Portugall

«Having just returned from living in the Algarve for the past 18 months I can confirm that the country is on it’s backside, Brits are coming back because business are closing down or collapsing. The hundreds of millions of euros they have received from Brussels over the last 5 years apart from a couple of new motorways goes straight into the pockets of all those concerned. It is still a police state, everything is controlled by Lisbon, corruption is like a cancer in Portugal, the Police can stop you any time with out any reason and just find something to fine you on, they have a card machine in the boot of their cars to take all card payments. We got 160 on the spot fine at airport because of tyres being 175 instead of 180, a 60 euros fine pulling over 50 yards after a crossing, 600 fine for not carrying insurance and mot in car, and this is all cash on the spot, nice racket. They are sent to the Algarve from Lisbon every summer to get money from tourists. Hard times ahead for them»
b Robinson, london, 1/2/2009 7:49

Comentário de um leitor no jornal Mail Online, a um artigo com o título “Edward and Sophie, Portugal’s PM… and a £4m corruption row over giant shopping mall built by British firm” [Edward e Sophie, o PM de Portugal… e um esquema de corrupção no valor de 4 milhões de libras em centro comercial gigante construído por empresa britânica]. *

[Trad.]
«Tendo voltado recentemente do Algarve, onde vivi durante os últimos 18 meses, posso confirmar que o país está de rastos; os ingleses estão a regressar, porque os negócios estão todos a fechar e a ir à ruína. As centenas de milhões de Euros que o país recebeu de Bruxelas, ao longo dos últimos 5 anos, à excepção de umas quantas auto-estradas, vão direitinhos para o bolso daqueles que a gente sabe. Aquilo ainda é um Estado policial, em que tudo é controlado por Lisboa; a corrupção é como um cancro, em Portugal; a polícia pode parar qualquer um a qualquer momento, sem qualquer motivo, apenas para andarem à procura de alguma coisa que sirva para passar multas às pessoas; até andam com uma máquina para pagamentos automáticos, na mala do carro, e aceitam qualquer espécie de cartão. Nós levámos com uma multa de 160 [€], pagamento à vista, logo ali no aeroporto, porque os pneus [do carro] eram 175, em vez de 180 [milímetros de largura]; outra, de 60 Euros, por termos encostado a 50 jardas [cerca de 47 metros] de um cruzamento; e outra multa, de 600 [€], por não trazermos o papel do seguro connosco; tudo isto com pagamento na hora e no local, mas que bela golpada. Eles [os agentes da polícia] são enviados de Lisboa para o Algarve, em todos os Verões, para sacar dinheiro aos turistas. A estes, um muito mau bocado está reservado.»
B. Robinson, Londres, 01.02.09.
[/Trad.]

* Nota: para ler o original, vá para o fim da página e click em “view more”, logo abaixo dos comentários.

Assunto surgido AQUI e confirmado ACOLÁ.

Cadê?


[vídeo com a entrevista na íntegra (SIC)]

«Esse arquivamento, que, segundo a Comissão Europeia, foi notificado à [sic] QUERCUS, está disponível nos “sites” da União Europeia, basta ir a www.ec.europa.eu para verificar, como eu hoje tive a oportunidade de fazer, que desde [sic] 31 de Dezembro de 2005 a Comissão Europeia arquivou essa queixa
Silva Pereira, Ministro da Presidência, em entrevista ao jornalista da SIC Mário Crespo, em 26.01.09.

Resultados para a pesquisa “quercus+alcochete” no site http://www.ec.europa.eu: 0 (zero).

Declinação de responsabilidades (“disclaimer”)
Causas possíveis para esta ausência de resultados:
1. O motor de busca do site tem algum defeito, transitório ou definitivo.
2. Os conteúdos a pesquisar não estavam disponíveis no momento da pesquisa.
3. A queixa da QUERCUS à Comissão Europeia não continha o topónimo “Alcochete”.
4. A queixa da QUERCUS à Comissão Europeia não continha a designação “QUERCUS”.
5. O motor de busca Google tem algum defeito, definitivo ou transitório (dá um único resultado, que não tem nada a ver com o assunto).
6. A queixa da QUERCUS foi arquivada de tal forma que apenas uma pesquisa com critérios alternativos (e extremamente difícieis de adivinhar, assim de repente) poderá resultar.
7. O Ministro enganou-se: ou o endereço do “site” não é aquele, ou a queixa não é aquela, ou o arquivamento não foi ali, ou a QUERCUS não era esta, ou então outro escambau terá sido.

Desmentido

(…)
A informação consta de um relatório na posse da actual administração do BPN, indicada pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), e onde aparecem outros nomes como o do antigo líder da bancada parlamentar social-democrata Duarte Lima, que surge ainda como tendo recebido um crédito irregular e que é, neste caso, ainda, de cobrança duvidosa.
(…)

[Público, 28.11.08]

Janeiro 26, 2009
BPN: Desmentido de Domingos Duarte Lima
( pedindo desculpa pelo atraso da publicação, não quisemos deixar de colocar neste blog agora, por considerarmos que continua a ser um documento actual e um direito na defesa da sua pessoa enquanto militante desta secção do PSD)

Lisboa, 28 de Novembro de 2008

Exmo Senhor
Dr. José Manuel Fernandes
Director do Jornal Público

Ao abrigo das disposições legais que garantem o direito de resposta, venho por este meio corrigir uma notícia publicada no Público de ontem, 28 de Novembro, na página 42, e assinada pela senhora jornalista Cristina Ferreira.
Nessa notícia é afirmado, invocando um relatório da Delloite, que “o ex-líder parlamentar do PSD, Duarte Lima terá recebido um crédito irregular do BPN”, sendo esse crédito “de cobrança duvidosa”.
Quero esclarecer que realizei efectivamente uma operação de crédito no BPN em data em que não exercia qualquer função política ou pública. Para essa operação de crédito prestei as garantias sólidas e suficientes que me foram solicitadas pelo Banco, e todos os pagamentos inerentes à operação foram integral e pontualmente respeitados por mim, nas datas negocialmente acordadas, nunca tendo sido objecto de qualquer reclamação por parte do Banco.
Chamo a atenção para a contradição com a vossa notícia publicada na edição de 20 de Novembro, assinada igualmente pela senhora jornalista Cristina Ferreira, em que se fazia referencia a este tema, mas se concluía, invocando o mesmo relatório da Delloite, “não ter havido ilegalidade” na concessão do crédito em referência.
Nunca tive, em nenhum banco, em toda a minha vida, nenhuma situação de incumprimento face a qualquer obrigação contraída.
Por isso, e porque a notícia que venho de corrigir é lesiva do meu bom nome, solicito o favor de ser publicado este esclarecimento, com o mesmo destaque do artigo que lhe deu origem. Solicitei ao BPN confirmação formal do que aqui afirmo, que farei de imediato chegar ao Público, logo que me seja entregue.

Com os melhores cumprimentos,

Domingos Duarte Lima

Publicada por comissão política em 12:42 PM

[Transcrição integral de “post” no blog PSD- Secção B, em 26.01.09.]

Segundo pesquisa Google, este desmentido não foi publicado (até agora, é claro) em mais página electrónica alguma, além do blog referido.