Isto aqui é o da Joana, sim, e depois?

a únicaFinalmente, uma causa a sério. O vizinho Paulo Ferreira, do blog Câmara de Comuns acaba de lançar uma petição com o suficientemente esclarecedor e transparente motivo “Salvem a Joana Amaral Dias“. Eu cá, é claro, fui logo a correr assinar. Já somos uma porrada deles (quatro, neste momento, para ser exacto) a apoiar tão meritória quanto elegante petição.

Não tenho nada a acrescentar, nem à elegância nem ao mérito da dita (petição, porque a JAD tem ambas as coisas até aqui). Bem, pensando melhor, talvez só uma referênciazinha ao meu próprio nome, ali naquele parágrafo em que mencionam as cenas todas que servem para apoiar a causa. Não apenas assinei a petição, com imenso gosto e ainda maior cagança, como me parece teria sido da mais elementar justiça me acrescentassem a mim próprio a Marx, Engels e Trotsky, esses gandas malucos, não desfazendo, aos quais nada fico a dever em espírito cívico, em militância política e sobretudo enquanto apreciador do género feminino em geral e da Joana em particular.

Mas, ainda assim, repito, tirando lá essa ligeira e certamente nada intencional omissão, ora ali está realmente um texto de petição muitíssimo bem esgalhado.

Ó ele aqui, ó.

Querem afastar a Joana Amaral Dias da nossa vista e dos nossos corações, querem silenciar a mais bela alminha que passeou pelos Passos Perdidos, querem castigar o único elo em comum que temos na política portuguesa com a Ministra da Defesa de Zapatero, a Ministra da Família de Berlusconi ou a Primeira Dama de França. Não o podemos permitir!

Contra este atentado à liberdade, contra esta ofensiva às conquistas de Abril, contra este lápis azul sobre a igualdade, a paridade e a beleza no exercício da política em Portugal, vimos por este meio pedir aos senhores dirigentes do movimento/partido político denominado por Bloco de Esquerda que mantenham Joana Amaral Dias nos órgãos nacionais, se possível como porta-voz, e mantenham Joana Amaral Dias nas listas à Assembleia da República.

Em nome da sanidade mental, em nome do combate à crise, em nome dos telespectadores da AR TV, em nome de Marx, Engels, Trotsky, em nome da liberdade, da igualdade e da fraternidade, em nome de Portugal.

[Texto integral da petição “Salvem a Joana Amaral Dias!“]

Imagem daqui.

Um comentário em “Isto aqui é o da Joana, sim, e depois?”

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *