Espalhar a palavra

O Apdeites tem a honra e o prazer de se associar à iniciativa do site irrepressible.info: publicar sistematicamente matérias que foram ou estão a ser censuradas, por esse mundo virtual fora.

A partir de agora, cada “post” terá a sua notícia – silenciada algures, por alguém, por algum motivo.

Se quiser colaborar, no seu site ou no seu blog, é muito simples: basta copiar e colar um pequeno “javascript”, no local do “template” onde pretende que as notícias apareçam; estas serão sempre diferentes, a cada “reload” da página ou em cada um dos quadros (no caso de colocar mais de um em simultâneo), e poderão surgir em qualquer Língua ou grafia, do Inglês ao Russo, passando pelo Árabe ou pelo Chinês.

Para escolher o modelo/tamanho do seu quadro de notícias, e para copiar o código(*), consulte a página respectiva do irrepressible.info.

O aspecto final poderá ser o daquele(s) que vê na coluna à esquerda.

O código é este:



(*) Para fins de compatibilidade, foi introduzida uma pequena alteração no código original; utilize aquela que preferir.

Irrepreensível(*): adj 1) Que não dá margem a repreensão ou censura; 2) Não passível de repressão ou controlo

irrepressible.info

Irrepressible
Adj. 1) Impossible to repress or control.
Chat rooms monitored. Blogs deleted. Websites blocked. Search engines restricted. People imprisoned for simply posting and sharing information.
The Internet is a new frontier in the struggle for human rights. Governments – with the help of some of the biggest IT companies in the world – are cracking down on freedom of expression.
Amnesty International, with the support of The Observer UK newspaper, is launching a campaign to show that online or offline the human voice and human rights are impossible to repress.

Sign our pledge on Internet freedom
I believe the Internet should be a force for political freedom, not repression. People have the right to seek and receive information and to express their peaceful beliefs online without fear or interference.
I call on governments to stop the unwarranted restriction of freedom of expression on the Internet – and on companies to stop helping them do it.

About this Pledge
In November 2006, governments and companies from all over the world will attend a UN conference to discuss the future of the Internet. You can help us send a clear message to them that people everywhere believe the Internet should be a force for political freedom, not repression.
We will present the total number at the conference. The more people who sign up, the louder our voice.
Please read and sign our pledge
http://irrepressible.info/

Amnistia Internacional


Irreprimível
Adj., 2g. 1) Que não se pode reprimir.
“Chat rooms” vigiadas. Blogs apagados. Sites com acesso bloqueado. Restrições a motores de busca. Pessoas encarceradas apenas por escrever ou trocar informações.
A Internet é uma nova fronteira na luta pelos direitos humanos. Existem Governos que – com a ajuda de algumas das maiores empresas na área das novas tecnologias, a nível mundial – estão a “cair em cima” da liberdade de expressão.
A Amnistia Internacional, com o apoio do jornal The Observer UK, lançou uma campanha para demonstrar como é impossível reprimir a voz das pessoas e os direitos humanos, tanto online como offline.

Assine a nossa petição pela liberdade na Internet
Estou convicto de que a Internet deve ser uma força de liberdade política, não de repressão. As pessoas têm o direito de procurar e de receber informação, e de pacificamente expressar as suas convicções na Internet, sem receio e sem interferências.
Apelo aos governantes no sentido de que acabem com a restrição injustificada da liberdade de expressão na Internet, e às empresas para que deixem de ajudar os governos a fazê-lo.

Acerca desta petição
Em Novembro de 2006, reunir-se-ão governantes e representantes de empresas de todo o mundo, numa conferência em Nova Iorque, onde será discutido o futuro da Internet; ajude-nos a enviar-lhes uma mensagem clara, significando que existe gente por todo o lado que acredita ser a Internet um espaço de liberdade política e não de repressão.
Apresentaremos o número total (de adesões) naquela conferência. Quanto mais pessoas assinarem, mais alto se fará ouvir a nossa voz.
Por favor, leia e assine a nossa petição em http://irrepressible.info/.
(Tradução de Apdeites)

(*) Sobre a tradução de “irrepressible”, no título, é favor ler os comentários a este post.

A diferença entre um abrupto e a «blogosfera»: a prova do monstro.

click para aumentar

[…] Essas pessoas falam porque têm alguma coisa a dizer? Acrescentam alguma coisa ou são elas mesmo um sinal de cacofonia? Depende como se vê a questão: elas têm alguma coisa a dizer porque querem dizer alguma coisa – essencialmente que existem e que são elas que vão mandar, que são elas que já mandam. O que têm a dizer não é novo, é ruído, é pobre, é insignificante em termos culturais, mas é a voz que fala cada vez mais alto, a voz que se ouve, a estática gerada pelas multidões e que exige ser ouvida nas sondagens, nas pseudo-sondagens dos telefonemas para dizer sim ou não, nas audiências da televisão, e que não quer esperar, não quer delegar, não quer aprender, não quer sofrer. Quer tudo e já, e só não o tem porque os «políticos» a enganam e desviam. […]

José Pacheco Pereira, colunista do jornal Público e autor do blog Abrupto, despachou ontem naquele jornal uma bula sobre aquilo que julga ser o estado geral da blogosfera; assumindo-se claramente como uma espécie de estação de triagem para reciclagem de resíduos virtuais, o articulista separa qualitativamente e quantifica por quotas o universo dos blogs nacionais: diz que 90% são constituídos por “lixo” e que os restantes 10% são “sobrantes”; por junto, ainda segundo a sua opinião, os “blogues” são, apesar de tudo, “interessantes”, [citação] “porque se move ali um monstro, que existe bem fora dos electrões. Esse monstro fala – nos blogues e nos jornais – e nós não o queremos ouvir porque ele nos coloca em causa, coloca em causa o lugar que ocupamos. Ele luta ali pelas suas regras próprias e não pelas que tomamos por adquiridas e, desse ponto de vista, convém conhecê-lo muito bem. É por isso que se aprende mesmo com os 90 por cento de lixo na blogosfera. E aprende-se ainda melhor se olharmos para os 10 por cento que não é lixo, porque para essa parte da Rede irá migrar uma parte mais dinâmica do espaço público, que conhece melhor o monstro e que já fez a prova do monstro” [fim de citação].

É isto que pensa JPP sobre a blogosfera, no essencial, e, sendo absolutamente aconselhável que se leia a referida bula por extenso(*), ficamos por conseguinte esclarecidos: todos nós, ou seja, aquelas pessoas que escrevem nos blogs, devemos ser considerados como “lixo” ou, na melhor das hipóteses, como tendo nove em cada dez probabilidades de ser “lixo”. O que não é lá muito simpático, assim a seco, posta a coisa assim de estalo, assim abruptamente como é de estilo do próprio, o verdadeiro estilo assim-assim. Estilo que, no entanto, e no caso vertente, aparece imbuído de uma irritação, quiçá um sentimento de verdadeira aversão, quase ódio incontido, por todo o universo de bloggers portugueses, o que não deixa de surpreender pela violência e pelo radicalismo; de fora da designação genérica de “lixo”, ficarão, naturalmente, os tais dez por cento (“número optimista”, segundo refere), os “sobrantes”, nos quais certamente se inclui a si próprio, e sobre os quais ameaça vir a referir-se em próximo artigo. Teme-se o pior, se tal é ainda possível.

Esperemos então sentados para ver quais serão os blogs portugueses que, não sendo “lixo”, não são também puro “ruído”, ou “estática” (electricidade?), ou simplesmente “pobres”; ficaremos cientes de quais são aqueles que não representam a “selvajaria” e que não são “inúteis, desviadores da atenção, perdulários do nosso tempo”; quais serão os tais que, por não serem “anónimos e ignorados”, não são “os degraus superiores do Inferno”. Aguardemos com ansiedade que este blogger nos esclareça, nos faça ver a luz e descubra o manto diáfano da verdade virtual.

Como diz o povo, quem não se sente não é filho de boa gente. Enquanto blogger, com muita honra me incluindo nos tais nove décimos de “anónimos e ignorados”, sentindo-me pessoalmente insultado e gratuitamente agredido, devo manifestar publicamente a mais profunda repulsa por tão ordinárias diatribes, devolvendo do mesmo passo à procedência – mas, desta vez, com conhecimento de causa – todos os epítetos proferidos por aquele autor de blogs.

Sr. Pacheco Pereira, na minha opinião o seu artigo é um exemplo de lixo escrito, e arrisca-se, tal a violência e a baixeza que demonstra, a transformar-se rapidamente em verdadeiro lixo dito e, por fim, em lixo visto, revisto e incinerado. O seu tom arruaceiro e troglodita não é um sinal de, é a mais pura e dura cacofonia, é ruído, tresanda a Praça da Ribeira, a peixeirada de mãos nas ilhargas. A forma como escreve é tecnicamente pobre, o que é lamentável, para dizer o mínimo, em quem se arvora em paladino da “cultura”, “historiador” e tudo. Pela forma desabrida e irreflectida como agride toda a gente, pela extraordinária soberba que demonstra, é a si mesmo que serve na perfeição a carapuça da (electricidade) estática. Por vezes, uns choques diz que resulta nesses casos.

Enfim, digo eu, que não mando, nem vou mandar, nem quero mandar. Mas que também não mando dizer.

João Pedro Graça

(*) A consulta on-line de artigos do jornal Público é, como se costuma dizer em linguagem “blogosférica”, a pagantimus.
Porém, houve um blog (será anónimo, será ignorado?) que se deu ao trabalho de transcrever o texto: RoubArte. Os desperdícios agradecem.
A imagem deste post é uma digitalização efectuada pelo blog Jornalismo e Comunicação.

P.S. (salvo seja): o próprio acabou de publicar uma versão ilustrada do artigo. Assim, a leitura torna-se muito mais fácil: basta ver os bonecos.

Diga NÃO à há censura

Sentou-se ontem no banco dos réus do Tribunal da Covilhã David Duarte, 29 anos, um morador da vila da Boidobra, nos arredores da cidade, indiciado pelo Ministério Público como autor da persona- gem fictícia “Chicken Charles – o anti-herói”, alojada no blogue covilhas.blogspot.com. O alegado autor foi indiciado através do registo dos seus acessos à Internet (IP).
Na origem do julgamento está uma queixa-crime por difamação, calúnia e injúria movida pelo presidente da câmara local, Carlos Pinto, contra o alegado autor do blogue.
(…)
Diário de Notícias

A organização Repórteres Sem Fronteiras [RSF], no âmbito da operação “24 Horas contra a Censura da Internet”, divulgou a lista dos países com maior censura à utilização deste meio de comunicação.
A Arábia Saudita, Bielorrússia, Birmânia, China, Coreia do Norte, Cuba, Egipto, Uzbequistão, Síria, Túnísia, Turquemenistão e o Vietname são alguns dos nomes mais sonantes deste quadro de [des]honra.
Saíram da lista a Líbia, Maldivas e Nepal, entrou o Egipto cujo presidente Hosni Mubarak “deu mostras de um autoritarismo particularmente inquietante em matéria de internet”. Estão 3 bloggers presos por defenderem reformas democráticas no país.
Uma visita à página “Láctualité dans le monde” da RSF poderá ser elucidativa neste campo.

(…)
weBloggers.com

Artigo 37.º
(Liberdade de expressão e informação)

1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.
2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.
3. As infracções cometidas no exercício destes direitos ficam submetidas aos princípios gerais de direito criminal ou do ilícito de mera ordenação social, sendo a sua apreciação respectivamente da competência dos tribunais judiciais ou de entidade administrativa independente, nos termos da lei.
4. A todas as pessoas, singulares ou colectivas, é assegurado, em condições de igualdade e eficácia, o direito de resposta e de rectificação, bem como o direito a indemnização pelos danos sofridos.
C.R.P. (Parlamento.pt)

Imagem de Censorship in Australia 2005 (Mannie de Sax & Ken Lovett)

Direitos de autor: Comichão de Medicação e Orbitagem?

Direitos de Autor: Comissão vai «agilizar litígios»

A ministra da Cultura afirmou esta terça-feira que a Comissão de Mediação e Arbitragem criada para resolver litígios no domínio dos direitos de autor e conexos «pode agilizar o modo de funcionamento da justiça» na resolução de litígios.

Isabel Pires de Lima falava hoje de manhã, no Palácio da Ajuda, na tomada de posse da Comissão, na qual estiveram presentes o presidente desta, Nuno Gonçalves, director do Gabinete do Direito de Autor, e os restantes seis membros que a compõem.

A titular da Cultura sublinhou que «a comissão poderá proporcionar, usando as modernas tecnologias da informação, o acesso mais fácil e mais barato aos cidadãos e empresas, sempre que estejam em causa problemas de aplicação do Direito de Autor próprios da sua área de atribuições».

Criada pela lei nº83/01, que regula a constituição e o funcionamento das entidades de gestão colectiva dos direitos de autor e conexos, a comissão tinha como objectivo dirimir os litígios entre as entidades de gestão e os seus associados.

Posteriormente, a lei nº50/2004, que transpôs a directiva europeia relativa ao Direito de Autor na sociedade de informação, alargou as suas competências, atribuindo-lhe o poder de decidir os litígios que surjam na aplicação das excepções e limitações ao direito de autor e conexos.

O grupo de advogados e juristas que compõem este órgão poderá, salientou a ministra, «contribuir para uma jurisprudência cuidada no tratamento de matérias de enorme especificidade técnica, mas que possuem relevante interesse cultural».

Isabel Pires de Lima congratulou-se com a tomada de posse da entidade, «que se encontrava há vários anos prevista na lei», mas que «circunstâncias várias», nomeadamente «condicionalismos burocráticos», impediram que fosse criada e entrasse em funcionamento.

A ministra considerou que a resolução dos conflitos em matéria de direitos de autor e conexos é «tecnicamente difícil mas fascinante».

A Comissão de Mediação e Arbitragem é composta por juristas que representam os diversos titulares de direito, incluindo o Estado e os consumidores, actuando como um tribunal de 1ª instância, de cujas decisões é possível recorrer para o Tribunal da Relação.

Os restantes seis membros da entidade são António Lucas Serra Rodrigues, em representação dos autores, Gisela Telles Ribeiro, em representação dos artistas intérpretes ou executantes, Miguel Brás Carretas, em representação dos produtores de fonogramas, António Paulo Santos, representa os produtores de videogramas, Manuel Lopes Rocha os radiodifusores e Jorge Pegado Lis os consumidores.

Diário Digital / Lusa

Nota: este texto foi integralmente transcrito do original publicado pelo Diário Digital, com data de ontem. Os links foram acrescentados pelo Apdeites.

O caso FreedomToCopy: ligações

1. Ficheiros (“cache”) guardados em Apdeites
a) FreemdomToCopy original
b) comentários no FreedomToCopy original
c) FreedomToCopy alterado
d) FreedomToCopy vazio

2. Blogs relacionados
a) freedom to keep copying FREEDOMTOCOPY
b) O Empata Plágios
c) Freedom To Paste
d) Freedom To Speak
e) Freedom to Copy Freedomtocopy Again And Again
f) Freedom Copied
g) Copy To Freedom

3. Notícias
a) Escritor Versus Blog, JN, 01.11.06
b) Uma queixa na Judiciária e alterações no blogue, DN, 01.11.06
c) Esta Noite o Equador, revista Focus, 31.10.06 (“scan” do blog Para Mim Tanto Faz)
d) Miguel Sousa Tavares entregou queixa à PJ contra acusadores de plágio, RTP, 31.10.06
e) O Blogue da polémica – vítimas da blogosfera, Correio da Manhã, 29.10.01
f) Miguel Sousa Tavares ameaça denunciar suspeitos de calúnia, DN, 27.10.06
g) Miguel Sousa Tavares furioso com acusação de plágio, 24 horas, 24.10.06
h) Blog acusa Miguel Sousa Tavares de plágio em «Equador», Diário Digital, 24.10.06
i) Blogoesfera continua fazer vítimas, Correio da Manhã, 23.10.06
j) Grupo Fatias de Cá estreia “Equador” sem incidentes, JN, 21.08.05
k) Adaptação não autorizada de ‘Equador’ estreia amanhã, DN, 18.08.05
l) Miguel Sousa Tavares acusa “Fatias de Cá” de pirataria, O Mirante, 03.08.05

4. Referências
a) Google BlogSearch
b) Technorati

O caso FreedomToCopy: cronologia

20 de Outubro: é criado o blog FreedomToCopy (conteúdos A) no endereço http://freedomtocopy.blogspot.com (endereço A).
23 de Outubro: a Google guarda uma cópia (“cache”) do endereço A, com os conteúdos A.
27 de Outubro: o Apdeites guarda uma cópia integral dos conteúdos A do endereço A, incluindo página de comentários.
29 de Outubro: os conteúdos A do endereço A são substituídos por outros (conteúdos B).
30 de Outubro: surge um novo blog FreedomToCopy (conteúdos C), com os conteúdos do primeiro (conteúdos A), no endereço http://freedomtocopyfreedomtocopy.blogspot.com (endereço C).
31 de Outubro: o “cache” do blog A na Google é actualizado com os conteúdos B do endereço A.
31 de Outubro: os conteúdos do blog FreedomToCopy (endereço A, conteúdos B), que tinham sido substituídos a 29, são apagados (conteúdos D).
31 de Outubro: o Apdeites guarda uma cópia do “cache” da Google com os conteúdos B do endereço A.
1 de Novembro: o “cache” do blog B na Google volta a apresentar os conteúdos A do endereço A.
1 de Novembro: o Apdeites guarda uma cópia dos conteúdos D (em branco) do endereço A.
1 de Novembro: o Apdeites substitui a cópia do “cache” da Google pelo “cache” da Yahoo, mais recente (conteúdos B do endereço A).
Meados de Novembro: o endereço http://freedomtocopy.blogspot.com (que estava em branco), passa a chamar-se Lorem Ipsum Dolor, contendo uma sucessão de textos (geralmente utilizados como conteúdos para teste de páginas) em Inglês. Guardado cache AQUI, em 22.11.06.

Notas
1. Apesar da celeridade com que estas movimentações foram efectuadas, existem mais cópias das páginas mencionadas em diversos outros motores de busca, além da Google: por exemplo, Yahoo, MSN e BlogSearch.
2. Devido a essa mesma rapidez de operações nas trocas de conteúdos, não ficaram cópias das sucessivas alterações no maior arquivo de conteúdos do mundo, a WayBackMachine.
3. Existem meios técnicos para impedir a indexação e cópia (arquivo) de conteúdos pelos motores de busca (“bots” ou “robots”). Não existindo esses impedimentos, qualquer página é automaticamente indexada e os seus conteúdos ciclicamente arquivados.

A título de exemplo, um dos blogs portugueses mais conhecidos tem 30 versões integrais guardadas neste arquivo:
http://web.archive.org/web/*/http://abrupto.blogspot.com