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A capela de S. João “Batista” tem um “teto” muito “pitórico”


«A pintura integra o vasto programa pitórico que decora a capela de S. João Batista. O presente exemplar situa-se num dos caixotões do teto.»
MatrizNet DGPC – Direcção Geral do Património Cultural – Ministério Da Cultura

Os nomes próprios de pessoas são alterados?

Não. Segundo a Base XXI, os nomes que são alvo de registo ou protecção legal, como nomes de pessoas e de marcas, firmas, sociedades e títulos que estejam inscritos em registo público, não têm que ser alterados. Assim, um “Baptista” com p ou um “Victor” com c não tem de alterar a sua grafia.
Porto Editora – FAQ (AO)

te·to |é| 1
(do teto)
substantivo masculino
[Linguística] Língua indígena e nacional de Timor. = TÉTUM

te·to |ê| 2
(alteração de teta |ê|)
substantivo masculino
1. Glândula mamária. = MAMA, MAMILO, TETA
2. Saliência arredondada.
Confrontar: tecto.

“teto”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/teto [consultado em 12-01-2015].

Carlos Botelho subscreveu a ILC

Bottelho é o pseudónimo de Carlos Botelho (Sta Maria Maior, Chaves, 1964) é um pintor e escultor português.

Nasceu em Chaves no distrito de Vila Real em Trás-os-Montes, onde na infância disseca nos livros de medicina do século XIX do avô Martiniano Ferreira Botelho, profusamente ilustrados com gravuras, o gosto pela complexidade da anatomia humana. Não esquece Lereno seu professor primário e irmão de Nadir Afonso que muito contribuiu para o incentivar nos caminhos da arte.

A proximidade da fábrica de tijolo e do barro, as oficinas das artes da forja e do ferro, os ateliers de Arquitectura e da música que sempre o acompanharam foram moldando o seu espírito e sentido estético.

Aos dezasseis anos expõe pela primeira vez Desenho e Pintura no Museu da Cidade com o apoio da Câmara Municipal de Chaves, acontecimento que teve a presença do mais alto magistrado da Nação, o General Ramalho Eanes. Fez estudos secundários no liceu Fernão Magalhães de Chaves, que interrompeu por inexistência de curso compatível com a vocação tendo optado por direito […]. “Escolheu Direito, não tão direito quanto devia…!” in entrevista a Jornal Flaviense. Frequenta Ciências da Comunicação e da Cultura – na área de Gestão Cultural na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

[Perfil parcialmente extraído da página wiki do subscritor.]

Carlos Botelho conta no seu extenso “curriculum” com a autoria do “site” Wikipedia Lusa – Pessoas como Tu, cujos nome e lema dizem tudo…

Sobre o seu “perfil” de subscritor e apoiante da nossa iniciativa cívica, escreveu-nos o seguinte:
«Relativamente à ILC não me restam dúvidas de que espelha a vontade esmagadora dos portugueses, ignorados habitualmente neste tipo de processos, que tarde irão constatar que a homogeneização da língua é tão benéfica quanto a globalização económica no que tem de espírito colonial.»

Subscreveu a ILC pela revogação da entrada em vigor do AO90.

Veja a “galeria” completa de subscritores, voluntários e apoiantes da ILC.

Maria João Brito de Sousa subscreveu a ILC

Maria João Brito de Sousa nasceu em Lisboa, Concelho de Oeiras, a 4 de Novembro de 1952.

Neta do poeta António de Sousa e de Alice Brito de Sousa, pintora, teve o privilégio de conviver, durante a infância e adolescência, com alguns dos mais representativos nomes da cultura portuguesa do séc XX, Miguel Torga, Vitorino Nemésio, Natália Correia, Manuel Ribeiro de Pavia, Guilherme Filipe e Julio, eram visitas assíduas da casa onde cresceu.

Foi com Manuel Ribeiro de Pavia e ainda muito pequenina que se lançou à aventura dos pincéis e do carvão esta será uma das razões pelas quais, ainda hoje, gosta de se definir como “pintora precoce de trabalhos adiados”. É com cerca de três anos de idade que se inicia nas quadras em redondilha maior, algumas registadas pela mão de seu avô em pedacinhos de papel que ainda hoje guarda.

A sua pintura define-a numa linha expressionista-simbolista, sempre aberta ao surrealismo. A sua Poesia surge na riqueza do vocabulário, na utilização sistemática da metáfora e na musicalidade da rima.

Casou muito cedo e durante quase trinta anos dedicou-se exclusivamente às tarefas de esposa e mãe, pouco tempo lhe restando para se dedicar às Artes que nunca deixaram de a ir chamando. Em 1999, após um doloroso divórcio, renasceu, imperiosa, a necessidade de criar. Em Janeiro de 2000 inaugurou a sua primeira exposição individual de pintura em Lisboa, na Voz do Operário, à qual se seguiram dezassete exposições colectivas, sempre na qualidade de membro da associação de Artistas Plásticos Paço de Artes, da qual se tornou sócia. Foi também no Salão Nobre desta associação que, em 2007, inaugurou a sua segunda exposição individual; Auto-Retrato. Participou também, em 2007, no leilão “Telas de Esperança”, no Salão Paroquial de Stº. António de Nova Oeiras e em 2010 numa exposição colectiva de pintura promovida pela AMNO – Associação de Moradores de Nova Oeiras, sob o título Nova Oeiras Acontece.

No campo da Poesia, iniciou uma extensa produção de sonetos formalmente clássicos, em Janeiro de 2008, tendo publicado o seu primeiro livro, Poeta Porque Deus Quer, em Janeiro de 2009. Antes da publicação participou no Concurso de Poesia em Rede no Sapo, onde ganhou o primeiro prémio “ex aequo”, com o soneto Territorialidade que dedicou à vila de Oeiras onde terminou o curso complementar dos liceus e onde reside desde 1972.

Enquanto pintora, é membro da Associação de Artistas Plásticos Paço de Artes e é, desde 2005, membro da Associação Portuguesa de Poetas, para a qual entrou pela mão da actual Vice-Presidente, a poetisa Virgínia Branco.

Subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990 e tem participado militantemente na recolha de assinaturas para a iniciativa.

Este é mais um perfil publicado na “galeria” de subscritores, activistas e apoiantes da nossa ILC.

Nota: esta publicação foi autorizada pela subscritora, que redigiu e nos enviou, expressamente para o efeito, as respectivas nota biográfica e fotografia.

Pedro Barroso subscreveu a ILC

Pedro Barroso (Lisboa, 1950) Vai com dias apenas para Riachos, terra natal de seu pai, que ali era professor. Regressa a Lisboa e, já adolescente, estreia-se fazendo Teatro radiofónico com Odette de Saint-Maurice na ex-Emissora Nacional (1965) e, numa data que determina o seu início de carreira como cantor e autor, no programa “Zip-Zip” (Dez., 1969).

Grava o seu primeiro disco “Trova-dor” (1970) e integra durante alguns anos a companhia do Teatro Experimental de Cascais, sob a direcção de Carlos Avilez.

Volta entretanto a estudar piano com a Prof. Luísa Bruto da Costa e mais tarde canto com o tenor Carlos Jorge. Dirige actividades e lecciona no Orfeão Académico de Lisboa. Cursou em 1974 com o professor Schingelinge da Academia Mozart, de Viena de Áustria, num curso livre organizado pela Fundação Gulbenkian para instrumentistas de orquestra. Fez exame para aquisição de Carteira Profissional no Sindicato dos Músicos em 1978, tendo-lhe sido atribuída na ocasião a categoria de instrumentista e Chefe de grupo.

Conclui a sua licenciatura em Educação Física (INEF, 73) e será professor efectivo no Ensino Secundário durante 23 anos. Mais tarde viria a tirar uma post-graduação em Psicoterapia Comportamental (Hosp. Júlio de Matos, 88) tendo trabalhado na área da Saúde mental e Musicoterapia durante alguns anos. Foi, neste campo, pioneiro no ensino de crianças surdas-mudas, numa escola de Ensino especial em Lisboa

Colabora activamente após o 25 de Abril em inúmeras actuações em todo o País e junto das Comunidades emigrantes. Escreve e apresenta programas de Rádio e Televisão, enquanto mantém com regularidade uma produção discográfica, ao longo de mais de trinta e cinco anos de carreira. Compôs grandes êxitos que o país aprendeu.

Cantou até hoje em praticamente todas as grandes salas portuguesas (Coliseu, Aula Magna, Fórum Lisboa, Rivoli, Pavilhão Atlântico…) e bem como em todo o país e ainda na Alemanha, Bélgica, Brasil, Canadá, Espanha, EUA, França, Holanda, Hungria, Luxemburgo, China, Suiça e Suécia. Em muitos destes países actuou também em cadeias de TV e Rádio. Foi igualmente convidado a dar palestras sobre a Cultura portuguesa nas Universidades Clássica e Católica de Lisboa, Nyemegen, Estocolmo, Toronto e Budapeste.

Recebeu até hoje alguns prémios nacionais e estrangeiros. Assim, recebeu o prémio para a melhor canção (“Menina dos olhos d’água”, prémio Eles e Elas 1986), melhor disco de 87 (Prémio Directíssimo), troféu Karolinka (Festival Menschen und Meer, RDA 81), diploma de mérito da Secretaria de Estado do Ambiente pelos serviços prestados à causa do Ambiente (Ano Europeu do Ambiente 88), Troféu Lusopress para o melhor compositor português (Paris 93), troféu Pedrada no charco (Rádio Central FM Leiria, como compositor/intérprete em 93 e melhor Disco em 2005) e menção de Mérito Cultural do Município de Newark em 2003. Foi ainda distinguido com a chave da cidade de Danbury (USA), Diploma de mérito da vila de Constância e é Maestro Honorário da Tuna de Veteranos de Viana do Castelo.

Integrou a Grande Gala da Música e do Bailado (Teatro S. Luís, Lisboa, 93) junto com a Orquestra Gulbenkian e o Ballet de Monte Carlo. Foi convidado para actuar no Luxemburgo, integrado nas actividades do Ano Europeu da Cultura em 1994. No mesmo ano, foi agraciado pela Casa do Ribatejo com o título de “Ribatejano Ilustre”.

Cultiva um estilo pessoal onde a poesia, a independência, a frontalidade e a ironia têm o seu lugar. Os seus concertos são como que “encontros de amigos”, onde se estabelece uma funda cumplicidade. Normalmente escreve, arranja, orquestra e dirige os seus próprios trabalhos. Para tal, dirigiu em gravações, até hoje, entre outros, os corais Phydelius, Cramol e o Coro de Santo Amaro de Oeiras.

Com a atribuição a José Saramago do Prémio Nobel da Literatura torna-se num dos muito poucos autores que com ele partilha obra publicada (após trabalho conjunto, o tema “Afrodite”, in “Os poemas possíveis”, foi musicado e integra o LP “Água mole em pedra dura”)

Vindo de uma área de intervenção crítica de expressão popular, é visível há muito tempo a progressiva opção temática de caracter mais abrangente, onde avulta a reflexão sobre os seus grandes temas de sempre – o Amor, a Solidariedade, a Mulher, a História, a Natureza, a Vida, a Portugalidade… – assumindo-se como um autor sério e rigoroso, cada vez mais respeitado enquanto cantor, poeta e compositor.

Tem colaborado em inúmeros jornais, revistas e blogs, e alguns Manuais escolares integram textos de sua autoria. Prefaciou inúmeros livros. É também um dos pioneiros na Internet com site pessoal de carreira. É solicitado frequentemente, enquanto homem de opinião, para sessões culturais, colóquios, encontros, tertúlias e palestras por todo o país.

Já no ano de 2000 é convidado para inaugurar o Café Literaire Fernando Pessoa em Genève; em 2001 para o Leitorado de Português em Toronto; em 2002 para Danbury, USA, onde recebe a chave de honra da cidade; em 2003 para a Gala da atribuição dos prémios literários Pró Verbo em Newark, USA; em 2004 para a Gala de aniversário da Casa de Portugal em S.Paulo, Brasil.

Membro activo da comunidade artística e musical integrou a direcção do Sindicato dos Músicos e foi autor em 2002 do polémico Manifesto sobre o estado da Música Portuguesa que promoveu uma reflexão profunda do país sobre os seus Autores, com audições junto de todos os Grupos Parlamentares e audiência do Ex.mo Sr. Presidente da República.

Após trinta e quatro anos de Autor nela inscrito, torna-se, desde Setembro de 2003, membro eleito dos Corpos Gerentes da Sociedade Portuguesa de Autores, na direcção presidida por Manuel Freire.

A par com uma fecunda discografia como autor e compositor (cerca de 30 discos editados, entre Ep’s, singles, LP’s, CD’s, Antologias várias e discos colectivos), tem publicado também poesia (“Cantos falados” Ed. Ulmeiro, 1996; “das Mulheres e do Mundo” Ed. Mirante, 2003) e ficção, pois lançou em 2005 o seu livro “A história maravilhosa do País bimbo”, uma reflexão amarga e irónica sobre a sociedade portuguesa. Nesta conformidade tem integrado vários Júris literários onde avultam o Prémio Manuel Teixeira Gomes e o Concurso Calidum de Poesia Galaico-Portuguesa.

Como artista plástico amador, usa o heterónimo Pedro Chora e, como tal, tem exposto desenho e escultura em várias Galerias, tanto em exposições a solo como em colectivas, integrando várias colecções particulares e Museus Municipais.

Celebrou no ano de 2004 o seu 35º aniversario de autor, poeta e compositor lançando o CD “Navegador do Futuro”(Ed. Ocarina) e com actuações e concertos em Abrantes, Angra do Heroísmo, Barreiro, Benavente, Caldas da Rainha, Guarda, Leiria, Setúbal, Porto, Ponte de Lima, Riachos, Valença e Vila do Conde. O Museu do Trabalho de Riachos inaugurou, nessa ocasião, um sector onde passou a estar exposta a sua primeira viola e alguma documentação alusiva à sua vida e carreira.

Continua trabalhando em concertos pelo país actuando entre outros locais, no Rivoli do Porto, Pavilhão Atlântico, Teatro Lethes e Fórum Lisboa em 2006 e no Teatro Armando Cortês, em Lisboa, Centro de Artes de Sines e tantos outros espaços em 2007.

Considerado como um dos últimos trovadores de uma geração de coragem que ajudou pela canção a conquistar as liberdades democráticas para Portugal, foi convidado da Associação 25 de Abril para integrar a noite de homenagem às “Vozes de Abril” no Coliseu de Lisboa, em Abril de 2008.

Esgota a sala Paul Valéry em Paris em Novembro de 2008 e desse concerto disse a crítica no dia seguinte “uma noite elevada de Arte, de Cultura e de Paixão”. CD Sensual Idade saído em Outubro de 2008 é considerado pela crítica da RTP, no programa especial de fim de ano sobre Cultura, como um dos 5 melhores CD’s portugueses do ano 2008.

Celebrou em 2009 40 anos de carreira, em espectáculos a que deu o título” “40 anos de Música e Palavras” e que fizeram uma ampla cobertura do País.

Continua a constituir-se como uma referência sempre diferente, emocional e de ideias próprias, um pouco a contra-corrente, nos seus concertos, repletos de ironia, comunicação e sensibilidade.

[Foto e biografia do site oficial de Pedro Barroso.]

Pedro Barroso subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990.

Nota: esta publicação foi autorizada pelo subscritor.

Jorge Molder subscreveu a ILC

Fotógrafo português, Jorge Molder nasceu em 1947, em Lisboa. Estudou Filosofia na Universidade de Lisboa e começou a sua carreira como artista na década de 1970. A sua primeira exposição individual em 1977. Foi artista convidado da Bienal de Sõ paulo, em 1994, e representou Portugal na Bienal de Veneza em 1999. Participou na exposição Artempo em Veneza, 2007.

Jorge Molder é reconhecido pelas suas fotografias escuras e enigmáticas que envolvem uma interacção muitas vezes desorientadora para o observador. O seu trabalho levanta a questão de quem examina quem, se é o observador que olha o objecto ou vice-versa. Tudo isto produz uma sensação primeira da imagem como objecto e só depois como imagem. Não é somente a estranha utilização da luz e da escuridão que ajuda a desenvolver um efeito perturbador, mas também a escolha de usar a sua própria imagem como modelo, na maior parte das suas fotografias.

(…)

O trabalho de Jorge Molder pode ser encontrado em quase todas as mais importantes colecções portuguesas, como Caixa Geral de Depósitos (Lisboa), Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (Lisboa), e Centro de Arte Moderna José de Azeredo de Perdigão da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa) assim como em importantes colecções estrangeiras como Art Institute of Chicago, Artothèque de Grenoble (Grenoble), Everson Museum of Art (Syracuse, Nova Iorque), Fonds National d’Art Contemporain (Paris), Maison Européenne de la Photographie (Paris), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Madrid), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil) e Museo Estremeño Iberoamericano de Arte Contemporáneo (Badajoz).

[Nota biográfica (parcial) transcrita do site Infopédia.]
Fotografia retirada do site Media Capital.]

Subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990.

Nota: esta publicação foi autorizada pelo subscritor.

Galeria de subscritores, militantes e apoiantes.