Apartado 53

Um blog contra o AO90 e outros detritos

Etiqueta: música

“Políticas linguísticas”…

Sempre batendo na única tecla que sabe tocar (pim pim pim pim), ou seja, o “colonialismo” mai-las respectivas maroteiras, e sistematicamente culpando com efeitos retroactivos — à boa maneira brasileira — o “tuga” pelas desgraças que assolam o seu país, o angolano Zau (nascido em Lisboa, músico da banda “Maravilha”) vem agora esclarecer, se bem que não se perceba nada, que existirá porventura em Angola uma coisa a que chama “políticas linguísticas no ensino primário”. Coisa essa que eu cá, devo dizer, do alto da minha ignorância sobre Angola em geral e sobre maravilhas em particular, acho fantástico.

Convém esclarecer, para que se entenda alguma coisinha deste texto quase integralmente incompreensível (bem, pelo menos para a paupérrima inteligência da minha chatérrima pessoa), que este senhor Zau ostenta, além do título académico que faz questão de amostrar (citemos, com a devida vénia, “Ph. D em Ciências da Educação e Mestre em Relações Interculturais”, ena, soergamos nossos glúteos em sinal de respeito), o não tão honroso sub-título de co-signatário do AO90. Ou “cocossignatário”, como “manda” grafar o AO90 quando há mais do que um “co” a “cocoisar”.

Se bem que uns anos após tal fatalidade (a cocossignatura) o senhor pareça ter mudado de opinião, a mim me parece não haver nessa hipotética mudança um átomo de sinceridade ou sequer um módico de convicção. Talvez o cambalacho tenha tomado um rumo que porventura não antecipou (afinal, raios, não há “acordo” nenhum, isto é só impor o “brasileiro” aos indígenas e nada mais) e portanto o homem foi ligeiramente aos arames com a brincadeira. Compreende-se, vá. Delegado angolano com Ph. D e tudo, um gajo que até tocou na banda “Maravilha” e acompanhou (nas congas?) o “Duo Ouro Negro”, bem, isto não se faz, já não há respeito, no fim de contas foi tudo uma grande aldrabice, aiaiaiaiaiai, não brinquemos, eles nem sabem com quem se meteram.

Vai, Filipe, dá-les! Dá-les!

Contribuições para a implementação de políticas linguísticas no ensino primário

“Jornal de Angola”, 9 de Dezembro, 2018
Filipe Zau |*

Através da análise das experiências educativas em países africanos, alguns deles vizinhos de Angola, pudemos, em artigos anteriores, verificar a importância das políticas linguísticas, quer do ponto de vista da aprendizagem, quer patrimonial.

De um modo geral, as administrações coloniais impuseram às populações africanas estratégias de aculturação, que, através do assimilacionismo, levaram as gerações mais jovens de africanos, sobretudo das áreas urbanas e sub-urbanas, a perderem valores e hábitos culturais para aquisição de atitudes e comportamentos característicos da sociedade dominante. Tal ocorreu, em grande parte, com as administrações coloniais francesa e portuguesa. De acordo com uma fonte da UNESCO sobre “Políticas de Educação e Formação na África Sub-Saariana”, em 1987, a França chegou a fazer 4 experiências de utilização de línguas africanas no ensino, contra 11 de utilização exclusiva da língua metropolitana, enquanto Portugal não realizou nenhuma experiência nas suas cinco colónias em África. Contrariamente, a Grã-Bretanha fez 13 experiências de utilização de línguas africanas no ensino oficial contra 2 de utilização exclusiva na língua inglesa. Já a Bélgica, apenas no ex-Congo Belga (actual Congo Democrático), fez duas experiências de línguas africanas e apenas uma, em regime de exclusividade, em língua francesa.

Porém, existe também a escola da vida, pelo que não há uma única forma de educação nem um único modelo de ensino. A escola não é evidentemente o único lugar onde as pessoas aprendem, o ensino escolar não é a única prática educativa, nem o professor o seu único praticante. “Em casa, na rua, na igreja ou na escola, aprende-se e ensina-se para saber, para saber-fazer; para saber-ser e para saber-conviver”, diz-nos também o sociólogo brasileiro Carlos Rodrigues Brandão.

Contudo, a colonização inglesa foi muito mais tolerante ao permitir a manutenção parcial da identidade cultural dos grupos etnolinguísticos africanos sob sua dominação. Numa perspectiva integracionista, as pessoas conservam a sua identidade e outras características culturais próprias (língua, hábitos alimentares, religião, festas, etc.), participando simultaneamente nas estruturas económicas, políticas e jurídicas com outros grupos. No integracionismo a manutenção cultural é procurada, enquanto no assimilacionismo há pouco ou, porventura, nenhum interesse em tal continuidade. O respeito pela diversidade cultural isenta de preocupações hegemónicas é a corrente onde se situa o pluralismo cultural, que defende um modelo de relacionamento, no qual cada grupo societal preserva as suas respectivas origens, partilhando, em simultâneo, um conjunto de características culturais e de instituições com os restantes grupos.

Do ponto de vista meramente educacional, podemos concluir que a lógica da complementaridade se sobrepõe à lógica da exclusão. Tal como afirmou Paulo Freire, na sua obra «Pedagogia do Oprimido; Saberes necessários à prática educativa», “a assunção de nós mesmos não significa a exclusão dos outros.” Daí que a tendência nos sistemas educativos, em grande parte dos países africanos, é a de se estabelecer a cooperação entre as línguas africanas e a língua europeia herdada da colonização, com especial ênfase, nos três primeiros anos de escolaridade, para a língua materna.

Curiosamente, na Namíbia, o Afrikaans que, numa primeira fase, foi abolido do sistema de ensino por razões políticas, voltou a ser posteriormente reintroduzido por imperativos meramente educacionais. Já o mesmo não aconteceu com o Pidgin nigeriano, pelo menos, até 1998. As línguas não têm dono e os proprietários das mesmas são, tão-somente, os seus locutores.

Em Angola, por razões educativas e culturais poderá ser estabelecida uma política linguística mixoglótica, direccionada para uma educação bilingue e intercultural, sem esquecer a relevância da Língua Portuguesa, que, pelo seu percurso histórico no nosso país, ganhou esse direito. A Declaração Constitutiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), instituída na base das relações de horizontalidade que regem as relações entre os Países membros, de entre os mais diferentes objectivos a que se propõe realizar, diz o seguinte: «(…) envidar esforços no sentido do estabelecimento em alguns Países membros de formas concretas de cooperação entre a Língua Portuguesa e outras línguas nacionais, nos domínios da investigação e da sua valorização».

* Ph. D em Ciências da Educação e Mestre em Relações Interculturais

Source: Contribuições para a implementação de políticas linguísticas no ensino primário | Artigos | Opinião | Jornal de Angola – Online (destaques meus)

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‘Téra Lonji’

N ben d’un téra lonji
D’un téra lonji di li
Dja N ten andádu mundu
Má N k’átxa un lugár sábi si
Nós é fidjus di rótxa
Ki Béntu-Lésti fulia na már
Déntu nós tudu é ilia
Kábu-Verdi, Kábu-Verdi
A-mi é fidju di rótxa
Ki Béntu-Lésti fulia na már
Déntu mi ten dés ilia
Kábu-Verdi, Kábu-Verdi
Palan só ta spéra txuba
Txiku, Nhéla ku ses uril
Tufuka dja bendi si pexi
Oji Bénta txiga Lisboua
Filisiánu txora sodádi
Beny gánha totobóla
Es vida é sima maré
La na nha Téra lonji
Laméntu di Povu foi txeu
Konsiénsia grita óra
I un di ses vós foi Kabral
Ku kada ánu ta nasi speránsa
Di odja azágua ben trás di simentera
Pa vida bai más suávi si, más dóxi si
Pa kada un ki kré es txon

Téra Lonji
Mayra Andrade
Letras (Br.)

“Olham-nos como se África fosse um só, guineenses ou angolanos, tudo o mesmo”

O ensino bilingue e a globalização “invadiram” uma discussão de políticas educativas no ISCTE, num congresso que terminou sexta-feira. Os exemplos de Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe foram o mote.

Nuno Pacheco
10 de Novembro de 2018

 

Depois da cooperação e do bilinguismo, as políticas educativas: a manhã do segundo dia do IV Congresso de Cooperação e Educação, que decorreu no ISCTE, em Lisboa, nos dias 8 e 9 de Novembro, reuniu em mesa-redonda especialistas de três países africanos para debater o tema. Arlindo Mendes Vieira (Cabo Verde), Geraldo Indeque (Guiné-Bissau) e José Carlos Aragão (são Tomé e Príncipe) traçaram, cada qual a seu modo, o cenário das políticas dos seus países, acabando por se falar de novo no bilinguismo e do papel das línguas nacionais.

Arlindo Vieira traçou um panorama histórico de Cabo Verde, recuando ao tempo colonial, passando pelos tempos do partido único e do seu “discurso político económico estatizante” para chegar ao período onde um discurso mais economicista acabou por se implantar, devido sobretudo à intervenção dos apoios externos (Banco Africano para o Desenvolvimento e Banco Mundial). Com uma Lei de Bases do Sistema Educativo desde 1990 e com reformas mais ao gosto dos programas internacionais (há hoje 10 universidades, um excesso para um universo de meio milhão da habitantes!) e “linguagens impostas pela globalização”, Cabo Verde está, afirmou, no “bom caminho porque é o menino obediente e segue as directivas.” Isto, no entanto, tem um preço. E ele apontou-o, nas conclusões: há uma “profunda crise de identidade ideológica”, atendendo menos às especificidades do país do que às exigência do mercado global, agravada pela “não-inclusão da nossa língua” (o crioulo) nos currículos.

Sem recuar tão demoradamente na história colonial e pré-independência, Geraldo Indeque lembrou, de passagem, os tempos em que se educava “o mínimo de pessoas necessário à manutenção do sistema colonial”, passando-se desse 8 ao 80 após a independência, com a tentativa de massificação do ensino. Sem meios internos, recorreu-se ao Banco Mundial e as receitas foram também globalizadas, impondo-se uma visão exterior que olha para África como se fosse um país e não um continente de muitos países com realidades diferentes. “Às vezes vem um pacote já experimentado em Moçambique, ou Angola, para tentar implementar na Guiné, como se África fosse um só, guineenses ou angolanos, tudo o mesmo.”

Dependente, em matéria de educação e respectivas infra-estruturas, de apoios externos (Portugal, Brasil, Rússia, Cuba, Marrocos, Argélia), a Guiné-Bissau gasta 97% do dinheiro destinado ao ensino em salários e apenas 3% ficam para investimento no sector. “Ou seja, não há investimento.

Com uma única universidade a tentar reerguer-se e com “problemas sérios” de alfabetização, a Guiné-Bissau tem, pelo menos, dois motivos recentes de contentamento, vindos das novas gerações. Geraldo Indeque disse que um grupo de jovens criou o primeiro robô guineense (capaz de levantar até 5 kg) e prometem apresentar o primeiro drone de fabrico nacional.

José Carlos Aragão preferiu centrar-se nos últimos 15 anos são-tomenses, até porque teria “muita dificuldade” em obter informações fidedignas dos períodos anteriores. Num país que acaba de sair de “eleições complicadas” e onde está, “neste momento, tudo em mudança”, a carta da política educativa e a própria Lei de Bases (datada de 2003) estão a ser revistas.

O que há de novo, na proposta desta última (ainda em apreciação)? Entre outras coisas, a introdução do ensino das línguas nacionais, que na véspera fora tema da intervenção de Filipe Zau (Angola) e que, segundo Aragão, “faz sentido também em São Tomé e Príncipe”, mas em ligação com a língua portuguesa. “Nós temos três crioulos autóctones. Há um quarto, mas este surgiu com os contratados que vinham de outras colónias [sobretudo de Cabo Verde]. E há situações em que os professores se vêem aflitos para chegar aos alunos. A forma de contornar essa situação tem sido o professor aprender o crioulo local. Nessa altura, a barreira cai e consegue-se um melhor entrosamento. Isto apesar de os números indicarem que em São Tomé a grande massa fala mais português do que os crioulos do país.” Para a introdução dos crioulos, todavia, há um trabalho que precisa de ser feito, porque não existem gramáticas.

Quanto aos resultados do sistema de ensino, também fruto de uma política globalizante, há dados contraditórios. As taxas de abandono, por exemplo, são muito reduzidas; mas em contrapartida as de retenção são muito elevadas. Isto num universo que tem crescido muito na última década. Do ano lectivo de 2006-2007 para o de 2016-2017, os alunos do básico aumentaram 66%, os do secundário 175% e os do superior 261%. Isto em 95 mil são-tomenses em idade escolar. É um problema, embora ele garanta que ninguém fica fora do ensino por causa disso. “É que não temos espaço para tanta gente, não temos tantas escolas assim.”

“Não há ensino adequado do português”

No período destinado a perguntas e respostas, houve uma intervenção que se destacou das restantes, a do padre e pedagogo italiano Luigi Scantamburlo, que desde 1975 trabalha em África e aí tem defendido, e aplicado, o ensino do crioulo como entrada para o português (num dos vários painéis do congresso, intitulado Aspirações vs. realidade na Língua de instrução, ele já apresentara, dia 8, uma comunicação intitulada Ensino-aprendizagem da língua portuguesa no projecto ensino bilingue português-crioulo guineense). Foi, pois, a partir da sua experiência na Guiné-Bissau que Luigi Scantamburlo interpelou a mesa:

“O Geraldo Indeque falou na política educativa e não nomeou o problema das línguas nacionais. Em 1979 foi decidido que havia escolha de quatro línguas nacionais: o crioulo, o fula, o mandinga e o balanta. E foram preparados textos. Em 1986 foi começado o Centro de Formação e Educação, com o crioulo. Depois foi suspenso em 1996. Em 1998 tomou corpo um projecto que vai ainda nas ilhas Bijagós e também encalhou. Porque não se fala disto, quando o ensino bilingue é a única maneira, para mim, que estou na educação desde 1975, para os alunos perceberem os conteúdos do ensino? Porque o português na Guiné-Bissau é uma vergonha, não se aprende, apesar dos Camões, das licenciaturas, disso tudo! Não há um ensino adequado do português. Uma pessoa aprende línguas através da própria língua materna, se há, ou de uma língua que conhece bem. Esta é a didáctica do mundo inteiro.”

Os resultados finais do IV Congresso de Cooperação e Educação, que durante dois dias juntou especialistas de vários países no ISCTE-IUL, em Lisboa, serão divulgados oportunamente.

[Artigo do jornal “Público”, 10.11.18 (versão “online”). Transcrição integral. “Links”  e destaques  meus. Imagem de rodapé de CoopEdu IV – CEI-IUL (Facebook).]

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Odiar pelos dois

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Novembro 1999

Caetano Veloso acha que “a colonização portuguesa foi a pior coisa” que alguém pode imaginar. Em entrevista ao jornal português “Expresso”, concedida na semana passada, em Londres, o cantor e compositor disse que os portugueses só foram ao Brasil, “lugar que não lhes interessava nada”, para “sugar, sugar, sugar o que fosse possível e matar os índios”.
No entender do compositor, a colonização do Brasil por Portugal “foi o oposto dos EUA, para onde alguns ingleses foram para criar um país melhor”.
“Bom, os ingleses são melhores a matar índio e a discriminar preto do que os portugueses. Porém, os ingleses criaram na América uma sociedade nova, melhor e mais justa”, disse.»

“Folha de S. Paulo”, 17.11.99


Agosto 2012

(…)
E deixe os Portugais morrerem à míngua
Minha pátria é minha língua
Fala Mangueira! Fala!
Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó
O que quer
O que pode esta língua?(…)Letra: Língua – Caetano Veloso

CaetanoVelosoVEVO, 13.08.12

 


Maio 2018

Imagem de topo: recorte de original © RegionalPress/DR publicado no “JM Madeira”

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Em Português – 45

FERLAP – Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais

A Luta da FERLAP, das Associações de Pais e de Pais isolados e principalmente dos Alunos começou a dar os seus frutos. N…

Publicado por FERLAP – Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais em Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

Não podemos deixar de agradecer o empenhamento de todos os outros envolvidos, onde se encontram jornalistas, professores, auxiliares de acção educativa, figuras públicas, políticos e profissionais anónimos dos órgãos de comunicação social em quem nunca ninguém repara, mas que a FERLAP tem o prazer de conhecer e não poderia aqui deixar de referir, sem eles seria muito mais difícil.

FERLAP – Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais
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Fort’aplauso Escola de Música

Entrega de bens na Ajuda de Berço

Entrega de bens recolhidos no concerto de Reis de dia 6 de Janeiro de 2018 na Ajuda de Berço!

Publicado por Fort'aplauso Escola de Música em Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2018

(…) projecto contou com a participação dos grupos (…)

Fort’aplauso Escola de Música
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Lisbon Walker

Domingo 28 de Janeiro, às 14:30 – passeio em PortuguêsA PRESENÇA AFRICANA EM LISBOAAs especiarias foram sem dúvida a…

Publicado por Lisbon Walker em Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018

As especiarias foram sem dúvida a razão impulsionadora da empresa dos Descobrimentos portugueses e, à medida que a exploração da costa Africana avançava, a Escravatura tornou-se numa actividade comercial ainda mais rentável que as próprias especiarias.

Lisbon Walker
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Em Português – 44

Associação Clenardus: Promoção e Ensino da Cultura e Línguas Clássicas

ASSEMBLEIA GERAL da Associação CLENARDVS, que hoje faz um ano de vida!Parabéns a todos os que nos têm acompanhado neste projecto em prol da Cultura e Línguas Clássicas!

Publicado por Associação Clenardus: Promoção e Ensino da Cultura e Línguas Clássicas em Domingo, 26 de Novembro de 2017

Parabéns a todos os que nos têm acompanhado neste projecto em prol da Cultura e Línguas Clássicas!

Associação Clenardus: Promoção e Ensino da Cultura e Línguas Clássicas
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MIL: Movimento Internacional Lusófono

Publicado por João Pedro Graça em Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018

No Brasil prossegue e apodrece um impasse que só poderá ter um princípio de resolução nas próximas Eleições Presidenciais, agendadas para 2018. Nos restantes países, com a sempre relativa excepção de Cabo Verde, nada de realmente novo no horizonte a assinalar.

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Fábrica Braço de Prata

Projecto Bug

Publicado por Fábrica Braço de Prata em Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2017

Projecto Bug

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Em Português – 18

Associação Académica de Coimbra / OAF

⚽👐 A Escola Guarda Redes Briosa está de volta ao activo. Sonhas um dia defender a baliza da Académica? O teu sonho começ…

Publicado por Associação Académica de Coimbra / OAF em Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2017

A Escola Guarda Redes Briosa está de volta ao activo. Sonhas um dia defender a baliza da Académica? O teu sonho começa aqui.

Associação Académica de Coimbra / OAF
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MPMP, movimento patrimonial pela música portuguesa

AMANHÃ, dia 6 de Dezembro, no Museu Nacional da Música!

Publicado por MPMP, movimento patrimonial pela música portuguesa em Terça-feira, 5 de Dezembro de 2017

Apresentação do projecto pedagógico pelo compositor Vasco Negreiros.

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Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M)

CONVOCATÓRIA PARA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA 201​7​Convoca-se a Assembleia Geral ordinária da Associação de Cidadãos…

Publicado por ACA-M em Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017

CONVOCATÓRIA PARA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA 201​7​
Convoca-se a Assembleia Geral ordinária da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M) para reunir na morada – Av. 5 de Outubro, 142 -​R/C esquerdo, 1050-061 Lisboa – no dia 1​8​ de Dezembro de 201​7​, 2ª feira, pelas 16h​3​0, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1 – Apresentação e votação do Relatório de Contas do ano transacto – 201​6​;
2 – Apresentação do relatório de actividades realizadas em 201​7;
3 – Discussão e votação do plano de actividades e orçamento para o ano de 201​8​;
4 – ​Eleição dos corpos gerentes da ACA-M​
5 – Outros assuntos

Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M)
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