ILC contra o Acordo Ortográfico

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Estive entre a assistência no evento do passado dia 14 de Abril, no anfiteatro da FLUL, e gravei em vídeo as intervenções dos convidados. Ao que parece, a organização do evento não possui qualquer registo da intervenção de Francisco Miguel Valada. Aqui fica. Rui Valente

Acordo Ortográfico de 1990: o regresso das falácias convenientes Francisco Miguel Valada 15/03/2015 – 05:28 Os próprios poderes públicos que estão na génese do AO90 demonstram a falácia da “ortografia comum”. ———- …é confundir a arca do dilúvio com uma pipa apocalíptica GNR, O Paciente (Psicopátria, 1986) Em debate na TVI moderado por Fátima Lopes […]

(…) Em 1999, Ernesto d’Andrade e Maria do Céu Viana escreviam: “É hábito estabelecer-se uma diferença entre a forma comum em português ‘rotura’ e a forma erudita ‘ruptura’ (…) Note-se que se entrasse em vigor o “Acordo Ortográfico” de 1990 (…) teríamos mais uma variante (‘rutura’) que nos parece injustificada”. É verdade, ei-la, a rutura […]

Escrever-se hão iniciaes maiúsculas em meio de períodos ou orações gramaticais, nos seguintes casos (…) f) Nomes dos meses Diário do Governo n.º 213, 12 de Setembro de 1911, p. 3850 1. Em 1903, no prefácio de Portugais – phonétique et phonologie – morphologie – textes, advertia Aniceto dos Reis Gonçalves Viana, acerca dos escritos […]

Francisco Miguel Valada nasceu no Porto e vive actualmente em Bruxelas. É intérprete de conferência. Autor do livro Demanda, Deriva, Desastre — os três dês do Acordo Ortográfico (Ed. Textiverso, 2009), publica regularmente conteúdos sobre a Língua Portuguesa em geral e o Acordo Ortográfico em particular, do qual é, aliás, um opositor determinado. Algumas das […]

“Apocalise abruto” Octávio dos Santos 13/03/2015 – 05:07 O “cAOs” ortográfico está a alastrar em Portugal. Será definitivo? Ou, pelo contrário, será contido e até revertido? ——— A imposição – ilegítima, ilegal, imoral, inútil, prejudicial, ridícula, totalitária – do dito “Acordo Ortográfico de 1990” como que já “normalizou”, aparente e infelizmente, aberrações como “atividade”, “ator” […]

Esse Acordo Ortográfico foi votado por unanimidade, nesta Câmara, em 1991 — aliás, privilégio que o Bloco de Esquerda não teve porque não existia à época. — Luís Fazenda *** Neste preciso momento, estará a ser debatido, na Assembleia da República, um projecto de lei do Bloco de Esquerda sobre a eliminação da impossibilidade legal de adopção por casais […]

A SIC Notícias pergunta-nos: “A imagem de Portugal no estrangeiro ficou afetada[sic] depois do conhecimento público destes casos de justiça?”. Creio que a imagem de Portugal fica de facto bastante ‘afetada’ (ou mesmo *aftada), quando se percebe o estado actual da língua portuguesa escrita. Se considerarmos padrões grafémicos afins – alfinetar → alfinetado(s)/a(s); fretar→ fretado(s)/a(s); decretar→ […]

Francisco José Viegas, o anjinho da procissão O chamado acordo ortográfico (AO90) assentou em três ilusões: o “critério fonético” (traduzido na expressão “escrever como se fala”), a “simplificação” da ortografia para facilitar a aprendizagem e a uniformização ortográfica do mundo lusófono como meio de criar textos ortograficamente iguaizinhos. Não foi necessário perder muito tempo a pensar […]

“[A] bem-aventurada Virgem Maria foi preservada intacta de toda a mancha do pecado original no primeiro instante da sua conceição.” Pio IX, Bulla Ineffabilis Deus DS 2803, 8 de Dezembro de 1854   Em Outubro do ano passado, o astrofísico Neil deGrasse Tyson irritou-se com um pormenor do filme Gravidade. O motivo da fúria foi alguém ter-se lembrado […]