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Apartado 53: novas páginas

Este “apartado” não é só um repositório de conteúdos sobre o AO90 publicados nos órgãos de comunicação social, em suportes virtuais, em redes de rádio e TV, nas redes anti-sociais ou em qualquer outro tipo de fontes; muito menos será este um espaço meramente opinativo ou de reflexão sobre tão estranhos e recentes fenómenos quanto, por exemplo, o brasileirismo ofegante, a bajulação impenitente, a subserviência como filosofia de vida e o seguidismo como única ocupação.

Não tendo este endereço electrónico (i.e., a pessoa que nele se aloja, salvo seja) absolutamente nada a ver com tão ociosas elucubrações e semelhante espécie de dúvidas existenciais, além da extrema falta de tempo para deitar fora, ao menos por aqui vai-se tentando ajudar em alguma coisinha na luta contra o linguicídio em particular e o anti-portuguesismo em geral — um movimento de estrangeirados em que o AO90 é a peça central, terra-de-ninguém onde se acoitam mercenários e vendidos.

Modestamente, sim, este simples blog vai fazendo o que pode e até o que pelos vistos “não pode”. Uma das coisas “que pode” e faz é a reprodução dos documentos oficiais que mais incisiva ou determinantemente estão relacionados com o AO90; os quais por regra são traduzidos do brasileiro, anotados, inter-relacionados com “links” e, sobretudo, são adicionados destaques, sublinhados e vermelhos nos períodos ou partes de maior relevância. Esse tipo de conteúdos, que serve como sustentação legal e factual aos “posts”, passam à categoria de “páginas”.

Raramente vou dando aqui notícia das que vão entrando para o menu do blog (ou pelo menos para a lista geral de documentos). Em qualquer dos casos, constam do mapa do site (xml) e podem ser sempre localizados, é claro, através da busca interna (na parte superior da barra da esquerda).

E pronto, expostos os considerandos atinentes, em conclusão, só para variar, aqui vão indicações de algumas das últimas páginas recentemente incluídas no Apartado 53.

Saudações anti-acordistas.

Ferramentas

As ferramentas essenciais para quem tenciona continuar a escrever e (principalmente) a ler em Português, seja “navegando” na Internet seja escrevendo e/ou corrigindo texto estão agora aqui seriadas e explicadas da maneira mais simples possível.

Internet em Português: Chrome, Edge e Firefox

Não precisa de levar no seu computador com as páginas de Internet portuguesas todas assassinadas pela cacografia brasileira que foi imposta a Portugal (e PALOP). Existem ferramentas fáceis e práticas para que possa ler de novo em Português os conteúdos que estavam correctos em “sites” que passaram (ou foram obrigados) a “adotar” o AO90.

[Google Chrome]
[Microsoft Edge]
[Mozilla Firefox]

“Websites” em Língua Portuguesa

Esta pequena selecção de logótipos (com os respectivos “links) pretende ser meramente representativa da imensa quantidade de sites, páginas, organizações, plataformas e serviços que na Internet mantêm a Língua Portuguesa inalterada, ou seja, com os seus conteúdos livres da contaminação pela cacografia brasileira imposta pelo AO90.

Texto em Pt-Pt: dicionário/corrector FLiP

Certamente, a melhor ferramenta do género. Indispensável para quem trabalha com a Língua Portuguesa… em Português! O FLiP (Ferramentas para a Língua Portuguesa) inclui, além de dicionário online (grátis), um corrector ortográfico e sintáctico — programa local ou utilitário gratuito — que pode ser utilizado em qualquer processamento de texto (Office, Windows, etc.). Disponível também em “plugin” para o WordPress.

Declaração de Brasília

Resolução sobre Cidadania e Circulação de Pessoas no Espaço da CPLP, que aprova os seguintes Acordos:
• Acordo Sobre Concessão de Vistos de Múltiplas Entradas para Determinadas Categorias de Pessoas;
• Resolução sobre o Fórum Empresarial da CPLP;
• Resolução sobre a Revisão dos Estatutos da CPLP;
Resolução sobre a Vigência dos Actos Internacionais;

Resolução CPLP 2002: três por oito

DECIDE:
Recomendar seja considerada a conveniência de inscrição de artigo, nos Actos que venham a ser firmados no âmbito da CPLP, segundo o seguinte padrão geral:

1 – O presente Acordo entrará em vigor no primeiro dia do mês seguinte à data em que três Estados membros da CPLP tenham depositado na sede da CPLP, junto do seu Secretariado Executivo, os respectivos instrumentos de ratificação ou documentos equivalentes que os vinculem ao Acordo.

Resolução estatutos CPLP

O artigo 21º (Proveniência dos Fundos ) passa a ter a seguinte redacção:
Os fundos da CPLP são provenientes das contribuições dos Estados Membros mediante quotas a serem fixadas pelo Conselho de Ministros.
A CPLP conta com um Fundo Especial, dedicado exclusivamente ao apoio financeiro das Acções Concretas levadas à cabo no quadro da CPLP, constituído por contribuições voluntárias, públicas ou privadas, e regido por Regimento próprio, aprovado pelo Conselho de Ministros.

Constituição da CPLP

Os Chefes de Estado e de Governo de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, reunidos em Lisboa, no dia 17 de Julho de 1996, Imbuídos dos valores perenes da Paz, da Democracia e do Estado de Direito, dos Direitos Humanos, do Desenvolvimento e da Justiça Social;
Tendo em mente o respeito pela integridade territorial e a não-ingerência nos assuntos internos de cada Estado, bem como o direito de cada um estabelecer as formas do seu próprio desenvolvimento político, económico e social e adoptar soberanamente as respectivas políticas e mecanismos nesses domínios;

Acordo de Mobilidade CPLP

Ressaltando que na Declaração sobre Pessoas e Mobilidade na CPLP, aprovada na Cimeira de Santa Maria, em 2018, os Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa reafirmaram que “a mobilidade e a circulação no espaço da CPLP constituem um instrumento essencial para o aprofundamento da Comunidade e a progressiva construção de uma Cidadania da CPLP“;

Diário das sessões – aprovação RAR 35/2008

«Percebeu-se, porém, que o processo de ratificação por parte dos Estados da CPLP era, apesar de tudo, especialmente moroso, por razões compreensíveis: alguns deles encontravam-se em guerra, alguns deles tinham processos legislativos e parlamentares não estabilizados. E daí que, em 2002, na Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CPLP, realizada em Brasília, se tenha deliberado que os tratados celebrados no âmbito da CPLP passassem a entrar em vigor logo que ratificados por quaisquer três membros.
Todos os tratados eram assinados pelos governos membros da CPLP, mas o processo de ratificação, para a entrada em vigor dos tratados, passaria a ser suficiente quando levado a cabo por três [José António Pinto Ribeiro, Ministro da Cultura]

N’intendo

À laia de nota prévia, devo dizer que não entendo absolutamente nada desta indústria dos jogos virtuais, pelo que desde já peço desculpa caso cometa alguma gaffe de ordem técnica a respeito de tão esotérica quanto — digo eu — estupidificante matéria. De qualquer forma, não é de todo esse o aspecto que aqui importa; atendamos apenas ao essencial do que se noticia no Brasil (em Portugal este tipo de minudências é prudentemente ocultado), consistindo na preocupação que aflige a “intelectualidade” local, ou seja, os joguinhos de computador. E, principalmente, que essas brincadeiras estejam “localizadas” na língua deles, a brasileira.

Pois, confere, a “brincadeirinha” é um modo de vida, lá como cá, portanto há que “localizar” joguinhos, que isto ele o Inglês é “língua dji cáchorro” e, sobretudo, não se parece nada com a “língua universau“.

A industrial lavagem ao cérebro e geral embrutecimento não se confinam, porém, como sabemos, às fronteiras brasileiras; desde que a neo-colonização linguística e cultural brasileira se transformou em política de Estado da ex-República Portuguesa, sendo compulsivo o uso da língua brasileira em vez da nacional, tudo o que tem a ver com tradução (ou “localização”) do Inglês ou de qualquer outra Língua decente para a “universau” implica por arrastamento que isso vai “sobrar” para as sete colónias brasileiras, a começar por aquela que na pré-História (antes de 1986) foi a potência colonizadora da actual metrópole sul-americana.

O ingente “problema” de os brasileiros em geral serem fatal e congenitamente incapazes de articular sons para eles alienígenas (como o “th” em “the” ou em “thirst”, por exemplo, ou como as sequências consonânticas mn, pt, pç, cc, cç, ct) e a sua atávica falta de jeito para línguas (o tuga é ao contrário mas até isso será liquidado em breve com a obsessão pela dobragem/”dublagem”), ambos os factores confluindo na mesma “incomodidade” levam a que aqueles tipos procurem com afã quem lhes traduza os joguinhos.

O “pobrema” (que é coisa de pobre, como dizia o filósofo Caco Antibes) reside na teórica resistência de certo responsável português pelas vendas da Nintendo, esse colosso do vazio massificado, ao facto de fazer “dublagens” e já não dobragens. Isto é, se a bonecada passará a falar “assim” (PT-PT) ou “dêssi jeitu” (PT-BR). Não devem ter informado o pobre senhor de que agora existe uma coisa maravilhosa que é chamar-se “língua universau” à língua brasileira.

Já não bastavam as macacadas do tal Neto (ou lá o que é), ao vivo e a cores, com imensas fitinhas coloridas, batucadas e imbecilidades sortidas para entreter os “môléqui” tugas, agora além das crianças portuguesas também os adultos — se bem que dentro da mesma faixa etária mental — levarão com “localizações” zucas; tudo muito “légau”, é claro, mas apenas para quem está metido no negócio, os vendilhões da política, os vigaristas da linguística, os espetadores de “espetáculos”, os pedagogos especializados no neurónio esquerdo.

Uma longa e penosa luta espera-nos ali adiante, já na próxima esquina do tempo. Não vai ser fácil a reconstrução, apanhar e colar os cacos, recuperar os destroços e retomar o rumo da Língua Portuguesa que os traidores persistem em demolir.

Nintendo Portugal fala sobre pedidos de tradução e cita o Brasil

“Tecmundo” (Brasil), 11.03.22

 

Assim como os brasileiros, que recentemente fizeram uma grande campanha para que Pokémon Scarlet e Pokémon Violet fossem localizados para PT-BR, os portugueses também estão empenhados para que os títulos da Nintendo sejam localizados para PT-PT. Jorge Vieira, líder da Nintendo Portugal, falou sobre o assunto em uma entrevista para a Eurogamer nesta sexta-feira (11).

Ele citou que a retomada dos negócios da empresa japonesa no Brasil, que voltou a ter representação oficial em 2020, tem ajudado nesse trabalho de convencer a gigante a traduzir os games. Vieira citou o MarioParty Superstars como exemplo de que é possível atuar nesse sentido.

“Também ajuda muito a questão no mercado brasileiro a Nintendo estar paulatinamente novamente recuperando um espaço que já teve no passado e obviamente começa a ser uma aposta”, argumentou.

Além de Superstars, o primeiro jogo a ter texto em PT-BR no Switch, recentemente a marca revelou que MarioStrikers: BattleLeague e Nintendo SwitchSports também terão essas opções de legendas na nossa língua.

Apesar disso, o executivo explicou que trazer a representação de um título para uma língua não é uma decisão tomada rapidamente e que depende de um tempo. Segundo o representante da Nintendo, a localização é um processo complexo que precisa cumprir certo padrão de qualidade não somente na tradução, mas também na revisão, por exemplo.

“A localização é um tema que não passa somente por cada país. Obviamente, se a decisão dependesse de nós em Portugal, teríamos os jogos localizados, mas é um processo que tem seguramente muita gente a intervir na decisão. Não é tão fácil como às vezes leio, com alguma ingenuidade, que é pegar em três ou quatro pessoas, traduzimos e isto fica bem”.

Vieira comentou que lê bastante os fóruns na internet e sempre se depara com as pessoas pedindo um trabalho da Nintendo mais forte em relação à língua portuguesa. Ele disse que entende a paixão dos fãs e garantiu que está sempre conversando com os “chefões” lá do Japão para que a questão seja considerada por eles.

“Quanto mais opções tivermos, melhor. Se tivermos a opção de ter o jogo em português, mesmo o português do Brasil […], é uma ajuda imensa especialmente com as crianças. Mas também temos questões muito nossas, já tive de explicar internamente sobre o acordo ortográfico, das diferenças do português [de Portugal] para o português do Brasil e obviamente é um tema”, ele pontuou.

O líder da Nintendo Portugal prometeu ainda, pelo menos para os portugueses, que seguirá fazendo um lobby para que a gigante japonesa enxergue o português como uma língua estratégica para os jogos.

“Prometemos que a questão não está esquecida, continuamos a trabalhar nisso e vamos ver. O nosso objetivo é no futuro ter cada vez mais jogos localizados”, finalizou Vieira.

Chefe da Nintendo Portugal se pronuncia sobre localização de jogos de Switch em português

O portal Eurogamer publicou, nesta sexta-feira (11), trechos de uma conversa com Jorge Vieira, chefe da Nintendo de Portugal, em que o executivo comenta sobre os pedidos que se intensificaram neste começo de ano por mais jogos da empresa localizados em português.

No início de março, fãs brasileiros iniciaram uma campanha nas redes sociais pedindo que Pokémon Scarlet/Violet (Switch) fosse localizado em português, gerando engajamento não só da própria comunidade, mas também de influenciadores e celebridades. O movimento chegou a liderar os assuntos mais comentados do Twitter do Brasil.
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O Esporte Club de Portugau

Manchester City Football Club is an English football club based in Manchester that competes in the Premier League, the top flight of English football. Founded in 1880 as St. Mark’s (West Gorton), it became Ardwick Association Football Club in 1887 and Manchester City in 1894. The club’s home ground is the Etihad Stadium in east Manchester, to which it moved in 2003, having played at Maine Road since 1923. The club adopted their sky blue home shirts in 1894 in the first season of the club’s current iteration, that have been used ever since.[4] They are currently ranked 6th in the all-time English top flight table since its creation in 1888,[5] thus making it one of the country’s most successful football clubs. [Wikipedia]

O endereço electrónico é https://pt.mancity.com/; à semelhança do que sucede com as versões francesa (https://fr.mancity.com/ ou espanhola (https://es.mancity.com/), por exemplo, as duas primeiras letras do endereço (pt, fr, es) remetem para a versão dos diversos países e da respectiva Língua. No caso da página “portuguesa” do Manchester City F.C., portanto, temos em pt.mancity.com a versão em… brasileiro!


O Man City é um equipa de futebol inglesa. Como o Sporting Clube de Portugal é uma equipa portuguesa, evidentemente, à semelhança do Sport Lisboa e Benfica e do Futebol Clube do Porto, os três principais clubes portugueses que costumam participar na Liga dos Campeões — uma competição europeia. O Brasil é um país sul-americano que absolutamente nada tem a ver com a Europa, com os assuntos europeus (incluindo o futebol europeu, por mera coincidência uma indústria de milhões).

Este aparentemente estranho fenómeno de usurpação de uma nacionalidade e da sua Língua — nada mais, nada menos — é exactamente o mesmo que sucede na Wikipédia brasileirófona, nos correctores ortográficos, nos programas de uso profissional (ou amador), em todas as plataformas e serviços online (Google, Facebook, Twitter, YouTube, etc.).

Aquilo que leva brasileiros a fazer-se passar por portugueses, o que os “autoriza” a escrever em brasileiro fingindo que aquilo é “português”, o que permite que uma ex-colónia impinja violentamente o seu crioulo a milhões de portugueses, pois bem, todos sabemos perfeitamente o que os autoriza a destruir a Língua Portuguesa, porque é-lhes permitido imporem-se como colonos, donos e senhores não apenas da Língua mas também da Cultura portuguesa; sabemos quando e onde teve início a sinistra operação de linguicídio, a terraplanagem cultural; sabemos quem foram os responsáveis, os pais da aberração; sabemos quem são aqueles que, por indiferença, por omissão, por demissão ou por conivência, cobardemente, alarvemente, estupidamente, continuam a permitir que para os envolvidos o crime compense.

Pois lá chegará o dia em que todos esses, por mais que se julguem imunes ou inimputáveis, ficarão para sempre enterrados e esquecidos na vala comum da infâmia.

É uma questão de tempo.

Crônica da Partida

CITY FAZ JOGO PERFEITO EM ALVALADE E GOLEIA SPORTING

Champions League
ter 15 fev

SPORTING – 0 MANCITY – 5

RiyadMahrez (7’), Bernardo Silva (17’, 44’),PhilFoden (32’), RaheemSterling (58’)

John Edwards
“site” do Manchester CityF.C., versão “PT”, Wed 16 Feb 2022, 22:00

Exibição impecável do time de Pep Guardiola e um 5-0 na bagagem

O City foi a Lisboa querendo fazer um jogo sem erros e, se possível, levar uma boa vantagem para o EtihadStadium nas oitavas de final da Liga dos Campeões.

o que aconteceu, no entanto, foi muito melhor que isso. Uma partida impecável de um time que alcança seu auge na parte mais fundamental da temporada. E um 5-0 que dá muita segurança para o jogo da volta.

O QUE ACONTECEU

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‘Come a papa, Joana, come a papa’

“Ponte Velha”, Zamora (Espanha) [fotografia de Rocío Ramos]

  • «Dizer que se perdem as raízes com o português do Brasil é igual a dizer que quem sai do Norte e vai morar para o Sul»
    Isto é de tal forma imbecil que se torna difícil tentar elaborar qualquer comentário ou, ainda pior, contrapor qualquer espécie de argumento. Como é possível argumentar contra ou sobre a total insanidade?
    Bem, talvez sintetizando alguns princípios elementares da cartilha básica — aquilo que até uma criança de 5 anos compreende — sirva para o efeito: como sucede quanto ao Galego, ao Castelhano ou ao Catalão, por exemplo, a língua brasileira tem estruturas gramaticais próprias, como o léxico, a construção frásica, as expressões idiomáticas, os regionalismos e até as idiossincrasias dos “linguistas” que por aquelas bandas se entretêm a inventar “inovações”; em simultâneo, a língua brasileira compreende também diversas componentes desgarradas, desconexas e caóticas (a escrita é uma espécie de transcrição fonética, por exemplo). Em oposição flagrante à bandalheira característica do brasileiro, a Língua Portuguesa obedece a uma norma estável, racional e inteligível; os diversos “modos de falar” portugueses (Açores, Madeira, Norte, Alentejo) não diferem em absolutamente nada da matriz gramatical do Português-padrão, diferindo apenas — pontual e localizadamente — na articulação (prosódia) e em características de tempo e modo.
    Portanto: absolutamente nada a ver com essa patacoada, senhora dona mãezinha de uma pobre criança. Volte lá para as suas queridas telenovelas, vá, não chateie as pessoas.
  • «Barrar conteúdos brasileiros em Portugal?»
    Não, senhora, quanto a isso pode estar sossegada. O que está a ser feito, alegre e alarvemente, é precisamente o contrário, é barrar conteúdos portugueses em Portugal!
    A erradicação da Língua portuguesa, tornando obrigatória a “adoção” do brasileiro como língua oficial de Portugal (e PALOP), sucede no âmbito de uma espécie de limpeza étnica — ao estilo nacional-socialista (nazi) — que implica a erradicação de todos e quaisquer conteúdos histórico-culturais portugueses, implicando este processo até os mais remotos vestígios de tudo aquilo que vaga ou claramente remeta para o carácter, a razão de ser e a própria noção de identidade lusitana.
    Como é evidente, a brasileirização compulsiva da Cultura portuguesa, com a óbvia finalidade do apagamento radical da nossa memória colectiva, implica a aniquilação sistemática dos sinais e das marcas identitárias que nos definem enquanto nação e como povo. Esta “metodologia” com vista à “solução final“, cuja primeira etapa foi o AO90 (e a 2.ª a criação da CPLB), implica a imediata substituição dos conteúdos portugueses e das suas referências.
  • «devido ao grande alcance internacional em diferentes países que ele tem conquistado»
    Sim, em Portugal, na “terrinha” e na Porcalhota. Ah, e em Valongo, suponhamos.
    A lapidar frase, mais uma de igual quilate e “brilhantismo”, uma estúpida e descabelada mentira, refere-se ao palhacito brasileiro que tem uma avó portuguesa (como todos os brasileiros que vêm cá vender os seus números de circo); é paleio típico de zuca, sempre a impingir banha-da-cobra a incautos (e pregando que “jizuiss isstá prêsêntchi” a ignorantes). Não irei, evidentemente, investigar em que «diferentes países» o cromo-artista terá um ou dois “espetadores”, se é que existe um único fora do Brasil e da Tugalândia; limito-me a presumir o óbvio, ou seja, que não existem “diversos países” coisíssima nenhuma, um cómico (?) a fazer umas macacadas para crianças não deve ser propriamente um grande sucesso nos States ou até na Argentina… precisamente porque ninguém entende brasileiro fora do Brasil e da sua colónia europeia.
  • «O meu marido gostava de mostrar vídeos do DragonBall ao nosso filho daqui a alguns anos e disse que só os encontra na versão de português do Brasil no YouTube»
    Mentira! É absolutamente mentira! MEN-TI-RA.
    Esta gentinha não olha a meios, de facto. Vale tudo, a começar pelas patranhas mais nojentas, sempre confiando os acordistas brasileiristas neo-imperialistas que o tugazinho típico seja tão burro quanto parece, um estúpido, tapado, cretino, um imbecilóide cuja atávica ignorância rivaliza apenas com os mais cegos dos crentes, retardados, indigentes mentais que o Brasil tem a granel (muitos milhões, calcula-se, como tanto gostam de fazer notar).

A longa “reportagem” do jornal “Sol” é um estendal de “impressões” (palpites) e “imprecisões” (mentiras), mais uma das inúmeras manobras de propaganda acordista e de intoxicação da opinião pública aproveitando o cansaço geral, visando a imensidão da boçalidade militante e contando com a ritual, habitual, providencial colaboração dos “contestatários” de serviço.


Crianças viciadas no português do Brasil

MARIA MOREIRA RATO | maria.rato@newsplex.pt
“Sol”, 10 de Janeiro 2022

 

Se há quem a veja como motor de “falsas polémicas”, outros garantem que existem crianças que mal sabem falar português de Portugal. Mães, uma tia, duas professoras, uma psicóloga e uma terapeuta da fala analisam a dimensão deste fenómeno.

 

A influência do português do Brasil é cada vez mais forte entre as crianças e os jovens portugueses devido aos conteúdos que consomem nas plataformas digitais. Os influencers do YouTube e do TikTok, assim como os vídeos de cariz didáctico destas redes sociais, captam a atenção dos mais novos. Apesar de o tema não ser recente, existem algumas questões que se impõem: os vídeos produzidos por portugueses são menos apelativos do que aqueles veiculados por brasileiros? Quais são as maiores falhas nos materiais educativos e recreativos criados em Portugal para os mais pequenos? Existe uma escassez dos mesmos?

“Sempre gostei do português do Brasil, acho que tem um som muito bonito e uso-o às vezes cá em casa. A minha filha e o meu neto de três anos também e não vejo problema algum”, começa por explicar a lisboeta Marina Ponte, adiantando que, na sua ótica, “não há YouTube a mais nem a menos”, sendo que, quando se encontra com a família na rua, nota que algumas pessoas estranham as brincadeiras que têm enquanto dialogam.

“Quando estou com a minha filha, por vezes, há pessoas que pensam que somos brasileiras. É uma brincadeira e não vejo que seja um problema: é português… Dizer que se perdem as raízes com o português do Brasil é igual a dizer que quem sai do Norte e vai morar para o Sul – ou vice-versa – também está a pôr em perigo as suas raízes”, argumenta, avançando que “pode explicar-se o uso correcto do português por motivos escolares”, contudo, não encontra outra justificação. “Por ‘medos’ não me parece que seja útil. Aproveitem a idade ‘esponja’ da criança e falem outras línguas em vez de procurarem cabelo em cabeça de careca”, remata.
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Priberam: em Português

Daquela que é, na minha opinião, a melhor ferramenta do género, absolutamente indispensável para quem trabalha com a Língua Portuguesa, ou seja, toda a gente que sabe ler e escrever em Português, apenas há a esperar que a equipa da Priberam não tenha estragado nada com esta nova versão, nem no corrector ortográfico e sintáctico FLIP (programa e utilitário) nem no dicionário online.

Parece que não. Corrector e dicionário continuam intactos e, portanto, imunes à brasileirização compulsiva que já vai infectando os programas e as plataformas da concorrência, nesta incluindo um “serviço” financiado pelo Governo que está convictamente assimilado, ao serviço da terraplanagem brasileira: refiro-me ao tremendo barrete que dá pelo nome de “ciberdúvidas”. Ora, a Priberam também disponibiliza, além do corrector, do dicionário e de diversos outros auxiliares da escrita, um verdadeiro serviço de “Dúvidas Linguísticas”.

Enfim. Por uma vez sem exemplo, aqui fica a sugestão — inteiramente grátis, é claro, que ninguém me encomendou frete algum — já não apenas de uma ferramenta única mas de uma caixa de ferramentas inteira, daquelas à moda antiga, sólida, em chapa e com pegas de ferro, pronta para resistir sem amolgadelas ou sequer riscos a quaisquer pancadas, marteladas e pontapés na gramática. Estamos todos fartos de porcarias tipo “loja do chinês” e de plástico moldável em tretas infantis enjorcadas por cabecinhas cheias de… enfim, digamos, borracha.

Este é todo um trabalho sério, escorreito, limpo e transparente, obra de portugueses competentes, e por isso não será exagero algum saudar ambos, os trabalhadores do cérebro e a empresa que os seleccionou e emprega: parabéns, mas que luxo!

 

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (DPLP) é um dicionário online de português. Compreende o vocabulário geral e os termos das principais áreas científicas e técnicas. O DPLP contém informação sobre as diferenças ortográficas e de uso entre o português europeu e o português do Brasil. O dicionário online apresenta funções avançadas de consulta e pesquisa assentes na plataforma lexicográfica da Priberam. Inclui ainda ligação para os auxiliares de tradução do FLiP (espanhol, francês e inglês).

O DPLP é um dicionário online de consulta gratuita. O seu conteúdo é assegurado por uma equipa de linguistas, estando em constante actualização e melhoramento.

A Priberam agradece desde já todos os comentários e sugestões dos utilizadores do dicionário online. A informação será tida em conta pela equipa de linguistas. Todos os comentários devem ser enviados para dicionario@priberam.pt.

O DPLP e o novo Acordo Ortográfico

O DPLP apresenta-se em duas versões. Por um lado, uma redigida na norma europeia do português, sem e com as alterações gráficas previstas pelo Acordo Ortográfico de 1990. Por outro, uma versão redigida na norma brasileira do português, com e sem as alterações previstas pelo novo Acordo Ortográfico.

Na secção Como consultar, cada uma destas opções de pesquisa no dicionário online é descrita pormenorizadamente.

Para mais informações sobre o Acordo Ortográfico, consulte a secção Acordo Ortográfico no site do FLiP.

[…]

[“site” da Priberam]

Flip 11: nova versão do corrector ortográfico da Priberam para quem leva o Português a sério

TekGenius
Marco Trigo

Depois de alguns anos de espera, a Priberam lançou o FLiP 11, a nova versão do seu conceituado corrector ortográfico, e que chega com algumas novidades. Acima de tudo, chega com um foco muito forte na exactidão e nos glossários científicos, para se distinguir dos dicionários generalistas.

A questão que se coloca à Priberam é que, nos últimos anos, generalizaram-se os dicionários generalistas que encontramos nos telemóveis, nos browsers e, principalmente no Microsoft Office, que continua a ser uma ferramenta fundamental em muitas empresas. Mas, como a Priberam destaca, embora estes dicionários generalistas sejam suficientes para o cidadão comum, a Microsoft optou por um caminho peculiar com revisão pré ou pós acordo ortográfico, e também uma mista. O resultado é que muitas grafias erradas acabam por ficar nos nossos textos.

Não foi sempre assim. A partir de 2001 e até ao Office 2016, a Priberam e as diversas versões do FLiP foram os parceiros da correcção ortográfica do Microsoft Word.

A apresentação à imprensa, que contou com Carlos Amaral, CEO da Priberam, e com a linguista Helena Figueira, focou este ponto, mostrando amplos exemplos de grafias incorrectas aceites pela Microsoft e não pelo FLiP.

Um ponto forte do FLiP 11 é também a integração de dicionários temáticos, com uma grande riqueza de termos específicos das áreas científicas, uma lacuna ainda gritante no Office. Graças a estes dicionários temáticos, o FLiP é um facilitador da escrita científica, reconhecendo termos que para o Office (e outros) serão apenas erros ortográficos. O exemplo citado é bastante claro: para o FLiP, “cometário” refere-se a um cometa, mas para o Office é apenas um erro ortográfico em “comentário”.

Para o académico, o FLiP 11 tem então uma dupla vantagem: não só não lhe enche o ecrã de palavras sublinhadas, como também não o induz em erro, corrigindo falsos positivos.

O FLiP 11 tem também uma melhor compartimentalização das ortografias pré e pós Acordo Ortográfico e uma capacidade melhorada de correcção contextual da ortografia. Conta, além do mais, com dicionários para todos os países Lusófonos e é compatível não só com o Microsoft Office, mas ferramentas da Adobe ou Open Office e ainda é possível utilizá-lo como plugin para o WordPress. Estas aplicações tiram todas proveito não só das ferramentas correctivas (tanto ortográficas, quanto sintácticas e estilísticas), mas também dos dicionários Priberam e do conjugador de verbos.

[…]

Priberam anuncia o FLiP 11 com foco na universalidade

noticiasetecnologia.com

A Priberam anunciou o novo FLiP 11, a décima primeira versão do pacote de ferramentas de revisão e auxílio à escrita da empresa portuguesa, conhecida pelo seu Dicionário. Disponível apenas para Windows, é totalmente compatível com o Microsoft Office 2019 e, a partir desta versão, e deixa de haver um produto diferente para o mercado brasileiro – ou seja, este é um FLiP universal.
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“Avisos sobre o futuro”

http://pgl.gal/xxii-coloquio-da-lusofonia-decorrera-em-setembro-em-seia/Surpresa nenhuma. Exactamente como era previsível e foi aqui previsto… há apenas alguns dias.

Cá está, exposto com razoável soma de pormenores, o plano oficial de brasileirização de Macau. Tudo, como de costume, pago pelo prestimoso Estado português, sempre pronto a liquidar os calotes que o Brasil manda “para o tecto”, à conta da sua genial manobra de apoderamento das outras ex-colónias portuguesas e, evidentemente, do saque selvático das respectivas riquezas naturais e das posições estratégicas privilegiadas que os territórios outrora portugueses ocupam em África e na Ásia.

Deste conteúdo programático, facilmente descodificável, dado o inacreditável descaramento dos sabujos tugas, destacam-se os “investimentos” que Portugal semeia por todo o lado para que nada falte aos brasileiros na sua sanha neo-colonialista, xenófoba e lusofóbica — “modernidade” da qual os mais entusiastas são os próprios burocratas, vendidos portugueses envolvidos na tramóia.

Não devendo ser necessário “traduzir” exaustivamente o arrazoado bacoco do “documento“, até porque as pessoas também sabem ler e algumas delas ainda são capazes de raciocinar, fiquemo-nos apenas por algumas pontas soltas, pistas (à mistura com alguns lapsus linguae) que nos conduzem invariavelmente à revelação da podridão infecta que desde o início pariu o AO90 e hoje em dia está a contaminar o ambiente, sob o pretexto político da CPLP e a coberto da gigantesca patranha a que se convencionou chamar “lusofonia”.

Assim, temos no artigo em causa (por exemplo) constantes e reiteradas referências ao “valor económico” da língua; expressões como «as autoridades de Macau estão a fazer um ‘investimento notável’ no seu ensino» ou «numa dimensão pragmática ligada à economia» ou ainda «coisas a valorizar, esperando que os apoios oficiais ao idioma continuem» e desembocando a treta programática em «com a intenção de fazerem investimentos exteriores», bem, mais claro do que isto seria virtualmente impossível. É certo que o dinheiro não tem cor (nem Pátria nem História e muito menos Língua), mas não deixa de ser horripilante, porque demasiadamente obsceno, semelhante despudor.

Do que se trata, mais uma vez se repete, é, por um lado, de o Brasil “empochar” Macau e assim meter um pé na mais pujante super-potência económica mundial, procedendo a esta torção política, de forma enviesada, sempre mentindo alarvemente, enquanto, por outro lado, ataca literalmente o nosso legado histórico em Angola (para abarbatar o petróleo e  os diamantes), em Moçambique (idem, pedras preciosas e gás natural) e em Timor-Leste (petróleo); São Tomé, Cabo Verde e Guiné-Bissau não entram nesta “estratégia” empresarial, não possuem quaisquer riquezas naturais mas são de extrema utilidade para assinar papéis; papéis como o AO90, está claro, foi com dois deles que o Brasil e os sicários portugueses “assinaram” o II Protocolo, tornando o brasileiro “universáu” na língua oficial das 7 antigas colónias portuguesas — as mesmas que estão agora em acelerado processo de anexação pelo Brasil.

 

Língua Portuguesa | Do “investimento notável” aos avisos sobre o futuro

“Hoje Macau” – hojemacau.com.mo

Celebra-se hoje o Dia Mundial da Língua Portuguesa e, em Macau, vários especialistas afirmam que o idioma está de pedra e cal no território, tanto ao nível do ensino como dos apoios institucionais. No entanto, deixam avisos e apontam falhas: há uma necessidade de mudança e de reinvenção, pois a China pode tornar-se auto-suficiente no ensino e investigação da língua dentro de poucos anos. Rui Rocha diz que não há uma política linguística efectiva

 

O Dia Mundial da Língua Portuguesa, celebrado hoje, constitui o mote para se traçar um retrato do estado do idioma em Macau, onde o português é língua oficial até 2049. Em declarações à agência Lusa, o director do Instituto Português do Oriente (IPOR) defendeu que as autoridades de Macau estão a fazer um “investimento notável” no seu ensino.

“Por parte da Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude [DSEDJ] está a ser feito um investimento notável. E se olharmos especificamente para o trabalho do Centro de Difusão de Línguas [CDL] da DSEDJ, acho que esse trabalho está a ser desenvolvido não só em quantidade, mas também em qualidade”, sustentou Joaquim Coelho Ramos.

“Não só o ensino da língua portuguesa em escolas oficiais e particulares do ensino não superior tem vindo a crescer, mas também em qualidade, e tem sido colocada à disposição das escolas actividades complementares que ajudam este processo de ensino de aprendizagem”, sublinhou.

A justificação pode estar no papel que Pequim atribuiu ao antigo território administrado por Portugal até 1999, para se assumir como plataforma para a cooperação comercial entre a China e os países lusófonos e como base de formação de quadros qualificados bilingues em chinês e português.

O director do IPOR salientou que “isso pode estar ligado ao desenvolvimento da visão da língua portuguesa como língua global e do interesse que existe, prático, do trabalho, através da língua portuguesa, de colaboração, cooperação com os países que a têm como língua oficial”.

O interesse tem-se traduzido no acréscimo de solicitações junto do IPOR, acrescentou Joaquim Coelho Ramos: “Também notamos algumas instituições que vêm pedindo ao IPOR cursos de formação em língua portuguesa para os seus funcionários, com a intenção de melhor servir a população que fala português, mas também com a intenção de fazerem investimentos exteriores”.

Ou seja, concluiu, “quer numa dimensão lúdica, quer numa dimensão pedagógica, quer numa dimensão pragmática ligada à economia, (…) há um desenvolvimento muito sério e muito bem feito, estrategicamente bem orientado para a língua portuguesa aqui [em Macau]”.

No último ano lectivo, o curso de português realizado pelas escolas públicas subordinadas à DSEDJ contabilizava um total de 136 turmas, com 2.409 estudantes, e 27 turmas de actividades extracurriculares, com 429 alunos participantes, segundo dados oficiais.

Também em 2019/2020, um total de 43 escolas particulares leccionaram o curso de português, que envolveu 5.591 alunos. Desde 2007 que a mesma entidade encarregou a Escola Portuguesa de Macau (EPM) de promover o curso intensivo de língua portuguesa, em horário após as aulas, para estudantes, com a DSEDJ a proporcionar ainda, gratuitamente, às escolas primárias e secundárias, uma plataforma de leitura ‘online’ de português.

Isto além da atribuição de bolsas extraordinárias dedicada a formar quadros qualificados em cursos nas áreas de língua portuguesa ou tradução chinês-português, bem como para apoiar licenciaturas em Portugal frequentadas por residentes de Macau.

Ainda no último ano, segundo a DSEDJ, 4.598 residentes foram subsidiados para participarem em cursos de português. Instituições como o Instituto Politécnico de Macau têm desenvolvido parcerias com universidades de países lusófonos na formação de docentes, intercâmbio de alunos e cooperação nos cursos de pós-graduação.

Em declarações à Lusa, no final de 2020, o novo coordenador do Centro Internacional Português de Formação do IPM, Joaquim Ramos de Carvalho, assumiu a existência de um caderno de encargos para responder a crescentes exigências que vão da integração na China à criação de redes sino-lusófonas e de cooperação internacional.
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