Assinar a ILC contra o Acordo Ortográfico? Fácil! #AO90

Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico. Leia, assine e divulgue!Neste endereço encontra o impresso de subscrição da Iniciativa Legislativa de Cidadãos para revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico.

Basta imprimir, preencher, assinar e enviar para o endereço

Apartado 53
2776-901 Carcavelos

O texto completo da ILC pode ser lido AQUI (ou AQUI) e naquele site encontrará também outros impressos e documentos para “download”, além de todas as informações sobre a iniciativa.

Leia, assine e divulgue!

Contra o Acordo Ortográfico – marchar, marchar

Caros subscritores da Causa,

De forma extremamente resumida, passamos a dar-vos conta daquilo que vem dar resposta ao que, desde o dia 5 de Dezembro do ano passado, todos nós pretendíamos; como podereis ler, já de seguida, finalmente conseguimos algo de concreto.

1. Ficou hoje acordado com a Sr.ª Drª Patrícia Lousinha que será ela mesma, em colaboração com outros advogados seus associados, quem redigirá a Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) que propomos. Na elaboração daquele documento, participará também o autor desta página, contribuindo com os necessários elementos argumentativos – de um ponto de vista técnico, histórico e de património da Língua – e com todos os dados necessários para a respectiva sustentação.

2. Estando resolvido o entrave principal à apresentação da ILC (a sua redacção por pessoas habilitadas para o efeito) e não sendo já, por conseguinte e pelos motivos enunciados em comunicado anterior, necessário continuar a esperar pelo patrocínio de uma entidade nacional, avançaremos nós mesmos com esse patrocínio, através da criação imediata de uma Associação própria.

3. Será formada uma Comissão Representativa, para apresentação da ILC na Assembleia da República, constituída por dois dos advogados que a redigiram (um deles será, evidentemente, a jurista citada) e por três dos dirigentes da referida Associação (a criar).

Isto não é o fim da luta, ainda muito haverá para fazer ou, aliás, o verdadeiro trabalho começa a partir de hoje, mas ainda assim é com imensa alegria que podemos dizer esta coisa tão simples mas tão grata: finalmente, conseguimos!

Saudações lusófonas.

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Página da Srª Drª Patrícia Lousinha no Facebook:
http://www.facebook.com/profile.php?id=1289777575&ref=ts

Comunicado enviado aos mais de 46.000 subscritores da Causa “Não queremos o Acordo Ortográfico!

Google Wave: boa onda

Google Wave

GW
O que é o Google Wave?
É um serviço anunciado pela Google em 27 de Maio e lançado, em versão experimental e apenas para utilizadores convidados (100.000 no arranque), no dia 30 de Setembro de 2009.

Conjuga numa só plataforma diversas ferramentas e sistemas, como e-mail, mensagens instantâneas, páginas “wiki” e diversos conteúdos externos (mapas, jogos, vídeos, etc.), funcionando como uma rede social de potencialidades alargadas em que os participantes colaboram e cooperam entre si, consoante as suas áreas de conhecimentos, na construção, consolidação e desenvolvimento dos mais diversos tipos de “ondas”.

O GWave tem também algo de IRC, mas não só, já que engloba uma filosofia de trabalho cooperativo e multidisciplinar, baseado na edição tipo “wiki”, ou seja, na qual os utilizadores podem não apenas inserir conteúdos como editá-los (os próprios ou os alheios) e alterá-los, completá-los ou mesmo corrigi-los.

O que é uma “onda”?
Pode ser quase tudo, desde uma simples caixa de diálogo em que se discute um único tema, como se fosse um dos já ultrapassados “newsgroups“, até à mais complexa e detalhada planificação, demonstração ou exposição de um evento, produto, projecto ou historial, por exemplo. As possibilidades são inúmeras e não é fácil imaginar qualquer espécie de restrição ou excepção àquilo que pode ser executado nesta plataforma.

Qual é a inovação do GWave?
De facto, não se trata de algo espectacularmente inovador, se atendermos a que todos os componentes que integram a plataforma já existiam, se bem que de forma singular e desgarrada; porém, a integração de todas essas partes num todo único e coerente representa, só por si, uma verdadeira e surpreendente inovação; não se trata apenas da soma das partes, mas antes o que dessa soma resulta é exponencialmente potenciado.

Por onde se começa?
A primeira coisa, evidentemente, é entrar no sistema. Para isso, nesta primeira fase, das duas uma: ou se inscreve no GWave e fica à espera de que a própria Google envie a “admissão” ou recebe um convite de quem já lá está; talvez seja boa ideia pedir convites (por exemplo através das redes sociais, Twitter ou Facebook), porque ninguém pode adivinhar quem está mesmo interessado. Mais tarde, num futuro não muito distante, quando o GWave estiver suficientemente testado e desenvolvido, muito provavelmente o acesso será generalizado, bastando para isso ter uma inscrição genérica na Google (GMail, Blogger, AdSense, etc.).

Depois da “admissão”, convirá ver alguma coisa sobre o assunto (existem diversos vídeos de demonstração) e criar uma primeira “wave” experimental; por exemplo, enviando uma simples mensagem para a pessoa que convidou (click no avatar dessa pessoa e na opção “ping”); ou pode ver uma ou outra das “waves” de início (click nela para abrir na caixa à direita). Para adicionar contactos e ver depois em que trabalhos cada pessoa está envolvida, procure por NOME@googlewave.com (substituir NOME por aquilo que procura…).

Se quiser experimentar criar uma wave nova, click no botão “new wave”; irá abrir uma caixa em branco à direita. É só escrever e, se quiser, formatar como em qualquer processador de texto básico, com o menu de topo.

Se seleccionar uma wave já existente pode, como qualquer participante, responder (ou mesmo editar e alterar, se for o caso) a um ou vários blips: click na barra inferior do blip e responda na caixa que vai abrir imediatamente abaixo. Depois é só esperar que alguém responda ao seu blip (entrada), ao que pode assistir até em directo, vendo as respostas a aparecer à medida em que são escritas, quase em tempo real. E assim, com entradas de uns e de outros, se vai compondo a onda!

Três exemplos de wave, para começar
1. Twitter em “gadget”: muito simples, basta adicionar a “gadget” (aplicação) respectiva. Permite, com excelentes ferramentas de manuseamento próprias, trabalhar com o Twitter dentro do GWave. Já existem waves preparadas para o efeito, bastando seleccionar uma delas e introduzir as credenciais Twitter (username/password).

2. Discussão: alguém lança um tema e “convida” todos ou alguns dos seus contactos; no cabeçalho da wave criada, click no botão “+” (adicionar utilizador ou grupo de utilizadores). Essa wave será automaticamente adicionada ao painel principal desses utilizadores, que poderão colaborar com novos blips. Claro que, mesmo numa simples discussão, é possível ir introduzindo conteúdos para ilustração: imagens, vídeos, links, seja o que for.

3. Evento: vamos supor que alguém se lembra de criar um evento, por exemplo para comemorar um aniversário num sítio especial; escreve um texto com uma sinopse (a ideia de base) e coloca alguns dos seus contactos nessa nova wave; depois, outra pessoa coloca blips com imagens do local, outra adiciona um mapa com pesquisa de trajectos e uma terceira organiza a lista de convidados. Juntamente com mensagens de parabéns daqueles que vão tomando conhecimento e que aderem à onda, em breve esta se tornará numa espécie de vaga, quem sabe se gigantesca, envolvendo já muitas dezenas de velhos e outros tantos novos amigos do ou da aniversariante.

Conclusões
Cada qual que tire as suas, como é evidente. Mas de uma coisa, pelo menos, podemos estar certos: o GWave não é apenas mais uma ferramenta, será talvez a maior e mais completa caixa de ferramentas alguma vez disponibilizada na Internet. De certa forma, e em especial quando estiverem afinados os “pormenores” técnicos ainda com pontas soltas (lentidão excessiva, ondas que “rebentam”, etc.), digamos que o cibernauta comum poderá passar a dispor de um verdadeiro canivete suíço virtual – algo cujas potencialidades apenas podemos para já imaginar e entrever.

O futuro o dirá, como em tudo, mas também como sabemos nestas coisas virtuais o futuro é já ali.

Glossário
blip: cada entrada numa wave
gadget: aplicação para integrar na wave
gwave: designação abreviada de Google Wave
gwaver: utilizador GWave
IRC: Internet Relay Chat
new wave: nova onda
newsgroups: grupos de discussão online
wiki: criação, edição e alteração de conteúdos pelos utilizadores

De entre a já muito extensa documentação sobre o assunto, convirá talvez consultar um texto em forma de introdução publicado no blog 100nada.

Manual do engate FB (3)

(continuação)

Não existe qualquer risco e não advirá qualquer mal acrescido para nenhum dos intervenientes por, tanto na vida real como nas redes sociais, dois adultos se “conhecerem”, numa acepção “bíblica” do verbo.

Aliás, isso mesmo – e mais uma vez nos dois ambientes – pode até suceder uma vez, e outra, e outra, e outra, até que se nos acabem os dedos das mãos e dos pés ou mais ainda para contar os “conhecimentos” bíblicos. O que é preciso é que as pessoas sejam felizes e que vão cumprindo o melhor que podem o seu “dever” para com a Mãe Natureza, não fazendo para tal mais do que aquilo que mandam as próprias Escrituras. Todas essas coisas, desde que não acarretem consequências de maior para ninguém, são tácita e até divinamente “abençoadas”.

O problema, quando existe e se existe, começa quando pelo menos um dos envolvidos está mais (ou exclusivamente) interessado em destruir e não em pura e simplesmente viver e deixar viver. Em tempos de consumo desenfreado como são os nossos, e para mais se atendermos ao facto de terem caído em desuso critérios sociais tão vetustos como a honra ou a honestidade, enfim, num mundo em que, como se costuma dizer, anda meio a lixar o outro meio, a ocorrência (e a gravidade) de conflitos varia na razão directa do número, da potência e da eficácia das armas disponíveis. Ora, como já sabemos, por exemplo o Facebook disponibiliza um imenso arsenal bélico – e não apenas para a guerra pessoal, também para o assassínio em série ou mesmo para o extermínio em massa.
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Manual do engate FB (2)

(continuação)

Os sinais são iniludíveis, havendo já diversos destaques de imprensa que vão reflectindo o aumento exponencial da procura desta nova e exótica forma de caçada virtual. Ainda ontem, por exemplo, os jornais portugueses referiram mais um “escândalo” do género, desta vez envolvendo altas esferas do Governo britânico – Serviços Secretos incluídos.

Claro que os perigos para o comum dos mortais não são propriamente os mesmos que para as mais elevadas patentes sociais, mas já se sabe de fontes seguríssimas que as redes sociais servem também como dispositivo de ameaça e ferramenta de chantagem, batendo por larga margem todas as até agora conhecidas armas do género.

O que releva, como parece lógico, do carácter de absurda intimidade que a plataforma Facebook sugere: no fundo, as pessoas são convidadas a expor a sua intimidade a um nada desprezível número de virtuais, paradoxais e porventura totalmente falsos “amigos” e ainda, em última análise, a verdadeiras multidões de perfeitos desconhecidos, alguns dos quais estarão por certo interessados em descobrir selectivamente os “podres”, os segredos de cada qual. Ora, como tão bem sabemos, não existe ser humano à face da terra que os não tenha e muito menos gente haverá que goste de ver a sua intimidade devassada.
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Manual do engate FB (1)

Bem sabemos que as ferramentas básicas são intuitivas, facílimas, ao menos para os mais desenvencilhados na matéria, mas é sempre útil partilhar este tipo de conhecimentos – quanto mais não seja como técnica de defesa pessoal, para os alvos, ou por desfastio e acrescento, para os não raros predadores das chamadas “redes sociais”.

De facto, com o aparecimento deste novo tipo de plataforma de comunicação e interacção, e nomeadamente depois do êxito espectacular que foi o Hi5, este “nosso” Facebook ameaça seriamente transformar-se em algo de revolucionário e de (ainda) insuspeitadas potencialidades naquilo que diz respeito à devastação pessoal.

Estamos, a bem dizer, perante a primeira arma de destruição maciça virtual que alguma vez existiu. Comparado com isto, o já referido Hi5 era uma brincadeira de crianças.
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