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Em 20 de Março de 2013, no auditório 1 da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova (Lisboa), um evento público sobre o Acordo Ortográfico com a presença de diversos oradores e com lotação esgotada.

Em representação da nossa ILC, a intervenção de Hermínia Castro.



Extractos da palestra no Salão de Actos da Fundação Rei Afonso Henriques (FRAH) em Zamora, Espanha, no dia 2 de Fevereiro de 2012. A versão (quase) integral desta palestra, com a duração total de 1 hora e 9 minutos, incluindo o período de perguntas e respostas, pode ser vista no endereço http://www.youtube.com/watch?v=13wwS0dmfK8.


Apresentação da Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) pela revogação da entrada em vigor do “acordo ortográfico” de 1990.


Vasco Graça Moura. Conferência no Centro Nacional de Cultura, 30.06.11.

Entrevista de Maria do Carmo Vieira ao Portal Sapo


Depoimento do encenador Ricardo Pais sobre o AO90


Depoimento do advogado Garcia Pereira sobre o AO90


15.04.10, entrevista de fundo no “Jornal das 9” com Mário Crespo.

11 thoughts on “Vídeos

  1. Desde o primeiro dia em que tive conhecimento deste (des)acordo ortográfico fiquei completamente surpreendida com a aberração do mesmo. Sou livre pensadora. Penso com a minha cabeça e não com a cabeça do establishment. Que diria o nosso Fernando Pessoa sobre este perverso (des)acordo? Morreria talvez de vergonha!
    Parabéns a todos os que lutam contra esta aberração. Deixemos a nossa maravilhosa Língua Portuguesa seguir a sua evolução natural e não ditaturialmente para alimentar, como diz Garcia Pereira, interesses económicos e financeiros, nas costas do povo português. Aliás, muitas outras aberrações culturais são feitas à revelioa de todos os que pensam com a sua cabeça e não embarcam em facilitismos e mediocridade!!!!!

  2. Ha 50 anos o meu tio dizia ja que os brasucas queriam impor a escrita deles em Portugal mas que a academia portuguesa era quem dicidia do português, é verdade que nesta época era Salazar que governava Portugal bem ou mal, pouco importa o que importa é que os politicos portuguêses actuais arreiam as calças perante os brasucas, temos uma classe politica podre, se o acordo ortografico se vem a concluir deixamos a descência da lingua portuguêsa do latim, os politicos portuguêses vem a alma portuguêsa em troco das “lobies” do Lula que ao mal parecer quer fazer dos portuguêses escravos dos brasileiros, este Lula neste caso foi um grande homem de estado, os homens de estado portuguêsesestão a ser uns tapetes para os politicos portuguêses que são uma deshonra para um pais como o nosso que merece melhor que estes politicos rafeiros.

  3. Pois, facto consumado é que os nossos filhos no início do próximo ano lectivo já vão apanhar com o novo acordo ortográfico. Ou seja, vai ser implementado quer queiramos ou não, mas posso estar errado.

  4. Regressei faz um mês do Brasil e talvez não conheçam esta aberração: o ministro da (des)educação de lá aprovou um livro escolar onde se diz:”nóis sou”!!!
    Acho que com este exemplo tá tudo dito.
    Unamo-nos e rebelemo-nos contra este des(acordo) porque não quero falar como um índio!
    luis

  5. Caro Bruno Cunha,

    E se os pais das nossas crianças e jovens decidissem revoltar-se contra a imposição deste Acordo nas escolas? Se há alguém que pode ter influência sobre o poder político, esse alguém são os pais! Porque não se revoltam? Porque não fazem ouvir a vossa voz?Afinal é o futuro da nossa língua e da nossa identidade como povo que está em causa…
    E não aceitem a conversa do “respeito pelos compromissos assumidos”… Desrespeitar compromissos vergonhosos é uma honra e um dever para qualquer ser humano que se preze! Foi o que fez De Gaulle, justamente a 18 de Junho de 1940!
    Infelizmente, como professora, agora aposentada, apenas posso escrever, falar, informar, divulgar a ILC, recolher assinaturas, interpelar a Fenprof, ou a Associação de Professores de Português, reclamar para a RTP… E também não tenho crianças ou jovens a defender, o que me permitiria intervir nas instituições adequadas. Deixo aqui o meu apelo! É que esta luta depende do contributo de cada um de nós!
    Cumprimentos.

  6. Sou professora de Português e sinto-me duplamente ultajada. Como especialista e como cidadã de duas Pátrias (nasci no Brasil e tenho dupla nacionalidade) estou indignada com este fenómeno de ausência de interculturalidade, num mundo que se diz e pretende global. A interculturalidade começa pelo respeito mútuo que começa pela identidade linguística na sua diversidade tão digna como o ser humano falante da língua. Este (des) acordo não só não contribui para o enriquecimento entre os povos, como também não uniformiza a língua como pretende, antes a altera na sua essência. “A minha Pátria é a língua portuguesa” (Pessoa/Bernardo Soares) é a frase-ideia paradigma que nos deve nortear para enfrentar mais um “Adamastor” que nos quer submergir em águas turvas e comprometer o futuro como País soberano de livres pensadores-navegadores. Ser contra não é ser “Velho do Restelo” no sentido possível que essa figura representa de oposição à mudança, mas antes representa um sinal de alerta contra (im)posições que não revelam nada de novo, pois constituem uma cedência a interesses sem explicação científica que os vindouros possam considerar relevante. Ser contra é um acto de cidadania, de cultura e de patriotismo. Contem com o meu repúdio, “pois aqui ao leme/Sou mais do que eu…” (F. Pessoa -Mensagem).
    Maria do Carmo Albernaz

  7. Sinceramente, ou o mundo está louco, ou as pessoas precisam de causas para abraçar, porque existem vazios difíceis de preencher, ou, de repente, ninguém sabe exactamente o que se anda a fazer neste país…
    O mundo, não aquele que cada um idealiza, mas ESTE mundo está em mudança… Ter uma língua que é falada e protegida na sua integridade, pois as comunidades académicas assumem a concretização fiel da mudança e o respeito pela mesma, é motivo de enaltecimento patriótico. O (des)acordo foi benéfico, pois trouxe reflexão metalingística.
    A mudança linguística aconteceu sempre com vozes discordantes e é salutar que tal aconteça! Mas sentir-se um desassossego visceral, implica não nos distanciarmos das situações e perder a lucidez necessária… Será que quem defendeu o novo acordo acordo ortográfico é insano? Será que Portugal não necessita de ser competitivo em termos linguísticos? Será que, como alguns dirão, “vender-nos a tão baixo preço”, submetendo-nos à supremacia linguístico-económica brasileira, será assim tão insano, nefasto e destrutivo para a nação portuguesa? As mudanças podem também ser produtivas e desencadeadoras de processos de grandeza …
    Sinceramente, seria mais fácil para mim dizer que concordo com tudo o que foi dito nos comentários anteriores e colocar-me em absoluto acordo com o desacordo, mas, como também foi afirmado, questionar pode ser um acto de cidadania.
    Maria Cerqueira

  8. Torna-se evidente que muitos daqueles que aqui estão a “defender” a língua portuguesa “em seu melhor” não sabem nem mesmo escrevê-la.

    (“para mim dizer, portuguêsa, português”)

    Abraços

  9. «defender a língua em seu melhor»? No seu melhor, meu caro.

  10. Meu caro, o uso de preposições pode ser algo discutível (à Africa / em Africa). O erros encontrados por aqui não!

  11. Caro Luis, se o senhor não conseguiu (sobre)viver no Brasil seja por incapacidade financeira ou por ter uma capacidade limitada de adaptação ao que é diferente, ao menos aceite suas limitações com dignidade. Fez muito bem regressar. Este espaço não me parece aceitar xenofobia. Ele é para quem consegue defender a sua língua e sua cultura sem se desfazer das outras.
    Parabéns pela ILC

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