução é acabar com o Acordo Ortográfico”

Ruben Martins, Guilherme de Sousa e Isabel Coutinho
6 de Fevereiro de 2018, 12:18

Nuno Pacheco recebeu a 30 de Janeiro o Prémio de Jornalismo Cultural atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores.

Esta semana, o Reservado ao Público leva-lhe uma conversa entre a editora de cultura, Isabel Coutinho, e Nuno Pacheco. Falam sobre crítica, sobre o jornalismo cultural, o Acordo Ortográfico e outras histórias.

Subscreva o programa Reservado ao Público no iTunes, SoundCloud, Spotify e nas aplicações para podcasts. Descubra outros programas em publico.pt/podcasts.

Prémio de Jornalismo Cultural 2018 atribuído a Nuno Pacheco

Contra.o.Acordo Ortográfico
Published on Feb 1, 2018

Cerimónia de entrega do Prémio de Jornalismo Cultural 2018, atribuído ao jornalista Nuno Pacheco, redactor principal do “Público” no Auditório Maestro Frederico de Freitas na Sociedade Portuguesa de Autores a 30 de Janeiro de 2018.

Da gravação integral, acima, destaco a parte da intervenção inicial do Presidente da SPA, José Jorge Letria, em que refere a recusa expressa e fundamentada que aquele organismo determinou em 2013 quanto ao “acordo”. Se quiser ouvir apenas essa parte sem sair desta página, “click” AQUI.

Do mesmo modo, pode “saltar” para a intervenção de fundo do jornalista premiado, que se refere profusamente ao AO90. De reter, aliás, uma frase sua com bastante significado: “achei isto um prémio não propriamente para mim próprio mas para uma acção cívica”.



Sequência de depoimentos de alguns dos presentes no evento

 

[Imagem de topo de: SPA. Gravações de YouTube user: Contra.o.Acordo Ortográfico]

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Em Português – 56

Alêtheia Editores

O livro dos cinco dias que mudaram a história (24 a 28 de Maio de 1940). 🎬Um filme a não perder. Um livro obrigatório.📖…

Publicado por Alêtheia Editores em Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018

À medida que as imparáveis forças nazis atravessam a Europa ocidental e a ameaça de invasão é iminente, e com um público desprevenido, um rei céptico e o seu próprio partido a planear contra ele, Churchill deve resistir à sua hora mais escura, reunir uma nação e tentar mudar o curso da história mundial.

Alêtheia Editores
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Projecto APOLO

Feliz ano novo… 2018 | 2771E obrigado a todos que partilharam o «Calendário romano» e que o tornaram um sucesso, com…

Publicado por Projecto APOLO em Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2018

Projecto APOLO
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“A Semana” (diário “online”) (Cabo Verde)

SOCIAL: Directora Regional da OMS para a África alerta: Mais de 8 milhões de pessoas morrem de cancro no mundo todos os…

Publicado por ASemana em Sábado, 3 de Fevereiro de 2018

Descreve que esse movimento sensibilizou milhões, instou governos e pessoas nas quatro partes do mundo à acção e forneceu aos pacientes oncológicos e respectivas famílias uma plataforma através da qual puderam partilhar as suas histórias e serem ouvidos.

“A Semana” (diário “online”) (Cabo Verde)
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Em Português – 46

Fundação Oriente

OBJECTIVOSA Fundação Oriente concede bolsas de estudo a candidatos nacionais de países do Extremo Oriente para a frequê…

Publicado por João Pedro Graça em Sábado, 20 de Janeiro de 2018

RECEPÇÃO DE CANDIDATURAS | 2 a 31 Janeiro 2018

Fundação Oriente
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Jornal “O Comércio de Alcântara”

Publicado por O Comércio de Alcântara em Quarta-feira, 9 de Setembro de 2015

Jornal “O Comércio de Alcântara”
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Revista “Intro”

Mistura electrizante de comédia de erros e retrato do artista, "A glória e seu cortejo de horrores" é o retrato de toda…

Publicado por Revista Intro em Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018

Mistura electrizante de comédia de erros e retrato do artista, “A glória e seu cortejo de horrores” é o retrato de toda uma geração: na pele de Mario, vemos a derrocada das ilusões de tantos outros, num mundo cada vez mais rendido às fúteis aparências.

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Prémio de Jornalismo Cultural 2018

 

Nuno Pacheco distinguido com o Prémio de Jornalismo Cultural

 

Prémio “sublinha a qualidade da intervenção“ do fundador e jornalista do PÚBLICO “nos assuntos culturais”, bem como “a qualidade global da sua carreira de décadas como jornalista profissional”.

Lusa – 18 de Janeiro de 2018, 16:13

O jornalista Nuno Pacheco, fundador, ex-director e jornalista do PÚBLICO, foi distinguido com o Prémio de Jornalismo Cultural, da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), anunciou nesta quinta-feira a cooperativa.

Nuno Pacheco, de 62 anos, “afirmou-se como um especialista nos temas relacionados com a música portuguesa e brasileira, sendo um dos jornalistas que, de forma mais regular e rigorosa, escrevem sobre o assunto”, justifica a SPA.

A cooperativa refere ainda que Nuno Pacheco é um “defensor da diversidade da língua portuguesa, [e] tem sido uma das vozes mais activas no combate contra o Acordo Ortográfico, cuja vigência intensamente contesta”. O jornalista fez parte da equipa fundadora do PÚBLICO, depois de ter trabalhado oito anos no semanário Expresso.

Num curto texto, publicado no PÚBLICO, sobre si e a opção pelo jornalismo, afirma que acredita que a essência “do que deve ser o jornalismo” é “uma mistura de ética, arte e busca incessante do que é novo”. “E isso é inseparável do tratamento dado à palavra, na forma como se escreve uma história, se formula uma ideia, se incentiva um debate“, acrescenta.

A distinção, assinala a SPA, “sublinha a qualidade da intervenção de Nuno Pacheco nos assuntos culturais, com a música em destaque, e a qualidade global da sua carreira de décadas como jornalista profissional”.

O Prémio de Jornalismo Cultural, no valor de 2000 euros, foi entregue pela primeira vez em 2017 a João Almeida, director da RDP-Antena 2. O galardão será entregue a Nuno Pacheco, no Auditório Frederico de Freitas, na sede da SPA, em Lisboa, no próximo dia 30 de Janeiro, pelas 18h30.

 

[“DN”/LUSA, 18.01.18. O texto em acordês no original foi corrigido automaticamente para Português-padrão pela solução Firefox contra o AO90.]

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