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Maria Vitalina Leal de Matos subscreveu a ILC

Maria Vitalina Leal de Matos é professora catedrática jubilada da Faculdade de Letras de Lisboa, onde, além de outras cadeiras, leccionou Estudos Camonianos.

Licenciou-se com uma tese sobre Fernando Pessoa, e doutorou-se com uma dissertação sobre a poesia de Camões.

Fez parte da Comissão Nacional da Unesco e do Conselho Superior da Universidade Católica. De 1988 a 1990 desempenhou o cargo de Conselheira para o ensino do Português junto da Embaixada de Portugal em Paris.

É autora de numerosos artigos e de diversos livros de conteúdo camoniano.

Bibliografia em Português:
– Lírica de Luís de Camões
2012 Editorial Caminho
– Tópicos para a Leitura de Os Lusíadas
2004 Verbo
– Introdução aos estudos Literários
2001 Verbo
– Camões – Este Meu Duro Génio de Vinganças
2010 Arcádia
– Ler e Escrever
1987 INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda

Subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990.

Ver “galeria” de subscritores, activistas e apoiantes da nossa ILC.

[Nota biográfica e bibliografia copiadas da página da autora no “site” da Wook. Fotografia copiada da página da autora no “site” da Editora Caminho.]
[Nota: esta publicação foi expressamente autorizada pela subscritora.]

André Jorge subscreveu a ILC

André Fernandes Jorge nasceu no Bombarral em 1945. Com 12 anos foi estudar para Coimbra, onde permaneceu até aos 17. Muda-se então para Lisboa. Ingressa na Faculdade de Letras, frequentando primeiro Filosofia e mais tarde Românicas, não concluindo nenhum dos cursos. Com 21 anos é incorporado no exército e mais tarde parte para Angola. Cumpre cinco anos de vida militar. De África conhece também a Guiné-Bissau, onde viveu durante mais de dois anos, como cooperante.

Em 1987 funda a Livros Cotovia, juntamente com o irmão, mas dirige a editora sozinho desde 1991.

Ao longo de mais de vinte anos a Cotovia soube transformar-se numa editora de referência no panorama do livro em Portugal, em especial pelas suas colecções no âmbito da poesia, do ensaio, da ficção, do teatro, da literatura brasileira e da literatura clássica. Enquanto editora, a Livros Cotovia nunca deixou de se nortear pelo critério simples de quem escolhe um livro para mostrar, para oferecer, ou simplesmente porque gostaria que os amigos o lessem.

Subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990.

Este é mais um perfil publicado na “galeria” de subscritores, activistas e apoiantes da nossa ILC.

Nota: esta publicação foi autorizada pela subscritor, que reviu, expressamente para o efeito, a respectiva nota biográfica.

«FLUL não pode ter política de ortografia» [António Feijó, “i”]

António Feijó: “A Faculdade de Letras não pode ter uma política de ortografia”

Por Nelson Pereira, publicado em 21 Fev 2012 – 03:10

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Pessoalmente, considera o novo Acordo Ortográfico uma violência que um governo não tem legitimidade para impor. Enquanto director da Faculdade de Letras de Lisboa, defende uma posição liberal
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Se existe um lugar vocacionado para a discussão do novo Acordo Ortográfico (AO) é uma faculdade de Letras. Na da Universidade de Lisboa (FLUL), o AO não foi implementado. Segundo o director da faculdade, António Feijó, esta posição é a única possível num meio universitário onde deve coexistir a polifonia de opiniões. E lembra que um Estado que se arroga competências para impor uma ortografia comete desvio à regra democrática.

O novo Acordo Ortográfico tem sido discutido no seio da FLUL?

Há que fazer a distinção entre a discussão técnica sobre ortografia, que pode ter lugar neste momento numa aula ou num seminário, e a política de uma instituição. A universidade é um aparelho polifónico, coexistem vozes divergentes, concordamos discordar num modo democrático de discutir as questões.

Qual é a sua posição sobre o novo Acordo Ortográfico?

Enquanto director da faculdade, a minha posição é agnóstica em relação ao acordo. Entendo que a direcção de uma faculdade de Letras, onde há linguistas, alguns deles associados à implementação do acordo, não deve tomar posição sobre o acordo. Na FL não impomos nem impedimos que alguém exerça a grafia que entender. Mas também justamente por isso porque não temos uma política de ortografia, não alterámos o site da FL, que está na grafia pré-acordo, pois fazê–lo seria tomar uma posição política sobre o acordo, coisa que precisamente não queremos fazer. É a posição da direcção da FL nesta fase de transição.

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