FAQ

1. Não tenho os meus dados de Eleitor. Posso enviar o impresso sem esses dados?
2. Não tenho Cartão de Eleitor. Como posso saber o meu número e Concelho/Freguesia de recenseamento?
3. Os dados dos subscritores são públicos?
4. Não tenho computador ou acesso à Internet ou impressora. Posso assinar na mesma a ILC?
5. Posso recolher assinaturas de familiares, amigos e conhecidos ou colegas de trabalho?
6. Devo escrever no envelope o remetente?
7. Devo enviar, juntamente com o impresso de subscrição, fotocópias de algum documento ou qualquer outra coisa?
8. Posso enviar mais do que um impresso em cada envelope?
9. Existe um limite mínimo de idade para subscrever a ILC?
10. Posso enviar a subscrição por correio normal, azul ou verde?
11. São admitidas assinaturas electrónicas?
12. Preenchi o formulário electrónico de apoio à ILC e recebi um email com a confirmação dos dados fornecidos. Isso quer dizer que já assinei a ILC?
13. Posso enviar o impresso de subscrição por email?
14. Devo enviar a minha subscrição (ou lista de assinaturas) por correio registado?
15. O que é uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC)?
16. Como surgiu esta ILC?
17. O que tem esta ILC a ver com a Petição/Manifesto “Em Defesa Da Língua Portuguesa”?
18. Quais são as principais diferenças entre uma petição e uma ILC?
19. Assinei a Petição/Manifesto no passado. Posso assinar também agora a ILC?
20. Quais são as razões principais para esta acção de cidadania pela revogação do Acordo Ortográfico?
21. Qual é a diferença entre uma Petição e uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC)?
22. Esta é a primeira ou a segunda ILC da História?
23. A ILC contra o AO90 tem alguma orientação político-partidária?
24. Quantas assinaturas já existem/temos/recebemos?
24. – A Quantas assinaturas já existem/temos/recebemos?
25. Os dados da minha subscrição estão protegidos?
26. «O “acordo ortográfico” está em vigor e já não há nada a fazer quanto a isso.» Isto é verdade? Afinal para que serve esta ILC?
27. Porque não se pode enviar as subscrições directamente para a Assembleia da República?
28. Porquê enviar as subscrições para um Apartado?
29. Os meus dados pessoais podem ser utilizados para outros fins?
30. As subscrições estão em segurança? Onde e como são guardadas?
31. A ILC AO beneficia de alguma espécie de apoio, patrocínio, parceria ou subvenção por parte de alguma entidade, organismo ou empresa (pública ou privada)?
32. Porque não entregam na Assembleia da República as subscrições que já existem, sem mais “demoras”, sem esperar que se atinja o mínimo de 35.001 subscrições válidas?
33. Entregar uma ILC no Parlamento com todas as assinaturas necessárias para o efeito implica a aprovação automática dessa mesma ILC?
34. Como são validadas (ou invalidadas) as subscrições?
35. A ILC-AO tem alguma fonte de financiamento?
36. A ILC-AO abriu alguma conta bancária para recolha de fundos?
37. A ILC-AO tem alguma página na “rede social” Facebook?

1. Não tenho os meus dados de Eleitor. Posso enviar o impresso sem esses dados?
Não. Nos termos da lei, as assinaturas da ILC têm de ser feitas em papel (não são válidas as assinaturas electrónicas, na prática) e têm de conter TODOS os dados exigidos: assinatura igual à do documento de identificação, nome completo (em maiúsculas, se for escrito à mão), número do documento de identificação, número e Freguesia e Concelho de recenseamento. As assinaturas apenas serão consideradas válidas se cada subscrição contiver TODOS estes dados (legíveis).

2. Não tenho Cartão de Eleitor. Como posso saber o meu número e Concelho/Freguesia de recenseamento?
Existem três formas de obter esses dados:
a) Aceda ao endereço http://www.recenseamento.mai.gov.pt/ e indique o Nome ou Número de Identificação e Data de Nascimento (dd-mm-aaaa)»
b) Pode confirmar o seu número de eleitor e local de voto enviando um SMS para o número 3838 com o texto “RE[espaço]N.º Id. Civil[espaço]Data de Nascimento(AAAAMMDD)”, como, por exemplo, {RE 0123456 19600101}
c) Consulte os cadernos eleitorais na sua Junta de Freguesia.

3. Os dados dos subscritores são públicos?
Não! De forma alguma. Os dados necessários para subscrever a ILC (nome, número do documento de identificação e número, Freguesia e Concelho de recenseamento) são absolutamente confidenciais e servem apenas para entrega nos serviços competentes da Assembleia da República, não podendo os mesmos ser utilizados para qualquer outro fim nem cedidos a terceiros nem publicitados ou divulgados por qualquer meio.

4. Não tenho computador ou acesso à Internet ou impressora. Posso assinar na mesma a ILC?
Sim. Desde que tenha, por exemplo, uma máquina de escrever, pode copiar o impresso, preenchendo-o ao mesmo tempo e assinando-o no fim. Mesmo uma cópia feita à mão pode ser admissível, desde que se entenda perfeitamente a redacção e os dados de quem subscreve.

5. Posso recolher assinaturas de familiares, amigos e conhecidos ou colegas de trabalho?
Sim. Se quiser recolher assinaturas “em série”, deverá responsabilizar-se por essa recolha, validando as assinaturas na origem, já que não temos pessoal disponível para conferir todos esses dados. Envie-nos email para receber conjunto de ficheiros para recolha de assinaturas múltiplas (com impresso de 14 assinaturas por página): click AQUI.

6. Devo escrever no envelope o remetente?
Não. A não ser para efeitos de devolução por parte dos CTT, caso haja algum problema na entrega, o endereço do remetente não interessa para nada. Os envelopes recebidos serão destruídos, precisamente para eliminar esses dados pessoais desnecessários. Apenas os dados obrigatórios da subscrição interessam. Aliás, não deve escrever mais nada (nem no envelope nem no impresso), além desses dados necessários.

7. Devo enviar, juntamente com o impresso de subscrição, fotocópias de algum documento ou qualquer outra coisa?
Não. Nem fotocópias de quaisquer documentos nem absolutamente mais nada; só o(s) impresso(s) de subscrição da ILC.

8. Posso enviar mais do que um impresso em cada envelope?
Sim. Pode enviar tantas subscrições (apenas uma por pessoa, como é evidente) quantas entender. Apenas deverá ter cuidado com o limite de peso por franquia; se ultrapassar o peso máximo (até 20 gramas), o envelope com as subscrições será automaticamente devolvido pelos CTT. Caso queira enviar um número considerável de assinaturas, distribua-as por diversos envelopes e/ou utilize o impresso para recolha de 14 assinaturas (ver resposta 5).

9. Existe um limite mínimo de idade para subscrever a ILC?
Sim. Nos termos da lei, apenas os cidadãos eleitores podem subscrever uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos. Segundo a Lei Eleitoral, «gozam de capacidade eleitoral activa os cidadãos portugueses maiores de 18 anos.» Os dados de Eleitor, obrigatórios para esta subscrição, atestam a maioridade do subscritor.

10. Posso enviar a subscrição por correio normal, azul ou verde?
Sim, qualquer deles. Qualquer tipo ou franquia de correio é admissível, evidentemente, mas deve optar pelo mais barato, ou seja, o correio normal (actualmente, um selo custa 32 cêntimos). Em casos excepcionais, se tiver algum meio de o fazer, poderá também entregar em mão a algum dos voluntários envolvidos na recolha que se disponibilize e se responsabilize pela remessa.

11. São admitidas assinaturas electrónicas?
Não. Segundo informação dos “Serviços de Apoio Técnico e Secretariado” da Assembleia da República, uma ILC apenas pode ser subscrita de forma tradicional, isto é, em papel. Faça “download” para o seu computador do impresso de subscrição, preencha-o conforme as instruções nele indicadas e envie-o por correio normal para o Apartado 53, 2776-901 Carcavelos. Em alternativa, para enviar por email a imagem digitalizada do impresso preenchido e assinado, é favor ler um pouco mais abaixo, no ponto 13.

12. Preenchi o formulário electrónico de apoio à ILC e recebi um email com a confirmação dos dados fornecidos. Isso quer dizer que já assinei a ILC?
Não! As assinaturas electrónicas não são admissíveis no caso das ILC. Aquele nosso formulário serve apenas para manifestar publicamente (apenas o seu nome e localidade são listados) o seu apoio à iniciativa. Para subscrever realmente a ILC, terá de preencher, assinar e enviar por correio normal o impresso disponibilizado.

13. Posso enviar o impresso de subscrição por email?
Sim. Em alternativa ao impresso para envio por correio normal, pode também preencher, imprimir, assinar, digitalizar e enviar por email um impresso específico para este efeito. Veja pormenores e forma de execução deste procedimento NESTA PÁGINA.

14. Devo enviar a minha subscrição (ou lista de assinaturas) por correio registado?
Não. De todo. Isso apenas obriga a despesas, deslocações, formalidades e tempos de espera desnecessários, tanto para o remetente como para o destinatário. Envie o(s) envelope(s) por correio normal, sem mais nada; nem sequer precisa de escrever os dados do remetente no envelope.

15. O que é uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC)?
É um Projecto de Lei redigido e submetido a aprovação parlamentar por parte de um grupo de cidadãos. Para que a ILC seja admitida para discussão e votação pelo plenário da Assembleia da República é necessário que o texto da ILC (texto legal e respectiva sustentação) seja subscrito, em papel e com a identificação civil e os dados de recenseamento eleitoral de cada subscritor, por um mínimo de 35.000 cidadãos. (Ver lei que regula as ILC)

16. Como surgiu esta ILC?
Tudo começou no dia 25 de Setembro de 2008, num “post” em que se referia a possibilidade de avançar com uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra a entrada em vigor do Acordo Ortográfico. A ideia foi depois lançada através do Twitter, em 29 de Novembro do ano passado. A 5 de Dezembro, a nossa Causa “Não queremos o Acordo Ortográfico!”, começou a registar um número imparável de adesões. Redigida e publicada a ILC, começaram a ser recolhidas assinaturas no dia 8 de Abril de 2010.

17. O que tem esta ILC a ver com a Petição/Manifesto “Em Defesa Da Língua Portuguesa”?
Muito pouco ou mesmo nada, a não ser quanto às motivações, ou seja, combater o Acordo Ortográfico. Quanto ao mais, é bom que se não confunda uma coisa com a outra, porque elas são – na forma, no conteúdo, nos meios, nos requisitos e nas finalidades – totalmente diferentes.

18. Quais são as principais diferenças entre uma petição e uma ILC?
São instrumentos de cidadania totalmente distintos, em todos os aspectos: enquanto que na petição são admissíveis assinaturas electrónicas, na ILC elas só podem existir em papel; na petição, basta indicar nome e título de identificação, na ILC é necessário assinar mesmo, física e materialmente, indicando também os dados de recenseamento individuais; uma petição serve – no máximo, se aprovada – para pressionar órgãos de soberania, podendo resultar numa acção recomendada a algum ou alguns deles, enquanto que uma ILC – no mínimo, se aprovada – será uma verdadeira Lei da República, para vigorar na ordem jurídica nacional.

19. Assinei a Petição/Manifesto no passado. Posso assinar também agora a ILC?
Claro que sim. Pode e deve. A Petição/Manifesto não tem nada a ver com a ILC contra o AO. Aliás, a dita petição já foi entregue e discutida na Assembleia da República, ainda no ano passado; por conseguinte, está ultrapassada, não podendo vir a produzir mais qualquer efeito. A ILC entrará em vigor como lei, se aprovada no Parlamento, depois de recolhidas as assinaturas necessárias, revogando a entrada em vigor do Acordo Ortográfico. As assinaturas desta, até pela forma e pelas exigências de que se revestem, não têm nada a ver com as assinaturas (electrónicas, na sua maioria) que suportaram aquela.

20. Quais são as razões principais para esta acção de cidadania pela revogação do Acordo Ortográfico?
São inúmeras, mas abreviemos. O AO nem é acordo, porque num acordo se pressupõe cedências de ambas as partes e neste houve apenas de uma, nem é ortográfico, pela simples razão de que nega e renega o próprio conceito de ortografia. Tratou-se de um “cozinhado” exclusivamente político, entre cúpulas partidárias nacionais, e isto apenas entre Portugal e Brasil. Acresce que nenhum dos fundamentos aduzidos para a sua defesa contém um mínimo de credibilidade, vindo pretensamente “resolver”… um problema que nunca existiu.

21. Qual é a diferença entre uma Petição e uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC)?
Bem, são coisas completamente diferentes. É bom que não se confunda algo que pode ser feito de forma exclusivamente electrónica (a petição) e que serve apenas para exercer pressão sobre órgãos de Poder, com um procedimento rigoroso, em termos de exigência e métodos, que se destina a promulgar uma lei de âmbito nacional. Do ponto de vista de quem subscreve, não há qualquer semelhança entre escrever no computador dois ou três dados (e carregar num botão) e preencher, imprimir, assinar realmente e enviar uma declaração (responsável) de subscrição.

22. Esta é a primeira ou a segunda ILC da História?
Em termos meramente cronológicos, é a terceira. Porém, e atendendo a que as duas anteriores foram apresentadas por entidades (uma Ordem profissional e um Partido político), podemos considerar que está é a primeira verdadeira Iniciativa Legislativa de Cidadãos alguma vez promovida em Portugal. A primeira levada a cabo por cidadãos portugueses de todos os estratos e condições sociais (desde que maiores de idade), sem qualquer patrocínio ou organização subjacentes, e dizendo respeito a todos e a cada um dos subscritores, não em função de quaisquer interesses particulares, profissionais ou outros, mas antes visando um real objectivo de interesse nacional.

23. A ILC contra o AO90 tem alguma orientação político-partidária?
Não! A ILC pela revogação do “acordo ortográfico” de 1990 é absolutamente alheia a quaisquer partidos, organizações e tendências políticas ou seus eventos e iniciativas.

24. Quantas assinaturas já existem/temos/recebemos?
Poucas. São sempre poucas. Desde o início optámos por não divulgar ou actualizar o número exacto de subscrições recebidas. Existem inúmeros motivos para esta opção, que foi ponderadamente tomada, mas bastará porventura apontar duas: não pretendemos apenas o mínimo exigido por lei (35.000 assinaturas em papel) mas antes o maior número possível e acontece que, apesar de todas as indicações estarem até nos próprios impressos, recebemos uma percentagem relativamente elevada de subscrições inválidas (sem dados de eleitor, incompletas, ilegíveis, etc.) que é necessário compensar com outras novas.Ver pergunta/resposta seguinte, 24 -A.

24. – A Quantas assinaturas já existem/temos/recebemos?
Poucas. São sempre poucas. Na última contagem o total apurado foi de 14.112 subscrições válidas.

25. Os dados da minha subscrição estão protegidos?
Sim. Não fazemos qualquer espécie de recolha ou tratamento de dados, sendo que estes – incluindo o facto de uma pessoa ter ou não subscrito a ILC – são rigorosamente confidenciais. Apenas nos limitamos a conferir se os impressos de subscrição estão em conformidade com o exigido por lei.

26. «O “acordo ortográfico” está em vigor e já não há nada a fazer quanto a isso.» Isto é verdade? Afinal para que serve esta ILC?
Não, não é verdade. De todo. É verdade que o AO90 está em vigor mas não é verdade que não haja nada a fazer quanto a isso. A nossa ILC, se aprovada no Parlamento, servirá precisamente para revogar a dita entrada em vigor do “acordo”. Não existe nenhuma lei que não possa ser alterada, anulada ou revogada.

27. Porque não se pode enviar as subscrições directamente para a Assembleia da República?
Porque as subscrições só podem ser entregues na A.R. quando houver no mínimo 35 000. e porque é necessário abrir os envelopes, desdobrar os impressos, validar (ou não) os preenchimentos, numerar as subscrições válidas, anotar os motivos para a não validação, se for o caso, e datar cada uma delas.

28. Porquê enviar as subscrições para um Apartado?
Porque foi a forma mais expedita e prática que encontrámos. O Apartado apenas serve para este efeito, não havendo assim mistura com outra correspondência. A distribuição pelos CTT é assim mais eficaz e mais responsável, não havendo motivo nem pretexto para extravios.

29. Os meus dados pessoais podem ser utilizados para outros fins?
Claro que NÃO! Os dados pessoais constantes das subscrições da ILC AO são absolutamente confidenciais, não são sujeitos a qualquer tipo de recolha ou tratamento informático (ou outro) e servem exclusivamente para as finalidades previstas na Lei. Qualquer utilização para fins diversos seria crime.

30. As subscrições estão em segurança? Onde e como são guardadas?
Tomamos todas as precauções não apenas quanto à confidencialidade como à própria segurança das subscrições, em termos de acondicionamento: depois de validadas, datadas e numeradas sequencialmente, todos os impressos preenchidos (incluindo os que não foram considerados válidos) são arrumados em caixotes apropriados, sendo estes fechados e identificando-se por fora o número da embalagem e o intervalo das numerações que contêm. Depois estes caixotes são depositados, por questões de segurança, em pelo menos três locais diferentes.

31. A ILC AO beneficia de alguma espécie de apoio, patrocínio, parceria ou subvenção por parte de alguma entidade, organismo ou empresa (pública ou privada)?
NÃO, absolutamente nada disso ou sequer algo que remotamente se pareça com tal. Esta é uma iniciativa de cidadania que funciona exclusivamente na base do mais puro (e duro) voluntariado, consoante as possibilidades e disponibilidades de cada qual.

32. Porque não entregam na Assembleia da República as subscrições que já existem, sem mais “demoras”, sem esperar que se atinja o mínimo de 35.001 subscrições válidas?
Porque isso seria totalmente inútil, como é evidente. A lei que regula as ILC exige 35.001 assinaturas válidas, sendo todas essas subscrições efectuadas obrigatoriamente em papel (não existe para uma ILC, ao contrário do que sucede com qualquer vulgar petição, a possibilidade de “subscrição” electrónica); por conseguinte, entregar menos do que o mínimo exigido equivaleria à anulação/liquidação/inutilização sumária da ILC. Para dar entrada no Parlamento, uma ILC tem de preencher todos os requisitos exigidos por lei, na íntegra e não parcialmente; caso contrário seria liminarmente indeferida… e arquivada.

33. Entregar uma ILC no Parlamento com todas as assinaturas necessárias para o efeito implica a aprovação automática dessa mesma ILC?
É claro que não. Primeiro a iniciativa terá de ser admitida, isto é, passar por diversos crivos, o administrativo, o técnico e também, posteriormente, o crivo político-partidário. Depois de (e se) admitida, a iniciativa legislativa subirá a discussão em plenário parlamentar, podendo seguir-se a respectiva votação pelos deputados na generalidade. Os cenários e desfechos poderão ser múltiplos e até certo ponto imprevisíveis.

34. Como são validadas (ou invalidadas) as subscrições?
De várias formas e em diversos momentos: primeiro, uma verificação sumária e geral, verificando se todos os campos estão preenchidos e se o documento está devidamente assinado; depois, quando se faz a contagem (com numerador sequencial mecânico), vendo o mais possível se tudo está em ordem; por fim, quando se carimba a data da contagem, uma última conferência. Caso nestas três fases haja algo que fundamentalmente o justifique (a ausência de dados de eleitor, por exemplo), a subscrição é invalidada, nela se indicando o motivo para tal, e assim o boletim leva apenas a data da verificação, não sendo numerada e, por conseguinte, não contando para o total apurado.

35. A ILC-AO tem alguma fonte de financiamento?
Não. Nenhuma fonte de financiamento. Todo o trabalho que a iniciativa envolve é executado de forma totalmente voluntária, na medida das disponibilidades de cada qual. As despesas inerentes são suportadas pelos próprios voluntários na medida das suas possibilidades. Excepcionalmente, alguns voluntários combinam dividir entre si um ou outro encargo.

36. A ILC-AO abriu alguma conta bancária para recolha de fundos?
Não.  Nem para esse nem para qualquer outro efeito. Não abrimos nem abriremos qualquer conta bancária, não temos NIB (Número de Identificação Bancária) nem qualquer outro mecanismo de recolha de fundos, donativos ou seja o que for de ordem monetária.

37. A ILC-AO tem alguma página na “rede social” Facebook?
Sim, temos três páginas:
– um “mural” específico e preferencial, fundado em 2010, com a designação “ILC Contra o Acordo Ortográfico” (no endereço  https://www.facebook.com/ILCAO90);
– uma página na aplicação “Causes”, fundada em 2010, com a designação “Não queremos o Acordo Ortográfico (no endereço https://www.causes.com/causes/220084-nao-queremos-o-acordo-ortografico);
– uma página genérica, fundada em 2009, com a designação “Língua Portuguesa no Mundo” (no endereço https://www.facebook.com/LPNoMundo)


* “FAQ” é acrónimo de “Frequently Asqued Questions”, expressão técnica no original em Inglês que significa, em tradução aproximada para Português, algo como “perguntas mais frequentes”. Neste como em alguns outros casos opta-se pelo termo técnico original por questões de economia de espaço (no “menu” principal, por exemplo). Nestas “FAQ” incluem-se também respostas a questões que, embora não frequentemente colocadas, são de extrema relevância para a compreensão daquilo que é esta iniciativa.

100 thoughts on “FAQ

  1. Sou totalmente contra o acordo ortográfico. Sou portuguesa e apesar de o acordo passar a vigorar a partir de Setembro nas escolas irei continuar a escrever o português que aprendi na escola e do qual me orgulho muito. Além disso não sei escrever português brasileiro. Será que tenho de voltar para a escola? como o outro senhor dizia JAMAIS.

  2. Sou Português até morrer e não Brasileiro. Mas quem são estes Srs. que tomam decisões sem que o PORTUGUÊS concorde? Não quero saber de acordo nenhum, falo e escrevo a minha Lingua Mãe.PORTUGUÊS DE PORTUGAL Estamos a perder a nossa identidade? Estamos a sêr o caixote do lixo da Europa e do Brasil? Só para interesse de alguns…? Nem que me matem, continuarei a sêr PORTUGUÊS!
    =SOU GENUINAMENTE PORTUGUÊS E NÃO BRASILEIRO=

  3. Tenho esperança que este acordo não se faça. Fui professora de Italiano e para ensinar esta Língua comecei por ensinar a nossa língua-mãe. Se fosse hoje como faria? Conheço muitas outras línguas e nunca vi nenhuma ser tratada como a nossa .! ….

  4. JÁ NÃO HÁ RESPEITO.PERDERAM-SE OS VALORES

    _Uma coisa é a evolução semântica natural que uma língua sofre, como lupum….lobo etc..
    _Outra coisa também natural é em cada um dos habitats, Moçambique,Angola, Brasil….se adaptarem, se criarem ou se adoptarem novos termos como:
    a) Sheik, Senador, ambas vindas da palavra mãe Senex do Latim, que significava homem velho
    b) ou ainda da palavra angolana “bué” que a gíria portuguesa adoptou e diga-se com um certo encanto.
    __Outra ainda, e esta deriva um pouco das anteriores é na realidade a miríade de pronuncias, de termos criados e adaptados, e de palavras nativas que se adoptaram.

    Aqui se mostra a riqueza do português que, com as suas nuances, se fala por esse mundo fora e que nos traz tanta credibilidade que até há países como a Guiné Equatorial, essencialmente francófona, querendo adoptar o português como 2ª língua oficial.
    __Agora o que não lembra ao diabo, aliás lembra sim, não só a apátridas e a espoliados de princípios e de orgulho, mas também a indivíduos com complexo de superioridade que tentam esconder com força da sua “explosão demográfica” aquilo que verdadeiramente é a sua realidade:
    a) um país com mais de 50 % de analfabetos;
    b) com uma mentalidade xenófoba bem desenvolvida, isto é claro em grandes cidades como São Paulo para quem o “portuga” é gringo ou padeiro;
    c)com proençazinhas, perdão, pessoazinhas que vêm ao nosso País cuspir na nossa HISTÓRIA e outras tantas que avançam o cenário de terem sido muito mais desenvolvidos se tivessem sido colonizados por espanhóis ou franceses;
    d)um lugar onde a ignorância impera, pois desde não saberem onde fica Portugal, colocando-o numa pequena vilória lá para o meio do “Pantanau” até perguntarem se Moçambique fica na Europa, vê-se de tudo. E espantem-se, até Vasco da Gama, aquele do Caminho Marítimoo para a Índia, teria ido ao Brasiu como disse uma professora de História.

    Evidentemente que há também gente, infelizmente uma minoria, muito capaz e verdadeiramente bem formada, e que tomara muitos países terem-nos como cidadãos.

    Pois é CABEÇAS de Portugal, espero sinceramente que quando não estiver Sol, (maldito clima o nosso) coloquem o chapéu no bengaleiro, mas atenção só os ditos cujos pois aquilo que os sustem em cima dos vossos ombros, sim, essa mesma, isso, a proeminência redonda que se faz notar a sobressair dos vossos fatos lustrados deve ficar precisamente onde está, isto é claro se tiver alguma utilidade, caso contrário …..ponham-na no…… ,também no bengaleiro.

    Eu não resisto a contar uma pequena história de um individuo que resolveu, (se calhar por não saber fazer mais nada) dizer alguma coisa à sociedade,( aliás tal como os que querem o acordo ortográfico) e em vez do “Pois” ,que a sua tia Joaquina gostava muito de dizer, resolveu, dizia, filosoficamente, apresentar um volumoso trabalho a defender a alteração do género da palavra POESIA. Esta, peço desculpa, não é esta mas sim este, porque poesia não é feminina, foi tratada ou destratada meticulosamente e assim, blá,blá,blá…. chama-se POESIO.
    A sua tese foi levada ao maior dos supra-sumos em matéria de linguística que ditou a sua sentença:

    Ah pois, o POESIO, ……É UM BOM MERDO.

    AINDA HÁ RESPEITO, ENCONTREM-SE OS VALORES

  5. Parabenizo ao Sr. JPG pela imensa demonstração de cidadania.
    É muito lamentável ler o comentário de António Pires. Um comentário repleto de rancor e preconceito. Sou brasileira e estou contra o AO90. Apoio à ideia da ILC, embora, evidentemente não possa participar por não ser portuguesa. Imitar a pronúncia ‘brasiu’ é tão infantil e simplório como eu escrever ‘port’gaL’ (ou coisa parecida). Este tipo de coisa, infelizmente, tira o foco de vossa causa principal. Pessoas assim parecem que não entenderam a seriedade da causa (ILC). Tentam fazer graça como se quisessem atrair atenção para si. Não há como acusar aos brasileiros pela infame decisão da Assembleia da República Portuguesa de tirar da gaveta algo que lá estava havia quase duas décadas. Instituição esta que deveria zelar pelos interesses da nação portuguesa. Seria o mesmo que eu culpá-los pela decisão do Congresso Nacional Brasileiro de aceitar tal ortografia. Devo cobrar isso de meus parlamentares a quem pagamos, e muito bem. Não há razão para que eu Insulte a Portugal ou ao seu povo ou mesmo ao seu sotaque, seja ele do norte ou do sul. De nada adiantaria eu citar problemas socioeconômicos portugueses. Portugal e Brasil não são ricos. O país mais rico do mundo tem 7 milhões de pessoas pobres (observe que é quase toda a população de Portugal ou mais que a população do Rio de Janeiro). Mas e daí? Nada disso nos interessa. Vocês estão defendendo o direito de escrever sua língua da maneira que aprenderam e consideram correta. Penso que se desejo defender a minha cultura não devo pisotear a dos outros.
    Abraços a todos os cidadãos portugueses de bem e sinceros votos de sucesso com a ILC.

  6. A culpa é de facto dos governantes de ambos os lados, por alinharem no acordo e mais uma vez não saberem defender os interesses de ninguém senão os deles. A população raramente tem dizer no que quer que seja, é a infeliz realidade. Acredito realmente que se mais gente soubesse o que realmente implica o acordo, mais gente seria decididamente contra o mesmo.

    Da minha parte, agradeço ter demonstrado o seu apoio. Pudera haver uma união entre portugueses e brasileiros, assim como dos outros países de Língua Portuguesa, à volta deste tema, e demonstrar que gostamos da nossa Língua com todos os seus recantos e encantos, e que nenhum ‘desacordo’ político deveria alguma vez tentar mudar isso.

  7. Onde é que se assina? Sou completamente contra este acordo. Desvirtua a lingua portuguesa que é uma das mais faladas no mundo. Não devemos deixar que isto avance. Devemos divulgar ao máximo de pessoas.

  8. Comparo a aceitação deste acordo a uma hipotética CASTRAÇÃO.

  9. Compara-se à “Revolução Cultural” da China maoista. Não tarda estamos todos desapossados dos nossos bens e enviados para campos de reeducação. Se os socialistas permanecessem mais tempo no poder não sei, não sei.

  10. Acho bem que toda a gente deva assinar um documento como este. É,na verdade, uma vergonha este Acordo Ortográfico. Leiam a posição crítica e sabedora de Vasco Graça Moura. Ele chega bem para esses/ essas pseudo-críticas dos ” iluminados!

  11. O que se responde á Pergunta 1 não está correCto: a partir do momento em que existe cartão de cidadão com certificados digitais, pode-se assinar digitalmente qualquer documento que, perante a lei, é semelhante á nossa assinatura em papel reconhecida pelo notário. Assim sendo e, estando na lei isto, não se pode afirmar que nada assinado digitalmente não é válido… Ou andam a brincar com leis ou elas têm de ser respeitadas! Tenho dito!

  12. gostaria de saber se ainda esotu a tempo de participar nesta inciativa e até quando a minha assinatura pode ser útil. é preciso descarregar um ficheiro, assinar e enviar certo?

  13. Paula,

    não só está a tempo, como a sua assinatura é útil e necessária.

    Faça o download do seguinte documento:

    http://cedilha.net/ilcao/docs/ilcassinaturaindividual.pdf

    Leia as instruções cuidadosamente e preencha com rigor, porque
    as assinaturas vão ser confirmadas pelos serviços da Assembleia da República.

    Depois divulgue, divulgue e recolha assinaturas dos seus amigos e familiares.
    Coloque as assinaturas num envelope e envie para

    Apartado 53
    2776-901 Carcavelos

  14. Não aceito este chamado Acordo e peço que não considerem o meu comentário como xenófobo. Mas custa-me que os nossos famigerados governantes, em troca sabe-se lá do quê, venha “abrazileirar” a LÍNGUA PORTUGUESA. Não é por nada que assim se denomina, LÍNGUA PORTUGUESA ou LÍNGUA PORTUGUESA. Para mim, desporto será sempre desporto e não “esporte” ou algo que se pareça…

  15. Sempre repudiei este e qualquer acordo que desvirtue a nossa língua pátria

  16. Não se trata de comentário mas apenas pedir por favor me digam se
    receberam a minha Iniciativa e se ela está válida.

  17. Plenamente de acordo! Agradeço confirmem recepção útil.

  18. Isso não é nada fácil, visto que não podemos fazer recolha de dados. Para tal seria necessário passar “a pente fino” todas as subscrições recebidas, uma a uma, até encontrar o seu nome, e não temos pessoal para isso. Há-de ter sido recebida, com certeza. Obrigado!

  19. A ILC ainda está em fase de recolha de assinaturas? Qual o ponto de situação? Espero que ainda se encontre activa, ou na melhor das hipóteses esteja a caminho da AR.
    Cumprimentos

  20. Estamos ainda em fase de recolha de assinaturas e (se JPG me permite) apelamos para quem cada um de nós recolha e envie as que puder. Convém juntar o maior número possível para que o impacto político na AR e na opinião pública seja também o maior possível. Obrigado.

  21. Não abdico da Lingua Portuguesa, e perdoem-me a ignorância, mas nunca entendi porque fomos conduzidos para o “acordo ortográfico” nem de que forma foram os Portugueses consultados, nem porque raio é que tal foi decidido. Podemos perfeitamente continuar SEM ACORDO Ortográfico, perservando todo o conceito de Irmandade de Nacionalidades dos PALOPs, não necessitando em qualquer caso ter de abdicar da autenticidade da Lingua Portuguesa. Também é perder identidade Nacional sim.
    Já agora comento que talvez não passe de mera casualidade, mas interessa chamar a atenção que a par do tal acordo chegamos ao mesmo tempo a uma situação caótica, pela mão dos que nos governam e tudo decidem em nome dos interesses do povo Português. Grandes decisões de grandes politicos, são estranhas e são más as águas em que desaguámos ao cabo da 3ª Républica.
    Um belo dia poderemos ter qualquer outra surpresa, decisão tomada “tradicionalmente” e sempre pelos que em nome dos interesses Nacionais decidem e, Mandam, e Podem e Governam, interpretando as necessidades e vontades dos Portugueses.
    Tantos complexos e tantas mentiras a Bem da Nação.

  22. Reparei que têm logótipos de entidades que não aceitam o acordo ortográfico.
    Faço por isso duas sugestões.
    Tinha verificado que de há uns meses para cá a página inicial do http://www.sapo.pt escrevia em acordês e agora parece-me que voltou a utilizar o português correcto (isto é, sem acordo ortográfico).
    Outro exemplo é o Jornal de Negócios. Pelo menos a versão online não adoptou o acordo. Felizmente, pois este jornal tem artigos de muito interesse.

  23. Pois. É claro que existem muitas outras organizações, empresas e entidades que não “adotaram” o AO90. Mas é necessário que haja ao menos uma notícia, uma nota expressa ou algo que indique tratar-se de uma atitude deliberada e não de algo (por exemplo) apenas temporário ou casual…

    P.S.: no portal Sapo, há minutos: «eletricidade»

  24. Não está feita neste site, felizmente, até porque isso seria impossível, a “contabilidade” dos blogs que se posicionam contra o AO90 mas que não têm link à ILC. Em conjunto, uns e outros são a esmagadora maioria – como é natural.

  25. Espalhamos a nossa lingua pelo Mundo e agora é o Mundo a querer impor-nos a nossa lingua deles!? Perdemos o juízo a dignidada e as nossas referências!?

    Qualquer dia por este caminho para se aprender português correctamente teremos de ir aos Palops!?

    Acordai!

  26. @Jéssica Barreira, neste momento não temos um prazo determinado. É “para ontem”…
    🙂

  27. Porque não utilizam o vosso site e facebook para organizar e promover iniciativas conjuntas de recolha de assinaturas nas principais cidades do país? Certamente que haveria muitos voluntários que não se importariam de perder uma tarde ou um dia para recolher assinaturas. Se se consegue juntar milhares de pessoas para manifestar contra a “ACTA” com iniciativas e apelos organizados nas redes sociais porque não o fazem contra o acordo ortográfico?
    Apesar de muitos e provavelmente a maioria dos Portugueses serem contra o acordo ortográfico a maioria das pessoas não se dão ao trabalho de imprimir e enviar o folheto, para não falar daqueles que nem sequer têm conhecimento desta ILC.
    A maneira mais eficaz de recolher muitas assinaturas é recolhê-las na rua!
    Quando quiserem organizar uma recolha de assinaturas no Porto podem contar comigo para ajudar.

  28. Como posso saber se este site é verdadeiro? E os meus dados não andam a passear pela net, ou qualquer outro lado?
    Quero assinar, mas primeiro quero certezas.
    Cumprimentos.

  29. As suas duas perguntas, pensando bem, de certa forma justificam-se. De facto, há por aí páginas que se dizem “da ILC” mas que nada têm a ver com a ILC, como há grupos que se dizem de “voluntários de recolha de assinaturas” quando nada têm a ver connosco e que fazem essas recolhas (se é que as fazem e se é que são mesmo de subscrições da ILC e não para quaisquer outros fins) com métodos (e finalidades) às quais somos alheios e que também não podemos controlar, como não podemos obviamente controlar o que é feito usando abusivamente o nome desta iniciativa ou usando-a como “pretexto”.

    Apenas respondemos por aquilo que é de nossa responsabilidade, ou seja, pelas subscrições que nos são enviadas e que ficam à nossa guarda, além das que são recolhidas por voluntários identificados que nos contactaram para o efeito.

    Este site é o único oficial da ILC e existe um único processo aberto junto da CNPD garantindo a confidencialidade dos dados: o nosso. Tudo o que esteja fora destes mecanismos estabelecidos e legalizados não é de fiar, de facto, mas aqui, neste “site”, está à vontade: basta seguir as instruções para subscrever a ILC.

    Cumprimentos.

  30. Sou brasileiro e também sou contra o acordo ortográfico,o Português Brasileiro já existia e era normatizado há quase cem anos,do nada,por questões de ordem política e econômica,forçam-nos a escrever como os nossos irmãos lusitanos. Um absurdo.
    Casos semelhantes existem entre o Neerlandês e o Africâner,no Norueguês (que admite duas normas) e nem por isso o mesmo ocorreu-lhes,vê-se daí que é uma questão puramente política.

  31. @Davi Azevedo: É claramente uma questão política. Um dos autores do AO90 (Malaca Casteleiro) afirmou isso mesmo. A nossa língua (e quando digo “nossa” refiro-me a todos quantos falamos português, seja em que variante for) merece melhor do que este espartilho incongruente.

  32. É triste constar na história que Pedro Alvares Cabral descobriu o Brasil, portanto, foi a nossa cultura linguistica que alí deixamos, pois os nossos antepassado, pioneiros e briosos que eram com a riqueza da nossa gramática, nos encheram de orgulho ao longo de séculos. Agora temos que envergonhar os nossos heróis, deitando para a sanita todas as suas batalhas e reduzirmo-nos a tapetes de seres que nada fizeram por este país, aliás, fizeram sim, destruiram toda a nossa história, fazendo-nos de anedotas de todo o mundo.

  33. Sou totalmente contra o abominável acordo ortográfico. As razões foram já expostas por muita gente culta e inteligente que felizmente Portugal tem. Penso que só chegámos a esta situação, que classifico de ultrajante, porque infelizmente temos tido nos últimos anos os governantes e políticos mais descategorizados talvez de toda a nossa história. Lutemos contra esta malfeitoria, sem descanso e com toda a determinação. Há momentos em que temos de mostrar a nossa fibra!
    Será que ainda posso subscrever a ILC?

  34. @Ernesto: Claro que pode! Aproveite e divulgue junto dos seus familiares, amigos, colegas… 🙂

  35. O meu comentário é demasiado extenso. Foi enviado a 29 de Novembro de 2012 a várias entidades governamentais e alguns Portugueses supostamente contra o “aborto” a que se chama “acordo ortográfico”, mas quando um cidadão comum, que não costuma aparecer como vedeta nos écrans nem ser colunista de jornais, ousa escrever algo claro e pertinente que esses “senhores” não têm competência para fazer, o que acontece é que que se finge que não se recebeu nada, mesmo que se tenha recebido o documento por via de correio normal. Para quem esteja interessado numa explicação simples, mas com algumas bases linguísticas (sobre as quais não poderia alongar-me, pois para isso escreveria um livro e não um artigo), deixo duas hiperligações onde podem ler o artigo: http://www.dulcerodrigues.info/educa/pt/acordo_ortografico_pt.html e http://portugalpaisdedoutores.wordpress.com/2012/11/30/carta-aberta/

  36. Cara Dulce Rodrigues, li a sua “carta-aberta”, que lhe agradeço, como portuguesa que sou, o que passa pela obrigação de defender o Português de Portugal, a língua que aqui nasceu e cresceu e que nos estrutura e define como povo e nação.

    Fique connosco, assine esta Iniciativa Legislativa de Cidadãos, divulgue-a e ajude a trazer para a ribalta a discussão e a oposição ao AO90, coisa que todos os responsáveis políticos e os “media” (nesta pseudo-democracia!) têm cuidadosamente evitado!

  37. Vivo no estrangeiro e não estou inscrita no consulado português. Posso assinar?
    Muito obrigada

  38. Outra pergunta: como se valida as assinaturas nas folhas com várias destas? obrigada

  39. @Maria Teresa Martins: obrigada pela sua pergunta.

    Se tem cartão de cidadão, foi-lhe automaticamente atribuído um número de eleitor, que poderá consultar no endereço http://www.recenseamento.mai.gov.pt/ indicando o nome completo ou o número do CC e a data de nascimento.

    Se tem bilhete de identidade, chegou a recensear-se em Portugal? Se sim, poderá contactar a sua junta de freguesia para saber qual é o seu número de eleitor e indicar esses dados no impresso.

    Quanto às folhas com várias assinaturas, funcionam tal como os impressos de subscrição individual: é preciso verificar se cada subscrição tem todos os dados necessários.

    Espero ter esclarecido! Mas se tiver mais alguma dúvida não hesite em contactar-nos. O endereço geral é ilcao@cedilha.net

  40. Maria Teresa: acrescento que se nao esta’ recenseada pode faze-lo no consulado da sua area. Aconselho a telefonar para la’ a saber do que e’ preciso em termos de fotos e documentos.

  41. A propósito da angariação de assinaturas, agora que se aproxima a realização da Feira do Livro em Lisboa (esperemos), porque não montar lá uma banca com alguns computadores, uns cartazes apelativos e uns voluntários cheios de boa vontade para conseguir as assinaturas que faltam?
    Penso que com o movimento que a Feira costuma ter, rapidamente se conseguiria o número de assinaturas desejado.

  42. Sou totalmente contra idiomas falsificados, a língua é portuguesa e não brasileira.
    O idioma francês continua a ser Pharmacie-Farmácia, Mathieu-Mateus, Catherine-Catarina, etc. etc…
    Somos uma língua Latino-grega não somos uma língua outros querem traficar

  43. Estamos em Fevereiro de 2015, já terá seguido a ILC para a AR, ou ainda posso enviar a minha subscrição?

  44. Agradeço a resposta. Vou já tratar da minha subscrição.

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