O Público dos Blogs: um estudo

logotipo de Universidade Católica

Pretende-se que este estudo seja apenas tomado como um ponto de partida para uma possível caracterização mais aprofundada da blogosfera nacional. Devido à metodologia de recolha de dados, corre-se o risco de alguns resultados serem enviesados. Esperava-se com esta conseguir replicar a natureza livre e democrática da rede, ainda que o resultado possa ser exactamente o oposto.
O Público dos Blogues em Portugal (“Conclusões”)
um estudo de Dinis Correia, Filipe Manha e Gonçalo Caldas

Realizado por estudantes da Universidade Católica, com dados recolhidos a partir de um inquérito com 18 perguntas e 834 respondentes, este estudo apresenta alguns dados interessantes sobre o fenómeno dos blogs em Portugal.

Sendo o universo analisado relativamente estreito, as conclusões ou as ilações a retirar não podem nem devem ser considerados, como, de resto, os próprios autores afirmam, absolutamente representativos da blogosfera nacional. No entanto, o estudo está muito objectiva e sucintamente organizado, o que é tremenda vantagem, e apresenta alguns resultados a merecer atenção.

Pergunta: houve plágio em «Equador»? Resposta: é evidente que não!

E porque é isso assim tão evidente, afinal?

Porque as “provas” apresentadas não provam coisa alguma, já que são totalmente falsas. Não passam de grosseiras falsificações. As supostas transcrições do romance «Equador», da autoria de Miguel Sousa Tavares, eram apenas supostas, não correspondendo a nenhuma edição daquele romance.

Mas não existe qualquer margem para dúvida?

Não. Nenhuma. Se assumíssemos que as supostas transcrições de «Equador» correspondiam à realidade, isto é, constassem daquela obra, estas teriam de estar algures, numa página qualquer da edição em papel; se é citação, o original há-de por força ser igual. Ora, acontece que não existe um único trecho, uma construção frásica, no romance, igual àquilo que foi apresentado como citação desse mesmo romance.

E como se pode comprovar isso?

Tomemos apenas um exemplo ou, vá lá, dois; se qualquer deles ou ambos não tiverem – como não têm – qualquer correspondência na obra impressa, podemos concluir com toda a segurança que o resto afina pela mesma bitola, isto é, vale zero.
1º exemplo, a parte de expressão “uma carruagem de 1ª Classe, recosta-se” (na suposta transcrição, apresentada como constando do parágrafo de abertura do romance) não consta do livro «Equador», como se pode ver na página respectiva do original(*). Aliás, uma simples pesquisa na Internet revela que esse trecho apenas aparece como citação da suposta transcrição (transcrição da suposta transcrição), em diversos blogs, e nunca a partir do verdadeiro original.
2º exemplo: uma outra parte de frase, se pesquisada integralmente – e entre aspas – num motor de busca, retorna apenas resultados que não têm nada a ver com o texto original da obra: ““onde será convidado a assumir uma”“. Esta expressão taxativa também não aparece, evidentemente, no romance «Equador». Logo, aquilo que o blog FreedomToCopy alegava ser uma simples tradução de outra obra literária nunca foi escrito pelo autor Miguel Sousa Tavares.
Aquilo que se pode ler na suposta transcrição é o seguinte:
Luís Bernardo Valença, instalado confortavelmente num assento de uma carruagem de 1ª Classe, recosta-se e observa a paisagem alentejana ao mesmo tempo que vai rememorando as circunstâncias desta sua inesperada viagem. Estava em Lisboa e foi chamado a Vila Viçosa, ao palácio real, onde será convidado a assumir uma função absolutamente inesperada: a de Governador de S. Tomé.
E o que está no romance «Equador» é como segue:
Mas agora, recostado na confortável poltrona de veludo carmim da 1ª classe, Luís Bernardo via desfilar tranquilamente a paisagem através da janela, observando como aos poucos se instalava o terreno plano, semeado de sobreiros e azinheiras, tão característico do Alentejo, e como o céu de chuva que deixara em Lisboa ia timidamente abrindo clareiras pelas quais espreitava já um reconfortante sol de Inverno.

Mas porquê, então, tanta polémica em volta do caso?

Ninguém (ou muito pouca gente) se preocupou em comparar o original com a suposta transcrição. Isto apesar de esse procedimento óbvio ter sido inicialmente referido por diversos bloggers portugueses. Quem produziu a acusação limitou-se a traduzir e a adaptar alguns trechos de uma obra de autores estrangeiros, declarando que essas simples traduções constavam do «Equador» e acusando, assim, MST de ter cometido plágio. Alguns espíritos mais ingénuos apressaram-se a tomar como boa a acusação, sem sequer conferir se o texto da obra continha ou não os parágrafos em causa; presumiram alguns que uma acusação de tal gravidade, e para mais atentatória da dignidade de um autor que é também figura pública, a ser produzida de forma tão assertiva e tendo tido tão espectaculares repercussões, não poderia portanto ser senão a mais pura das verdades e a mais transparente das acusações. Quer dizer, quanto mais pessoas replicavam e comentavam o caso, mais este adquiria foros de absoluta irrefutabilidade; e essas mesmas pessoas transformaram-se assim, pelo número e pela violência das suas convicções condenatórias, em veículo de propaganda de uma mentira ridícula… que rapidamente se transformou em esmagadora bola de neve que levava tudo à sua frente. Por outro lado, as reacções “a quente” do autor do romance também não ajudaram nada ao esclarecimento cabal dos factos, porque, digamos, assim, os ânimos aqueceram, quase se formaram partidos pró e contra MST e, no meio de tanto ruído, é difícil alguém ouvir alguma coisa.

E ninguém, até hoje, demonstrou que afinal não há nem nunca houve plágio algum, e que tudo aquilo era falso?

Sim, claro. Alguns blogs, como foi o caso do Aspirina B (no dia 25 de Outubro), demonstraram claramente que a acusação era não apenas infundada como absolutamente fraudulenta. No entanto, pelos vistos, o alarido criado em volta do caso praticamente cegou a chamada blogosfera, e com ela a própria comunicação social, continuando uma e outra, ou alegre ou pateticamente, a referir o assunto como se existisse de facto alguma coisa “por trás disto tudo”. E realmente, convenhamos, o facto de o blog “acusador” ter visto os seus conteúdos substituídos por outros (no mesmo endereço, note-se), mais laudatórios e benéficos em relação ao autor em causa, e de, por fim, estes terem sido completamente apagados (mantendo sempre o mesmo endereço), enfim, tudo isso e mais o surgimento de réplicas do FreedomToCopy inicial, no conjunto caímos numa situação de confusão total, sem ninguém saber exactamente o que pensar.

Então ainda falta esclarecer alguma coisa?

Parece que sim, a julgar por todas estas movimentações e pela rapidez e pela facilidade com elas se sucedem. Ultrapassada a questão da falsa acusação de plágio, restará saber quem esteve ou está por detrás de tão graves e tão infundadas acusações e ainda, ou principalmente, com que finalidades. Já não se trata de conceder crédito e “tempo de antena” a algo que realmente não merece nem uma coisa nem outra, porque, por esse lado, o caso está plenamente esclarecido; conhecido o modo como foi efectuada a trama, e sabendo-se quem foi que se tentou tramar, trata-se agora de apurar quem tramou e, sabendo-se isso, saber-se-á porquê. Para estas cândidas questões, ainda não há respostas.

(*)A página, em formato PDF, foi encontrada no site da Webboom.pt.

Sponsored PostReviewMe: é trabalho? É pago!

PUBLICIDADE: Esta resenha foi sugerida e patrocinada pelo sistema REVIEW ME

Costuma escrever artigos sobre produtos, serviços ou sites? E alguém lhe paga por isso? Bem, agora (pode ser que) sim: com o sistema ReviewMe, pode receber entre 20 e 200 USD por cada post em que faça uma apreciação crítica (positiva ou negativa, fica ao seu critério) de qualquer dos anunciantes inscritos naquele serviço. Mesmo que não costume dedicar-se sistematicamente a este tipo de “revisão temática”, ou ainda que nunca o tenha feito, pode ser esta a oportunidade.

O sistema ReviewMe é muito simples: depois de criar a sua conta, e se esta for aprovada (o que depende de diversos factores de análise), pode escolher as matérias a rever (analisar, tecer apreciações mais positivas ou mais negativas); publicando-as no seu blog, receberá posteriormente uma compensação que dependerá tanto da cotação do anunciante visado como daquela que for atribuída ao seu blog. Pode também acumular diversos blogs na sua conta (até um máximo de 6), multiplicando assim os proventos.

A ideia-base deste sistema, um pouco ao invés de outros serviços similares, é a promoção personalizada de bens, produtos ou serviços, sem atender necessariamente ao carácter elogioso ou publicitário das resenhas que sobre eles são produzidas; ou seja, trata-se de uma estratégia de promoção baseada na conhecida máxima “falem bem ou mal de nós, tanto faz, o que interessa é que falem de nós”; além disso, pretende-se atingir um determinado público-alvo de forma personalizada, quase pessoal, com reminiscências do antigo sistema publicitário do “boca-a-boca”, já que começa a ser evidente o falhanço dos sistemas de publicidade automatizada nos blogs.

As resenhas propostas pelo serviço ao blogger aderente podem por este ser simplesmente recusadas, não existindo – pelo menos, aparentemente – quaisquer obrigações ocultas ou obscuras, de parte a parte. Não há nada a perder, apenas por experimentar; de mais a mais, sabendo que o primeiro post publicitário pode ser precisamente sobre a própria ReviewMe.

Nota: o sistema não está integralmente testado por nós. Esta resenha faz parte desse teste e, portanto, teremos de aguardar pelos resultados; dos quais, evidentemente, daremos conta a seu tempo. Neste caso específico, pressupõe-se que este pequeno texto (que teria sido escrito, de qualquer forma) possa “valer” US $30. Veremos.

Adenda, 06.12.06 – 12:00 h
O chequezinho de $30 dólares americanos foi recebido. Tudo nos conformes, portanto.

Euromilhões e Totoloto no seu blog

Para colocar no seu blog um quadro de resultados dos sorteios de Totoloto e Euromilhões, copie e cole no template o código seguinte:


O aspecto final será o do quadro seguinte.


  

Os dados são actualizados em tempo real.
Código original de euromilhoes.com

A blogosfera segundo JPP: restolhos

Estado do contentor: |vazio||meio cheio||cheio||a abarrotar|

  1. insinuações: Blogueiros riem por último e invadem “show business”
  2. apanha-moscas: o pacheco sabe-a toda
  3. Passeios na Calçada: Blogues
  4. KØNTRÅŠTËS 2.0: Da Blogosfera de JPP
  5. Abrupto Sexual: como é que eles sabem?
  6. o nosso umbigo: ue le le
  7. O Pacense: Blogs
  8. estados alterados: os Óscares da Blogosfera
  9. A Espuma Do Dia: A Espuma dos Blogs
  10. PubADdict: os Blogs e a Long Tail
  11. Lupa Satírica: “Dívida de 5 mil contos mata Rei do Bacalhau”
  12. Nu Singular: a força dos blogs
  13. Boca de Incêndio: os Óscares da blogosfera
  14. meiadeleite: Blogs, família e solidão (comentários)
  15. The Sock Gap: Ler (link)
  16. Charquinho: a posta noventa por cento
  17. Dar À Tramela: as estatísticas segundo Pacheco
  18. Letras Com Garfos: Jeez! (link)
  19. wave: (post sem título)
  20. Letras Com Garfos: Blogosfera
  21. Reflexões Desconexas: Post Grau 1 na escala de Richter
  22. Portovigário: Dois tipos de jornalismo
  23. Keyser Söze: (post sem título)
  24. Memórias Futuras: O Mundo da Blogosfera
  25. Portovigário: Ainda a propósito de blogues e certas inépcias que por aí circulam.
  26. Breviário das Coisas Breves: o monstro precisa de amigos
  27. Notícias Mentirosas: José Pacheco Pereira reclama a Internet
  28. Muito Barulho Por Nada: Pacheco Pereira na gaiola de Faraday
  29. O Nascer do Sol: lixo da blogosfera
  30. o Avesso do Avesso: a diferença entre um quiosque e a blogosfera (citação)
  31. Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos: Lixo?
  32. Sempre a Produzir: A porcaria na blogosfera
  33. Contraditório: Pacheco Pereira O Guru da Blogosfera
  34. Crónicas das Horas Perdidas: A sociologia da blogosfera I
  35. Amok-A Memória Perdida: O homem passou-se de vez?!
  36. hoje há conquilhas, amanhã não sabemos: a frase da semana
  37. Não se aprende nada: Outros blogs (link)
  38. O Conde de Abrunhos: Muita Atenção
  39. Instante Fatal: Pacheco Pereira e Miguel Sousa Tavares (citações)
  40. Parar Para Pensar: os maléficos weblogues
  41. Pontapé… na Tónica!: Net-lixo
  42. O Homem do Leme: ler (link)
  43. Mais Actual: Impec
  44. Escrita: “lixo” (aka “os outros”) e o abrupto, que é um blog assim como deve ser
  45. Touro Preto: (post sem título)
  46. os-tres-caminhos: pequeno contributo para uma blogoética
  47. Macroscópio: A “ditadura” do agenda-setting e a blogoesfera: JPP e Miguel Sousa Tavares
  48. Bloguítica: Leituras (link)
  49. Memória Virtual: Blogues e Anonimato
  50. Há Fogo na Lua: Acasos
  51. O Meu Arquivo: a diferença entre um quiosque e a blogosfera (transcrição)
  52. Geração Rasca: Os melhores blogues de 2006
  53. Por Tudo e Por Nada: JOSÉ PACHECO PEREIRA – Não gostei! Fica-lhe mal!
  54. Aspirina B: “Diz que é uma espécie de” eufemismo… (link)
  55. Pedro Cavaco: Economia, Gauss, Descartes, Blogues e Brutos
  56. Geração Rasca: a diferença entre um quiosque e a blogosfera
  57. Bitaites: Oh! O Abrupto diz que somos lixo!
  58. Classe Política: retratos do descanso em Portugal
  59. 100 cabeças: Anda, Pacheco!
  60. Grande Loja do Queijo Limiano: escaparate de blogs
  61. A Arte da Fuga: Leituras (link)
  62. Blue Lounge Cafe: Blue Lounge recomenda
  63. [CJT][Webloggers.com]: Abrupto, blog a 101%
  64. Subversivo: o quiosque e a blogosfera
  65. Quinto Poder: o quarto e o quinto poder
  66. Astrid no país das maravilhas: FAKOS-Pacheco Pereira
  67. Persona: Teias
  68. Sociedade Anónima: a diferença entre um quiosque e a blogosfera
  69. Ponte do Sor: a Câmara Municipal de Ponte de Sôr não cumpre a lei (comentários)
  70. Oceano das Palavras: a diferença entre um quiosque e a blogosfera (link)
  71. Vila do Conde Quasi Diário: o que dizem os outros (link)
  72. Jornalismo e Comunicação: incapacidade para ler
  73. de passagem: Don Cavacon
  74. Contra Capa: (sem título)
  75. Navego, logo existo: acabou o direito de se ter um blog em Portugal
  76. Sociedade Aberta: a diferença entre um quiosque e a blogosfera
  77. Zumbido: blogues e comunicação (link)
  78. Clube de Jornalistas: a diferença entre um quiosque e a blogosfera (destaque***)

*** José Pacheco Pereira sai a terreiro em defesa dos blogues, em resposta a algumas vozes que se levantaram contra a impunidade da calúnia veiculada na internet. Se é verdade que tem razão quando compara o lixo da internet com o da imprensa, não é menos verdade que se esqueceu de registar a diferença maior: o lixo da imprensa tem nome e morada. (texto de destaque do artigo de JPP, no C.J.; bold de Apdeites)

Creative Commons License em Português europeu

CCL PT

É uma filosofia de partilha. Uma nova forma de entender os direitos de autor. São soluções adaptadas a um mundo tecnológico em mudança. A partir de hoje as licenças Creative Commons têm enquadramento jurídico em Portugal.
Por Vítor Belanciano

in jornal Público de hoje, 13.11.06

Crie aqui a sua licença Creative Commons em Português. Pode escolher a modalidade de protecção de direitos autorais e, se quiser, receber o código por e-mail; depois, cole o “selo” no seu site ou blog. Não garante muita coisa, mas é seguramente melhor do que nada.

No entanto, mais uma vez se recomenda que a opção por este tipo de “protecções” seja tomada de forma consciente: por experiência própria, e não só, conhecemos a forma perversa como isto pode funcionar: em Portugal, é comum que um simples “selo” ou declaração de copyright desperte uma sanha copista que, provavelmente, não surgiria caso não existissem quaisquer menções a direitos de autor. Ou seja, a lógica inerente, e isso nota-se perfeitamente no modus operandi de certos bloggers nacionais, quando deparam com tais dísticos, é mais ou menos a seguinte: “mas quem é que este pensa que é? Ai queres direitos de autor, queres? Então, toma: vou-te copiar isto e sempre quero ver o que podes tu fazer quanto a isso.”

Cuidado, portanto. Se não tem “vagar” (o m.q. dinheiro, tempo, chatices várias) para meter um advogado ao barulho, caso ele surja, talvez seja melhor não acicatar o espírito provocatório dos “blogpredators”, porque essa gente gosta tanto do seu trabalho, aprecia tanto a sua escrita, que até se esquece, tal é o entusiasmo, de referir (claramente) de onde copiaram e colaram material tão catita.

(Conhecimento da notícia via blog Ponto Media.)

Os melhores blogs 2006: uma iniciativa do blog Geração Rasca

melhores blogs 2006

Regras
1. Podem participar na votação todos os bloggers que mantenham blogues activos há mais de três meses [os mais recentes poderão esperar e votar para o ano].

2. Cada blogger deverá referenciar seis nomes para cada uma das seguintes seis categorias:

– Melhor Blog Individual Feminino
– Melhor Blog Individual Masculino
– Melhor Blog Colectivo
– Melhor Blog Temático
– Melhor Blog
– Melhor Blogger

A cada menção corresponde um 1 voto [a repetição de nomeações na mesma categoria é considerado voto nulo].

3. Cada blogger só poderá votar uma vez, e deverá publicar as menções no seu blog [da forma que melhor lhe aprouver], enviando-as posteriormente para o seguinte e-mail: melhor-blog-2006@hotmail.com

No e-mail, para além das escolhas, deverão indicar o link para o post onde efectuaram as nomeações.

A data limite para a publicação e envio das votações: 08/12/2006.

4. De forma a reduzir alguns constrangimentos [e desplantes], e a evitar algumas cortesias desnecessárias, também são considerados votos nulos:
– Os votos dos blogger em si próprios ou nos blogues em que participa;
– Os votos nos companheiros e/ou companheiras de blog;
– Os votos no Geração Rasca ou em algum dos seus membros.

5. Semanalmente serão publicadas no GR as evoluções no escrutínio, assim como a listagem de todos os bloggers que entretanto já tiverem votado.

No dia 10 de Dezembro serão anunciados os vencedores e disponibilizadas todas as votações no GR.

Apelamos à divulgação desta iniciativa junto a todos os bloggers interessados em reconhecer publicamente o esforço, a dedicação, e o talento para a arte de blogar de alguns dos seus congéneres.


Este texto é uma transcrição integral, para fins de divulgação da iniciativa, de post do blog Geração Rasca.

O caso FreedomToCopy: MST confronta o Provedor dos Leitores do jornal “Público”

Foi publicado no site do jornal Público um artigo do Provedor dos Leitores daquele diário. Transcrevem-se seguidamente algumas passagens, sendo absolutamente de recomendar a leitura integral daquela matéria.

Título do artigo: A FRASE A MAIS (PARTE I)
Sinopse: O leitor Miguel Sousa Tavares escreveu ao provedor por causa de um artigo de publicado na edição de 25 de Outubro passado.(ler a carta)

Um respingo do conteúdo: COMENTÁRIO DO PROVEDOR: Confrontar significa “comparar”. E aquilo que estava essencialmente em causa era comparação entre o “Equador” e “Esta noite a Liberdade”. As jornalistas não leram uma das obras, mas reproduziram as acusações. Consideraram, portanto, que o blogue anónimo era credível. Independente de o ser ou não, o jornalismo tem regras: recortar a informação é uma delas.

LINK PARA O TEXTO NA ÍNTEGRA