Reescrever a História [II]

«Favorecimento? O artigo favorece a ortografia do Acordo Ortográfico sobre a de Angola. Não deveria antes ser “Objeto e objecto”, em vez de pôr a outra ortografia entre parêntesis como se fosse mais usada? 2.80.11.40 (discussão) 08h33min de 21 de julho de 2011 (UTC) Explique-se melhor. Como assim o artigo favorece “o Acordo Ortográfico sobre … Continuar a lerReescrever a História [II]

Reescrever a História [I]

«Proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma tentativa de unificar a língua portuguesa, sobretudo na internet, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa passa a ser obrigatório no Brasil a partir de 1º de janeiro de 2013.» “Jornal da Manhã” (online), Uberaba (Minas Gerais), Brasil, 19 de Março de 2012 Uma das consequências do … Continuar a lerReescrever a História [I]

«Sobre a língua e o AO90» [Isabel Soares, “Observador”, 18.05.15]

Sobre a língua e o acordo ortográfico Isabel Soares 18/5/2015 A língua está no âmago da cultura de um povo e não sabemos ao certo quais as consequências de manipular a língua de uma forma significativa, como está a ser feito. —————– Pertenço ao grupo dos que assiste à alteração, ou melhor, à mutilação, da … Continuar a ler«Sobre a língua e o AO90» [Isabel Soares, “Observador”, 18.05.15]

«O capitão Windows e o general Klinger» [Nuno Pacheco, “Público”, 17.05.15]

Anacleto estava radiante. Já lhe tinham dito lá na repartição mas ele não acreditava. No dia 13, o das aparições lá de Fátima, já podia escrever com menos letras, que alívio. Agora era lei, já não podiam gozar com ele quando escrevia “coação” e lhe perguntavam onde é que tinha comprado o coador. Só podia … Continuar a ler«O capitão Windows e o general Klinger» [Nuno Pacheco, “Público”, 17.05.15]

«Os apátridas da língua que nos governam» [Pacheco Pereira, “Público”, 16.05.15]

À memória do Vasco Graça Moura Não sei se são válidos ou não os argumentos jurídicos que discutem a data da aplicação efectiva do Acordo Ortográfico [AO], se nestes dias, ou em 2016. Isso não me interessa em particular, a não ser para registar a pressa suspeita em o aplicar contra tudo e contra todos. … Continuar a ler«Os apátridas da língua que nos governam» [Pacheco Pereira, “Público”, 16.05.15]

Teolinda Gersão fala sobre o AO90 na “Antena 1”

Neste “debate”, emitido pela RDP – Antena 1 no dia 3 de Maio 2015 (com repetição no Domingo seguinte), a escritora Teolinda Gersão confronta o chamado “pai” do “acordo ortográfico”, Malaca Casteleiro. Visto que se trata de um “debate”, com inúmeras interrupções de parte a parte, transcrevemos em formato de entrevista apenas as intervenções de … Continuar a ler Teolinda Gersão fala sobre o AO90 na “Antena 1”

Manifesto Anti-Guilherme

Este “post” fica arquivado na categoria “Opinião”. De facto, o texto de Guilherme D’Oliveira Martins publicado há dias na revista “Visão” é de tal forma revoltante, parece-me, é tão desonesto – para não dizer miserável -, intelectualmente falando, acho eu, que apenas como simples “opinião” me permito reproduzi-lo aqui… devidamente “guarnecido” com aquilo que eu … Continuar a lerManifesto Anti-Guilherme

«Restaurar é preciso; reformar não é preciso» [por Reinaldo Azevedo, revista “Veja” (Brasil)]

A reforma ortográfica que se pretende é um pequeno passo (atrás) para os países lusófonos e um grande salto para quem vai lucrar com ela. O assunto me enche, a um só tempo, de indignação e preguiça. O Brasil está na vanguarda dessa militância estúpida. Por que estamos sempre fazendo tudo pelo avesso? Não precisamos … Continuar a ler«Restaurar é preciso; reformar não é preciso» [por Reinaldo Azevedo, revista “Veja” (Brasil)]

«Império da língua portuguesa: ascensão e queda?» [António de Macedo, PÚBLICO, 28.01.2013]

Quando Cristo foi crucificado por volta do ano 30/32 da nossa era, o Império Romano ocupava uma vasta área que abrangia desde a Ásia Menor até à Península Ibérica, incluindo a maior parte da Europa e todo o Norte de África. Com o correr dos tempos, e devido à inevitável vitalidade que as línguas têm … Continuar a ler«Império da língua portuguesa: ascensão e queda?» [António de Macedo, PÚBLICO, 28.01.2013]