12 de Março

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“Internet monitored and controlled, even in democracies”
“Internet est surveillé et contrôlé, même dans les démocraties”
“Internet está vigilado y controlado incluso en las democracias“
مقتل صحافيين وإصابة آخرين في هجوم انتحاري
اطلاعيه های مطبوعاتی
无国界记者谴责对西藏言论自由的压制
A Internet está a ser vigiada e controlada, mesmo nas democracias


Via

Não queremos o Acordo Ortográfico!

Não queremos e podemos!

A página da causa, aqui no FB, já conta com mais de 1.200 apoiantes e continua a crescer, a cada hora que passa.

Entretanto a petição online (link) já ultrapassou os 100.000 subscritores, facto para o qual chamou Vasco Graça Moura mais uma vez a atenção, em crónica publicada no Diário de Notícias (link).

Apesar de ainda numa fase embrionária, pelo menos em termos de difusão a nível nacional, já todos nos apercebemos de que o Facebook é uma poderosa ferramenta de mobilização, como se confere e vê pela vertiginosa adesão à nossa causa – que é bem real, ainda que expressa por meios virtuais.

Além de servir para dar conta aos subscritores da causa do seu andamento e actualizações, esta mensagem serve também como apelo para que não parem de angariar novas adesões; mais uns quantos convites directos deverão bastar para manter, se não mesmo aumentar, esta corrente que se pretende imparável.

Para todos vós, aqueles que não desistem de lutar por uma causa que muitos davam por perdida, vai uma saudação especial, reconhecida, emocionada até.

O Português correcto agradece.

(JPG)

Esta foi a mensagem que acabei de enviar a todos os subscritores da causa FB “Não queremos o Acordo Ortográfico!”.

A causa fundamenta-se numa frase simples:

“O Português levou 8 séculos a construir, não será por decreto que o irão destruir.”

A causa apoia-se em três posições ainda mais simples:

1. Contra a entrada em vigor do AO, nem em 2010 nem em 2100.
2. Contra a traição à Pátria (a Língua Portuguesa) que o AO representa.
3. Contra a colonização cultural (e económica) brasileira.

Não há nada que hesitar quando se trata de defender as nossas convicções mais profundas. Não há nada a temer quando aquilo que está em causa é o que de mais fundamental nos define, enquanto povo e enquanto nação. Não há nada que recuar perante coisa alguma, por mais solidamente inexpugnável que essa coisa pareça, porque a vontade é sempre mais forte, mais espessa e mais alta do que a mais gigantesca das paredes.

E ainda não está tudo irremediavelmente perdido. E ainda é possível remediar a monumental asneira que uma irrisória minoria pretende impor à maioria dos portugueses, aqueles que pensam pela própria cabeça.

Ainda é tempo, porque o tempo ainda não acabou.

Mais Medina Carreira

Já foi acrescentada à “playlist” de Medina Carreira a entrevista que hoje mesmo deu a Mário Crespo, na SIC.

Mais uma série de pérolas nesta playlist, que assim se arrisca a transformar-se num verdadeiro colar das ditas.

Grupo Facebook: Admiradores de Medina Carreira.

Nota: devido a limitações técnicas, as gravações em directo por partes ficam fatalmente com alguns cortes, não apresentando o conteúdo na íntegra.

A última entrevista, de 9 de Março (hoje), pode ser também vista na íntegra no site da SIC online.

Twittvérbios

A bezitwitter (bezinha do Twitter, não confundir) Cat Maggelan lançou ontem uma espécie de campanha, naquela plataforma pramalucos, subordinada ao tema provérbios twitéricos ou, simplesmente, twitvérbios.

Sendo eu um gajo absolutamente viciado em provérbios, desde há muitos anos, e alguma coisinha disso na twitação, desde há muitos dias, foi um ver-se-te-avias que nem vos digo nem vos twito.

Por conseguinte, a minha contribuição para tão meritória quanto divertida twitúlia (tertúlia lá do sítio, não confundir) virtual aqui fica, em jeito de repositório (não confundir com coisíssima nenhuma).

  1. Senhor deputado, vá pró twitteralho! Ouviu? Vá pró twitteralho! (Eduardo Martins para Afonso Candal, adaptado)
  2. To twit or not to twit, that is the question (for facebookers).
  3. Cada twittadela, cada minhoca.
  4. Solta o twitter que há em ti, mas não te estiques muito ali.
  5. Vanitas vanitatum omnia vanitas, diziam os antigos, e tu twittas umas coisinhas boas para as sanitas, digo eu.
  6. Quanto mais te abaixas, mais te twittam as cuecas.
  7. Pode-se twittar alguns twitters durante algum tempo, mas não se pode twittar todos os twitters o tempo todo. (Lincoln, adaptado)
  8. Procuras o significado da vida, é? Cala-te e twitta, mas é.
  9. Diz-me com quem twittas, dir-te-ei quem é.
  10. O que é que querias? Twitter na eira e Facebook no nabal?

Mas o mais instrutivo (e divertido, sobretudo) é ir lá ver as muitas dezenas de twitvérbios que foram publicados.

Twitter com (bastante) mais do que 140 caracteres

Isto foi mais um exercício de lógica do que uma verdadeira tentativa para “estender” artificialmente o máximo de 140 caracteres permitido em cada mensagem no Twitter (ou em sistemas semelhantes).

Tratou-se apenas de juntar duas ferramentas básicas:

a) O comando “alert” (javascript), que permite visualizar mensagens enviadas a partir da linha de endereços do “browser”.
b) O serviço Tinyurl, que reduz a 25 caracteres qualquer endereço Web, por mais complexo que seja.

Sem necessidade de criação de qualquer página para alojar o texto a transmitir, esta sequência de operações muito simples permite enviar mensagens via Twitter sem o espartilho dos 140 caracteres:

1. Escrever directamente na linha de comando do “browser”, antecedendo e terminando o texto com o que se segue a vermelho: antes, javascript:alert(‘ e no fim ‘).
2. Copiar toda a linha de comando para o campo a converter, em Tinyurl, e click no botão “Make TinyURL!”.
3. Copiar o endereço gerado para pré-visualização (“Preview TinyURL”), colá-lo no espaço para mensagens do Twitter e enviar (“send” ou equivalente). Pode preceder esta TinyURL com uma mensagem curta (por exemplo, “urgente” ou o assunto do texto que irá abrir).

O conteúdo enviado por esta forma aparecerá na página de pré-visualização da TinyURL, incluindo as partes inicial e final com o comando, e em caixa de alerta (apenas o texto, sem comando) se for accionado o link “Proceed to this site”.

Claro que isto é muito mais rápido e fácil de fazer do que de explicar. E é ainda mais claro que as vantagens deste pequeno truque, em relação à alternativa (partir a mensagem grande em diversos “posts” de 140 caracteres), não são grande coisa. Mas pronto, ao menos fica a ideia… e a convicção de que, afinal, sempre se pôde ultrapassar mais um limite.

Enfim, pode ser que seja útil.

Disclaimer: esta solução é apresentada e apenas deverá ser utilizada “como está”, ou seja, sem quaisquer garantias de funcionamento ou de qualquer outro género, correndo a sua utilização por exclusiva conta e risco de quem o quiser fazer. Desconheço se existem e não me responsabilizo por quaisquer entraves que terceiros possam hipoteticamente vir a colocar em relação à sua utilização, abusiva ou não, por parte seja de quem for.

A única garantia que posso adiantar, sobre este método, é que o testei exaustivamente, com o IE7, o Firefox e o Google Chrome. E também que desta solução, por mais irrelevante que seja, ainda ninguém se tinha lembrado.

Banco português de maus negócios

imagem alojada por DECO

Comissões bancárias: Netpay do BPN tem custos

Não levante dinheiro nos terminais do Banco Português de Negócios, se tem um cartão de débito com dupla função. Fica sujeito a comissões.

Ao levantar dinheiro nos terminais de algumas agências daquele banco, arrisca-se a pagar. Como as máquinas não pertencem à rede Multibanco, da SIBS, mas à rede Netpay, o movimento é considerado um adiantamento de dinheiro (cash-advance) e cobrada uma comissão pelo emissor. Regra geral, 3,33% sobre o valor transaccionado, acrescido de 1,50 a 2,50 euros. Por exemplo, um levantamento de € 100 pode custar até 5,83 euros.

Se o seu cartão de débito permite movimentos a crédito, evite usá-lo nos terminais daquele banco para levantar dinheiro.

Contactado pela DECO PROTESTE, o Banco Português de Negócios garantiu que vai reforçar a identificação das caixas Netpay e o alerta para as comissões.

logótipo da DECO

Notícia de DECO Pro Teste

“Dica” recebida por e-mail, em forma de boato mas que agora se confirma ser verídica.

Nihil


http://video.google.com/videoplay?docid=-2282183016528882906

Um vídeo muito polêmico, levantando grandes fatos encobertos por meia-dúzias de gente poderosas, fatos estes como 11 de Setembro, Primeira e Segunda Guerra Mundial, crise de 1929, dentre outros.
Este vídeo passa a idéia de que somos mais manipulados do que pensamos. Faz refletir sobre nosso modo de vida atual, nossa alienação, nossa escravidão perante o sistema que faz com que você seja.
É um vídeo para refletirmos.

[Transcrição de jesieltrevisan, utilizador YouTube.]

Zeitgeist” (espírito dos tempos ou “sinal dos tempos”).

Não acredite em tudo o que vê, ouve ou lê.

Não acredite em tudo.

Não acredite.

Não.