Etiqueta: música

Em Português – 13

Casa da Música

A Terceira de Rachmaninoff | 24 Nov 2017

O maestro Takuo Yuasa apresentou-nos o programa imperdível desta sexta-feira. Restam apenas alguns lugares…Já comprou o seu?

Publicado por Casa da Música em Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

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Apeiron Edições

"Como portugueses cabe-nos o dever moral e nacional de transmitir as obras e os feitos das gerações que nos precederam –…

Publicado por Apeiron edições em Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

“Como portugueses cabe-nos o dever moral e nacional de transmitir as obras e os feitos das gerações que nos precederam – e que perpetuaram esta nação até aos dias de hoje –, e legá-los às gerações vindouras a fim de que, como país, possamos continuar a viver através da história futura. É como que uma seiva, um sopro mágico que vem desde o início dos tempos e ficou gravado nas nossas tradições, nos nossos costumes e nos determina como povo – com todos os particularismos individuais e colectivos –, com uma identidade própria e uma soberania sólida.” – Eduardo Amarante

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Jornal “O Diabo”

“Existem vários planos e projectos elaborados há mais de 50 anos e que nunca foram implementados, os quais só pecam por…

Publicado por O Diabo em Terça-feira, 14 de Novembro de 2017

“Existem vários planos e projectos elaborados há mais de 50 anos e que nunca foram implementados, os quais só pecam por virem tarde de mais”. Para se ultrapassar uma calamidade cada vez mais frequente como a seca, o dirigente da Confederação dos Agricultores de Portugal adianta ser necessário flexibilizar “as exigências e a burocracia que a Agência Portuguesa do Ambiente impõe a todos aqueles que querem realizar alguma acção de captação de água, ignorando que estamos numa situação muito complicada que sai muito do parâmetro estabelecido. Não é aceitável este tipo de postura”

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Em Português – 12

UHF

À Sombra do Cristo Rei junta António Manuel Ribeiro a Tim e João Cabeleira para tocar “Cavalos de Corrida” ao vivo na…

Publicado por UHF em Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

O baixista do projecto é Nuno Espírito Santo, antigo baixista dos UHF e filho do baterista Luís Espírito Santo, também antigo elemento do grupo.

UHF (banda Rock)
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Editora Mar da Palavra

Ecos, na Imprensa (edição do «Diário de Coimbra»), do livro infanto-juvenil «As flores também sonham», de Celeste de Almeida Gonçalves (texto) e Sandra Serra (ilustração)

Publicado por Mar da Palavra em Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

A sessão conta com a participação da especialista em literatura para a infância Maria da Natividade Pires (docente na Escola Superior de Educação de Castelo Branco), que fará a apresentação desta obra infanto-juvenil, complementada pela intervenção da actriz Carla Sofia Miguel (Ajidanha – Associação de Juventude de Idanha-a-Nova), além de uma «performance» musical, em viola beiroa, por Alísio Saraiva.

Editora Mar da Palavra
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Jornal “Diário de Coimbra”

Estudantes Informados Alcançam Melhores Resultados.Assinatura Digital Diário de Coimbra Especial Ensino Superior no…

Publicado por Diário de Coimbra em Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

Campanha válida para todos os estudantes do Ensino Superior disponível após envio de comprovativo de matrícula válido no ano lectivo 2017/2018.

Jornal “Diário de Coimbra”
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Em Português – 3

“Jornal de Negócios”

5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Publicado por Jornal de Negócios em Terça-feira, 21 de Novembro de 2017

5 coisas que precisa de saber para começar o dia
Esta quarta-feira estaremos atentos às actas da última reunião da Fed, bem como ao 1.º inquérito do INE sobre a qualidade da gestão das empresas e ao provável aviso da Comissão Europeia a Centeno sobre a condução da política orçamental.

“Jornal de Negócios”
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WordPress Portugal

WordPress 4.8.2 lançado – actualização de segurança.

Publicado por WordPress Portugal em Terça-feira, 19 de Setembro de 2017

Está lançado o WordPress 4.8.2. Trata-se de uma actualização de segurança para todas as anteriores versões.

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Sociedade Portuguesa de Autores (SPA)

Autores contra a Lei da Gestão Colectiva. #spa #spautores #SociedadePortuguesaesdeAutores #autores

Publicado por Sociedade Portuguesa de Autores em Quarta-feira, 11 de Outubro de 2017

Autores contra a Lei da Gestão Colectiva.

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Viva o Português de Angola!

Governo vai elaborar estudos sobre a variante do português em Angola

 

Angola vai elaborar estudos sobre a variante da Língua Portuguesa, desenvolver políticas para promover o ensino e uso das línguas nacionais, apostar na criação de casas de cultura e rede de bibliotecas, anunciaram hoje as autoridades.

O anúncio foi feito pela ministra da Cultura de Angola, Carolina Cerqueira, durante a abertura do quinto Conselho Consultivo Alargado, que arrancou hoje, em Luanda, para a análise de políticas, programas e projectos do sector.

De acordo com a governante, a promoção do ensino e uso das línguas nacionais e a elaboração de estudos sobre a variante da Língua Portuguesa em Angola constam das acções prioritárias do sector a par de criação de infraestruturas, com vista ao desenvolvimento de uma indústria cultural forte e eficiente.

“Capaz de participar na diversificação da economia e na geração de riqueza e bem-estar, apta para contribuir para endogeneizar social e culturalmente os valores tradicionais e locais e contribuir eficazmente para a valorização e divulgação do nosso património nacional”, disse.

Carolina Cerqueira defendeu que hoje a cultura deve estar ao serviço da unidade nacional, da paz e do desenvolvimento e contribuir para o reforço da cidadania, tendo exortado os fazedores de cultura e religiosos a participarem na mobilização dos cidadãos às eleições de 23 de Agosto.

“Apelamos às igrejas que contribuam através da palavra, para a educação eleitoral e para uma cidadania consciente dos fiéis, pelo respeito, pela harmonia, e aos fazedores da cultura, através da música, valores positivos para um comportamento exemplar”, referiu.

Num balanço das acções realizadas pelo sector durante os últimos anos, a titular da pasta da Cultura de Angola assinalou que, “não obstante a crise”, foi possível atender e materializar um conjunto de acções estruturantes, entre elas a construção do Complexo das Escolas de Arte, destacando igualmente avanços no capítulo de diplomas legais para o sector.

O evento, que termina terça-feira, decorre subordinado ao lema “Dinamizar as Indústrias Culturais em Prol do Desenvolvimento e de uma Cultura de Paz”.

[Transcrição (com correcção automática) de notícia dos acordistas “Diário de Notícias” e “BrasiLusa” de 26.06.17.]

«Breve reflexão sobre a minha esquisitíssima profissão» [Pedro Barroso, músico]

https://m.facebook.com/Maestro.Pedro.Barroso/posts/10208966208107035#!/story.php?story_fbid=10208966208107035&id=1671307908

Breve reflexão sobre a minha esquisitíssima profissão

Tenho um grave problema pessoal e profissional. Não sei o que faço.

Normalmente as pessoas sabem o que andam a fazer: – são canalizadores, médicos, professores, carpinteiros, coisas assim.

Ora eu não. Desde que fabricaram este “acordo ortográfico” desconheço a minha profissão, e peço misericórdia por isso.

Vejamos. Eu conto.

Em pequenino era prendado e dava sempre zero na redacção. Hoje “redação, fato, receção e direção” entre muitas outras palavras, perderam o “c” portanto a coisa ficou de “facto” complicada e sem …”direcção”. Perturba. Desorienta.

Hoje digo ao autocarro “pára” e ele diz que é “para”. Quero um autocarro “para” qqr lado e ele baralha-se e …”pára”! Caos absoluto.

Em jovem, fui “actor” no TEC. Mas essa profissão, estranhamente, desapareceu. Hoje existe uma coisa a que se chama “ator” que eu situo entre os atilhos de sapatos e sei lá o quê. E eu, sinceramente, custa-me cada vez mais a dobrar; uso sapatos de pala e calçadeira e acabei por dedicar-me mais à composição e à música. Tive de abandonar.

Mas continuo com o mesmo problema grave. Não saber no fundo, como se chama aquilo que faço.
Costumo chamar ao que produzo “concertos”; embora sinta que, de facto – embora toque piano e fale francês…- um concerto é uma coisa com maestros de labita, Beethoven, Rachmaninov, etc. Ora bem. Coisas sérias, a preto e branco etc. Não é propriamente o caso. Normalmente levo camisa e vou até com a fralda de fora. Não deve ser concerto, portanto. Já não sei.

Provável alternativa deveria ser “espectáculo”. Estou hora e meia, duas horas seguidas em palco com os músicos, enfim. “Espectáculo”. Talvez. Contudo, essa expressão parece-me mais adequada ao Circo, lembra-me mais uma trupe do Circo Chen ou talvez os trapezistas do circo de Moscovo. Isso sim. Espectáculo. Ou o “Preço certo” do Fernando Mendes. “Espectáculo”! Portanto, também fico aflito perante o desafio, como podeis supor, por razões de total incapacidade em assumir tal tipo de arriscadas “performances”.

“Performances”. Bem lembrado! Poderia também usar, de facto, este termo estrangeirado; mas, francamente, “performance” parece mais tirado do Atletismo, Ciclismo ou Natação, cujos também já não são de minha pratica corrente. E quando subo ao palco, raramente é na intenção de entrar no Guiness por qualquer “conseguimento”, como pretendia a nossa inefável “Presidenta” da AR.

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Si bô ‘screvê’ me ‘m ta ‘screvê be

“SODADE”

Quem mostra’ bo
Ess caminho longe?
Quem mostra’ bo
Ess caminho longe?
Ess caminho
Pa Sao Tomé

Sodade sodade
Sodade
Dess nha terra Sao Nicolau

Si bo ‘screve’ me
‘M ta ‘screve be
Si bo ‘squece me
‘M ta ‘squece be
Até dia
Qui bo voltà

Sodade sodade
Sodade
Dess nha terra Sao Nicolau

O Português na hora di bai?

Em Cabo Verde, o Português vai ser ensinado como língua estrangeira. Vamos muito bem unificados, como se vê.

15 de Dezembro de 2016, 7:00

Nuno Pacheco

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Perdida no turbilhão do noticiário geral, passou despercebida uma notícia relevantíssima para o futuro do Português: a de que este vai passar a ser ensinado como língua estrangeira em Cabo Verde, já no próximo ano lectivo.

Antes que comecem já a atirar pedras aos cabo-verdianos, convém atender às razões de tal opção. Já em 2010, o conhecido escritor Germano Almeida defendia, em entrevista à Lusa, o ensino do português como língua estrangeira. Argumentos: “Não podemos pensar que o cabo-verdiano fala o português desde criança, porque não fala. Vemos alunos que terminam o décimo segundo ano e falam mal o português. Há professores que também não sabem falar português, portanto, só podemos concluir que o ensino está a falhar”. Mais: “Portugal, Brasil, Angola não precisam de contactar connosco, nós é que precisamos de contactar com eles, então o português para os cabo-verdianos é essencial. Os cabo-verdianos não são bilingues e por isso precisamos começar a ensinar o português como língua estrangeira”.

Seis anos depois, é a Ministra da Educação de Cabo Verde, Maritza Rosabal, que vem anunciar a iniciativa: “A língua portuguesa é abordada como língua primeira de Cabo Verde, quando não é. Temos uma eficácia do sistema muito baixa, onde apenas 44% das crianças que começam o primeiro ano finalizam o 12.º em tempo. Temos muitas perdas”. Mais: “O Brasil exige provas de língua portuguesa aos nossos estudantes, o Instituto Camões exige provas de língua portuguesa o que quer dizer que apesar de estarmos no espaço lusófono, começamos a não ser reconhecidos como um espaço com proficiência linguística em português”. Ou: “Toda esta duplicidade linguística afecta o processo. Reconhecemos que a nossa língua materna é o crioulo, mas como língua instrumental de trabalho e de comunicação temos de fortalecer a língua portuguesa”.

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