Apartado 53

Um blog contra o AO90 e outros detritos

Etiqueta: LUSA

O quinto poder

Nestas coisas da pulhítica, em termos de jargão específico do “métier”, dá imenso jeito saber ler, literalmente, passe a redundância, nas entrelinhas. Dos vários tipos ou níveis de iliteracia, o analfabetismo político é de, todos — e de longe –, o mais perigoso, visto que o patuá críptico dos agentes de intoxicação em massa (vulgo, “órgãos de comunicação social” ao serviço ou “jornalistas” pagos à peça) tem por funções confundir e não esclarecer, influenciar e não informar, condicionar e não instruir, embrutecer e não comunicar factos.

Aqui está mais um artigo da agência de propaganda BrasiLusa que espectacularmente preenche todos os requisitos do “jornalismo” político, ou seja, da mais pura e dura contra-informação.

Todo este paleio, de cabo a rabo, apesar de aparentemente inócuo e circunstancial, não passa objectiva e factualmente de uma verdadeira  mistificação, passe o oximoro, gizada por competentíssimos  profissionais… da aldrabice.

As aparências iludem, como diz o povo. É muito provável que entenda cada qual deste estendal de meias-verdades algo que sequer lá está escarrapachado (a ideia é essa, mesmo), mas é ainda mais provável que no fim da leitura, para quem se der a essa maçada, não fique uma ideia, ainda que vaga,  do que raio significam os palavrões (“diagnóstico”, “implementação”, “potencialidades”) ou mesmo as palavrinhas (“experiência”, “resultados”, “soluções”).

A linguagem encriptada, própria e exclusiva da política, e por maioria de razões tendo por finalidade a intoxicação, presta-se a diferentes interpretações, todas elas (ou quase todas) variantes da mesma “verdade” que os profissionais da mentira foram incumbidos de espalhar. Convencionou-se chamar “opinião” a esse tipo de “verdades” e, por conseguinte, quem as fabrica são os “fazedores de opinião”.

Espero ter lido bem, isto são excelentes notícias.

 

Cabo Verde quer conhecer experiência de Angola na implementação do Acordo Ortográfico

SAPO Notícias, 07.06.18

 

Angola já fez o Diagnóstico à Aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 e Cabo Verde quer conhecer os resultados da experiência, anunciou hoje a ministra da Educação, Maritza Rosabal, em declarações à Inforpress.

Os resultados serão apresentados durante a primeira reunião dos Ministros da Educação do Fórum dos Países Africanos de Língua Portuguesa (FORPALOP) que decorre nos dias 07 e 08 de Junho em Luanda, Angola, onde Maritza Rosabal se encontra para participar e também para conhecer experiências educativas de outros países como Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Moçambique e ainda Timor-Leste.

Em declarações à Inforpress a partir de Luanda, a ministra considerou “muito importante” conhecer os resultados do estudo sobre a implementação do Acordo Ortográfico de 1990 nas escolas angolanas, por ser um “acto de aprendizagem”, já que Cabo Verde nunca fez nenhuma análise a esse respeito.

“Por isso é muito interessante ver o que Angola está a fazer para aprender, e conhecer quais são as consequências do mesmo. No fundo, o Acordo Ortográfico está em implementação em Cabo Verde, mas nunca se discutiu se realmente é ou não uma boa experiência porque não tem sido um foco de intervenção para Cabo Verde”, admitiu.

No entender de Maritza Rosabal, a questão central é o ensino da língua portuguesa como língua segunda, já que todos os países que fazem parte dos PALOP, mais Timor-Leste, têm as suas línguas maternas, entendendo que há necessidade de se implementar, com base em conhecimento e experiência, uma metodologia do ensino da língua portuguesa como língua segunda.

A ministra da Educação fez saber ainda que, durante o encontro de Luanda, ela e os seus homólogos vão identificar e discutir as potencialidades no domínio do ensino técnico-profissional enquanto promotor da profissionalização dos serviços e do desenvolvimento sustentável, tendo realçado que os países têm problemas a nível de quadros e pessoas formadas em áreas diversas, algo que requer soluções conjuntas.

A mobilidade estudantil para cursos técnico-profissionais entre os diferentes países vai ser também outro assunto em análise a partir das boas práticas de cada membro do fórum, área que pode ser importante para a promoção da rede de investigação científica entre os PALOP e Timor-Leste.

“Termos a possibilidade de mobilidade entre os nossos países é muito importante porque vai ser possível estabelecer um quadro muito mais elaborado em termos de vistos, o que ia ajudar os estudantes a terem outras experiências e outras perspectivas de integração no próprio mundo do trabalho”, salientou.

O FORPALOP foi criado em 2014 pelos PALOP como sendo um órgão multilateral de concertação político-diplomática e de cooperação, e visando o aprofundamento das históricas relações e a solidariedade entre os cinco países africanos de língua oficial portuguesa.

Source: Cabo Verde quer conhecer experiência de Angola na implementação do Acordo Ortográfico – Actualidade – SAPO Notícias

Destaques, sublinhados e “links” meus.

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Activismo cívico é isto mesmo…

A APEL anunciou ontem que vai acabar com o "voluntariado" na Feira do Livro de Lisboa. MUITO OBRIGADA às centenas de…

Publicado por Alexandra Lucas Coelho em Quarta-feira, 6 de Junho de 2018

quero agradecer às centenas de pessoas que aderiram ao abaixo-assinado lançado pela Alexandra Lucas Coelho e por mim,…

Publicado por Helena Ales Pereira em Quarta-feira, 6 de Junho de 2018

Feira do Livro de Lisboa diz não ao voluntariado a partir do próximo ano

APEL não vai recrutar voluntários para a Feira do Livro de Lisboa em 2019 depois de um abaixo-assinado promovido no Facebook pela escritora Alexandra Lucas Coelho.

 

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) vai deixar de ter voluntários a trabalhar na Feira do Livro, a partir do próximo ano, uma decisão tomada na sequência de um abaixo-assinado que recebeu contra “o abuso de voluntários”.

“Foi hoje recebido na APEL um extenso abaixo-assinado contra a existência de voluntários na Feira do Livro de Lisboa. Correspondendo ao pedido que lhe é dirigido, a APEL decidiu não voltar a admitir a participação de voluntários na Feira”, lê-se na página de Facebook da Feira do Livro de Lisboa.

No dia 25 de Maio, foi lançado um abaixo-assinado nas páginas de Facebook da escritora Alexandra Lucas Coelho e da directora de Comunicação da Penguin Random House/Companhia das Letras, Helena Ales Pereira, intitulado “Não ao abuso de ‘voluntários’ na Feira do Livro de Lisboa”.

“A APEL tem dinheiro, ou devia ter, para remunerar quem recruta durante a feira”

O abaixo-assinado, em forma de carta dirigida à APEL, que organiza a Feira do Livro em parceira com a autarquia, reuniu centenas de assinaturas de pessoas “contra o recrutamento de voluntários” pela APEL, que “recebe das editoras muitos milhares de euros pela presença na feira, além das quotas e de outras subvenções”. “A APEL tem dinheiro, ou devia ter, para remunerar quem recruta durante a feira. Para aliciar estes ‘voluntários’, a APEL invoca o contacto com livros e autores. Estar em contacto com livros e autores não é remuneração de ninguém. Aqueles de entre nós que contribuem para que os livros sejam feitos e circulem recusam-se a ser usados como isco”, acrescenta.

Inicialmente, a APEL alegou estar a cumprir a lei e argumentou ser uma “instituição sem fins lucrativos”, razão pela qual o apoio financeiro da autarquia “é indispensável” à realização da feira.

Não ao voluntariado depois de uma polémica

A questão do voluntariado na Feira do Livro de Lisboa ganhou contornos ainda mais polémicos, quando, no dia 2 de Junho, durante um debate sobre activismo, promovido pela Tinta-da-China, a propósito do livro Racismo no País dos brancos Costumes, foi abruptamente interrompido, devido aos comentários alegadamente racistas de uma voluntária da APEL.

De acordo com o relato feito pela editora da Tinta-da-China, Bárbara Bulhosa, na sua página do Facebook, a referida colaboradora passou o tempo todo a dizer que não concordava com o que estava a ser dito, e a referir-se aos convidados como “esta gente”, numa “performance racista, num debate contra o racismo”, chegando mesmo a interpelar um dos convidados, Mamadou Ba, quando este falava, quase no final do debate, para lhe dizer: “Vê lá se te despachas!”.

A APEL reagiu, na altura, ao sucedido, lamentando “profundamente os incidentes ocorridos”, e garantindo que “não se revê de nenhum modo na atitude assumida pela sua colaboradora, que dava apoio logístico à sessão de apresentação”.

A decisão da Feira do Livro de Lisboa de cancelar o voluntariado a partir da próxima edição é inédita. O recrutamento de voluntários por parte de grandes eventos é há muito criticada, sendo os casos do Rock In Rio Lisboa e do Web Summit dos mais badalados.

Texto de Lusa e Shifter

[Revista “Shifter”, 07.06.18. Transcrição integral (sem imagens).]

Antecedentes:
  1. Lançamento do abaixo-assinado
  2. Notícia da entrega da carta à APEL
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Diz que a Guiné Equatorial não quer promover o “brasileiro”…

Esta notícia da Agência Brasilusa, reproduzida pelo pasquim acordista “Diário de Notícias”, é aqui transcrita (sem vénia alguma, dados os créditos expressos) mas a transcrição carece de nota prévia.

A ortografia do original foi, como é costume neste sítio optimamente frequentado onde a escrita é escorreita, corrigida automaticamente pela solução Firefox contra o AO90. Porém, lamentável e inevitavelmente, os demais erros de Português “plasmados” na dita notícia (“enveredar esforços”, eheheheheheh, mas que cromos) não podem ser rectificados.

Guiné Equatorial não mostra vontade de promover português – Conselho Científico do IILP

 

A recém-eleita presidente do conselho científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), a portuguesa Margarita Correia, afirmou hoje que “não tem sido muito visível a vontade” da Guiné Equatorial para difundir o português no país.

Não temos tido a participação dos membros da Guiné Equatorial nas reuniões do conselho científico do IILP. Não posso avaliar dessa vontade, na medida em que, pelo menos, ela não tem sido muito visível”, disse à Lusa a linguista e professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, que foi eleita na semana passada presidente, até 2020, do conselho científico do IILP, organismo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para a promoção e desenvolvimento do português.

A responsável sublinhou que a organização “está consciente e disponível para enveredar esforços para que o português venha a ter outra representatividade na Guiné Equatorial, assim as autoridades do país o desejem”.

“O IILP tem perfeita consciência das suas responsabilidades, mas também das suas possibilidades”, afirmou, recordando que o trabalho é desenvolvido a nível multilateral.

A especialista defendeu que “tem de haver um esforço também da própria CPLP, isso tem de ser reforçado”, sublinhando que “a difusão e desenvolvimento do português na Guiné Equatorial também tem de resultar de vontade política, e essa vontade política não diz respeito ao IILP, mas é assumida por outros órgãos da CPLP“.

Margarita Correia ressalvou que têm havido apoios de Portugal e do Brasil à promoção do português na Guiné Equatorial, um compromisso da adesão desta antiga colónia espanhola quando aderiu à CPLP, em 2014, quando tornou a língua portuguesa como uma das línguas oficiais, a par do espanhol e do francês.

Na reunião do conselho científico realizado na semana passada, na Cidade da Praia, em Cabo Verde, “foi manifestado apoio à elaboração de um projecto multilateral sobre a promoção da língua portuguesa na Guiné Equatorial no seguimento do pedido feito pelo secretariado executivo da CPLP”, refere o comunicado final do encontro.

Questionada sobre as suas prioridades no IILP, a responsável comentou que o organismo tem “normalmente muitas dificuldades de financiamento”, pelo que vai empenhar-se na procura das “melhores soluções para vencer as dificuldades”.

Mais uma vez, a professora advoga que a CPLP deve “repensar a solução do IILP e dotá-lo dos meios necessários e suficientes para que possa cumprir a função que a CPLP exige dele e que tem vindo a ser reconhecida e reforçada ao longo dos anos, mas sem que isso corresponda até agora a um reforço da estrutura e do financiamento do IILP“.

Na reunião da semana passada, em que não participaram representantes das comissões nacionais da Guiné Equatorial nem da Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe entregou o Vocabulário Ortográfico Nacional (VON), que será integrado “tão depressa quanto possível” na Plataforma do Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa (VOC).

“Temos seis VON já prontos e faltam os de Angola e Guiné-Bissau”, comentou Margarita Correia, que recordou que Luanda “tem vindo a anunciar a realização do seu Vocabulário Ortográfico Nacional”.

“A Guiné-Bissau tem estado numa situação mais instável e esperamos que possa voltar ao nosso convívio e desenvolver os seus trabalhos”, referiu.

O VOC é um instrumento previsto no âmbito do acordo ortográfico e pretende fazer o levantamento das palavras em uso nos países da CPLP.

Na reunião do conselho científico, “foi reconhecido, relativamente à substituição da direcção executiva do IILP, o direito de a Guiné-Bissau apresentar um candidato ao cargo”.

A actual directora executiva é a moçambicana Marisa Mendonça.

O IILP tem sede na cidade da Praia desde a sua criação, em 2002.

[Transcrição integral de “Internacional – Guiné Equatorial não mostra vontade de promover português – Conselho Científico do IILP”, jornal “DN”/Lusa, 14.05.18. Destaques, sublinhados e “links” de minha responsabilidade. Imagem de topo de: Imagem de topo (extraída da página Wiki “Corruption in Equatorial Guinea“: By Rodrigues Pozzebom/ABr – Agência Brasil, 1650FRP051.jpg, CC BY 3.0 br, Link]

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A república dos bananas e seus “contatos”

 


 

https://dre.pt/web/guest/…/maximized?sort…q…
17 abr. 2018 ª Fase” e com a identificação e morada de contato do signatário. Torna-se, por último, público que o teor da deliberação de Câmara e demais …
https://www.portugal.gov.pt/download-ficheiros/ficheiro.aspx?v…7d45…
Formato do Ficheiro: PDF/Adobe Acrobat
28 mar. 2018 PONTO ÚNICO DE CONTATO – COOPERAÇÃO POLICIAL INTERNACIONAL. RAN. REDE DE SENSIBILIZAÇÃO PARA A RADICALIZAÇÃO.
https://www.portugal.gov.pt/download…/ficheiro.aspx?v…2f7b…
Formato do Ficheiro: PDF/Adobe Acrobat
15 mar. 2018 com sanções acessórias que impõem a proibição de contatos entre agressor e vítima, a obrigação do agressor frequentar programas …
https://www.portugal.gov.pt/pt/…/organismos-tutelados.aspx
9 out. 2017 Contatos. Inspeção-Geral da Defesa Nacional Palácio Bensaúde Estrada da ….. Qualquer contato urgente durante fins de semana, feriados e dias úteis entre as  …
https://www.portugal.gov.pt/…/20170807-resposta-anpc-analise-relatorio.pdf
Formato do Ficheiro: PDF/Adobe Acrobat
6 ago. 2017 Sempre que não foi possível contato com o PCO, esta indicação foi igualmente referida na fita do tempo. Não obstante em alguns momentos …
https://dre.pt/home/-/dre/…/maximized?…
17 maio 2017 … Departamento de Recursos Humanos, área de Recrutamento, através de contato por correio eletrónico para o endereço dgrh@sesaram.pt.
https://www.lusa.pt/…/rússia-restabelece-contacto-com-satélite-angolano- angosat-1
28 dez. 2017 Moscovo, 29 dez (Lusa) – A Rússia conseguiu restabelecer contato com o primeiro satélite de telecomunicações angolano Angosat-1, depois …

 



 

ver índice cAOs

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Macau é “activo indispensável” na promoção do português [“Ponto Final” (Macau)]


Macau é “activo indispensável” na promoção do português

“Ponto Final” (Macau), 12.04.18

O presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua considerou ontem que “Macau é um activo indispensável na promoção da língua portuguesa” na região da Ásia Pacífico. No território para a terceira Subcomissão Mista entre Portugal e a RAEM, na quinta e sexta-feira, Luís Faro Ramos disse à Lusa que esta reunião tem como objectivo fazer “um ponto de situação das relações bilaterais” entre Portugal e a RAEM, reflectindo o “longo caminho que se tem percorrido” nestas duas áreas, língua e educação.

Um caminho que se tem mostrado “cada vez mais sólido” e, em muito, devido ao trabalho do Instituto Português do Oriente (IPOR) na “promoção da língua portuguesa em Macau, na China e na Austrália”, sublinhou.

A Subcomissão Mista para a língua portuguesa e educação foi constituída no âmbito da Comissão Mista entre Portugal e a RAEM e reúne-se alternadamente em Lisboa e Macau. O último encontro decorreu em Lisboa, em Fevereiro do ano passado.

À margem da reunião, o presidente do Camões cumprirá uma agenda de encontros com autoridades portuguesas e macaenses, designadamente o cônsul-geral de Portugal em Macau e Hong Kong, Vítor Sereno, o presidente da Escola Portuguesa de Macau, Manuel Machado, o secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam, o presidente do IPM, Lei Heong Ieok, e a presidente do Instituto Cultural, Mok Ian Ian.

O Camões – Instituto da Cooperação e da Língua é um instituto público tutelado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) de Portugal, que tem por missão propor e executar a política de cooperação portuguesa e a política de ensino e divulgação da língua e cultura portuguesas no estrangeiro.

[Transcrição integral (incluindo imagem) de: Macau é “activo indispensável” na promoção do português. Jornal “Ponto Final” (Macau), 12.04.18. Imagem de topo: Diego Delso [CC BY-SA 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0)], from Wikimedia Commons.]

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O “impato” na “ótica” da LUSA

«não sendo necessária uma especialização em ótica para concorrer»
«iniciativas que contribuem para um impato positivo na economia nacional»

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10 mar. 2017 promoção deste tipo de iniciativas que contribuem para um impato positivo na economia nacional. “A MultiOpticas decidiu promover esta …
www.lusa.pt

«Com um menor impato nas atividades promovidas pelo universo associativo»

File Format: PDF/Adobe Acrobat
9 mar. 2017 Com um menor impato nas atividades promovidas pelo universo associativo – 25% – surgem a Gestão do Património ou a intervenção em …
www.lusa.pt
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