Eles andem aí

SpyRecon

SpyRecon records everything that happens on the computer that you wish to monitor. This software records all keystrokes, instant messenger conversations, passwords, and actually takes pictures of exactly what is happing on the computer screen. Best of all this software is capable of running in an invisible mode where it is possible to monitor all activities on your computer with complete secrecy.

SpyRecon Complete includes an additional feature that allows you to discreetly install SpyRecon on any computer even if it’s hundreds of miles away, meaning it is possible to obtain passwords without ever needing physical access to the computer

Warning: By purchasing SpyRecon, you agree that you will only install this software on a computer in which you have ownership and express permission to do so. Failure to do otherwise will be in violation of the SpyRecon License Agreement and possibly United States laws.

Securetactics

O SpyRecon custa uma bagatela, $79,95 USD (58 euros mais uns trocos), é perfeitamente legal e está anunciado nos sites mais insuspeitos, via AdSense.

Note-se o aviso legal que o acompanha. Delicioso. Um portento de eficácia, tão ou mais poderoso ainda do que os avisos nos maços de cigarros.

Enfim, é preciso ter muito cuidado com quem deixamos que se aproxime do nosso computador; com os sítios onde o deixamos “a arranjar”; com as portas de acesso a instalação remota.

Definitivamente, o mundo está perigoso.

Alheiras de caca? Não, obrigado.

A blogosfera divide-se
Entre aqueles que sabem fazer os chapeuzinhos nos zês de Zizek e os outros.

Blog Voz do Deserto

Interessante. Isto deve ser a propósito de Slavoj Žižek, intelectual esloveno cuja biografia conduz a uma já extensa… bibliografia.

Curiosa questão, esta dos chapeuzinhos; não apenas os “zês” são contemplados com esse fino adereço, mas também os “cês” (č) e os “ésses” (š). E quem diz chapeuzinhos, por exemplo em Servo-Croata, diz bolinhas nos “ás” (å) e tracinhos nos “ós” (ø), também por em exemplo em “Dinamarquês”, para não ir mais longe; porque há de facto muito mais longe, em sentido figurado e em sentido literal: Farsi, Árabe, Russo, Polaco, Grego, Hebraico, etc.; o Português e o Francês têm o “cê cedilhado”, mas o Romeno tem também o “ésse” com essa espécie de bigodinho: ş. Quando não há teclado virtual com uma Língua, há certamente, algures, uma tabela específica de caracteres .

Pode-se escrever directamente, num teclado universal teclado universal, e depois copiar e colar (Žž), ou pode-se usar o código do carácter: Ž (para Ž) ž (para ž).

Não é necessário ser um expert na matéria ou ter ® para escrever até ao ∞. Tudo completamente grátis e sem ©.

A blogosfera divide-se
Entre aqueles que sabem fazer os chapeuzinhos nos zês de Zizek e os que também.