Celebrar a diversidade


Não sei, mas duvido muito, se porventura semelhante fenómeno aconteceu anteriormente com outra canção vencedora do “Festival Eurovisão”: o YouTube está literalmente inundado de “Amar Pelos Dois”.

Seleccionei “apenas” 30 (e tal) versões das 50 ou 60 (e tal) que fui ouvindo, e isto só para dar uma pequena ideia dos cerca de 325.000 “covers” desta excelente balada de Luísa e Salvador Sobral.

Trezentas e vinte e cinco mil “covers”, caramba, é obra! Somente no YouTube há neste momento mais de 95.000 vídeos nesta nova “categoria”.

Há lá de tudo, realmente, e mesmo em tão “pequena” amostra a variedade é imensa: versões cantadas e instrumentais, a solo, em dueto ou em coro, por gente de todas as idades, alguns deles profissionais mas também muitos amadores, das mais diversas partes do mundo (Ucrânia, Sérvia, Espanha, França, Brasil, Suécia, Dinamarca, Alemanha, etc.), uns com todos os recursos, técnicos ou outros, e outros sem recursos nenhuns…

Tentei seleccionar 30 (e tal) exemplos de qualidade segundo um critério único: acrescentam algo ao original. 

Afinal o mote do festival ucraniano fazia algum sentido…

 

Rede Cedilha

E pronto. A rede está completa, corrigida e tal e tal. É possível que ainda haja uma ou outra ponta solta, algures, numa qualquer página mais antiga, mas confesso que já estou um bocadinho farto de pentelhar a coisa, salvo seja.

Ficam aí uns botõezinhos. Click e vai lá dar.

Cedilhar de novo

Este “blog” esteve em banho-maria, por assim dizer, durante mais de cinco anos. Mas recentemente confluíram alguns factores que permitem o regresso a estas lides tecnicistas às vezes, sobre pulhítica ou pulhices geralmente e com assuntos pevidelaureantes quando calha:

  1. Já tinha metido os papeis para a reforma em Julho de 2016 mas só há pouco mais de dois meses me foi concedida a autorização para deixar de trabalhar 20 horas por dia, sete dias por semana como profissional da luta contra o AO90. Agora sim, outro finalmente, já posso dedicar-me a isso só 3 ou 4 horas diárias e com direito a fim-de-semana e folgas e feriados e férias e tudo, maravilha, já sou um reformado biscateiro.
  2. Finalmente fechei a “rede” que inclui este Cedilha, propriamente dito, e outros três “blogs”: Apdeites, Mini Mal e Apartado 53. Os dois primeiros são matéria de arquivo mas o Apartado continua vivinho da Silva (são, graças a Deus, e o Cedilha voltará a partir de agora ao activo como blog central desta minha piquena, porém jeitosa redezinha virtual.
  3. Para concluir os finalmentes, surgiu há dias o pretexto ideal para relançar a dita redezinha e, por conseguinte, para voltar a cedilhar de novo. O Cedilha é um “blog” da categoria “diversos” (variante “boca-no-trombone”), isto é, cabe aqui tudo o que diga respeito a temas tão suculentos como a censura, abusos de poder (e do Poder), tuguismo militante ou estupidez em geral.

Ora, nem de propósito, cá está o que surgiu há dias, parece que (até) o jornal “Público” censura literalmente quem se atrever a mijar fora do penico politicamente correcto. Pelo menos neste caso, denunciado publicamente pelo próprio autor, houve um claríssimo acto de censura.

Hay censura? Soy contra.

É já a seguir.