Diz que o “lixo” ainda mexe

Quase um mês após o célebre artigo de Pacheco Pereira, e setenta e oito respostas depois, parece que o assunto não perdeu nem uma nesga de actualidade. O blog “hoje há conquilhas, amanhã não sabemos” publicou um interessantíssimo inquérito que permitirá aferir daquilo que os bloggers nacionais pensam a respeito de si próprios: considerar-se-ão a si mesmos como “lixo”? E, se sim, quanto? Muito, pouco ou nada? Que percentagem de blogs nacionais deve ser considerada como material para levar a aterro ou ser despachado para a incineradora mais próxima?

Excelente ideia esta, do(s) autor(es) do “Conquilhas“, que vivamente se recomenda a todos os interessados. Aceda àquele blog e exerça o seu direito cívico. Mais do que cívico, e mais do que um direito, isto é um verdadeiro dever higiénico!

Qual a percentagem de “lixo” na blogosfera?
10%
30%
50%
70%
90%
100%
  
pollcode.com free polls

Nota 1: foi pedida autorização por escrito para a publicação desta “poll”, cujo código foi copiado na origem; aguardamos resposta do blog onde o mesmo foi publcado; se houver recusa, esse código será substituído por texto.
Nota 2: o Apdeites não vota, por tradição e por definição, e também porque não existe a opção 0% neste inquérito.

Lápis azul? Não, obrigado. Fita azul.

You Have the Right to Blog Anonymously.
You Have the Right to Keep Sources Confidential.
You Have the Right to Make Fair Use of Intellectual Property
You have the Right to Allow Reader’s Comments Without Fear.
You Have the Right to Protect Your Server from Government Seizure.
You Have the Right to Freely Blog about Elections.
You Have the Right to Blog about Your Workplace.
You Have the Right to Access as Media.
Know Your Rights and Prepare to Defend Them.

Electronic Frontier Foundation







Tradução (adaptada) dos direitos fundamentais dos bloggers
Temos o direito de escrever ou produzir materiais anonimamente em blogs.
Temos o direito de manter a confidencialidade das nossas fontes.
Temos o direito de utilizar a propriedade intelectual de forma leal.
Temos o direito de permitir comentários aos nossos visitantes sem qualquer receio.
Temos o direito de proteger os nossos aparelhos de controlo ou apreensão por parte de entidades governamentais.
Temos o direito de escrever ou produzir materiais sobre qualquer tipo de acto eleitoral.
Temos o direito de escrever ou produzir materiais sobre a nossa própria profissão.
Temos o direito de acesso sem restrições aos meios de informação de âmbito público.
Conheça os seus direitos e prepare-se para os defender.

EFF (Fundação “Fronteira Electrónica”)

Este post foi copiado e mesmo plagiado do “blogue dos Marretas”

NO COMMENT *

A imagem que ilustrava este post, no original publicado pelo “blogue dos Marretas”, foi aqui apagada porque parece ser – sem grande margem para dúvidas – uma montagem e, por conseguinte, completamente falsa.

As suspeitas sobre a veracidade da foto foram levantadas por visitante anónimo, nos comentários ao post onde a mesma foi publicada. Ampliando certas zonas da imagem, é fácil verificar que se trata apenas de uma montagem: o logotipo foi decalcado e o local retratado situa-se algures nos EUA.

O Apdeites apresenta desculpas aos seus visitantes, por ter reproduzido algo sem verificar primeiro a sua genuinidade.

* No Comment foi copiado e mesmo plagiado do EuroNews
ANIMAL


Como diria um conhecido comentador e não menos benfiquista, REPITO: este post foi co-pi-a-do, incluindo código, e mesmo pla-gi-a-do, do blogue dos Marretas.
Sem comentários.

Citação integral (e completa)…

de post do blog Dicionário Ilustrado

Proto-plágios
Tarde descobri que escrever em blogues desabridamente e sem um tema preciso é prejudicial e aleija. O blogue, como um megafone, amplifica as idiosincrasias próprias da criatividade na sua inevitável relação com o que se vai lendo vendo e ouvindo. Os blogues políticos e temáticos estão em clara vantagem nesta área, porque falam de fora para dentro, mas os blogues criativos são influenciados por uma espécie de ‘sensibilidade’ de carácter frágil e precária que engana o próprio autor. São vários e conhecidos os exemplos deste fenómeno que ataca quando menos se espera. Em caso de problema não há nada melhor do que o mero recurso à citação integral e completa, senão, ui, ui.

Claro que esta citação integral (e completa) é por uma boa causa – o Apdeites, por assim dizer, colecciona textos sobre os blogs e o plágio, ou vice-versa – porque, quando não, já sabemos: ui ui.